18 de janeiro de 2013

Sindicato dos estivadores quer evitar despedimentos

Insatisfeito com a nova lei que regula do trabalho portuário, o sindicato pretende pedir a fiscalização sucessiva da legislação. Para já, uma nova paralisação dos estivadores não está sobre a mesa.
Um plenário realizado esta semana pelo Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul (SECS) decidiu recorrer a ações judiciais para tentar evitar o despedimento de 17 trabalhadores do porto de Lisboa. 
Em causa estão estivadores em início de carreira, cujos contratos acabam no fim deste mês. Para Vítor Dias, presidente do SECS, esta decisão já será uma consequência da publicação, no passado dia 14, da nova lei que regula do trabalho portuário e que esteve na origem da greve realizada pelos estivadores em 2012. 
"Temos portos e navios mas não temos trabalhadores ", afirma Vítor Dias. 
Insatisfeito com a lei, o sindicato pretende pedir a fiscalização sucessiva da legislação e, para já, Vítor Dias afirma que uma nova paralisação dos estivadores não está sobre a mesa.

Expresso

Seguradoras alertam para subida de prémios no transporte marítimo

ERROS HUMANOS EM CRESCENDO.

Colisões, navios encalhados ou choques frontais entre navios, tanto de mercadorias como de passageiros, foram as principais causas dos 106 acidentes ocorridos em 2012 nas águas do mundo inteiro, mais 15 que em 2011.

17 de janeiro de 2013

Pás eólicas

Pás eólicas com 51 metros de comprimento, que foram carregadas em camião do parque no porto de Aveiro para o navio. Uma operação que esteve a cargo da empresa de estiva Aveiport . Podes consultar mais fotos no nosso Facebook .



                            

16 de janeiro de 2013

Nova lei laboral obriga portos a renegociar contratos colectivos

Com a entrada em vigor da nova lei laboral para o sector portuário, publicada dia 14 em Diário da República, fica concluída uma peça fundamental no reforço de competitividade dos portos nacionais e da economia. Falta agora elaborar e aprovar uma nova lei de concessões portuárias, definir novas tarifas por navio e fechar um processo de negociação entre operadores portuários e sindicatos, porto a porto, para adaptar a contratação colectiva à legislação que entrou em vigor. portosdeportugal
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Porto de Aveiro: Ampliação do molhe norte estará terminada até final do ano

Rui Paiva, vogal da Administração do Porto de Aveiro (APA), confirmou ao Jornal de Notícias que a primeira fase de ampliação do molhe norte está concluída e que a obra, depois de interrompida no inverno, “será retomada em março ou abril para estar pronta no final deste ano”.
"A ampliação do molhe vai criar melhores condições de segurança na entrada da barra e vai possibilitar que navios de maior dimensão e calado possam carregar e descarregar no porto de Aveiro", acrescentou Rui Paiva relativamente à extensão de 200 metros do molhe, que acarreta um investimento de 25 milhões de euros (70% comparticipados por fundos comunitários).
"Poderão entrar e sair do porto de Aveiro navios com 200 metros de comprimento e 10,5 metros de calado (...). O porto conseguirá dar resposta, em comprimento e calado, a 80 por cento da frota mundial”, salientou ainda o vogal da APA.
Por fim, sobre as expetativas de crescimento do porto, Rui Paiva mostrou-se convicto que "vai haver um aumento paulatino do movimento portuário, nomeadamente devido ao aparecimento de maiores navios com carga a granel - como cereais e cimentos, por exemplo”.

15 de janeiro de 2013

Folga na amurada...

Não é normal que a tripulação de um navio de carga peça que se deixe a folga na amurada. Mas neste caso, durante a operação de carga de pasta de papel, assim foi. Fica o registo deste pedido pouco usual.




Uma limpeza de argila com água... muito difícil






Porto de Viana do Castelo ultrapassou as 500 mil toneladas em 2012

O porto de Viana do Castelo ultrapassou, no ano 2012, as 500 mil toneladas movimentadas (502,9 mil toneladas), valor que representa um crescimento de 2,5% face a 2011.
No ano que agora terminou, as cargas de exportação no porto vianense avançaram 21,6%, para as 330,4 mil toneladas, representando ja 75% do total movimentado neste porto, enquanto que as cargas de importação decresceram 21% (172,6 mil toneladas).
Apesar de ultrapassar os valores de 2011, os resultados de 2012 ficaram aquém dos obtidos em 2010, quando foram processadas 524 mil toneladas.

Concessões portuárias renderam 49 milhões até Setembro


Nos primeiros nove meses do ano passado, as concessões portuárias renderam ao Estado 48,62 milhões de euros, revela o último relatório da DGTF sobre as PPP e concessões. Só a TCL pagou 12,43 milhões.
 O valor recebido pelo Estado, através das administrações portuárias concedentes, representou 80% das receitas estimadas para o total do exercício. Comparativamente com o período homólogo de 2011, verificou-se um ligeiro aumento das receitas (47,25 milhões no ano anterior) mas uma quebra na realização do total anual previsto (84% no final de Setembro de há dois anos).
 O terminal de contentores de Leixões (concessionado à TCL) continua a ser o que mais rende ao Estado. Nos primeiros nove meses de 2011, foram 12,43 milhões de euros. Seguiram-se-lhe o terminal de granéis líquidos de Sines (5,97 milhões), os contentores de Santa Apolónia (5,3 milhões), os produtos petrolíferos de Leixões (4,92 milhões), o terminal multipurpose de Sines (3,32 milhões), os granéis sólidos e carga geral de Leixões (2,84 milhões) e o Multiusos – Zona 2 de Setúbal (2,89 milhões de euros).
 Só no terceiro trimestre, as concessionárias portuárias pagaram ao Estado 16,1 milhões de euros (15,6 milhões entre Julho e Setembro de 2011). A TCL contribui com 3,8 milhões de euros (mais 18% em termos homólogos), seguida do terminal de granéis líquidos de Sines (1,99 milhões, mais 3%) e da Sotagus (1,82 milhões de euros, mais 1,88%). A PSA Sines, concessionária do Terminal XXI, foi a concessionária que mais aumentou os seus pagamentos, em termos homólogos, tendo chegados aos 340 mil euros (mais 31%).

ETP de Lisboa não renova com trabalhadores “a prazo”


A ETP de Lisboa não vai renovar os contratos de 17 trabalhadores que não estão no quadro e justifica com a quebra de actividade. O sindicato culpa a nova legislação, que entra em vigor no próximo dia 1.
 Numa altura em que operadores e trabalhadores portuários tentam negociar um novo Contrato Colectivo de Trabalho, a anunciada dispensa de 17 estivadores com contrato a termo certo ameaça o clima de diálogo defendido por ambas as partes. Confrontada com a quebra de actividade, e de receitas, provocada pelas greves que quase imobilizaram o porto de Lisboa durante meses, a ETP terá decidido denunciar o compromisso assinado em tempos com o sindicato, e que previa aumentos salariais e a integração no quadro dos 17 trabalhadores contratados a prazo. Com efeitos a partir do próximo dia 27.
A ETP de Lisboa conta 197 trabalhadores, 180 dos quais integram os quadros. Em Dezembro, a administração da empresa já havia alertado para o risco de insolvência, fruto da quebra de cerca de 40% no volume de trabalho. Reduzir custos, foi então dito, era inevitável. Mas não foram assumidos despedimentos. Agora, a situação só não será ainda pior porque 30% dos trabalhadores da ETP estarão de baixa. Do lado do sindicato, Vítor Dias, acusa os operadores de manterem os trabalhadores numa situação precária, com contratos de curta duração, e culpa a nova legislação do trabalho portuário que, diz, tenderá a agravar a situação.

14 de janeiro de 2013

Estivadores avançam para o Constitucional e para a OIT

Sindicato pede fiscalização sucessiva ao TC e avança com queixa à Organização Internacional do Trabalho sobre novas regras. Com as novas regras do trabalho portuário publicadas hoje em Diário da República, os sindicatos que representam os estivadores vão avançar com um pedido de fiscalização sucessiva para o Tribunal Constitucional e com uma queixa para a Organização Internacional do Trabalho (OIT).
A notícia foi avançada ao Económico pelo presidente do Sindicato dos Estivadores, Vítor Dias, explicando que uma vez que o Presidente da República não pediu a fiscalização preventiva das normas, serão agora os sindicatos a avançar para o Tribunal Constitucional por considerarem que a nova lei limita a liberdade de contratação colectiva. Simultaneamente seguirá uma queixa para a OIT, denunciando a violação da convenção 137. Para os sindicatos dos estivadores, a alteração do conceito de efectivo dos portos e a promoção do trabalho precário nesta área viola a disposição dessa convenção internacional, que obriga a que os trabalhadores portuários estejam disponíveis e com operação permanente regular.
A lei, publicada hoje em Diário da República, tem sido alvo de grande polémica. No final do ano passado sucederam-se as greves no sector, paralisando muitos dos portos nacionais durante vários dias, com os pré-avisos a serem entretanto cancelados antes de terminar o ano.
Vítor Dias diz que têm existido contactos para dialogar e tentar encontrar-se "plataformas de entendimento", com a renegociação dos contratos colectivos em cima da mesa. No entanto, queixa-se de algumas notícias recentes que dão conta de que o Porto de Lisboa decidiu "não renovar contrato com 18 trabalhadores a termo". A nova lei, hoje publicada, define a restrição das tarefas consideradas trabalho portuário, deixando de constar como tal o serviço nas portarias, nos armazéns e a condução de veículos pesados.

13 de janeiro de 2013

Porto de Leixões ligado directamente a Argélia e Líbia

Este Janeiro começa um novo serviço marítimo que ligará regularmente os portos portugueses com os da Argélia e Líbia. A nova ligação marítima será assegurada pela Brointermed Lines, que desde o inicio da década de 1980 mantém um serviço regular e que actualmente liga, com diferentes serviços, os portos europeus do Atlântico e do Mediterrâneo com os do Norte de África. 
O novo serviço ligará Leixões com os portos de Oran e Alger, na Argélia, e com os de Tripoli, Misurata, Ras Lanuf, Marsa El Brega e Benghazi, na Líbia. Inicialmente será assegurada uma saída em cada 20 dias, prevendo-se que ainda no decurso deste primeiro semestre de 2013 a regularidade do serviço passe a quinzenal. Para além de carga contentorizada o novo serviço aceita também carga geral fraccionada e carga de projeto. A Brointermed Lines é agenciada em Portugal pela Navex, o agente de navegação do Grupo ETE.

Barra e Porto de Aveiro Imagens aéreas

                               

12 de janeiro de 2013

Benfica e FC Porto


Benfica e FC Porto encontram-se este domingo no Estádio da Luz, a partir das 20h15, em jogo da 14.ª jornada da liga portuguesa.
As águias chegam ao confronto na liderança da liga portuguesa, mercê de onze vitórias e dois empates na presente edição do campeonato. Já os campeões nacionais são segundos na classificação, com menos três pontos do que o rival, mas também menos um jogo realizado.
Embora o duelo esteja longe de poder ser considerado decisivo, tal o equilíbrio entre as duas equipas até esta fase da competição, certo é que ninguém quererá desperdiçar a oportunidade de conquistar mais três pontos e animicamente superiorizar-se ao rival.
Conseguimos juntar dois estivadores um de cada clube e digo que não foi fácil tirar esta foto.O "Pileco" não parava quieto
Se todas as batalhas dos homens se dessem apenas nos campos de futebol, quão belas seriam as guerras.

Carga Geral

Mais um navio que carregou material da Fapricela e da Ferpinta no Terminal Norte do Porto de Aveiro. Operação a cargo da empresa de estiva Aveiport . Abaixo as fotos que mostram a carga do navio. Podes consultar mais fotos no nosso Facebook .






Fotos de Vitória ( Brasil )

Fotos enviadas por um estivador em Vitória, nas fotos podemos ver um parque automóvel para onde vão os carros descarregados do navio, da Kia e Hyundai. Obras no terminal de contentores,porto de celulose - Portocel. Descarga de sacos de açucar , bobinas, pasta de papel e uma limpeza de porão.


9 de janeiro de 2013

Vítor Caldeirinha deverá assumir presidência da APSS; Marina Ferreira escolhida para a APL

O Governo escolheu Vítor Caldeirinha (na foto) para presidente da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS) e Marina Ferreira para a presidência da Administração do Porto de Lisboa (APL). A informação é adiantada pelo Jornal de Negócios.
Vítor Caldeirinha é um nome por demais conhecido no setor. Licenciado em Economia pelo ISEG, tirou a sua pós-graduação em Gestão Portuária e o mestrado em Gestão. Atualmente é Doutorando pela Universidade de Évora. Até aqui desempenhava o cargo de Diretor de Desenvolvimento Estratégico da APSS, tendo também no currículo uma passagem pela APL (janeiro de 2003 a dezembro de 2004) enquanto diretor comercial. Preside também a Adfersit e é professor do ISEG, sendo ainda um dos colaboradores especiais da CARGO.
Já Marina João da Fonseca Lopes Ferreira é licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa e tirou uma pós-graduação em Assuntos Europeus pela Universidade Lusíada. Até ao momento exercia funções como Jurista na Carris tendo sido presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Lisboa, da EMEL e primeira presidente da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa. Foi ainda chefe de Gabinete do Ministro do Mar entre 1991 e 1992, Diretora Geral na Direção Geral de Pescas entre 1994 e 1996 e presidente do Conselho Fiscal da APSS. 
O objetivo do Governo, apurou a CARGO, é de caminhar para uma integração progressiva entre as duas administrações dos dois portos vizinhos.

8 de janeiro de 2013

Assembleia - Geral ( emergência )


Moção “A”, aprovada na sessão ordinária da Assembleia Municipal de Setúbal

                                                                      Moção A
Considerando que:
Os Estivadores desenvolvem desde há meses uma luta pela salvaguarda da dignidade da sua profissão, contra o intuito de fazer regredir os vínculos de trabalho à realidade anterior a 1979 - quando a sua profissão e direitos foram reconhecidos e se acabou com as “praças de jorna” e a arbitrariedade dos empregadores;
Os Estivadores preconizam ainda a Segurança no Trabalho de quem desempenha uma função especializada e de desgaste rápido – um estatuto que Portugal é dos poucos países da Europa a não reconhecer;
Sendo uma luta para contrariar a tentativa de precarização completa da atividade laboral nos portos portugueses, nem por isso os estivadores deixam de denunciar a falta de trabalhadores nos portos, reclamando a admissão de trabalhadores com vínculos contratuais idênticos aos seus.
Tendo em consideração que a greve dos estivadores é uma greve às horas extraordinárias, sábados, domingos e feriados, o impacto da greve dá razão à denúncia de falta de trabalhadores nos portos;
A aprovação recente de uma lei pelo parlamento português, à revelia da negociação séria com as principais organizações sindicais do sector, veio consagrar a possibilidade da entrada indiscriminada de empresas de trabalho temporário que utilizarão o precariado como carne para canhão no desígnio de romper com todos os vínculos e responsabilidades que até agora têm protegido os trabalhadores dos portos;
A luta dos estivadores portugueses insere-se no combate dos trabalhadores portuários a nível europeu contra a liberalização e a precarização do trabalho nos portos, promovida e incentivada pela Comissão Europeia e que tem vindo a enfrentar a resistência dos trabalhadores portuários em diversos países.
Os deputados da Assembleia Municipal de Setúbal, reunidos em 14 de dezembro de 2012, decidem:
Solidarizar-se com a luta dos Estivadores em prol da defesa da sua profissão contra a precarização do trabalho na atividade portuária.
Saudar a combatividade dos Estivadores por ser um exemplo de abnegação e luta contra a moda de considerar qualquer Direito Laboral um “privilégio”, fazendo tábua rasa do compromisso consubstanciado no Estado Social.
Aprovada na Asssembleia Municipal de Setúbal de 14 de dezembro de 2012.
O Presidente da Assembleia Municipal,

Ricardo Jorge Fialho Oliveira

4 de janeiro de 2013

Equipamento

Alternativas não faltam para movimentação de mercadorias. É tudo uma questão de investimento.

                  

Descarga de chapa

Fotos que mostram o fim de uma descarga de chapa. Nas fotos podemos ver que a madeira utilizada tem a espessura ideal para que os cabos passem sem problema nas amuradas e por baixo da chapa.