27 de maio de 2011

Silos retomam o serviço

Voltaram ao serviço hoje dia 27-05-2011 os silos que tinham sofrido a explosão. E já se iniciou o carregamento de pellets no navio CATHY JO, conforme se pode ver nas fotos abaixo postadas.




26 de maio de 2011

Armadores não esgotam apoios às tripulações nacionais

Juntas, as seis companhias com navios inscritos no registo convencional que se candidataram aos apoios estatais irão receber cerca de 3,96 milhões de euros.A Transinsular distingue-se das demais ao embolsar 2,3 milhões de euros. A Mutualista Açoreana receberá perto de 668 mil euros e a Empresa de Navegação Madeirense quase 392 mil euros. A Vieira & Silveira encaixará 242 mil euros, a Portline 221 mil euros e a Boxlines 112 mil euros.Estes montantes visam atenuar os encargos que os armadores nacionais suportam com as tripulações dos seus navios inscritos no registo convencional, que são substancialmente mais elevados do que os inerentes à contratação de tripulações não comunitárias.O despacho do secretário de Estado dos Transportes que fixa os incentivos foi hoje publicado em Diário da República.
O Governo aumentou de 3,66 milhões para quatro milhões de euros o montante disponível para apoiar os armadores na contratação de tripulantes nacionais. E com isso garantiu a satisfação integral de todos os pedidos.

Silos de pellets

E os silos estão em fase de reparação, estes trabalhos correm a bom ritmo. Já não falta muito para que retomem os trabalhos.


Novas alvoradas de pensamento e ação

Não queiras a fome a rondar a liberdade, pois podes matá-la (Suffit Kitab Akenat) 

Ao longo dos meus sessenta anos tenho assistido a mudanças significativas de acontecimentos que, inesperadamente, modificaram o meu quotidiano e o de muitos outros.
 Era eu um garoto quando populares angolanos enfrentaram com armas o poder colonial dando origem a uma guerra que parecia alastrar-se por toda a imensa Angola, onde nasci. Vivi a década de sessenta que nos transformou e nos fez crescer numa sociedade nova e multirracial, saudável e divertida, empenhada e com valores, sobretudo morais, porque os ideológicos e políticos só iríamos adquirir mais tarde.
 Já mancebo fui incorporado no serviço militar, para viver uma guerra manchada com sangue, suor e lágrimas. Veio “o 25 de Abril de 74” e logo foi decretado o fim da guerra colonial. Um momento histórico marcante foi a participação da minha Companhia de Comandos no cessar-fogo, tendo escoltado o major Pezarat Correia e outros oficiais. Felizmente que a coisa correu bem e no fim eram só abraços comovidos.

Trabalhadores portuários de Angra assinam acordo para multifuncionalidade

Após um longo processo de negociação que teve início em novembro do ano passado, os trabalhadores portuários de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, finalmente assinaram nesta quinta-feira (19) acordo com a arrendatária do porto local, a francesa Technip, que garante a multi funcionalidade plena e um piso salarial mensal. A assinatura irá garantir aos trabalhadores angrenses um pagamento mínimo de R$ 1.701,77 por mês – mais R$ 412 de ajuda-alimentação – e a possibilidade de exercer qualquer função portuária em terra ou a bordo, desde que qualificados para isso.
A multi funcionalidade plena atende ao artigo 57 da Lei 8.630/93, de Modernização dos Portos. O acordo, que entrou imediatamente em vigor, foi assinado pelos sindicatos locais dos arrumadores, conferentes, estivadores, consertadores e vigias. De acordo com o vice-presidente do Sindicato dos Arrumadores, Felipe Nogueira, as federações nacionais das categorias envolvidas reconheceram o acordo, que deverá servir como parâmetro para os demais portos brasileiros a partir da mobilização do movimento sindical.
Os 266 trabalhadores portuários de Angra dos Reis serão beneficiados com a remuneração, que será paga pela arrendatária do Porto. A negociação também inclui a indenização para a saída de trabalhadores do sistema, fato que diminuiu, desde o final de 2010, em quase um terço o contingente de portuários angrenses. Com a expectativa do aumento da exploração de petróleo e gás em toda a costa fluminense, o Porto de Angra deverá modificar seu perfil, com maior participação das atividades offshore em relação à navegação de longo curso. Nesse sentido, Nogueira destaca que o Órgão Gestor de Mão-de-obra (Ogmo) local realiza, desde o início de 2011, um processo de qualificação multi funcional que irá preparar os trabalhadores para atuar na modalidade offshore. “Uma vitória nossa foi que os trabalhadores voltaram à sala de aula para estudar, inclusive sendo remunerados para isso”.

Presidente da APP assina petição para criação da Comissão Parlamentar para as Políticas do Mar

O Presidente da Associação dos Portos de Portugal (APP), José Luís Cacho, assinou a Petição para a criação da Comissão Parlamentar para as Políticas do Mar. “Escrutinar, todos os dias, o mar de oportunidades que o Mar nos oferece. É esse o lema das administrações portuárias portuguesas que integram a Associação dos Portos de Portugal. Trazer de novo, para o nosso seio, para potenciar sinergias, para bem de todos os países, os mundos que outrora demos ao Mundo, é um dos desideratos da recém-constituída Associação dos Portos de Língua Portuguesa (APLOP). Todos os esforços tendentes a trazer o Mar de novo para mais perto de nós, a colocá-lo no centro do debate e das estratégias de quem nos governa e nos representa democraticamente, são esforços positivos, salutares. Daí apoiarmos a criação de uma Comissão Parlamentar para as Políticas do Mar”, explica José Luis Cacho, que lidera também os Conselhos de Administração do Porto de Aveiro (APA) e do Porto da Figueira da Foz (APFF).
Esta petição foi também assinada por Liberato Fernandes, Presidente do Grupo Insular Açores Madeira e Canárias do CCR-Sul, que expressa: “Impõe-se envolver todas as actividades marítimas no encontro de caminhos para o desenvolvimento duma política integrada para o mar. A população portuguesa e os órgãos que a representam devem ter uma perspectiva estratégica assente no debate nacional que mobilize o país no aproveitamento sustentado deste imenso activo. Para nosso bem e para bem da humanidade!”
 A petição, que actualmente já conta com mais de 2400 assinaturas, poderá ser subscrita Aqui

25 de maio de 2011

Maersk exige madeira certificada no fabrico de contentores

A Maersk Line decidiu não adquirir mais contentores que utilizem madeira não certificada, como forma de minimizar o escoamento de madeira procedente de desflorestação ilegal.
De acordo com a companhia, todos os contentores que tem adquirido desde janeiro deste ano têm pavimento feito de madeira de lei - que usa práticas florestais responsáveis - ou de materiais alternativos, como bambu e plástico reciclado.
A Maersk aceitará apenas madeira tropical certificada como legal pela resolução Forest Stewardship Council. Cerca de 64 mil contentores em linha com a nova política foram comprados pela empresa neste ano e há planos de aquisição de três milhões do mesmo tipo nos próximos cinco anos.
O diretor do Clima e Meio Ambiente da Maersk, Jacob Sterling, afirmou que a ação visa fazer a companhia participar dos esforços pró-meio ambiente: "O desmatamento ilegal é largamente reconhecido como uma séria ameaça às florestas, às pessoas e à vida selvagem. Sentimo-nos obrigados a assegurar que a madeira que usamos nos pavimentos dos contentores vem de reflorestamentos responsáveis", enfatizou. 

Conferente de estiva

Conferência de carga é a contagem de volumes, anotação das características (espécie, peso, número, marcas e contramarcas), procedência ou destino, a verificação do estado das mercadorias, assistência à pesagem, conferência do manifesto , e os demais serviços nas operações de carregamento e descarga de embarcações. 
Manifesto de carga é um documento que acompanha a carga, individualizando e quantificando.Existe também o bill of lading (É o documento utilizado na expedição de mercadoria por via marítima, servindo para confirmar o seu recebimento a bordo e para exigir no destino a entrega da mercadoria).De acordo com o trabalho executado, os conferentes de carga e descarga recebem as seguintes denominações: chefe de conferentes, e o conferente, que pode ser conferente de balança , conferente controlador ou de tráfego,ou conferente ao navio. Todos estes são a mesma pessoa que desempenham os diferentes serviços.
A atividade do conferente de carga e descarga, restringe-se a uma só embarcação por operação de carga e descarga, não se admitindo, portanto, que ela abranja simultaneamente duas ou mais embarcações. No caso dos chefes de conferentes já tem que acompanhar os vários serviços em simultâneo. 
A atividade de conferência de carga e descarga é feita no interesse do operador portuário ou do manifesto de carga  onde consta toda a mercadoria, incluindo as suas características, pesos e volumes. 
Conferente de balança: utilizado nas movimentações de granéis sólidos em que a mercadoria é quantificada por pesagem em balanças. Antes de existirem as balanças modernas, que imprimem talões automáticos, era necessário que um trabalhador permanecesse anotando o peso de cada lote de carga.
Conferente de tráfego : Aquele que recebe as mercadorias  e as distribui no cais ou em armazém ou manda as mercadorias  para fora do porto para seus clientes.
Algumas vezes, inclusive, os armadores contratam profissionais especializados na elaboração do plano de carga ou estiva (os supercargos).
Supercargo (Planner) é uma denominação usada em relação a navios fretados por tempo. Quando as companhias de navegação fretam um navio para reforçar a frota e, fazendo determinada linha, geralmente os armadores acertam no contrato o embarque de uma pessoa de sua confiança, para acompanhar as operações de carga, descarga e estiva. Essa pessoa, geralmente de larga experiência no oficio, é portanto conhecedora de todos os cuidados necessários para movimentação nos portos de escala do navio

Portos brasileiros no limite da capacidade

Os portos do Brasil movimentaram, em 2010, 833,9 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 13,8% em comparação ao ano anterior, de acordo com informações reveladas pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários).
"Esse é o limite da capacidade dos portos e este ano teremos que lidar com filas e atrasos. Novos investimentos são uma necessidade", afirmou o diretor da Antaq, Tiago Pereira Lima. No entanto, o Plano de Concessão Geral do governo, que listará os projetos mais importantes de infraestrutura do país, ainda precisa sair do papel. O que se tem acertado até agora é que, de qualquer maneira, o primeiro desses projetos será no Porto de Manaus.
Lima disse que a Antaq recebeu 14 pedidos de construção de terminais privados de multipropósito que serão construídos foram das fronteiras portuárias já existentes, o que, por si só, já é uma questão controversa e que ainda não foi acertada judicialmente.
Um exemplo é a disputa pela licença dada à Triunfo Participações e Investimentos para desenvolver e operar o novo terminal no banco esquerdo de Santos, chamado Terminal Portuário Brites. O projeto, que será administrado por Santa Rita, terá a construção de um complexo capaz de movimentar 870.000 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés), 2 milhões de toneladas de carga seca e 4,5 milhões de toneladas de etanol anualmente.
A Antaq ainda não foi capaz de emitir a permissão para dar início às operações por causa de uma disputa pelo significado de carga "privada". Nenhuma data foi acertada, mas a Triunfo espera começar as operações em 2013. 

IMO vai legislar sobre peso real de contentores

A Organização Marítima Internacional vai olhar para a questão dos pesos de contentores erradamente declarados motivada por uma proposta avançada na semana passada por representantes de agentes marítimos da Holanda, Dinamarca e Austrália.
A Comissão de Segurança Marítima vai "resolver a questão do transporte de carga contentorizada declarada incorretamente e empreender outras medidas para melhorar a segurança das operações de estiva de contentores e de navios", de acordo com uma nota de segunda-feira.
A World Shipping Council instou em Dezembro a IMO a estabelecer uma obrigação legal internacional que obrigue todos os contentores carregados a serem pesado em instalações portuárias na origem, antes de estiva a bordo de navios.
"A verificação do peso real do contentor antes de o carregar no navio é fundamental para o planeamento adequado e seguro de estiva, e será uma melhoria há muito esperada e importante da segurança do setor", diz o WSC. "O problema não será resolvido até que haja a obrigação legal de verificar pesos antes dos contentores serem embarcados.. Nos países que exigem a pesagem dos contentores antes de estiva, a evidência indica que as operações se processam de forma muito eficiente, sem qualquer interrupção da atividade."

24 de maio de 2011

O que é a estiva?

É a atividade de movimentação de mercadorias nos conveses ou nos porões das embarcações principais ou auxiliares, incluindo o transbordo , arrumação da carga, peação e despeação , bem como o carregamento e a descarga das mesmas, desde a sua recepção no porto até ao seu embarque.
 Transbordo: movimentação de mercadorias entre duas embarcações.
Peação: fixação da carga nos porões ou conveses da embarcação visando a evitar sua avaria pelo balanço do mar.
Despeação: desfazer a peação.
De acordo com o trabalho que executam, os estivadores recebem uma das seguintes denominações funcionais:
Encarregado-geral – coordena os trabalhos em todos os porões do navio, de acordo com as instruções do operador portuário e do comandante do navio,orientando todos os estivadores a bordo.
Encarregado de estiva –orienta o serviço de estiva em cada porão de acordo com as instruções do operador portuário, do comandante do navio ou do encarregado-geral
Portaló– orienta os manobradores das gruas , por meio de sinais. Ele fica numa posição em que possa ver bem tanto o local onde a lingada é engatada como aquele em que é depositada, e onde possa ser visto pelo guincheiro ou guindasteiro
Guincheiro– trabalhador habilitado a operar o guindaste. No porto denomina-se genericamente os operadores das gruas de terra como guindasteiros.
Tecnicamente, guincheiro é, o operador do guincho, equipamento presente somente nos paus-de-carga. Entretanto, tornou-se denominação comum a todos os operadores de gruas.
Operador de equipamentos – estivador habilitado a operar empilhadores, pá carregadoras ou outro equipamento de movimentação de carga no caís ou no navio.
Estivador – trabalhador que, no carregamento, desfaz as lingadas e transporta os volumes para as posições determinadas em que vão ser estivados. No descarregamento, traz os volumes das posições onde estão estivados e prepara as lingadas.
Lingadas são um volume de mercadorias correspondentes à porção a ser içada por guindaste ou pau-de-carga.
Peador – trabalhador que faz a peação.Trabalhador com certa especialização, visto que muitos trabalhos fazem uso de técnicas de carpintaria (escoramento da carga com madeira).
Cada equipe de trabalho a bordo é denominada por ganga. Normalmente em cada porão, em que haja movimentação de mercadorias, há uma ganga de trabalhadores escalados.

Noruega quer construir laboratório marinho futurístico

Lembrando a ligação histórica do país com os mares, e vislumbrando a dependência futura dos recursos oceânicos, pesquisadores e engenheiros da Noruega apresentaram a proposta inicial de um super-laboratório marítimo, que tem um objectivo bem claro: transformar o país num líder internacional em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias marinhas.
Conhecimento e tecnologia
"Nós não sabemos ainda do que precisaremos para entender o oceano nos próximos 50 anos, mas está claro que serão necessários avanços em termos de conhecimento e de tecnologia," afirma o consórcio de institutos de pesquisa e empresas privadas que estão viabilizando Ocean Space Centre.
O termo Space tem uma dupla conotação, de espaço voltado para as pesquisas oceânicas, mas também como uma referência ao avanço das tecnologias espaciais e seus prospectos futurísticos.

Descarga de chapas no terminal norte

Nas seguintes fotos, podemos ver uma descarga de chapas feita com as patólas a serem ajudadas pela viga longitudinal que faz com que as chapas não dobrem tanto.Serviço feito pela Aveiport.



23 de maio de 2011

Wallpaper

Deixamos esta foto que foi tirada no cimo do pórtico, para quem quiser utilizar como wallpaper no seu pc. Fica a nossa sugestão. Para quem não souber onde fica esta linda paisagem, passamos a esclarecer que as palmeiras que aparecem são no jardim Oudinot, que fica logo ao lado do Porto de Aveiro, em segundo plano, podemos ver a localidade da Barra, assim como o farol. também se pode ver a entrada da barra do nosso porto. Agradecemos a todos os leitores do nosso blog.(clicar na foto para ampliar)

CE insta Portugal a cumprir nova regime de inspeção de navios nos portos

A Comissão Europeia (CE) convidou Portugal a adotar a legislação nacional de transposição do novo regime de inspeção de navios nos portos, em cumprimento com a legislação da União Europeia.
Para além de Portugal, a CE recomendou que a Bélgica, Chipre, Estónia, França, Polónia e Reino Unido adotassem a mesma legislação. A decisão foi tomada, e de acordo com comunicado emitido pela CE, pelo facto de Portugal (Chipre e Estónia) não terem notificado a CE as medidas tomadas para dar cumprimento à nova diretiva relativa à inspeção de navios pelo Estado do porto, embora devessem fazê-lo até 31 de dezembro de 2010.
Ainda de acordo com a CE , “na sequência dos acidentes com o Erika e o Prestige ao largo do litoral europeu, a União Europeia  adotou em 2009, no âmbito do terceiro pacote de segurança, uma diretiva relativa à inspeção de navios pelo Estado do porto. Esta diretiva reforça, a partir de 1 de janeiro de 2011, a obrigação de os Estados-Membros inspecionarem os navios que escalam os seus portos. A nova legislação exige inspeções mais frequentes aos navios que representam um risco mais elevado e alarga o âmbito da exclusão dos navios que não satisfazem as normas”.
“A não transposição por alguns Estados-Membros diminui o nível de segurança no mar e nos portos, podendo também distorcer a concorrência. A diretiva relativa à inspeção de navios pelo Estado do porto traz grandes melhorias quanto à erradicação, dos portos da UE, dos navios que não satisfazem as normas. Para ser plenamente eficaz, exige esforços conjuntos de todos os Estados-Membros”, indica o mesmo comunicado.
Fonte: logisticaetransporteshoje

Porto da Figueira da Foz bateu recordes nos primeiros quatro meses do ano

No período de janeiro a abril de 2011 movimentaram-se no Porto da Figueira da Foz 518.384.00 toneladas de mercadorias, naquele que foi o melhor primeiro quadrimestre de sempre no porto figueirense.
No total de carga movimentada, 43,04% foi carga geral, num total de 223.119,00 toneladas, o que significa um crescimento de 37.931,92 (20,48%) em relação a 2009. Já no que diz respeito aos granéis sólidos, representaram 42,51%, num total de 220.361,00 toneladas, ou seja mais 16.803,14 toneladas que em 2010 (8,25%), e mais 67.077,54 (43,76%) do que em 2009. Já a carga contentorizada representou 12,66% do total, equivalentes a 65.609.00 toneladas, mais 23.378,70 (55,36%) do que em 2010 e mais 21.707,44 (49,45%) do que em 2009.
Nos primeiros quatro meses de 2011, visitaram o porto 146 navios, com um total de arqueação bruta de 417.321,00 toneladas, o que também constitui o melhor valor de sempre no Porto da Figueira da Foz para o primeiro quadrimestre. Olhando apenas para o mês de abril, há a registar 164.774,00 toneladas de mercadorias movimentadas (segundo melhor mês de sempre no Porto da Figueira da Foz depois de agosto de 2010).

Carga de clínquer no navio DOMINICA

O clinquer pode ser definido como cimento numa fase básica de fabrico, a partir do qual se fabrica o cimento Portland, habitualmente com a adição de sulfato de cálcio, calcário e/ou escória siderúrgica.
Existe como mercadoria independente, transacionada mundialmente, porque não é tão sensível à humidade como o cimento Portland e, como tal, facilita a sua armazenagem, manuseio e transporte.
Tem um factor de estiva de cerca de 0,7 metros cúbicos por tonelada e um ângulo de assentamento entre 25 a 45 graus.É um material sinterizado e peletizado, resultado da calcinação (1450 ºC) da mistura do calcário (75 a 80%), da argila (20 a 25%) e de componentes químicos como o silício, o alumínio e o ferro
No processo de fabricação do cimento Portland, o clinquer de cimento Portland sai do forno à cerca de 80ºC, indo diretamente à moagem onde é adicionado ao gesso e imediatamente ensacado em sacos de papel kraft, podendo chegar aos depósitos de distribuição ainda quente.




Caiu de um camião na A25 uma bobine de ferro

Caiu de um camião na A25 cerca das 16:00, uma bobine de chapa de ferro que foi carregada esta tarde no terminal sul do porto de Aveiro. A bobine, caiu na via da esquerda no sentido Barra-Aveiro.

21 de maio de 2011

Lembrando a VOUGAMAR e os colegas que foram para o desemprego

Operações de carga de silo de grandes dimensões, com destino ao Reino Unido. Esta operação foi realizada pela empresa VOUGAMAR e decorreu no Porto de Aveiro no mês de Abril de 2009.
                                    

20 de maio de 2011

Explosão nos silos de pellets no porto de Aveiro

Eram por volta das 9:20 da manhã, e estando por mero acaso a olhar para os silos de armazenamento de pellets, pude assistir à explosão que pelo que pareceu veio de dentro para fora. Juntamente com o estrondo saiu uma chama que ocupou toda a entrada que os camiões utilizam para descarregar o produto, ou seja saiu para a parte exterior onde ainda se encontrava o camião que acabava de descarregar. Segundos depois o colega Nelson que estava nas oficinas ao lado com o camião cisterna da empresa Socarpor, foi o primeiro a acudir as chamas, começando a despejar água na direcção do silo. Os bombeiros chegaram uns 20 minutos depois tomando conta da ocorrência. Abaixo ficam os vídeos do aparato que provocou este incidente, o camião que sofreu a queima de algumas partes derivado à passagem instantânea das chamas. E também podemos ver a parte que leva o produto para os silos que também se encontra rebentada.

 


Acidente num dos silos de armazenamento de pellets de madeira





Ainda não foram apuradas as causas para o incendio que deflagrou num dos silos que armazena pellets de madeira no terminal Norte do Porto de Aveiro e que causou um ferido com queimaduras em varias partes do corpo, o motorista do camião que se encontrava a descarregar para os silos. A primeira ajuda chegou com o camião cisterna da empresa Socarpor que se encontrava por perto. Ao fim do dia mostraremos vídeos sobre este acidente.
Podem ver um pequeno vídeo aqui