14 de novembro de 2012

Operadores portuários e estivadores falham acordo para serviços mínimos

Hoje é o último dia para se chegar a um entendimento. Se não, será o Governo a ter a palavra final.
Hoje será o último dia para os operadores portuários e o sindicato de estivadores chegarem a acordo sobre a definição dos serviços mínimos de greve entre 15 e 27 de Novembro, para a qual já deram entrada os respectivos pré-avisos de greve dos trabalhadores da estiva dos portos de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz.
O Diário Económico sabe que a reunião de ontem entre os representantes dos operadores portuários e do sindicato dos estivadores, apesar de ter durado várias horas, foi totalmente inconclusiva.
Hoje, dia de greve geral, será a última hipótese para as duas partes deste conflito superarem este impasse. Se não conseguirem chegar a acordo, o conflito será directamente dirimido pelos ministros do Emprego, Pedro Mota Soares, e da Economia, Álvaro Santos Pereira, que irão definir a lista de serviços mínimos por decreto.
"Os trabalhadores portuários são um activo muito importante do País. Mas eu faço uma pergunta: se esta lei foi aprovada pela maioria dos sindicatos, se foi aprovada por cerca de 60% dos trabalhadores, como é que esta legislação pode estar assim tão desequilibrada?", questionou ontem o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Silva Monteiro, à chegada ao sétimo encontro da "Transportes em Revista", em Lisboa. 

2 comentários:

Fernando Gomes disse...


Caros Amigos e Companheiros:

O artigo em presença, é proveniente do "Económico on line". Apresenta-se bastante truncado relativamente ao mesmo artigo presente na edição impressa, a página 26. Transcrevo parte do sétimo parágrafo que me parece de alguma importância:


- No seu entender, a nova lei não coloca nenhum posto de trabalho em perigo, "agora ou no futuro,próximo ou distante", além de que quem já tinha um trabalho diferenciado vai continuar a usufruir dessa regalia-


Não sei exactamente que leitura fazer, mas deixo à consideração. É certo que os postos de trabalho propriamente ditos, não desaparecem num ápice, eles irão continuar por algum tempo, até que o avanço tecnológico os engula. Mas poder-se-à concluir da leitura que os postos de trabalho a que se alude, continuarão a ser preenchidos pelos actuais trabalhadores.?

Saudações Sindicais
FGOMES

14 de Novembro de 2012

EstivadoresAveiro disse...

Em minha interpretação, e posso estar errado, também me parece que não se põe em risco nenhum posto de trabalho. Mas como eu digo, posso estar errado.

Cumprimentos

O.Miguel08