
13 de julho de 2012
O famoso Téquinha
Desta vez o famoso Téquinha foi avistado com estes estilosos óculos de sol que as fotos podem mostrar.


12 de julho de 2012
Chegada dos italianos e tantos outros europeus a Santos em 1875
Desembarque
de um grupo de italianos no porto de Santos em
1875, bem no início dessa corrente migratória para o Brasil.
Na foto da esquerda aparece ao centro Nuncio Tironi, ancestral de
tradicional família do
ABC paulista. A segunda imagem é do passaporte coletivo de
uma das primeiras famílias italianos que chegaram a Ribeirão Pires/SP.
Esse documento foi
expedido em 9/12/1887 na província italiana de Veneza (no
distrito de Mirano, município de Salzano).
Embora
algumas centenas de italianos viessem para o Brasil desde 1870, a
imigração
italiana começou efetivamente em 1882. De 1882 a 1891,
chegaram a Santos 202.503 italianos, além de 25.925 portugueses, 14.954
espanhóis, 6.196
alemães, 4.118 austríacos, 3.315 russos, 1.922 franceses e
4.263 de outras nacionalidades, totalizando 263.196 imigrantes. Em 1897,
na capital
paulista, a proporção populacional era de dois italianos
para cada brasileiro. Fonte: novomilenio

11 de julho de 2012
Canadá: Planos para construção de novo porto 'hub' ameaçam canal do Panamá.
Depois
do anúncio do avanço para a construção de um canal na Guatemala, que
ligará os oceanos Atlântico e Pacífico, surge agora uma nova ameaça ao
canal do Panamá, com o Canadá a revelar os seus planos para a construção
de um novo porto de transbordo capaz de movimentar os maiores
porta-contentores da nova geração.
Estes
porta-contentores gigantes utilizam, maioritariamente, o canal do Suez
nas rotas entre a Ásia e o Ocidente, sendo que as previsões indicam que
com o alargamento do canal do Panamá, as rotas se alterem, passando a
atravessar o referido canal localizado no país da América Central.
Contudo, a Guatemala anúnciou que vai fazer um grande investimento na
construção de um canal no seu território (a norte do canal do panamá,
portanto), e agora o Canadá revelou o seu projeto de criação de um porto
'hub' capaz de atrair os navios da nova geração.
O projeto canadiano
está avaliado em 400 milhões de dólares americanos.A
ideia do governo do Canadá é que o complexo seja instalado no Porto
Sydney, na Nova Escócia, oferecendo às grandes companhias uma
possibilidade de escala de acesso fácil nas maiores rotas. Esta é a
segunda tentativa do país de atrair negócios e investimentos para a
região e a estimativa é que o complexo consiga movimentar cerca de 1
milhão de Teus anuais.Um
acordo de concessão e parcerias para investimentos ainda devem ser
acertados antes que o novo hub seja dado como certo. No entanto, o plano
do Canadá já tem sido visto como um ameaça em potencial do canal do
Panamá e aos portos americanos a norte, que ainda não estão prontos para
receber navios tão grandes quanto os que seriam recebidos pelo 'hub'
canadiano.
Tudo anarquistas e sindicalistas, claro. Que toda a gente sabe que os médicos são uns lacaios de moscovo.
E porque eu hoje estive doente...lembrei-me deles.
Há
sempre aspectos positivos e aspectos negativos Em todos os sectores de
actividade. Há sempre realidades que agradam e outras que desagradam. E é
depois dos diagnósticos – e há-os feitos à medida de cada freguês – que
vêm, corrijo, que devem vir as reformas. Neste ponto do trajecto,
divergimos novamente. Há que separar bem as águas. As reformas nem são
necessariamente boas, nem são uma mera expressão do dinamismo
desinteressado do Governo que as implementa.
É
verdade que existem, ao menos em teoria, reformas que, partindo de um
diagnóstico negativo e utilizando-o como ferramenta de trabalho, tentam
transformar uma realidade à partida pior noutra melhor. Mas também
existem outras, e os últimos tempos de reformismo compulsivo têm sido
férteis, que, aproveitando um diagnóstico menos positivo como pretexto
para a sua implementação, porque têm como único objectivo a satisfação
de interesses clientelares bem nossos conhecidos, procuram transformar
uma realidade de partida noutra, embora melhor para quem servem, ainda
pior para quem deveriam servir: todos nós.
Exportações voltam a acelerar com força em Maio
Vendas para os países
fora da União Europeia dispararam mais de 30% em Maio, permitindo que o
aumento das exportações voltasse a crescer a bom ritmo. O volume das
exportações no mês de Maio foi o segundo mais elevado de sempre.
Portugal está a vender ao exterior mais automóveis, sobretudo para a
China, barras de ferro e caldeiras.
As
exportações portuguesas voltaram a apresentar em Maio um comportamento
bem positivo, devido sobretudo às vendas para os países fora da União Europeia.Segundo
os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, as
exportações de mercadorias no mês de Maio totalizaram 4,012 mil milhões
de euros, o que representa um crescimento de 8,4% em termos homólogos e
de 13,3% contra Abril.
A malta à espera do varão.
Mais uma vez o navio LA RABIDA nos visitou, e mais uma vez carregou varão de ferro. Esta foto foi captada quando a malta já tinha preparado o porão para receber a carga, que ainda não tinha chegado.
Provedor do Cliente
Apoio ao Cliente e Provedor do Cliente
1. Contacte a Administração do Porto de Aveiro pelo Serviço de Apoio ao Cliente Online através do e-mail geral@portodeaveiro.pt
Para que possamos tratar do seu assunto com a maior celeridade possível, agradecemos que nos indique, se possível, um de entre os seguintes motivos:
- Informações sobre os serviços do Porto de Aveiro;
- Questões relacionadas com licenciamentos ou ocupações de espaços na área portuária;
- Esclarecimentos sobre processos em curso;
- Pedidos de esclarecimento sobre visitas ao porto;
- As suas Reclamações ou Sugestões;
- Outros assuntos do seu e do nosso interesse.
2. Contacte o Provedor do Cliente do Transporte Marítimo do Porto de Aveiro através do e-mail do Provedor para qualquer assunto relacionado com o serviço de transporte marítimo do Porto de Aveiro.
Muito Obrigado
Estivadores do porto de Imbituba
Estivadores do porto de Imbituba na descarga de big-bag´s. Através deste vídeo podemos ver, que as maneiras de trabalhar não são iguais em todos os portos. Assim como a quantidade de trabalhadores usados para a realização dos vários tipos de serviços. Assistam ao vídeo.
Convocatória de Assembleia de Credores
Insolvente: Associação do Trabalho Portuário (ETP) de Aveiro
Administradora da Insolvência: Dra. Paula Mattamouros Resende.
Ficam notificados todos os interessados, de que no processo supra identificado, foi designado o dia 14-08-2012, pelas 14:30 horas, para a realização da assembleia de credores para apreciação do Plano de Insolvência.
Ficam ainda notificados de que nos 10 dias anteriores à realização da assembleia, todos os documentos referentes ao plano de insolvência, se encontram à disposição dos interessados, na secretaria do Tribunal.
Os credores podem fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito.
É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou, na falta desta, de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (nº 6 do Artº 72 do CIRE).
Ficam advertidos os titulares de créditos que os não tenham reclamado, e se ainda estiver em curso o prazo fixado na sentença para reclamação, de que o podem fazer, sendo que, para efeito de participação na reunião,
a reclamação pode ser feita na própria assembleia (alínea c nº 4 do Artº 75º do CIRE).
O Juiz de Direito,
Dr. Nuno Marcelo de Nobrega dos Santos de Freitas Araujo
O Oficial de Justiça,
Isabel Monteiro
Certificação CITIUS:
Elaborado em: 10-07-2012
Administradora da Insolvência: Dra. Paula Mattamouros Resende.
Ficam notificados todos os interessados, de que no processo supra identificado, foi designado o dia 14-08-2012, pelas 14:30 horas, para a realização da assembleia de credores para apreciação do Plano de Insolvência.
Ficam ainda notificados de que nos 10 dias anteriores à realização da assembleia, todos os documentos referentes ao plano de insolvência, se encontram à disposição dos interessados, na secretaria do Tribunal.
Os credores podem fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito.
É facultada a participação de até três elementos da Comissão de Trabalhadores ou, na falta desta, de até três representantes dos trabalhadores por estes designados (nº 6 do Artº 72 do CIRE).
Ficam advertidos os titulares de créditos que os não tenham reclamado, e se ainda estiver em curso o prazo fixado na sentença para reclamação, de que o podem fazer, sendo que, para efeito de participação na reunião,
a reclamação pode ser feita na própria assembleia (alínea c nº 4 do Artº 75º do CIRE).
O Juiz de Direito,
Dr. Nuno Marcelo de Nobrega dos Santos de Freitas Araujo
O Oficial de Justiça,
Isabel Monteiro
Certificação CITIUS:
Elaborado em: 10-07-2012
10 de julho de 2012
Porto
Um porto é uma área, abrigada das ondas e correntes, localizada à beira de um oceano, mar, lago ou rio, destinada ao atracamento de barcos e navios,
e com o pessoal e serviços necessários ao carregamento e
descarregamento de carga e ao estoque temporário destas, bem como
instalações para o movimento de pessoas e carga ao redor do setor
portuário, e, em alguns casos, terminais especialmente designados para
acomodação de passageiros.
Um porto que está localizado à beira de um oceano ou de um mar é constantemente chamado de porto marítimo, como em Santos, Rio de Janeiro, Recife, Leixões e Sines e a beira de um rio ou estuário é chamado um porto fluvial, como Lisboa, Aveiro, Belém ou Manaus. Já um pequeno porto destinado principalmente à recreação é mais habitualmente chamado de marina.
Normalmente os cálculos de estruturas portuárias para atracação dos barcos em segurança, como quebra-mares, molhes, bacias de evolução e outras são efetuados por especialistas em engenharia hidráulica utilizando-se de modelos matemáticos e de modelos físicos em laboratórios de hidráulica marítima.
Indispensáveis para um porto são:
- Presença de profundos canais de água (profundidade ideal varia com o calado das embarcações)
- Proteção contra o vento e ondas
- Acesso a estradas e/ou ferrovias
Portos de carga movimentados devem ter acesso a uma vasta rede ferroviária ligando o porto a outras regiões agrícolas e/ou industriais, permitindo assim o escoamento de diversos produtos a outras regiões do país e do mundo.
Os portos são alvo de várias políticas integradas de Qualidade,
Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho, de forma a assegurar a plena
satisfação dos seus clientes.
Entrevista feita a estivadores do porto de Aveiro.
Entrevista realizada pela jornalista Vanda Fernandes a dois estivadores do porto de Aveiro, esta entrevista pode ser ouvida na radio terranova na próxima segunda feira dia 16 de Julho, a partir das 11.30 no programa Porto de encontro.
9 de julho de 2012
Estranho navio Baco Liner 3
Navio porta contentores especial, que tambem transporta barcaças até 800
toneladas cada. As barcaças entram no navio por uma comporta á proa. É
um navio muito peculiar e pertence á frota da Baco Liner que opera com
três navios idênticos. o "Baco Liner 1", "Baco Liner 2" e "Baco Liner 3"
entre a Europa e Africa. Este sistema facilita as operações em portos
congestionados e com poucos meios.Características
Comprimento 205 mt; Boca 28,5 mt; Calado 6.65 mt; Velocidade 15 nós; Capacidade 12 barcaças.
Comprimento 205 mt; Boca 28,5 mt; Calado 6.65 mt; Velocidade 15 nós; Capacidade 12 barcaças.
Fonte:mar porto santo

Porto de Sines: CPSi manifesta-se contra a criação de 'holding' dos portos
A Comunidade
Portuária de Sines (CPSi) mostrou-se contra a possibilidade de criação
de holding(s) para a gestão dos portos nacionais, defendendo que tal
decisão “nunca irá permitir a concorrência entre os portos nacionais que
as exportações tanto necessitam”.
Num comunicado, a CPSi lembra o estudo divulgado pela Associação Comercial do Porto, que defende o modelo atual de governação dos portos, referindo que “tanto bastaria, a nosso ver, para que o modelo da holding não fosse sequer considerado”.
A CPSi recorda ainda a importância das exportações para o País, sendo claro o papel dos portos para a sua dinamização, acrescentando que uma administração central vai comprometer a competitividade necessária para o crescimento.
Por tal, a CPSi defende que a autonomia das administrações portuárias se deve "concentrar na área comercial", sendo que "cada porto deve gozar da mais ampla possível, respeitadas que sejam as regras da concorrência, do dumping e o fim último dos portos: instrumentos ao serviço das exportações”.
“Por todas estas razões – conclui o comunicado - , a Comunidade Portuária de Sines não pode deixar de se manifestar abertamente contra quaisquer soluções que envolvam “holdings” na gestão dos portos, pelo risco que representam em relação à sua autonomia e, por conseguinte, à sua competitividade e eficiência”.
Recorde-se que esta posição da CPSi vem ao encontro das perspetivas das comunidades portuárias de Leixões e de Aveiro, que também se manifestaram contra a alteração do modelo de governação dos portos para uma ou duas holdings.
Num comunicado, a CPSi lembra o estudo divulgado pela Associação Comercial do Porto, que defende o modelo atual de governação dos portos, referindo que “tanto bastaria, a nosso ver, para que o modelo da holding não fosse sequer considerado”.
A CPSi recorda ainda a importância das exportações para o País, sendo claro o papel dos portos para a sua dinamização, acrescentando que uma administração central vai comprometer a competitividade necessária para o crescimento.
Por tal, a CPSi defende que a autonomia das administrações portuárias se deve "concentrar na área comercial", sendo que "cada porto deve gozar da mais ampla possível, respeitadas que sejam as regras da concorrência, do dumping e o fim último dos portos: instrumentos ao serviço das exportações”.
“Por todas estas razões – conclui o comunicado - , a Comunidade Portuária de Sines não pode deixar de se manifestar abertamente contra quaisquer soluções que envolvam “holdings” na gestão dos portos, pelo risco que representam em relação à sua autonomia e, por conseguinte, à sua competitividade e eficiência”.
Recorde-se que esta posição da CPSi vem ao encontro das perspetivas das comunidades portuárias de Leixões e de Aveiro, que também se manifestaram contra a alteração do modelo de governação dos portos para uma ou duas holdings.
Grupo ETE avança com porto fluvial em Castanheira do Ribatejo
O Grupo ETE deu mais um passo para a construção do terminal fluvial de Castanheira do Ribatejo. A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira aprovou a declaração de interesse público municipal da iniciativa.
A iniciativa é da Companhia do Porto da Castanheira, empresa constituída em Junho do ano passado e controlada pelo Grupo ETE.
Os contornos do projecto não são ainda públicos, mas a autarca de Vila Franca de Xira garante que envolve “bastantes milhões de euros” e que as obras no terreno deverão iniciar-se já em 2013.
Antes, porém, haverá ainda que garantir a aprovação da declaração de interesse púbico pela Assembleia Municipal e, depois, instruir o processo de pedido de desafectação dos terrenos necessários à implantação da obra, e que integram as reservas Ecológica e Agrícola nacionais.
O novo porto fluvial de Castanheira do Ribatejo ficará nas proximidades da Plataforma Logística de Lisboa-Norte, que a Saba ali está a desenvolver, e como ela beneficiará de acessibilidades ferroviárias (através da Linha do Norte) e rodoviárias (à EN 1 e EN 10 e à A1). As duas infra-estruturas deverão complementar-se.
Subjacente à criação do porto fluvial está o projecto de transporte de cargas, contentorizadas e a granel, por barcaças no Tejo, a partir de navios fundeados ao largo ou acostados nos terminais de Lisboa.
Em 2010, e complementarmente ao projecto de expansão do terminal de contentores de Alcântara, a Administração do Porto de Lisboa desenvolveu um estudo que apontava para as virtualidades da navegação fluvial entre o porto e a plataforma logística de Castanheira do Ribatejo, como alternativa ao modo rodoviário (e mesmo ferroviário) para a transferência de cargas com origem/destino a Norte da capital.
O Grupo ETE tem uma longa experiência no transporte fluvial de cargas no Tejo. Actualmente opera dezena e meia de barcaças e movimenta cerca de 300 mil toneladas, mas em tempos não muito recuados atingiu os 1,5 milhões de toneladas anuais.
Recorde-se que o Marco Polo II elegeu como prioridade para este ano o apoio a soluções de transferência modal assentes nas vias de navegação interiores.
8 de julho de 2012
6 de julho de 2012
5 de julho de 2012
Alzirinha faz Tratamento de Beleza
Hoje em dia, os tratamentos de beleza fazem parte da rotina das mulheres e dos homens, ...Desta vez saiu a sorte grande a Alzirinha. Deslocou-se hoje para os estaleiros, para fazer um tratamento de beleza.Já o fez por dentro só faltava fazer o mesmo por fora. Dentro de pouco tempo daremos mais noticias desta nova embarcação que foi apadrinhada por este blogue.

É preciso “resistir à tentação centralista”
Pedro Machado, presidente do Turismo do Centro de Portugal, alertou
ontem que “cada vez mais” é preciso “resistir à tentação centralista”
que “vem do anterior Governo” e que “parece fazer escola” na actual
coligação PSD/CDS. O responsável dá o exemplo da própria instituição que
dirige para ilustrar os benefícios da “descentralização” acompanhada
pelo “reforço de competências”.
As declarações foram proferidas na sequência da declaração conjunta da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), Comunidade Portuária de Aveiro, Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA) e Universidade de Aveiro (UA) em defesa da autonomia do porto de Aveiro.
Perante a perspectiva de a gestão do porto de Aveiro ser transferida para uma nova empresa responsável pela administração das estruturas portuárias do norte do país (onde ainda caberão Leixões, Viana do Castelo e Figueira da Foz), aquele conjunto de instituições locais uniu-se na elaboração de um documento conjunto cuja principal mensagem é “nós, em Aveiro, cuidamos muito melhor daquilo que existe em Aveiro”.
Pedro Machado concorda com o teor do texto conjunto. O social-democrata sustenta que o porto de Aveiro é uma “referência nacional e internacional” com “impactos directos na economia”. Os resultados da sua gestão autónoma devem ser acarinhados pela tutela, defende. “As boas práticas devem continuar. O Governo deve corrigir o que corre mal e consolidar o que funciona bem”, observa.
Para Pedro Machado, o porto de Aveiro desempenha um papel importante no “reforço da competitividade” da região e é visto como um “factor de atractividade”, sobretudo em relação a Espanha.
Também Filipe Neto Brandão, deputado socialista aveirense, lembra que o PS já apresentou um projecto de resolução onde pede ao Governo que mantenha a autonomia de gestão dos portos e rejeita a criação de uma entidade única para gerir as infra-estruturas portuárias. “É com satisfação que vemos a nossa posição ser agora secundada pela comunidade local”, afirmou o antigo governador civil de Aveiro. “Somos contrários ao modelo uno de gestão dos portos e por maioria de razão do porto de Aveiro”, acrescentou.
No documento da CIRA, Comunidade Portuária, AIDA e UA é dito que “o problema dos portos em Portugal não está em quem manda”. “Basta apenas olhar para os resultados líquidos positivos, baixo ou mesmo nulo endividamento, cumprimento dos prazos de pagamento e diminuição contínua dos gastos operacionais”.
diarioaveiro
As declarações foram proferidas na sequência da declaração conjunta da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), Comunidade Portuária de Aveiro, Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA) e Universidade de Aveiro (UA) em defesa da autonomia do porto de Aveiro.
Perante a perspectiva de a gestão do porto de Aveiro ser transferida para uma nova empresa responsável pela administração das estruturas portuárias do norte do país (onde ainda caberão Leixões, Viana do Castelo e Figueira da Foz), aquele conjunto de instituições locais uniu-se na elaboração de um documento conjunto cuja principal mensagem é “nós, em Aveiro, cuidamos muito melhor daquilo que existe em Aveiro”.
Pedro Machado concorda com o teor do texto conjunto. O social-democrata sustenta que o porto de Aveiro é uma “referência nacional e internacional” com “impactos directos na economia”. Os resultados da sua gestão autónoma devem ser acarinhados pela tutela, defende. “As boas práticas devem continuar. O Governo deve corrigir o que corre mal e consolidar o que funciona bem”, observa.
Para Pedro Machado, o porto de Aveiro desempenha um papel importante no “reforço da competitividade” da região e é visto como um “factor de atractividade”, sobretudo em relação a Espanha.
Também Filipe Neto Brandão, deputado socialista aveirense, lembra que o PS já apresentou um projecto de resolução onde pede ao Governo que mantenha a autonomia de gestão dos portos e rejeita a criação de uma entidade única para gerir as infra-estruturas portuárias. “É com satisfação que vemos a nossa posição ser agora secundada pela comunidade local”, afirmou o antigo governador civil de Aveiro. “Somos contrários ao modelo uno de gestão dos portos e por maioria de razão do porto de Aveiro”, acrescentou.
No documento da CIRA, Comunidade Portuária, AIDA e UA é dito que “o problema dos portos em Portugal não está em quem manda”. “Basta apenas olhar para os resultados líquidos positivos, baixo ou mesmo nulo endividamento, cumprimento dos prazos de pagamento e diminuição contínua dos gastos operacionais”.
diarioaveiro
Carga de aglomerado
Navio FINITA que já trazia carga em transito, veio completar a carga ao terminal norte do porto de Aveiro. Carga essa que foi de aglomerado de madeira e madeira serrada. Esta operação foi realizada pela empresa de estiva Aveiport, e o navio tem como agente a Trana .





4 de julho de 2012
TCL confirmado como maior operador nacional
O TCL mantém-se como o maior operador nacional de terminais de
contentores, de acordo com os últimos dados da actividade divulgados
pelo INE.
Nos primeiros quatro meses do ano, o movimento de contentores nos
principais portos nacionais totalizou 560.207 TEU, o que representou uma
subida homóloga de 8%.
Leixões, e o TCL, confirmaram a liderança no mercado, com um
crescimento de 7,9%, ultrapassando os 180 mil TEU, o que constitui um
novo recorde.
Note-se que, apesar da difícil envolvente, o TCL tem registado
sucessivos máximos mensais desde o início do ano, tendo mesmo superado a
marca dos 50 mil TEU em Março.
Ainda de acordo com o INE, entre Janeiro e Abril o porto de Lisboa movimentou 180.557 TEU e Sines chegou aos 175.129.
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