7 de setembro de 2012

6 de setembro de 2012

GOVERNO AO MAIS BAIXO NÍVEL DE SEMPRE.

Pois caros leitores, desta vez o governo tentou descer o mais baixo que o ser humano pode descer. Tentou dar um rebuçado a uma parte, ficando assim convencido que as outras iriam ceder. Pois aos senhores governantes deste país, cada dia que passa, mais unidos nos fazem ficar, cada vez nos convencemos mais que não precisamos de deputados na assembleia da republica, mas sim de HOMENS que saibam resolver os problemas do país, e que não andem a reboque de ordens da troika.Que simplesmente não sejam uns paus mandados dos mesmos, e que justifiquem o dinheiro que ganham aos portugueses. Já agora, se não tiverem colocação para governantes abutres em forma de gente que por ai andam, podem vir assinar um contrato na estiva de três meses ou diário, e ganhar a tal fortuna que os portuários ganham. Abaixo um comunicado da Frente comum a que tivemos acesso.
COMUNICADO

Hoje, dia 06 de Setembro pelas 16.00 horas, estava agendada uma reunião da Frente Comum Sindical Marítimo Portuária, com a Secretaria de Estado do Mar.
Cerca de trinta minutos antes da hora prevista para o início da reunião, a Secretaria de Estado do Mar informou via telefone, que os assuntos a tratar não diziam respeito aos portuários e que, por essa razão, os dirigentes dos sindicatos portuários que integram a Frente Comum, não poderiam participar na referida reunião.
Foi por nós reiterada a unidade da Frente Comum e explicada a existência de assuntos transversais aos dois sectores, marítimo e portuário pelo que se justificava plenamente a presença de dirigentes dos sindicatos representativos dos trabalhadores das duas áreas (marítima e portuária).
Foi igualmente referido que os dirigentes dos sindicatos portuários estiveram presentes em reuniões anteriores da Frente Comum com a Secretaria de Estado do Mar, não tendo na altura, a sua presença merecido qualquer reparo ou constituído algum obstáculo quer à realização das mesmas, ou ao desenvolvimento dos assuntos nelas abordados.
No entanto desta vez e perante a firmeza da nossa posição, a Secretaria de Estado do Mar informou não ter disponibilidade para receber a Frente Comum.
Se nos pretendem dividir, não o conseguirão.
A maturidade, o nível de consciência e participação, e a unidade na ação dos marítimos e portuários portugueses que, teve no passado recente, eco em todos os cantos do mundo, constituiu um exemplo que determinará, pela persistência, o êxito da resistência, das lutas e negociações futuras, na defesa dos direitos e no alcance dos objetivos propostos.

Pelos portos ao serviço do interesse do país, por mares limpos e seguros!
Em unidade venceremos!

Lisboa 06 de Setembro de 2012

5 de setembro de 2012

Pré avisos de greve

Recolhemos de várias fontes os Pré-avisos de greve que demonstram que não só os trabalhadores portuários estão contra as alterações ao regime jurídico do trabalha portuário. Várias outras instituições demonstram assim também a sua indignação nestas alterações que o governo quer impor no sector.
Todos os interessados, podem consultar os pré-avisos de greve que aqui deixamos para divulgação.
Assim como uma convocação de uma conferência de imprensa.
Sindicato nacional dos trabalhadores das administrações portuárias1
Sindicato nacional das administrações portuárias
OFICIAISMAR - aviso prévio de greve
Frente comum - comunicação de conferência de imprensa
Sindicato dos quadros técnicos do estado e entidades com fins públicos
PRÉ AVISO DE GREVE - TRABALHADORES PORTUÁRIOS

4 de setembro de 2012

Decisão adiada por 10 dias

Aveiro, 4 set (Lusa) - As duas empresas de estiva que operam no porto de Aveiro não querem fazer parte da comissão de gestão da Empresa de Trabalho Portuário (ETP) de Aveiro, no âmbito da proposta do plano de insolvência que se encontra a votação.
A informação foi avançada pela administradora de insolvência da ETP de Aveiro Paula Mattamouros Resende, durante a assembleia de credores que decorreu hoje no tribunal de Aveiro e em que estiveram representados quase 98 por cento dos credores. A proposta do plano de insolvência previa uma "gestão tripartida", dividida entre a administradora da insolvência, um elemento indicado pelo Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro (STPA) e um elemento indicado pelas entidades patronais.
No entanto, Paula Mattamouros Resende disse que as empresas de estiva Aveipor e Socarpor recusaram o convite, pelo que a empresa será, numa fase inicial, gerida apenas por dois elementos: o presidente do STPA, Eduardo Marques, e a administradora de insolvência.
O advogado da Aveiport e Socarpor disse, por seu lado, que as empresas "sentiram-se afastadas desde o início da elaboração deste plano, pelo que consideram que o plano não resulta efetivamente de uma concertação".
"Nenhuma das sugestões apresentadas foi tida em conta, nem houve nenhuma resposta", adiantou o causídico. A juíza que presidiu à assembleia de credores deliberou que o plano de insolvência será votado por escrito no prazo de dez dias.

3 de setembro de 2012

Greve nos portos entre 19 e 24 de Setembro

Os sindicatos que representam os trabalhadores do sector marítimo-portuário fizeram um pré-aviso de greve em resposta às alterações laborais que vão afectar os trabalhadores do sector. Cada sindicato anunciou dois dias de greve.A Frente Comum Sindical Marítimo-Portuária, que diz no comunicado representar cerca de 90% dos funcionários do sector, fez um anúncio prévio de greve dos trabalhadores portuários nos dias entre dia 19 e 24 de Setembro, segundo comunicado em que anuncia uma conferência de imprensa para o dia 5 de Setembro, às 15 horas. 
Vários sindicatos que fazem parte da Frente Comum farão greve em datas diferentes. Os trabalhadores dos portos de Lisboa, Aveiro, Figueira da Foz, Setúbal, Sines Viana do Castelo e do Caniçal-Madeira farão greve nos dias 19 e 20 de Setembro.
Já o sindicado dos Quadros Técnicos e de Entidades com Fins Públicos e o de Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha fará greve nos dias 17 e 18 de Setembro. A greve do Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Administrações Portuárias terá lugar nos dias 21 e 24 de Setembro, segundo o comunicado.

Dia 4 de Setembro 2012


Os trabalhadores e sócios do Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro vão realizar  amanhã terça-feira dia 04 de setembro,pelas 10:30h um plenário de trabalhadores.
No mesmo dia pelas 14:30 decorrerá a  Assembleia de Credores no Tribunal do Comércio em Aveiro,para a realização da reunião de assembleia de credores para votação e aprovação do Plano de Insolvência. 
O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente.

A 18 DE SETEMBRO, NA FIGUEIRA DA FOZ Fórum «O Potencial Logístico da Região Centro e das suas Infraestruturas»

“O Papel dos Portos de Aveiro e Figueira da Foz no Desenvolvimento Regional e no reforço da competitividade do Centro” foi o tema do Fórum que se realizou dia 25 de julho, no Museu de Ílhavo. Dando continuidade a este tema, vai realizar-se, dia 18 de setembro, novo Fórum sobre “O Potencial Logístico da Região Centro e das suas Infraestruturas”, que terá lugar no Centro de Artes e Espectáculos, na Figueira da Foz, pelas 9 horas.
A Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), a Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego (CIMBM), o Conselho Empresarial do Centro – Câmara de Comércio e Indústria do Centro (CECCCIC), a Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA), a Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF), a Comunidade Portuária de Aveiro (CPA) e a Comunidade Portuária da Figueira da Foz (CPFF) são os organizadores da presente iniciativa.
As entidades envolvidas pretendem criar um espaço de reflexão e debate que permita discutir os caminhos para o desenvolvimento, bem como sensibilizar os decisores e agentes económicos para a valorização da oferta logística regional e para as vantagens da manutenção da sua gestão regionalizada, de forma a promover a autonomia de gestão dos portos, a sua competitividade e eficiência, em prol da promoção das empresas e da Região Centro.

A fiabilidade dos portos ( opinião )

O Governo está a ultimar o diploma que revê o regime jurídico do trabalho portuário. Este facto decorre das obrigações assumidas por Portugal no âmbito do memorando de entendimento subscrito com a troika. E em boa hora o fez, pois a alteração desse regime, que tem cerca de 20 anos, era um imperativo nacional. Será determinante para melhorar a competitividade dos nossos portos e, subsequentemente, contribuirá para o relançamento das exportações e para a tão desejada abertura da economia. De facto, a redução do âmbito do trabalho portuário permitirá utilizar, em tarefas até aqui desempenhadas por trabalhadores portuários (vulgo estivadores) outros trabalhadores mais jovens, com outro perfil de habilitações literárias, com salários menos elevados e, fundamentalmente, com outros ritmos de produtividade. Não se trata de cercear aos estivadores as tarefas que são da exclusividade da estiva. O que sucede é que há outras atividades, que não dizem respeito à carga e descarga dos navios e que, erradamente, estão incluídas no âmbito do trabalho portuário.
Na proposta de lei a que tivemos acesso, constata-se que o objetivo não é só o ajustamento do referido âmbito da "estiva". Pretende-se criar condições para, sem grandes convulsões, adotar os atuais Instrumentos de Regulamentação Coletiva de Trabalho às exigências decorrentes do código do trabalho, de forma faseada mas com metas bem definidas. Concomitantemente, incentiva os parceiros sociais a reverem os contratos coletivos de trabalho, flexibilizando as relações laborais e possibilitando uma gestão mais eficiente.

2 de setembro de 2012

Movimento de mercadorias nos portos nacionais cresceu 5,9% no 2º trimestre

Segundo dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o total de mercadorias movimentadas nos portos nacionais cresceu 5,9% no segundo trimestre de 2012 quando comparado com o período homólogo do ano passado. Ao todo foram movimentadas 17,9 milhões de toneladas entre abril e junho deste ano.
Sines destacou-se com um crescimento acentuado de 20,1%, em termos homólogos, mantendo o desempenho observado no trimestre anterior. Já os portos de Lisboa e Leixões sofreram ligeiras alterações face a período homólogo de 2011, se bem que com tendência contrária: +1,3% no porto da capital; -1,8% no porto leixonense.
No seu conjunto, os portos de Sines, Lisboa e Leixões representaram 77,1% do movimento total de mercadorias.
Também o porto de Aveiro registou crescimento no período em questão, com uma subida de 4,8%. Já os portos da Figueira da Foz e de Setúbal viram os seus números baixar 6,4% e 5,9%, respetivamente).
O INE refere ainda que houve uma evolução positiva de 8,6% verificada no tráfego internacional de mercadorias. O crescimento neste segmento, o qual representa 83,5% do movimento total, compensou a diminuição de 6,3% registada no tráfego nacional. Aqui, uma vez mais o destaque vai para o porto de Sines que acolheu a larga maioria do acréscimo verificado no tráfego internacional, com uma variação homóloga positiva de 22,8%.
Carga ferroviária e aérea em quebra
Nos modos ferroviário e aéreo, a tonelagem de mercadorias transportadas ficou aquém da registada no mesmo trimestre do ano anterior, com reduções de 7% e 7,6%, respetivamente.

30 de agosto de 2012

Governo disposto a ceder na lei laboral dos portos desde que custos desçam

O Governo está disposto a ceder em algumas das propostas para a alteração da lei laboral dos portos, desde que seja possível reduzir os custos para as empresas exportadoras que usam as infra-estruturas, segundo apurou o Negócios junto de fonte próxima do processo.

LEIA A NOTÍCIA AQUI

fonte: portosdeportugal

29 de agosto de 2012

SEMINÁRIO IBÉRICO «ESTRATÉGIA LOGÍSTICA PARA A REGIÃO CENTRO E CASTELA E LEÃO»

Já se encontra disponível, no Canal do Porto de Aveiro no Youtube, a segunda série de vídeos do seminário ibérico «Estratégia Logística para a Região Centro e Castela e Leão».
O seminário decorreu no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz. Organizado pelo "Projecto de cooperação transfronteiriço Portugal-Espanha ‘Logística Cencyl”, teve como parceiros, do lado português, o Porto de Aveiro, as Câmaras Municipais da Figueira da Foz e da Guarda e, do lado espanhol, o Ayuntamento de Salamanca e a Associação Cylog.
O objectivo global do projecto passa pela promoção do desenvolvimento logístico do corredor E-80, através de um aumento da integração das principais infraestruturas logísticas e de transportes fixadas na região Centro de Portugal e na região de Castela e Leão (representadas pelas entidades parceiras do projecto), e de um reforço da sua notoriedade internacional relativamente a outras infraestruturas de outros corredores.
Esta foi uma das acções promocionais do “Logística Cencyl”, iniciativa a cargo dos parceiros portugueses. Tem como objetivo primacial apresentar as conclusões do primeiro relatório e ainda a partilha e apreciação de modelos de negócio de sucesso de gestão de plataformas logísticas ibéricas.
Veja os vídeos
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Os vídeos da sessão de abertura e do primeiro painel encontram-se disponíveis aqui.
CONSULTE O PROGRAMA
VEJA UMA GALERIA DE FOTOS DO SEMINÁRIO
portosdeportugal

28 de agosto de 2012

Sindicatos europeus decidem em setembro boicote aos portos portugueses ( Brasil )

A greve dos trabalhadores portuários teve adesão de quase 100% e contou com a solidariedade do International Dockworkers Council (sindicato mundial de estivadores), de sindicatos de trabalhadores franceses, espanhóis e gregos. Os trabalhadores portuários lutam contra a revisão do regime jurídico, que pode deixar sem trabalho cerca de metade dos trabalhadores.
Em declarações à agência Lusa, Vítor Dias, vice-presidente da Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor), fez um balanço muito positivo da paralisação de 24 horas, que acabou às 8h desta quarta feira. Vítor Dias afirmou ter informações de que apenas “quatro trabalhadores num porto e um noutro não fizeram greve”. “Num universo de 700 trabalhadores, é muito pouco. É praticamente 100%”, salientou.
No plenário de trabalhadores dos portos portugueses, estiveram presentes, segundo Vítor Dias, representantes do International Dockworkers Council (sindicato mundial de estivadores) e de sindicatos de trabalhadores franceses e espanhóis. O dirigente da Fesmarpor referiu à Lusa também as “paragens simbólicas, pontuais” em portos suecos e dinamarqueses, bem como as demonstrações de “solidariedade” de congéneres brasileiros e argentinos. E sublinhou que “os trabalhadores portuários e marítimos portugueses e internacionais estão cada vez mais unidos na defesa dos princípios do trabalho portuário com dignidade, contra a precarização e liberalização deste setor de atividade”.
Durante a greve, delegações sindicais espanholas e francesas estiveram em Sines para demonstrar, “de viva voz, toda a sua solidariedade com a luta dos trabalhadores portuários e marítimos portugueses”, refere Vítor Dias. Os sindicatos dos trabalhadores portuários e marítimos europeus poderão decidir um “boicote” a navios cuja origem ou destino seja Portugal numa reunião marcada para 12 de setembro.

Estivadores cabo-verdianos estão em greve por tempo indeterminado

Os trabalhadores reivindicam um aumento de 70 a 100 porcento dos subsídios de férias e de Natal, assim como um aumento de cinco porcento dos valores a serem pagos para a descarga em regime de tonelada.
Praia - Os mais de 300 estivadores do Porto da Praia, na capital cabo-verdiana, entraram em greve esta segunda-feira por tempo indeterminado, para forçarem a direção da Empresa da Administração dos Portos de Cabo Verde (ENAPOR) a dar uma resposta positiva às suas reivindicações, noticia a Panapress.
O presidente do Sindicato da Indústria, Agricultura, Comércio e Serviços e Afins (SIACSA), Gilberto Lima, que diz representar a maioria dos estivadores,  explicou que esses trabalhadores reivindicam um aumento de 70 a 100 porcento dos subsídios de férias e de Natal, assim como um aumento de cinco porcento dos valores a serem pagos para a descarga em regime de tonelada.
Os estivadores exigem igualmente o aumento de subsídios de turno e a sua  afetação à carga e à descarga de todos os tipos de navios.
Para além das reivindicações apontadas, a direção da ENAPOR ainda não se pronunciou sobre o reajuste salarial para 2012.
Gilberto Lima garante que os estivadores só avançaram para esta greve porque as negociações com a ENAPOR para a satisfação das reivindicações da classe "fracassaram".
O presidente do SIACSA diz-se, entretanto, aberto a novas negociações com a administração do Porto da Praia, com a intermediação da Direção Geral do Trabalho (DGT), para se encontrar as soluções possíveis para satisfazer as reivindicações dos estivadores e evitar a continuidade da greve, que, segundo ele, poderá ter "efeitos desastrosos".
A direção da ENAPOR ainda não se pronunciou sobre a greve que deixa praticamente paralisado o porto que movimenta o maior volume de carga no arquipélago.
Sabe-se, no entanto, que os prejuízos resultantes desta nova paralisação serão bastante avultados, uma vez que a empresa deixa de arrecadar receitas diárias na ordem dos 10 mil contos cabo-verdianos (cerca de 100 mil euros).

24 de agosto de 2012

Carga de toros de eucalipto

Nas fotos baixo publicadas, podemos ver o decorrer de uma carga de toros realizada no terminal sul do porto de Aveiro. Mostramos também que o perigo está sempre à espreita, pois como se pode verificar na foto, as cintas de aço de um atado partiram podendo provocar algum tipo de ferimento grave em algum trabalhador.




23 de agosto de 2012

Estamos a governar a globalização, ou a globalização é que nos governa?

PEPE MUJICA - O PRESIDENTE MAIS POBRE (E HONESTO) DO MUNDO. ( URUGUAI )

                              

22 de agosto de 2012

A costa portuguesa é extensa relativamente ao seu tamanho (1230km em Portugal continental, 667 km nos Açores e 250 km na Madeira) e Portugal possui uma das maiores zonas económicas exclusivas (ZEE) da Europa, cobrindo cerca de 1 926 000 km2. O valor económico das atividades ligadas ao mar consideradas na economia portuguesa é atualmente de cerca de 5% do PIB nacional e emprega diretamente cerca de 75 milhares de pessoas. Paralelamente, a posição geoestratégica do nosso país confere-lhe uma situação privilegiada em relação ao mar da EU, e central relativamente às relações que se podem desenvolver com os países Africanos e Americanos do Sul.
Em paralelo, segunda superfície marítima mundial, a França, que conta 18 000 kms de costas e centenas de milhares de apaixonados, é desde e há séculos uma grande Nação marítima. O peso da França marítima é de 305 000 empregos, e 52,1 mil milhões de euros de valor de produção. É também o único país que está presente em todos os oceanos.

Carga de malha sol e cordão de aço

Carga foi realizada no terminal norte do porto de Aveiro, com malha sol e cordão de tensão. Abaixo as fotos possíveis.





Primeiro acordo colectivo de estivadores colombianos

Depois de mais de duas décadas de luta contra a repressão no trabalho, os estivadores da Colômbia têm finalmente concluída a negociação colectiva pela primeira vez com o seu empregador.
Os trabalhadores portuários, membros da ITF Sindicato Nacional de Trabajadores del Transporte (SNTT), chegaram a um acordo em 02 de agosto com o Terminal Marítimo Muelles el Bosque em Cartagena de Indias. Os trabalhadores não tinham sido autorizados a negociação colectiva  cerca de 20 anos, desde o governo de César Gaviria começou a implementar um programa para privatizar portos da Colômbia. Os sindicatos não foram autorizados a operar e os trabalhadores sofreram as consequências da utilização de mão de obra terceirizada e do estabelecimento do empregador lideradas cooperativas, que, na prática, eram empresas de fornecimento de trabalho. No entanto, apoiado pelo sindicato centro Central Unitária de Trabalhadores da Colômbia e da ITF, os estivadores, que tinham estabelecido sua própria união, viram terminar esses ataques anti-sindicais e a união posteriormente se fundiu com o SNTT. Logo, um conjunto de reivindicações foi apresentado ao empregador porto, e do conselho executivo SNTT e gestão de empresas assinaram o acordo de negociação coletiva. O acordo prevê aos trabalhadores,  aumentos salariais, férias anuais, um fundo de habitação e educação dos filhos dos trabalhadores, bem como outros benefícios.

Esteban Barboza, secretário-geral SNTT, comentou: "Depois de 20 anos de luta, conseguimos um evento histórico, que vai beneficiar trabalhadores e de suas famílias e dar-lhes qualidade de vida.Vamos continuar a trabalhar para encorajar todos os estivadores a se organizarem em todos os portos da Colômbia para acabar com a força de trabalho é quase condições semelhantes à escravidão. "

Terminal Maritimo Muelles el Bosque opera dois portos, um na Baía de Cartagena das Índias e outro em Buenaventura. A empresa é a fusão com a Argos Group, um conglomerado de destaque colombiano.