9 de fevereiro de 2015
6 de fevereiro de 2015
Sobrevoando o Porto de Aveiro - 1
Vídeofoto com 50 imagens do Porto de Aveiro. Fotos aéreas, captadas com recurso a um drone.
Tomas efectuadas em Outubro de 2014.
O Drone utilizado para produzir estes levantamentos aéreos e panorâmicas 360º no Porto de Aveiro foi o Multikopter ASCTEC Falcon 8. Único a operar em Portugal, é o mais avançado para a fotografia aérea e video profissional em qualidade Full-HD. O seu sistema de controle de vôo é muito sofisticado. O software avançado permite operar diferentes tipos de equipamentos de vídeo e fotografia e ainda diferentes sensores.
EMPRESA RESPONSÁVEL PELO TRABALHO
CONSCIENTE – Produções Audiovisuais e Multimédia Lda VEJA ESTAS FOTOS EM ÁLBUM NO FLICKR:
https://www.flickr.com/photos/1305275...
Tomas efectuadas em Outubro de 2014.
O Drone utilizado para produzir estes levantamentos aéreos e panorâmicas 360º no Porto de Aveiro foi o Multikopter ASCTEC Falcon 8. Único a operar em Portugal, é o mais avançado para a fotografia aérea e video profissional em qualidade Full-HD. O seu sistema de controle de vôo é muito sofisticado. O software avançado permite operar diferentes tipos de equipamentos de vídeo e fotografia e ainda diferentes sensores.
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Sobrevoando o Porto de Aveiro - 2
Vídeofoto com 50 imagens do Porto de Aveiro. Fotos aéreas, captadas com recurso a um drone.
Tomas efectuadas em Outubro de 2014.
O Drone utilizado para produzir estes levantamentos aéreos e panorâmicas 360º no Porto de Aveiro foi o Multikopter ASCTEC Falcon 8. Único a operar em Portugal, é o mais avançado para a fotografia aérea e video profissional em qualidade Full-HD. O seu sistema de controle de vôo é muito sofisticado. O software avançado permite operar diferentes tipos de equipamentos de vídeo e fotografia e ainda diferentes sensores.
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Tomas efectuadas em Outubro de 2014.
O Drone utilizado para produzir estes levantamentos aéreos e panorâmicas 360º no Porto de Aveiro foi o Multikopter ASCTEC Falcon 8. Único a operar em Portugal, é o mais avançado para a fotografia aérea e video profissional em qualidade Full-HD. O seu sistema de controle de vôo é muito sofisticado. O software avançado permite operar diferentes tipos de equipamentos de vídeo e fotografia e ainda diferentes sensores.
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Sobrevoando o Porto de Aveiro - 3
Vídeofoto com 40 imagens do Porto de Aveiro. Fotos aéreas, captadas com recurso a um drone.
Tomas efectuadas em Outubro de 2014.
O Drone utilizado para produzir estes levantamentos aéreos e panorâmicas 360º no Porto de Aveiro foi o Multikopter ASCTEC Falcon 8. Único a operar em Portugal, é o mais avançado para a fotografia aérea e video profissional em qualidade Full-HD. O seu sistema de controle de vôo é muito sofisticado. O software avançado permite operar diferentes tipos de equipamentos de vídeo e fotografia e ainda diferentes sensores.
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Tomas efectuadas em Outubro de 2014.
O Drone utilizado para produzir estes levantamentos aéreos e panorâmicas 360º no Porto de Aveiro foi o Multikopter ASCTEC Falcon 8. Único a operar em Portugal, é o mais avançado para a fotografia aérea e video profissional em qualidade Full-HD. O seu sistema de controle de vôo é muito sofisticado. O software avançado permite operar diferentes tipos de equipamentos de vídeo e fotografia e ainda diferentes sensores.
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Sobrevoando o Porto de Aveiro - 4
Vídeofoto com 44 imagens do Porto de Aveiro. Fotos aéreas, captadas com recurso a um drone.
Tomas efectuadas em Outubro de 2014.
O Drone utilizado para produzir estes levantamentos aéreos e panorâmicas 360º no Porto de Aveiro foi o Multikopter ASCTEC Falcon 8. Único a operar em Portugal, é o mais avançado para a fotografia aérea e video profissional em qualidade Full-HD. O seu sistema de controle de vôo é muito sofisticado. O software avançado permite operar diferentes tipos de equipamentos de vídeo e fotografia e ainda diferentes sensores.
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3 de fevereiro de 2015
Tragédia do Jacob Maersk foi há 40 anos

No dia 29 de Janeiro de 1975, às 12,30 horas, o super-petroleiro dinamarquês Jakob Maersk, embateu numa rocha quando tentava entrar no Porto de Leixões. Segundos após o embate a casa das máquinas explodiu, partindo o navio de 85 mil toneladas em três e deixando-o em chamas e matando sete tripulantes.
Durante três dias, as 50 mil toneladas de crude arderam com chamas que atingiram os 100 metros de altura, enchendo a cidade de fumo preto e espesso, provocando intoxicações em muitas pessoas.
As zona central e a popa afundaram-se tendo a proa ficado a flutuar e dado à costa dias depois, para aí ficar durante 20 anos. As explosões partiram todos os tanques e reservatórios do petroleiro, tendo o crude ficado espalhado por uma grande extensão.
A colaboração entre o Ministro das Pescas, Marinha, exército, o armador (The Shell Oil Company) e parte da população local, permitiu que a poluição não atingisse níveis ainda mais graves. Cerca de 15 mil toneladas de crude deram à costa.
A OCDE estimou que a catástrofe tenha tido um custo de 2,8 milhões de dólares.
A proa do Jacob Maersk permaneceu bem perto do Castelo do Queijo durante duas décadas, tornando-se num triste memorial de uma das mais horríveis tragédias ocorridas no Porto na História recente. porto
Portos nacionais cresceram 27% nos últimos quatro anos
O movimento de mercadorias nos principais portos nacionais atingiu os 82,5 milhões de toneladas no ano passado. Um ganho homólogo de 4% e um novo recorde, que reforça a tendência de alta dos últimos anos. De facto, no acumulado dos últimos quatro anos a carga processada nos principais portos do Continente avançou 27%, salienta o IMT no seu relatório sectorial hoje divulgado.Em 2014, só Lisboa e Viana do Castelo destoaram na onda de recordes: caíram 1,6% e 7,9%, respetivamente. Setúbal foi o porto que mais cresceu em termos homólogos (15%), seguido por Aveiro (13,5%) e Leixões (4,1%). Sines cresceu 2,9% e a Figueira da Foz 1,9%.Apesar de ter ficado abaixo da média do mercado, Sines manteve-se, de longe, como o maior porto nacional, a valer 45,9% da tonelagem total movimentada nos principais portos do Continente. Leixões reforçou a sua quota para 21,7% e Setúbal já representa 9,8%. Lisboa perdeu um pouco mais de terreno, agora para os 14,4%.Puxada pela carga contentorizada (mais 11,5% em termos homólogos), a carga geral reforçou o predomínio nos tipos de mercadorias movimentadas nos portos nacionais. Foram 35,3 milhões de toneladas, mais 10,2% que o verificado em 2013. A carga fraccionada avançou 1,1% e a carga ro-ro disparou 121,8% (muito por culpa de Leixões).Em alta (mais 10,3%) estiveram também os granéis sólidos, com um total de 18,3 milhões de toneladas movimentadas.A impedir maiores ganhos, a quebra nas importações de petróleo bruto e na movimentação de produtos refinados ditou um recuo de 5,8% nos granéis líquidos para um total de 28,9 milhões de toneladas.Em Dezembro, o movimento de mercadorias nos sete maiores portos nacionais cresceu 16,9%, para os 7,1 milhões de toneladas. Leixões foi o porto que mais avançou (36,1% em termos homólogos) e Setúbal o que mais cedeu (15,6%). Sines cresceu 20,4% e Lisboa 16,1%.
transportesenegocios
1 de fevereiro de 2015
Portugal pode ter financiamento de Bruxelas a 75% nos portos e ferrovia
Portugal
poderá vir a beneficiar de financiamento até 75 por cento nos projetos
submetidos a apoios comunitários, nomeadamente nos referentes aos portos
e à ferrovia, considerados como prioritários pela Comissão Europeia. Em
declarações à Transportes em Revista, o Diretor da DG Move, João Aguiar
Machado, afirmou que o Mecanismo Interligar a Europa (Conecting Europe
Facility) irá disponibilizar 26 milhões de euros para os projetos da
Rede Transeuropeia de Transportes e que, «dentro desse envelope de 26 mil milhões, temos 12 mil milhões reservados para os países da coesão», como é o caso de Portugal, o que «quer
dizer que esses países da coesão podem ter financiamento até aos 70 por
cento ou até mesmo aos 75 por cento, enquanto que para os países “não
coesão” o máximo será 40 por cento».
De acordo com o responsável da Direção Geral de Transportes e Mobilidade da Comissão Europeia, «tendo em conta as dificuldades financeiras e orçamentais que Portugal tem tido nos últimos anos, a possibilidade de ter um financiamento europeu que pode chegar aos 75 por cento é ótima e abre imensas possibilidades», sendo da maior importância, «até ao final de fevereiro, apresentar projetos de qualidade», já que é nesta altura que termina o prazo para apresentação das candidaturas. No que diz respeito ao tipo de projetos, João Aguiar Machado esclareceu que as prioridades europeias são os portos, a ferrovia e os projetos de inovação ligados aos Sistemas Inteligentes de Transportes. «Acho que Portugal terá possibilidades nos caminhos de ferro e nos portos. Os portos são placas de entrada e saída de mercadorias para a Europa. São pontos chave a partir dos quais se liga à rede de transportes europeia». Defendendo que «temos de exportar», o responsável sublinhou que «o facto de termos uma ligação mais eficaz, mais eficiente à rede de transportes europeia terá um impacto muito grande na economia».
De acordo com o responsável da Direção Geral de Transportes e Mobilidade da Comissão Europeia, «tendo em conta as dificuldades financeiras e orçamentais que Portugal tem tido nos últimos anos, a possibilidade de ter um financiamento europeu que pode chegar aos 75 por cento é ótima e abre imensas possibilidades», sendo da maior importância, «até ao final de fevereiro, apresentar projetos de qualidade», já que é nesta altura que termina o prazo para apresentação das candidaturas. No que diz respeito ao tipo de projetos, João Aguiar Machado esclareceu que as prioridades europeias são os portos, a ferrovia e os projetos de inovação ligados aos Sistemas Inteligentes de Transportes. «Acho que Portugal terá possibilidades nos caminhos de ferro e nos portos. Os portos são placas de entrada e saída de mercadorias para a Europa. São pontos chave a partir dos quais se liga à rede de transportes europeia». Defendendo que «temos de exportar», o responsável sublinhou que «o facto de termos uma ligação mais eficaz, mais eficiente à rede de transportes europeia terá um impacto muito grande na economia».
Governo grego quer rever acordo com a Cosco no Pireu
O governo grego de Alexis Tsipras decidiu suspender o programa de privatizações nos transportes e quer rever o acordo com a Cosco no porto do Pireu. O governo de Pequim diz-se “extremamente preocupado”.
Fiel às promessas eleitorais do Syriza, o governo de Atenas saído das eleições do passado fim de semana formalizou a decisão de suspender o programa de privatizações acordado com a troika.
No caso dos portos está em causa, desde logo, a venda de 67% do capital da Autoridade Portuária do Pireu (o maior porto do país) e do porto de Tessalónica (o segundo maior). No primeiro caso, há cinco candidatos selecionados: Cosco, APM Terminals, Ports of America, ITCSI e a capital de risco Utilico Emerging Markets. No segundo foram escolhidos sete candidatos, entre eles a APM Terminals, a P&O Steam Navigation/Yilport Holding e um consórcio entre os caminhos-de-ferro russos (RZD) e um grupo de construção helénico.
União Europeia Quebra Monopólio dos Estivadores e Permite para os Portos Recrutamento Livre
De acordo com o artigo de Mundo Marítimo, com base em notícias da Europa
Press, o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) declarou ilegal,
em 11 de dezembro, as regras espanholas que impede as empresas de estiva
operacionais em vários portos espanhóis (incluindo Algeciras,
Barcelona, Valencia e Bilbao) contratar seus A trabalhadores no mercado e obriga-os a fazê-lo através de empresas de gestão de pessoal em cujo capital eles têm que participar. A decisão dá razão à Comissão
Europeia e considera que estes obstáculos à contratação de estivadores
portuários violam o princípio da liberdade de estabelecimento. As
obrigações estabelecidas pela legislação espanhola podem, de acordo com o
tribunal, “impedir que empresas de estiva estrangeiras se estabelecer
nos portos espanhóis de interesse geral para desenvolver neles uma
atividade de manipulação de productos”.
A legislação
espanhola prevê que nos portos de interesse geral empresas privadas
devem ser criadas, chamadas SAGEP (Sociedades Anônimas de Gestão de
Estivadores Portuários), que são aqueles que aluguer a estivadores e
colocá-los à disposição das empresas de movimentação de carga. Estas
regras também obrigam todas as empresas que pretendam fornecer serviços
de suporte de carga para se juntar a um SAGEP e participar
financeiramente em sua capital. As empresas de estiva só podem ser
isentos desta obrigação, em casos muito limitados. Espanha admitiu
durante o procedimento judicial que este regulamento restringe a
liberdade de estabelecimento, mas se justifica por duas razões.
Primeiro, argumentou que o serviço portuário de manipulação constitui um
serviço de interesse geral, sujeito a obrigações de serviço público
destinadas a garantir a regularidade, a continuidade e a qualidade do
serviço. Além disso, essa restrição é necessária para assegurar a
proteção dos trabalhadores, o que constitui uma razão imperiosa de
interesse geral, de acordo com as autoridades espanholas.
Na sua
sentença, o Tribunal rejeitou esses argumentos e considera que “a
restrição à liberdade de estabelecimento, resultando do sistema
portuário espanhol constitui uma restrição que vai além do necessário
para atingir esses objetivos e que, portanto, não é justificada”.
“Espanha não demonstrou que as medidas tomadas são necessárias ou
proporcionais em relação aos objetivos prosseguidos”, diz a decisão.
Para o Tribunal de Justiça, “há menos restritivas e adequadas medidas
para alcançar um resultado semelhante e assegurar tanto a continuidade,
regularidade e qualidade de serviço de manipulação de produtos, tais
como a proteção dos trabalhadores”.
30 de janeiro de 2015
Descarga de dois veiculos na Antartida
O MV Mary Artica descarrega dois veiculos Toyota Hilux em Brreid Bay, na Antardida destinados á estação Princess Eltsabeth
marportosanto
marportosanto
27 de janeiro de 2015
Carga de madeira
Carga de paletes de madeira no navio Cedeira pelo operador portuário AVEIPORT. Mais fotos no nosso facebook.






22 de janeiro de 2015
13,4% DE CRESCIMENTO EM 2014 Porto de Aveiro alcança novo máximo no tráfego de mercadorias
2014 foi mais um ano de recordes batidos no Porto de Aveiro, tendo-se
aproximado dos 4,5 milhões de toneladas no total de mercadorias
movimentas, o que constitui a melhor performance de sempre, com um
crescimento de 13,42% face a 2013, ano onde se registou o anterior
máximo.
A quantidade de mercadorias que chegaram ao Porto de Aveiro pelo seu ramal ferroviário cresceu 5,96% em relação a 2013 e 52,25% em relação 2012, o que garantiu uma cota modal ferroviária de 15,32%, valor que coloca o Porto de Aveiro acima da média portuguesa e ibérica neste importante indicador multimodal.
O fluxo de exportação foi responsável por 51,22% do total de mercadorias movimentadas em Aveiro, crescendo 16,61% (mais 327.991,30 ton) em relação a 2013 e 46,91% (mais 735.356,10 ton) face a 2012. As importações, que atingiram 48,78% do tráfego, num total de 2.193.309,50 ton, cresceram 10,25% (mais 203.976,20 ton) em comparação com 2013, e 25,24% (mais 441.990,50 ton) em relação a 2012.
A quantidade de mercadorias que chegaram ao Porto de Aveiro pelo seu ramal ferroviário cresceu 5,96% em relação a 2013 e 52,25% em relação 2012, o que garantiu uma cota modal ferroviária de 15,32%, valor que coloca o Porto de Aveiro acima da média portuguesa e ibérica neste importante indicador multimodal.
O fluxo de exportação foi responsável por 51,22% do total de mercadorias movimentadas em Aveiro, crescendo 16,61% (mais 327.991,30 ton) em relação a 2013 e 46,91% (mais 735.356,10 ton) face a 2012. As importações, que atingiram 48,78% do tráfego, num total de 2.193.309,50 ton, cresceram 10,25% (mais 203.976,20 ton) em comparação com 2013, e 25,24% (mais 441.990,50 ton) em relação a 2012.
21 de janeiro de 2015
Pesagem dos contentores obrigatória em 2016
A pesagem dos contentores marítimos antes de embarque será obrigatória a partir de Julho de 2016 e da responsabilidade do carregador. Resta saber quem é o carregador.A obrigatoriedade da pesagem antecipada dos contentores marítimos resulta das alterações à Convenção Solas, aprovadas na última reunião do comité de segurança da Organização Marítima Internacional (IMO).O facto de entrar em vigor apenas em 2016 dá tempo ao mercado para se adaptar, mas também que as práticas actuais relativas à carga dos contentores – as boas e as más – perdurem mais18 meses.A verificação do peso bruto dos contentores poderá ser feita através da pesagem do contentor carregado, ou mediante a pesagem separada das mercadorias e materiais de acondicionamento colocados dentro do contentor.A verificação do peso dos contentores é da responsabilidade do carregador, que deverá comunicar essa informação atempadamente ao transportador marítimo e ao operador portuário. Sem essa informação o contentor não poderá ser embarcado.Mas subsistem dúvidas sobre a definição de carregador: o dono das cargas, o carregador do embarque ou qualquer pessoa em nome de quem tenha sido feito o contrato de contrato de transporte com a companhia de navegação… Na prática, corre-se ainda o risco de várias entidades poderem ser consideradas o carregador. transportesenegocios
Roterdão movimentou 12,2 milhões de TEU
O movimento de contentores no porto de Roterdão cresceu 5,8% em 2014 e deverá subir 1% em 2015.No ano passado, foram ali movimentados 12,2 milhões de TEU, num crescimento que as autoridades do porto holandês atribuem à recuperação da economia europeia. Em volume, a carga contentorizada atingiu os 127,6 milhões de toneladas (mais 5,2%).Para este ano, a administração portuária antecipa uma subida de 1%. Os terminais de Maasvlakte II já estarão operacionais, mas os resultados da expansão da capacidade só deverão fazer-se notar em 2016.Em termos globais, a carga processada no maior porto europeu subiu 1%, em 2014, para 445 milhões de toneladas, e as previsões apontam um crescimento semelhante em 2015.No ano passado, a carga geral aumentou 12,1% para os 26 milhões de toneladas, com a carga ro-ro a crescer 8%, para 20 milhões de toneladas, essencialmente devido à recuperação económica do Reino Unido.A movimentação de granéis esteve em baixa: -0,7% nos sólidos, para um total de 88,6 milhões de toneladas, e -2,1% nos líquidos, para 202,5 milhões de toneladas. transportesenegocios
Porto de Setúbal tem nova linha Ro-Ro semanal
Neste mês de
janeiro, o porto de Setúbal passou a contar com uma nova linha de
serviço regular em cargas Ro-Ro denominada “West Med Trade” a cargo do
armador belga, EML – Euro Marine Logistics. A frequência é semanal, com
escala regular todas as 2ªfeiras. A linha irá distribuir os veículos de
exportação da VW, mas também irá exportar e importar outras marcas de
automóveis.
A primeira escala, no dia 19 de janeiro, coube ao Ro-Ro “Aquarius Ace”, um navio de 175 metros e 36.615 GT. Os portos servidos pela linha são, para além de Setúbal, Barcelona, Santander (Espanha), Sheerness, Grimsby, White Hill Point, Tyne (Reino Unido) e Amesterdão (Holanda).
Atendendo a que a EML opera também outras diversas linhas regulares, designadamente a “Scan Baltic Trade” e a “East Med Trade”, o objetivo é de fazer do porto de Setúbal um “hub” para cargas rolantes de “cross trade” intercontinental, desde portos da Turquia até São Petersburgo na Rússia, com escalas em Emden (Alemanha), Zeebrugge (Bélgica), Le Havre (França), Tanger Med (Marrocos), Livorno (Itália) e Piréus (Grécia), com ligação entre as rotas do Atlântico, África, Ásia e as linhas do Mediterrâneo.
Os navios são agenciados pela Portmar – Agência de Navegação, Lda, que coordenará também a atividade comercial da nova linha em Portugal.
A primeira escala, no dia 19 de janeiro, coube ao Ro-Ro “Aquarius Ace”, um navio de 175 metros e 36.615 GT. Os portos servidos pela linha são, para além de Setúbal, Barcelona, Santander (Espanha), Sheerness, Grimsby, White Hill Point, Tyne (Reino Unido) e Amesterdão (Holanda).
Atendendo a que a EML opera também outras diversas linhas regulares, designadamente a “Scan Baltic Trade” e a “East Med Trade”, o objetivo é de fazer do porto de Setúbal um “hub” para cargas rolantes de “cross trade” intercontinental, desde portos da Turquia até São Petersburgo na Rússia, com escalas em Emden (Alemanha), Zeebrugge (Bélgica), Le Havre (França), Tanger Med (Marrocos), Livorno (Itália) e Piréus (Grécia), com ligação entre as rotas do Atlântico, África, Ásia e as linhas do Mediterrâneo.
Os navios são agenciados pela Portmar – Agência de Navegação, Lda, que coordenará também a atividade comercial da nova linha em Portugal.
20 de janeiro de 2015
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