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19 de dezembro de 2012

Mas afinal quem são os estivadores?

-Bom Marta o nosso tempo está a esgotar-se…
-Há…Ó Pedro, o meu tema, o tema que eu queria falar aqui, nem me deixas-te falar por favor.
-Á quele que não sabes muito sobre o assunto mas querias traze-lo na mesma
-Exactamente, eu queria falar dos Estivadores … Porra, que Estivador é homem poderoso ou isso ou é um tipo com fraca “Imprensa” Nós aqui no Inferno, preferimos dizer que eles são convictos, apaixonados, e poliglotas…
Vejam até ao fim, a brincar muitas vezes dizemos a verdade.

Estivadores não aderem á greve por “medo de represálias”

Mas quanto custa tudo isto afinal, quanto suor dos homens da estiva quantos direitos foram violados …O que podia ser uma opção não passa afinal de um caminho onde o medo se sobrepõem á luta apesar do aumento do volume de negócios em 2011 o porto de Leixões reduziu em 14% os custos com o pessoal …Vejam esta reportagem que é um retracto do que se passa em Leixões e todos querem encobrir.

10 de dezembro de 2012

Prós e Contras - PORTOS PARALISADOS

Programa de dia 10 de dezembro 2012

Os exportadores à beira de um ataque de nervos.A nova lei e a greve dos trabalhadores portuários.Os prejuízos para a economia e as razões dos protestos.A paralisação dos estivadores.

Portos paralisados, no maior debate da televisão portuguesa.Prós e Contras, 2ª feira à noite na RTP1.

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19 de novembro de 2012

COMUNICADO DAS ASSOCIAÇÕES DE EMPREGADORES

                                             GREVES NO SECTOR MARÍTIMO-PORTUÁRIO

Como é do conhecimento geral, encontra-se em discussão pública a Proposta de Lei n.º 99/XII, relativa ao regime jurídico do trabalho portuário, que está na base das sucessivas greves que o Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal e o Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro têm vindo a decretar para os portos de Lisboa, Figueira da Foz, Aveiro e Setúbal.
Estas greves que duram há cerca de 3 meses e que têm acarretado enormes prejuízos, de largos milhões de euros, não só para as empresas de estiva dos portos envolvidos (que estão a trabalhar a menos de 50% nos dias de greve e não trabalham nos dias de plenário, sem esquecer o impacto da taxa de absentismo dos trabalhadores que ronda os 30%) mas também para todos os restantes operadores económicos cujas actividades estão directamente relacionadas com os portos em questão (armadores, transitários, agentes de navegação e carregadores).
Pese embora o esforço unilateral aportado pelas associações das empresas de estiva de Lisboa, Figueira da Foz e Setúbal, que com o intuito de conseguir a solução do problema das greves - a decorrer e anunciadas - têm apresentado algumas propostas ao Sindicato, foi impossível alterar as decisões dos dirigentes sindicais interlocutores em todo este processo.
De facto, e tendo presente a imperatividade das alterações ao regime jurídico do trabalho portuário que se avizinham, as referidas associações apresentaram proposta que se traduziam no seguinte:

7 de novembro de 2012

O descontentamento é total (Veja os pré avisos de greve)

A frente comum emitiu novo pré-aviso de greve que, na prática, vai esticar o atual estado de paralisação até ao dia 28 de novembro. Mesmo nos portos de Leixões e Sines, onde a contestação tem sido reduzida, serão sentidos os efeitos da contestação laboral.
De domingo a quarta-feira, quase todos os portos nacionais  irão parar. Os Sindicato apresentaram um pré-aviso de greve que engloba vários dias de luta, com realce para as paragens de 24 horas decretas para entre os dias 10 e 13. No dia 14, os trabalhadores dos portos irão associar-se à greve geral convocada pela CGTP, sendo de prever que nesse dia até em Leixões e Sines serão sentidos os efeitos da contestação laboral.(Parte do texto acima foi retirado da noticia Aqui)
O clima de descontentamento é devido ao elevado nível de desemprego, de precariedade laboral e de insegurança no emprego.
A prática do Governo tem sido de anti diálogo com os sindicatos, privilegiando única e exclusivamente os patrões e tendo um comportamento fortemente negativo para com a actividade sindical. 
A postura do governo de não honrar os compromissos a que qualquer governo democrático se obriga, designadamente ao não pretender reconhecer aos sindicatos organizados na Frente Comum Sindical Marítimo-Portuária, o estatuto de parceiros sociais, a não ser unicamente para dar conhecimento das suas decisões, recusando-se a reunir com estes, não obstante os respectivos sindicatos portuários representarem mais de 80% do universo dos trabalhadores portuários portugueses, que são afinal, os destinatários da Lei.
A total falsidade dos motivos que foram sendo invocados no referido DRAFT do Governo para “justificar” o prepotente aproveitamento da actual conjuntura económica e social, de cujas alterações normativas resultará o desemprego de centenas de trabalhadores portuários efectivos, com a agravante de tal projecto sustentar que, com estas alterações se visa proporcionar a outros trabalhadores o desempenho de variadas funções e tarefas que – apesar de continuarem a fazer parte integrante da operação portuária, tal como se encontra expressamente definida por lei – deixariam, com esse artificioso fundamento, de poder ser prestadas pelos trabalhadores portuários que sempre as foram assegurando com permanente disponibilidade e com eficiência e produtividade imbatíveis.Pode ver os pré-avisos aqui mostramos tambem

1 de novembro de 2012

Manifestação 31 de Outubro

Agricultores, estivadores, desempregados e precários, novos e velhos. Todos juntos contra o Orçamento de estado para 2013. Os primeiros a concentrarem-se foram agricultores. Nessa altura dentro do hemiciclo votava-se o Orçamento do Estado. Pouco tempo depois chegaram os estivadores e os precários. Por fim, a coluna que partiu do Marquês de Pombal.
Milhares de pessoas revoltadas que obrigaram os deputados e governantes a sair do Parlamento por saídas alternativas.

23 de outubro de 2012

Greve Estivadores


O Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal, o Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro, o SINDICATO XXI - Associação Sindical dos Trabalhadores Administrativos, Técnicos e Operadores dos Terminais de Carga Contentorizada do Porto de Sines e o SEPTIVA - Sindicato dos Estivadores, Conferentes e Tráfego do Porto do Caniçal, em nome e em representação dos trabalhadores portuários integrados no respectivo âmbito estatuário, que exercem a sua actividade profissional na área dos Portos de LISBOA, de AVEIRO, da FIGUEIRA da FOZ, de SETÚBAL, de SINES e da R. A. da MADEIRA emitiram um pré aviso de greve.
Para o porto de Aveiro  a greve será de 07 a 09 de Novembro ás horas extraordinárias. (Das 17h00 até ás 08h00 do dia seguinte) e nos dias 10; 11; 12, 13 todos os períodos, e terminará ás 08h00 do dia 14.
Os trabalhadores dos portos de Lisboa, Aveiro, Figueira da Foz, Setúbal e Sines, durante todo e qualquer período situado entre as 08.00 horas do dia 07 de Novembro e as 08.00 horas do dia 14 do mesmo mês, abster-se-ão de prestar quaisquer funções ou serviços que tenham por objecto a movimentação de cargas que, por via marítima, provenham do porto de Leixões ou que se destinem a esse porto.
Fica Aqui o pé aviso