6 de fevereiro de 2013

5 de fevereiro de 2013

Descarga de toros de eucalipto

Descarga realizada sempre debaixo de forte chuva, e com muitos atados de toros partidos. O que obrigou a que no final da descarga, se colocasse a máquina de pá dentro do porão para apanhar os toros que ficaram espalhados. Abaixo as fotos possíveis.






Porto da Figueira da Foz com melhor ano de sempre

Movimento de 1.796.598 toneladas de mercadorias, 60% para exportação. Carga Geral Fraccionada sobe 16,5%. 471 navios, subida da arqueação bruta em 5,57%.
Estes são os números do melhor ano de sempre do Porto da Figueira da Foz.
Em 2012 foram movimentadas no Porto da Figueira da Foz 1.796.598 toneladas de mercadorias, o que representa um crescimento de 5,57% em relação a 2011.
Desta forma 2012 passa a ser o melhor ano de sempre no Porto da Figueira da Foz (APFF, S.A), no que diz respeito a movimentação de mercadorias. Também o mês julho de 2102 passou a ser o melhor mês de sempre, com um total de 190.884 toneladas de mercadorias movimentadas.
Destaque para o tráfego de Carga Geral Fracionada, 968.845 toneladas, segmento que registou um incremento de 16,52% face ao ano anterior.
A carga contentorizada cresceu 12,5 % para as 177.000 toneladas.
As exportações constituíram 60% do movimento de mercadorias no Porto da Figueira da Foz, num total de 1.067.178 toneladas, crescendo 3,48% em relação a 2011; a Carga Geral Fracionada exportada atingiu 681.842 toneladas, mais 15,86% que o ano transato.
Escalaram o Porto da Figueira da Foz 471 navios, com um total de 1.796.602 toneladas de arqueação bruta, mais 5,57% que em 2011, de acordo com a tendência que o Porto apresenta para receber navios maiores.

Terminal XXI: MSC Portugal bateu recorde ao movimentar 4.497 TEU numa escala

A Mediterranean Shipping Company (MSC) Portugal registou o seu primeiro recorde de 2013 ao movimentar 4.497 TEU num único navio, o MSC Paloma, na escala que fez no Terminal XXI a 16 de janeiro.
O recorde agora alcançado pelo navio inserido no Lion Service da MSC torna-se ainda mais relevante tendo em consideração a grande diferença face ao antigo recorde, obtido em outubro passado, quando o MSC Luciana movimentou 2.604 TEU.
“Este início de ano está a ser encarado por todos na MSC Portugal com grande optimismo. O resultado desta nossa atitude e dedicação é já visível e muito promissor”, referiu, em comunicado, Carlos Vasconcelos, administrador da MSC Portugal.
Recorde-se que em 2012, para além do recorde de movimentação de um navio, que agora foi ultrapassado, bateu-se o recorde de contentores para exportação por duas vezes num curto espaço de tempo: em julho, com o MSC Rapollo a carregar 1.135 TEU; em outubro, com o MSC Luciana a carregar 1.216 TEU.

Contentores nos portos nacionais crescem… mais devagar

No ano passado, os portos nacionais movimentaram 1,74 milhões de TEU. Um recorde absoluto. No entanto, o ritmo de crescimento da actividade abrandou face aos anos anteriores.
Entre 2004 e 2012, o movimento de contentores nos portos nacionais, medido em TEU, cresceu cerca de 85%, tendo passado de 940 mil para 1,74 milhões. A cada ano que passou, foi estabelecido um novo recorde. A excepção foi 2009, por causa do eclodir da crise internacional.
No ano passado, o crescimento foi de 8,9% face a 2011. Leixões atingiu um recorde histórico, na casa dos 630 mil TEU (cresceu mais de 100 mil TEU num só ano). Sines igualmente alcançou o seu melhor registo de sempre, nos 553 mil TEU. E ambos conseguiram compensar as perdas de Lisboa (e, numa outra escala, de Setúbal).
O resultado alcançado foi, pois, muito positivo. Desde logo, por ser um recorde. Mas também por ter sido conseguido num ano difícil, por causa da crise, agravada com as sucessivas paralisações dos trabalhadores portuários. Facto é que o crescimento verificado (e conseguido muito à custa das exportações, que tiveram um comportamento excepcional) ficou aquém do registado em 2011, quando o número de TEU processados nos portos nacionais avançou perto de 11%. E esteve muito longe dos cerca de 16% de aumento verificados em 2010. 2013 dirá se a tendência de abrandamento do crescimento se manterá. Lisboa deverá recuperar algum do movimento perdido, mas isso poderá custar cargas a e Leixões e (em menor escala) a Sines. As exportações estão a perder fôlego e a crise que persiste não alimenta as importações.

3 de fevereiro de 2013

Amigo Cisenando

Faleceu ontem o nosso colega Cisenando Simões, estava  a alguns dias internado no hospital de Coimbra.
Já tinha deixado a profissão de estivador a alguns anos por motivos de saúde, mas passava sempre para cumprimentar os colegas no seu passeio matinal.
A toda a família os nossos sentimentos por esta perda irreparável.

Ausência física, ausência da voz e do cheiro, das risadas e do piscar de olhos, saudade da amizade que ficará na lembrança e em algumas fotos.


2 de fevereiro de 2013

Nova lei

Entrou já em vigor a polémica lei dos portos. A limitação das funções consideradas como trabalho portuário são a principal alteração. Os sindicatos criticam as mudanças na lei e dizem que o novo regime permitiu o despedimento de 18 estivadores do porto de Lisboa.

1 de fevereiro de 2013

Porto de Lisboa despede 18 trabalhadores

Sindicato responsabiliza nova lei pela redução dos postos de trabalho 

No dia em que entra em vigor o novo regime de trabalho portuário, o Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul diz que a nova lei já está a motivar despedimentos. O regulador do sector portuário contesta esta posição e diz que a culpa é dos cinco meses de greve que os trabalhadores portuários cumpriram em 2012.
Ouvido pela TSF, Victor Dias, líder do Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul diz que o Porto de Lisboa enviou cartas de despedimento a 18 trabalhadores. A administração da empresa alega, segundo Victor Dias, "que o ano de 2013 vai ter menor volume de trabalho, ou seja, de requisições, porque eles estão na empresa que faz a assistência de mão-de-obra e por via disso tem que avaliar custos". O sindicalista contesta esta posição porque "neste momento há necessidade daqueles trabalhadores; o porto não tem trabalhadores em número suficiente para aquilo que são solicitados e no entanto a decisão foi aquela".
Opinião diferente tem João Carvalho, Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos. O presidente do regulador aponta o dedo às greves dos trabalhadores portuários que duraram entre Agosto e Dezembro de 2012. "Deve-se assacar essa responsabilidade aos trabalhadores que estiveram cinco meses com greves", diz João Carvalho. O mesmo responsável explica que os despedimentos dizem respeito a trabalhadores do Porto de Lisboa, onde "a actividade desceu quase 60%", e que estavam com vínculos temporários. "Se houvesse actividade com certeza que [o contrato] era renovado, não havendo actividade não era renovado. Foi isso que se passou", diz João Carvalho citado pela TSF.O novo regime do trabalho portuário, previsto no memorando de entendimento com a 'troika', foi aprovado em Novembro, substituindo a legislação laboral que estava em vigor desde 1993. A nova lei vem restringir as tarefas consideradas como trabalho portuário, retirando dessa categoria o em portarias, armazéns ou a condução de veículos pesados.
economico 

Portos batem recorde com 67,9 milhões de toneladas


Pelo segundo ano consecutivo, os sete principais portos nacionais fixaram em 2012 um novo recorde de movimentação de cargas, agora nos 67,9 milhões de toneladas.
As sucessivas greves dos trabalhadores portuários não chegaram para evitar um novo crescimento da actividade, na casa dos 1,7%. Só Lisboa e Setúbal, os mais afectados pelas paralisações, não lograram crescer. Mas os outros, em particular Sines e Leixões, compensaram as perdas.
De acordo com os dados divulgados pelo IPTM, o crescimento dos volumes movimentados foi conseguido exclusivamente à custa da carga geral, que aumentou de 23,2 milhões de toneladas, em 2011, para 24,8 milhões em 2012. Em particular, o movimento de contentores subiu 8,9% em termos homólogos.
Os granéis líquidos totalizaram 26,7 milhões de toneladas no ano findo (contra 27,3 milhões no exercício anterior). E os granéis sólidos mantiveram-se praticamente inalterados, na casa dos 16,3 milhões de toneladas.
Sines reforçou significativamente o seu peso específico de maior porto nacional, valendo no final do ano 42,1% da tonelagem total nacional (38,6% no final de 2011). No mesmo sentido, Leixões subiu a sua participação de 24,3% para 24,5%. Na inversa, Lisboa caiu de 18,5% para 16,3%. E Setúbal passou de 10,3% para 8,9%.
Entre os portos de menor dimensão, Aveiro representou, em 2012, 4,9% do movimento total de mercadorias (5% em 2011), a Figueira da Foz 2,6% (2,5%) e Viana do Castelo 0,7% (idem).

Nova lei dos portos entra hoje em vigor


Os estivadores contestam o novo regime. Depois da greve que paralisou os portos durante meio ano, a luta continua nos tribunais.
Entra esta sexta-feira em vigor o novo regime do trabalho portuário, que esteve na origem da greve dos estivadores que se arrastou por seis meses. O sindicato do sector terminou a greve, mas garante que a luta vai continuar nos tribunais.
Em declarações à agência Lusa, Vítor Dias, dirigente do Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul, reiterou a intenção de requerer a inconstitucionalidade da lei e fazer uma denúncia junto da Organização Internacional do Trabalho (OIT), por violar a convenção, que, referiu, "prevalece sobre as leis do país".
"Estamos a trabalhar nesse sentido, estando o processo nacional [pedido de inconstitucionalidade da lei] mais avançado do que a denúncia à OIT", avançou.

Medida Provisória dos Portos ameaça direitos trabalhistas e aprofunda a privatização (Brasil)

A promessa do governo de que não deveríamos nos preocupar, pois os direitos dos trabalhadores estariam assegurados, infelizmente, não se concretizou no papel.  As mudanças propostas pela nova legislação para os portos impactam diretamente no trabalho portuário, ampliam o processo de privatização dos portos e deixam incertezas quanto à garantia de respeito aos direitos trabalhistas. No surgimento da Lei 8.630/93, com muita luta, os trabalhadores portuários conquistaram direitos históricos.Agora a revogação da Lei não pode desconsiderá-los. Faltou transparência na condução do programa de investimentos. A Federação Nacional dos Portuários procurou diversas vezes dialogar com o governo federal, inclusive, levando sugestões para o setor. Em audiência na Casa Civil com representantes dos trabalhadores,a ministra Gleisi Hoffmann negou a privatização das Docas. No entanto, a MP 595/2012 determina que o contrato de concessão se estenda à administração portuária. Além das críticas às alterações ou supressões da MP, ainda é questionável o fato de serem deixadas diversas questões em aberto como, por exemplo, a indefinição da atuação do Conselho de Autoridade Portuária, órgão que tinha o objetivo de regionalizar a discussão da política portuária. A situação põe em risco a participação no CAP de membros da comunidade e, sobretudo, dos trabalhadores.

30 de janeiro de 2013

Figueira da Foz com recorde de 1,8 milhões de toneladas

O porto da Figueira da Foz movimentou no ano passado 1,8 milhões de toneladas, o melhor resultado da sua história recente. 
Em termos homólogos, a Figueira da Foz cresceu, em 2012, 8,4%, ou um pouco mais de 139 mil toneladas, puxado pelo bom desempenho da carga contentorizada e da carga geral e beneficiando da resiliência dos granéis sólidos.
A carga geral reforçou a sua posição de agregado mais importante na Figueira, com um crescimento homólogo de 15%, para lá das 969 mil toneladas. A carga contentorizada avançou mais de 27%, para cerca das 177 mil toneladas. E os granéis sólidos cederam cerca de 1% para um total de 643 mil toneladas. Os granéis líquidos, que em 2011 já representaram menos de 24 mil toneladas, caíram 71%.
Ao longo do ano passado, o porto da Figueira da Foz foi escalado por 471 navios. Uma quebra de 2% face ao verificado em 2011, mas que foi compensada pelo aumento de 5% na arqueação bruta.

29 de janeiro de 2013

Nem tudo vai mal no porto de Aveiro...

Aveiro, 29 jan (Lusa) - A Administração do Porto de Aveiro (APA) anunciou hoje que o tráfego de mercadorias gerado por via ferroviária "aumentou exponencialmente em 2012", com um crescimento de 402% face ao ano anterior.
No balanço da atividade portuária, a APA dá conta de que, mesmo com as greves registadas em 2012, o Porto de Aveiro teve um crescimento de 10% nas exportações, uma subida de 0,3% no movimento global de mercadorias e um aumento "exponencial" no tráfego gerado por via ferroviária. 
Apesar das sucessivas greves portuárias, cujas paralisações foram contabilizadas em 142 dias, o Porto de Aveiro registou um crescimento total das exportações de 10%, em que se destacaram a carga geral, com um acréscimo de 49%, e os granéis líquidos, com mais 9,6% de carga movimentada. 
No seu terceiro ano de exploração, a ligação ferroviária ao Porto de Aveiro teve um crescimento exponencial de 402% face ao ano anterior, com uma movimentação de 435 mil toneladas, e representou cerca de 44% do total da carga de exportação. 

Um Giló disfarçado...



Porto de Lisboa perdeu 1,3 milhões de toneladas

O resultado de 11,1 milhões de toneladas processadas em 2012 é o pior registo da história recente do porto de capital. As sucessivas greves tiveram, afinal, um efeito mais devastador do que a crise económica global e nacional.
Comparativamente com 2011, o movimento de cargas em Lisboa recuou mais de 10%. Ou 1,3 milhões de toneladas.
A carga contentorizada, a mais importante e também a mais afectada pelos protestos dos estivadores, recuou 12%, de 5,6 milhões para 4,9 milhões de toneladas.
O movimento de contentores ficou-se pelos 485 761 TEU, o que atirou Lisboa claramente para o terceiro lugar do ranking nacional neste mercado, atrás de Leixões e Sines (ambos cresceram). O terminal de Santa Apolónia (concessionado à Sotagus) foi o mais castigado, tendo perdido um quinto do movimento de 2011 e registado 176 424 TEU. Em Alcântara (Liscont) a quebra homóloga foi de 7,8%, com um acumulado de 224 896 TEU. Ao invés, a actividade no TML (Operlis) cresceu para os 63 847 TEU, e nos outros terminais também subiu para os 20 594 TEU.
Os granéis sólidos, o segundo agregado mais importante, perderam 7,7%, tendo passado de 4,6 milhões para 4,3 milhões de toneladas. Cerca de oito por cento caiu a movimentação de granéis líquidos, de 1,9 milhões de toneladas, há dois anos, para 1,7 milhões de toneladas no ano findo. A carga fraccionada afundou 42%, com um total de 129 mil toneladas, que compara com as 22 mil toneladas de 2011.

“Novo” Canal do Panamá adiado para meados de 2015

As obras de alargamento do Canal do Panamá chegaram a meio, mas a abertura à navegação comercial só deverá acontecer em meados de 2015.
O novo prazo representa um atraso de cerca de um ano face à data anunciada anteriormente para a inauguração das obras que permitirão a passagem de navios de maiores dimensões entre os oceanos Atlântico e Pacífico.
De acordo com o ponto da situação feito pelo administrador do Canal do Panamá, algumas empreitadas da gigantesca obra estão já concluídas. É o caso das dragagens dos canais de navegação de acesso nos dois extremos do canal.
Mas ainda falta fazer muitos. Por exemplo, só no final deste ano é que terão chegado ao Panamá os componentes do terceiro jogo de comportas que há-de regular o caudal do canal e franqueá-lo a navios post-Panamax.
As obras de alargamento do canal do Panamá ainda vão a meio e o anterior administrador da empresa já defendeu que uma nova fase de expansão será inevitável, uma vez que não pára de aumentar o número de navios que, pelas suas dimensões, nunca passarão pelo “novo” canal.
Curiosamente, nos últimos tempos têm-se sucedidos notícias sobre uma maior apetência dos operadores pela utilização da rota do Suez para fazerem a ligação entre a Ásia e a costa Atlântica da América do Norte.

Tripulantes de cargueiro retido em Leixões desde Agosto.

Um cargueiro está retido no Porto de Leixões desde Agosto. O Navio pertence à empresa Naveiro que já teve problemas de falta de pagamentos na Alemanha e em França. Lá dentro 7 tripulantes quase sem comida, sem dinheiro e sem saberem quando vão abandonar a embarcação.
Tripulantes de cargueiro retido em Leixões desde Agosto estão quase sem dinheiro e comida

Terminal Sograin

O Terminal Sograin tem 16 silos com capacidade para armazenar 60 mil toneladas de produto, 5 silos de descarga e tecnologia de ponta.
Em mais uma edição do programa radiofónico "Porto de Encontro" visitamos o terminal para granéis agro-alimentares no Porto de Aveiro, detido e explorado pela Socarpor S.A.. "É um dos terminais mais evoluídos do mundo", garante Nelson Santos, director da Sograin.

Condução do programa, emitido a 28 de Janeiro de 2013, a cargo de Vanda Fernandes.


25 de janeiro de 2013

O governo do PSD/CDS-PP foge ao diálogo com os estivadores

                             

"ESTIVADORES DO PORTO DE SANTOS EXIGEM A APOSENTADORIA ESPECIAL POR TRABALHO DE ALTO RISCO"

AMIGOS ESTIVADORES DE PORTUGAL; ASSISTAM AO VÍDEO QUE EU PRODUZI ESPECIALMENTE PARA DENUNCIAR MAZELAS PARA NÓS ESTIVADORES, SÃO COISAS ERRADAS QUE ACONTECEM NO NOSSO PORTO E QUE AS AUTORIDADES BRASILEIRAS VIRAM OS OLHOS PRINCIPALMENTE PARA OS PERIGOS DO PORTO DE SANTOS, POIS NOS ACIDENTES QUE GERALMENTE SÃO GRAVES, QUANDO NÃO MATA O TRABALHADOR, DEIXA O CORPO MUTILADO E COM GRAVES SEQUELAS PELO RESTO DA VIDA.
SE POSSÍVEL ""COMPARTILHEM"" COM OS ESTIVADORES AI DE PORTUGAL, POIS SOMOS TODOS IRMÃOS SEPARADOS APENAS PELO OCEANO!!! (
Elmir de Almeida )