31 de dezembro de 2012

Bom ano 2013

Acabou mais um ano o de 2012… o de 2013 está a começar, muita coisa se passou e muita está para acontecer. Publiquei alguns artigos, uns melhores outros nem tanto,mesmo assim tenho orgulho de fazer parte deste blogue e espero continuar a divulgar o que de bom se faz na estiva. A mensagem que quero deixar é que há dois dias por ano em que não podemos fazer nada…ontem e amanhã por isso temos de fazer hoje alguma coisa para mudarmos o rumo dos acontecimentos e não podemos deixar os nossos destinos nas mãos dos outros, sejamos activos. Desejo a todos os leitores deste blogue um ano de 2013 melhor que o anterior e que todos os problemas que nos atormentam se resolvam.

(...esta foi a minha mensagem do anterior ano novo só alterei 2012 e 2013, algumas pessoas nunca cometem os mesmos erros duas vezes, descobrem sempre novos erros para cometer, eu não quero fazer isso em 2013, por isso vou cometer os mesmos erros.)
Bom ano para todos!
Estivador25

29 de dezembro de 2012

Acordo trava greve dos portos da costa este dos Estados Unidos

Estivadores e empregadores chegaram a um acordo para o pagamento de prémios, impedindo uma greve que fecharia todos os portos da costa este dos Estados Unidos, pela primeira vez em 35 anos.
A International Longshoremen Association (ILA) e a United States Maritime Alliance vão prolongar as negociações por mais 30 dias, de acordo com a Federal Mediation and Conciliation Service. A greve iria fechar os portos de Maine até ao Texas que controlam 45% do comércio nos Estados Unidos.
A União e a Maritime Alliance, cujos membros incluem empresas de porta-contentores, começaram as negociações no fim de Março e chegaram a uma tentativa de acordo em Julho, nas questões relacionadas com nova tecnologia e união jurídica sobre o trabalho do chassis usado para carga.
As conversações entre as duas partes colapsaram na semana passada no meio de uma disputa sobre o pagamento de prémios, com a United States Maritime Alliance a pretender congelar os pagamentos feitos aos estivadores em função das toneladas movimentadas, e eliminar esses prémios para novos contractos.
A chegada a um acordo neste assunto representa um passo muito positivo para que se possa vislumbrar um acordo colectivo sobre todos os diferendos em causa, segundo George Cohen, director do serviço de mediação.

“Enquanto algumas questões importantes continuam em contenção, estou optimista que estas possam ser resolvidas nos próximos 30 dias”, afirmou Cohen.
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28 de dezembro de 2012

Estivadores preparam greve nos EUA Paralisação tem início marcado para domingo, nos portos da Costa Leste e no Golfo do México

Depois dos portugueses, são agora os estivadores norte-americanos que se preparam para entrar em greve. 14.500 trabalhadores dos portos na Costa Leste e no Golfo do México estão a preparar a entrada em greve no domingo, se até lá não for reatado o diálogo com as empresas de navegação, noticia a Efe.Os 14 portos que poderão ser afetados incluem os de Boston, Nova Iorque-Nova Jérsia, Baltimore, Charleston, Savannah, Miami e Houston, pelos quais passam 110 milhões de toneladas de carga por ano. Mais de cem associações empresariais pediram ao Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que invoque os seus poderes de emergência, atribuídos pela chamada Lei Taft-Hartley, promulgada em 1947, o que impediria a greve, a primeira com esta dimensão desde 1977. Um único daquelas associações, a Associação do Calçado e Vestuário, importa anualmente 72 mil milhões de dólares (54 mil milhões de euros) em roupas, sapatos e outros artigos, pelos portos da Costa Leste e do Golfo do México.  Mas Obama, absorvido pelas negociações com o Congresso sobre o designado precipício fiscal, tem-se abstido de tomar posição no conflito. Os sindicatos, que se opõem à intervenção presidencial, desempenharam um papel crucial na reeleição de Obama, em novembro. As negociações entre as organizações dos estivadores, a International Longhshorement's Association, e das empresas de navegação e proprietárias de terminais portuários, a U.S. Maritime Alliance, interromperam-se na semana passada, apesar de os mediadores do governo federal terem instado as partes a chegarem a acordo antes de 29 de dezembro.

27 de dezembro de 2012

Estivadores encaram paragem de greves como “manifestação de boa vontade”

Trabalhadores portuários afirmam que tinham capacidade para continuar com paralisações e que paragem nas greves é para “construir espaço negocial”.
Os estivadores da Frente Comum decidiram parar as greves nos portos como “manifestação de boa vontade” e como forma de “construir espaço negocial” com os parceiros portuários, afirmou nesta quinta-feira ao PÚBLICO o presidente do Sindicato de Estivadores da Aveiro, Eduardo Marques.
Este espaço negocial, afirmou o líder do sindicato afecto à Frente Comum, tem vindo a ser “reclamado por várias entidades, incluindo o próprio Governo”. Agora, com a supressão das greves, os trabalhadores pretendem ver se passa a existir margem de negociação no que toca à entrada em vigor da lei nos portos.
Estas negociações ficam agora praticamente limitadas aos novos contratos colectivos de trabalho (CCT), que serão elaborados para cada porto e que podem limitar alguns aspectos da nova lei do trabalho nos portos.
Já se as vagas de greve estão encerradas em definitivo Eduardo Marques afirma que não é possível dizer, até porque reconhece que podem existir diferentes conclusões das conversas entre estivadores e empresas portuárias que levem à retoma das paralisações. “Naturalmente que seria bom que essa figura [greves] pudesse não existir para o bem de todos”, diz o dirigente sindical.
Com esta nova “mesa negocial”, afirmou Eduardo Marques, os estivadores pretendem chegar a acordo com os parceiros portuários para um CCT mais favorável aos trabalhadores, ainda que existam aspectos da nova lei que não podem ser mudados.

Estivadores param greves para negociar CCT

Os trabalhadores portuários decidiram hoje suspender as greves e voltar ao trabalho amanhã. Resta saber se os armadores regressarão também.
Um gesto de boa vontade. É assim que os dirigentes sindicais explicam a decisão de suspender as greves dos trabalhadores portuários que deveriam prolongar-se até 14 de Janeiro, nos portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro.
A decisão de terminar com as greves é justificada pela intenção de viabilizar o diálogo com os parceiros do sector, como sucessivas vezes foi sugerido pelos próprios e pelo Governo. Objectivo: tentar, em sede da negociação dos CCT de cada porto, limitar os efeitos considerados negativos do novo regime de trabalho portuário.
Os estivadores não exigiram contrapartidas para terminar a greve. Mas não excluem o regresso às paralisações, ao mesmo tempo que recusam terem chegado ao limite da resistência.
Os sindicatos mantêm que o novo regime do trabalho portuário é inconstitucional, e continuam na intenção de apresentar queixa junto da OIT assim a nova legislação seja publicada em Diário da República.
A decisão dos sindicatos surge poucos dias depois de a Direcção da ETP de Lisboa ter avisado para o risco de despedimentos caso as greves se prolongassem e se degradasse mais a situação financeira da empresa, a braços com uma quebra de cerca de 40% na facturação.
As greves dos trabalhadores portuários iniciaram-se em Setembro e em Lisboa levaram a uma quebra de cerca de 60% na movimentação de contentores, em Novembro.
Por causa das greves foram vários os armadores que deixaram de operar ou reduziram muito a sua actividade em Lisboa e em Setúbal. Em benefício de Leixões, de Sines e de portos estrangeiros.
Há dias, em declarações ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS, Eduardo Pimentel, administrador da Tertir, que controla os terminais de contentores de Alcântara e de Santa Apolónia, avisou que os armadores não contam com Lisboa nos seus planos para 2013. O tempo dirá se a decisão de hoje dos estivadores ainda irá a tempo de reverter a situação.
A Frente Comum dos sindicatos portuários prometeu para esta tarde um comunicado sobre o fim das greves, mas até à hora do fecho o texto não foi difundido. Infrutíferas foram também as tentativas para chegar à fala com Vítor Dias, vice-presidente da Fesmarpor.
 

 
 

 
 

Governo diz que suspensão da greve dos estivadores não resulta de "contrapartidas"

O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio  Monteiro, afirmou hoje que a decisão dos estivadores do centro e sul de  desconvocar a greve, marcada até 07 de janeiro, não resultou da oferta de  "qualquer contrapartida". 
"Não houve qualquer contrapartida oferecida", garantiu Sérgio Monteiro,  considerando que "os estivadores terão percebido que é com o regresso à  normalidade que estão melhor garantidos os postos de trabalho".  Em conferência de imprensa, no final do conselho de ministros, o governante  elogiou o "sentido de responsabilidade que os trabalhadores tiveram com  esta decisão". 
Sérgio Monteiro referiu ainda o "trabalho árduo com aqueles que apoiaram  o novo regime do trabalho portuário", que "foram refúgio da carga que devia  ser movimentada pelos portos que estavam em greve".  
As greves dos estivadores têm-se sucedido, desde setembro, nos portos  de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz.  
O Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul decidiu hoje terminar com  a greve parcial que estava marcada até 07 de janeiro, confirmou à Lusa o  diretor da Associação-Empresa de Trabalho Portuário de Lisboa (A-ETPL).

COMUNICAÇÃO À IMPRENSA



Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego e Conferentes Marítimos do Centro e Sul de Portugal
                       


Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro

COMUNICAÇÃO À IMPRENSA

O Sindicatos dos Estivadores T. T. C. M. C. S. de Portugal reuniu hoje dia 27 de Dez. de 2012, em Assembleia Geral com os seus associados, trabalhadores portuários dos portos de Lisboa, Setúbal e Fig. da Foz. Nessa Assembleia foi deliberado suspender a partir de amanhã dia 28 de Dez., a greve em curso. 
O Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro, igualmente subscritor dos pré-avisos de greve efectuará amanhã dia 28 de Dez.,um plenário com os seus associados onde sufragará esta deliberação. 
Motivaram esta decisão os contactos e solicitações efectuadas pelos diversos intervenientes dos portos em greve, designadamente armadores, empregadores, Agentes e Autoridades Portuárias, no sentido de que a condição do levantamento da greve estabeleceria as condições para encetar negociações com o objectivo de criar uma base de entendimento. 
Nesse contexto, os sindicatos, aguardam o correspondente envolvimento, empenhamento e postura dos diferentes intervenientes, que terão agora a oportunidade de demonstrarem pela via negocial, o que têm vindo a afirmar publicamente, designadamente a aposta séria na profissionalização, na segurança, bem como na manutenção dos postos de trabalho dos trabalhadores portuários, contribuindo desse modo para a maior eficiência, competitividade e melhor imagem dos portos nacionais. 

Lisboa, 27 de Dezembro de 2012

As Direcções

Estivadores de Aveiro 2012

Ano de 2012, um ano de lutas. Ficam algumas fotos que colegas nos mandaram e outras que mostram o trabalho de estiva em Aveiro durante o ano 2012.Que 2013 seja um ano de mais trabalho. Bom ano.
                              

26 de dezembro de 2012

Frio?


ETP de Lisboa afasta despedimentos… por agora

A ETP de Lisboa arrisca perdas operacionais de 1,4 milhões de euros por causa das greves dos estivadores. Reduzir custos fixos é imperativo. Despedir pessoal pode tornar-se inevitável, admitiu ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS uma fonte da Empresa de Trabalho Portuário.
“Preocupada”, a Direcção da ETP do porto da capital escreveu aos seus associados (essencialmente empresas dos grupos ETE e Mota-Engil) alertando-os para a situação das contas da empresa e para a necessidade de adoptar medidas para reduzir os custos.
A ETP de Lisboa conta 198 trabalhadores, 180 dos quais integram o quadro. No último trimestre, o volume de trabalho prestado aos operadores portuários caiu “cerca de 40%”, adiantou ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS uma fonte da empresa, que optou por não ser identificada. As receitas baixaram na proporção, colocando em risco o equilíbrio das contas.
A Direcção da ETP estima agora que o ano corrente se salde por um prejuízo operacional na casa dos 1,4 milhões de euros. E daí a missiva enviada aos associados
“O orçamento para 2013, elaborado em Outubro, terá de será revisto”, acrescentou a mesma fonte. “Os custos fixos são muito elevados, insuportáveis mesmo caso se mantenha a actual situação”.
A situação da ETP de Aveiro, entretanto declarada insolvente, vem necessariamente à mente. Mas o caso de Lisboa é, para já, muito diferente. Ainda que “se nada for feito, e se se mantiverem as greves, os despedimentos possam tornar-se inevitáveis”. Mas “nada foi proposto nesse sentido”, asseverou.
Para já, a ETP da capital aguarda o feedback dos associados. E também espera que os trabalhadores aceitem negociar com os operadores. “Continuamos disponíveis. Já fizemos várias propostas para resolver o impasse, mas os sindicatos estiveram mais virados para o Governo. Pode ser que agora, com a nova lei aprovada, mostrem mais abertura ao diálogo com os operadores”, concluiu.



25 de dezembro de 2012

Crise - Empresas vão despedir no porto de Lisboa


Prejuízos causados pelas greves dos estivadores estão na base dos despedimentos.
Os empregadores do porto de Lisboa vão avançar com despedimentos de trabalhadores portuários, na sequência dos prejuízos causados pelas greves contínuas dos estivadores desde 14 de Agosto.
Numa carta ontem (19-12-2012) enviada aos seus associados, a que o Económico teve acesso, a direcção da Associação- Empresa de Trabalho Portuário de Lisboa (A-ETPL) alerta para a situação de ruptura financeira em que se encontra e relembra que, se não se proceder a uma redução dos custos laborais, a empresa poderá entrar em situação de insolvência, como já sucedeu com a sua congénere do porto de Aveiro.
Segundo as contas da administração da A-ETPL o défice operacional da empresa para o próximo deverá ascender a 1,36 milhões de euros.A A-ETPL é a empresa criada para requisitar os trabalhadores para as operações portuárias dos concessionários de terminais do porto de Lisboa. Conta com sete associados, a grande maioria empresas pertencentes aos grupos Mota-Engil e ETE - Empresa de Tráfego e Estiva. economico

24 de dezembro de 2012

Feliz Natal.


Um dia tive um sonho de poder mostrar o que de bom se faz no porto de Aveiro. Mas, para que este sonho se tornasse realidade tive de percorrer alguns caminhos que nem sempre foram fáceis de desmistificar, pois vivemos num país que atravessa uma época financeiramente conturbada e com uma crise de valores assustadora.

Como em tudo na vida, quando se alcança um objectivo ou se consegue realizar um sonho, existe sempre alguém a quem devemos agradecer, eu agradeço aos outros colaboradores deste blogue.

Quanto ao futuro, aqui fica a promessa que para o ano de 2013 vamos tentar melhorar toda a informação e tentar dar mais informação sobre os outros Portos.

A adversidade desperta em nós capacidades que, em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas. Não posso mudar a direcção do vento…mas posso orientar as velas.
(Esta foi a minha mensagem de Natal do ano 2011 mas como é o que sinto hoje não tive que fazer nova mensagem foi só copiar)

Feliz Natal e Bom Ano de 2013
Estivador25

23 de dezembro de 2012

Praia da barra

Dezenas de surfistas entraram no mar vestidos de Pai Natal na Praia da Barra, em Ílhavo


O nosso repórter na barra tirou algumas fotos.

21 de dezembro de 2012

Docker , merry christmas.

                            

SERODAVITSE

   Não, não é linguagem extraterrestre a pensar no fim do mundo. É apenas a palavra estivadores escrita ao contrário. Depois de ter procurado inspiração para escrever algumas palavras nesta altura tão difícil para nós, não o consegui, não pude praticar a minha esgrima mental com alguém que tem o dom de me pôr a pensar melhor. E por isso pensei bem antes de escrever estas palavras neste fim de ano. Mas como sinto que alguma coisa poderá correr mal, mesmo assim resolvi arriscar. Antes de mais, deixo duas perguntas no ar: será boa ideia fazer greve para que uma lei deixe de ser lei? Por que não recorrer às instâncias legais, mas ir trabalhando?
  As nossas preocupações quotidianas têm sido como água que vai correndo, e a estiva é como uma esponja que as vai sugando sem nunca ser espremida, ficando sempre a pingar. Mergulhados nesta montanha de emoções e nesta nostalgia vamos entendendo mas não queremos acreditar. Devo dizer, que acho estas permanentes queixas do governo em relação aos portuários, simplesmente um jogo sujo que esses senhores gostam de praticar. E após ter falado  pessoalmente, por mera casualidade, com os deputados, Luís Montenegro e Luís Menezes, acabei por achar que os estivadores foram feitos para encaixar em lugar nenhum. Pois estes senhores, não me souberam ou fizeram que não sabiam, responder às perguntas que lhes foram feitas. Desde facturas portuárias, contratos de trabalhadores eventuais, etc...Pareceu-me mais a segunda opção. Depois de ouvir o que os senhores deputados disseram, acho que se tivemos um mau passado podemos ter um pior futuro. E para que o passado não esteja à nossa espera no futuro, não podemos deixar que o nosso porto seja um viveiro de vontades. Não podemos sacrificar a funcionalidade só pelo conforto. Temos de nos adaptar. Em minha opinião, operadores de terminal serão sempre operadores de terminal, e estivadores vão ser sempre estivadores. Acho que não devemos exigir dos outros aquilo que não podemos fazer, esta nossa greve está a ser mais por solidariedade do que por outra coisa.
  Resumindo, escolhemos mal. Pelo menos admitamos isso. A situação em Aveiro, antes de partirmos para a “guerra” era fragilíssima, e agora agravou. Apesar de sempre perguntar (em assembleias e plenários) se não seria melhor associar o “nosso” problema ao panorama nacional, para que pudéssemos sair disto minimizando os riscos, nunca assim foi entendido. Parece-me que ninguém se vai lembrar de nós, nem ninguém, vai querer saber o porquê desta greve e a única coisa que poderá servir de consolo é que um dia, convictos dos nossos gestos, tivemos um sonho. O meu cérebro vai relacionando à velocidade da luz em sucessivas explosões associativas que se vão movendo no entrançado de acontecimentos, e com tanta confusão admito poder  estar errado. No entanto, parece-me que quando estamos quase a ter o que queremos, temos sempre uma condição adicional, e é sempre essa última condição que nos pode fazer perder tudo.
   Fica o desejo de um bom natal para todos, que 2013 seja um ano de sorte para todos nós. E que todos os meus receios, não se venham a verificar.


Cumprimentos 08

Hyundai Fortunate Disaster 2006

Deixamos hoje um exemplo, do que pode acontecer se as coisas não forem feitas como deve de ser. Neste caso houve uma falha grave. Este é um pequeno filme do que pode acontecer se um contentor  for carregado com mercadorias perigosas,e ficar estivado debaixo de outros, e algo acontece. A informação que temos, é que o contentor que se incendiou e alastrou o fogo a todo o resto da carga, aparentemente estava carregado com foguetes de artifício chineses, até aqui tudo ok, exceto que este não estava no manifesto, portanto, o contentor estava empilhado muito abaixo do que é recomendável nestas situações. Isto é o que pode acontecer se leis para o sector forem feitas sem noção do que é este trabalho. Fica o exemplo.


20 de dezembro de 2012

Greve no porto de Lisboa vai levar «inevitavelmente» a despedimentos

A Associação de Empresas de Trabalho Portuário de Lisboa (A-ETPL) advertiu hoje os seus associados que a manutenção da greve parcial dos estivadores no Porto de Lisboa levará "inevitavelmente" a medidas do lado da despesa, como despedimentos.

Em nota endereçada aos seus sete associados, e a que a agência Lusa teve acesso, a A-ETPL aponta que a "única forma de se ultrapassar" o desvio negativo previsto para 2013 entre receitas e despesas, "para além da eventual revisão da tabela de faturação", passa pela "tomada de medidas céleres pelo lado das despesas, com redução drástica de custos com pessoal".
Tal, aponta a entidade, "conduzirá inevitavelmente à redução de pessoal excedentário através da sua dispensa com recurso a instrumentos previstos no Código do Trabalho".
Questionado pela Lusa, o administrador da ETP Caldas Simões adianta que não há por ora "nenhum plano de despedimento ou prazos para tal", até porque ainda espera, "a bem de todos", o reverter da greve, cujo mais recente pré-aviso está agendado até 07 de janeiro.
A "drástica redução" esperada de redução de pessoal requisitado para o trabalho portuário levará, a manter-se a greve, a um "brutal impacto negativo na faturação", assinala o responsável.
O Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul vai prolongar até 07 de janeiro a greve parcial de algumas horas por turno que estava prevista até final do ano.

Ceia de Natal 2012

Do bacalhau só gosto do rabo.

Festa de Natal 2012

PS: O Abreu entra de borla.