15 de dezembro de 2012
PRÓS E CONTRAS
O “Prós e Contras” é o debate mais alargado da televisão portuguesa.
O programa de informação conduzido pela jornalista Fátima Campos Ferreira trata semanalmente de um assunto diferente, controverso e actual.
É uma janela aberta sobre a sociedade portuguesa, respeitando a pluralidade de opiniões, e a representação democrática, mas fora da lógica das organizações partidárias.
O “Prós e Contras” é tão abrangente quanto é permitido em televisão.A discussão é ilustrada com reportagens e pode contar com a participação de correspondente da RTP no estrangeiro.
Entre
muitas outras personalidades portuguesas ou estrangeiras passaram pelo
programa José Maria Aznar, Mário Soares, Jorge Sampaio, Joaquin Almunia,
Michel Barnier, Francisco Pinto Balsemão, Miguel Cadilhe, Maria de
Sousa, Manoel de Oliveira, D.José Policarpo, D. José Saraiva Martins,
Ramalho Eanes, Maria de Lurdes Pintassilgo, entre outros.
O debate mais alargado da televisão portuguesa Prós e Contras.
O debate mais alargado da televisão portuguesa Prós e Contras.
CONSULTA A PRIMEIRA PARTE DO PROGRAMA AQUI 1
CONSULTA A SEGUNDA PARTE DO PROGRAMA AQUI 2
Inconstitucionalidade do diploma
Estivadores denunciam inconstitucionalidade do diploma para o trabalho portuário
O sindicato dos estivadores vai pedir a inconstitucionalidade da nova lei para o trabalho portuário. Os representantes dos trabalhadores disseram no Parlamento que o diploma viola a constituição e a lei laboral.
O sindicato dos estivadores vai pedir a inconstitucionalidade da nova lei para o trabalho portuário. Os representantes dos trabalhadores disseram no Parlamento que o diploma viola a constituição e a lei laboral.
Consulta o vídeo AQUI .
14 de dezembro de 2012
Homenagem aos pescadores do bacalhau
É nesta altura do ano que o bacalhau é mais lembrado. Nós, neste vídeo vamos lembrar os homens que trazem o fiel amigo para as nossas mesas. Fica o vídeo que mostra várias épocas da pesca do bacalhau.
Porto de Leixões com recorde de carga movimentada
O Porto de Leixões deverá atingir, nos próximos dias, o recorde anual de carga movimentada, alcançando um total de 600 mil unidades equivalentes a contentores de 20 pés. O anúncio foi feito esta sexta-feira pela Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL).
Em comunicado, a APDL informa que, "pela primeira vez na sua história, o Porto de Leixões vai atingir, nos próximos dias, os 600 mil TEU ('Twenty-foot Equivalente Unit'), a medida padrão internacional de quantificação de carga contentorizada, equivalente ao volume de um contentor de 20 pés movimentados num único ano de atividade".
Segundo a administração, o número agora atingido ultrapassa os valores do ano passado, que já tinham significado um recorde para aquela estrutura, quando o Porto de Leixões movimentou 514.088 unidades equivalentes a 20 pés.
O comunicado emitido pela APDL refere ainda que se deu um crescimento de perto de 100.000 unidades num ano, quando o porto de Leixões demorou três anos para passar das 400.000 para as 500.000 unidades e seis anos para atingir as 400.000.
Autor/fonte:
Autor/fonte:
Estivadores prolongam greve parcial até 7 de janeiro
O Sindicato dos Estivadores do Centro e Sul vai prolongar até 07 de janeiro a greve parcial de algumas horas por turno que estava prevista até final do ano, segundo o pré-aviso a que a agência Lusa teve acesso.
Relativamente aos anteriores pré-avisos de greve, o atual distingue-se pela recusa de qualquer serviço que tenha como origem ou destino o Porto de Leixões.
Nos termos do documento, que respeita ao período entre 31 de dezembro e 07 de janeiro, os trabalhadores dos portos de Lisboa, Aveiro, Figueira da Foz, Setúbal e Sines «abster-se-ão de prestar quaisquer funções ou serviços que tenham por objeto a movimentação de cargas que, por via marítima, ferroviária ou rodoviária, provenham do porto de Leixões ou que se destinem a esse porto».
Devido às limitações causadas pela greve nos portos do centro e sul, os portos de Leixões e de Sines, que não aderiram à greve, têm sido procurados como alternativa, registando um forte aumento do movimento.
Os estivadores dos portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro estão em sucessivas greves desde setembro, altura em que o Ministério da Economia anunciou ter chegado a acordo com um conjunto de sindicatos afetos à UGT e operadores portuários relativamente ao novo regime do trabalho portuário, destinado a aumentar a competitividade dos portos nacionais.
Segundo o Ministro da Economia, as sucessivas greves dos portos, que começaram em setembro, já terão custado cerca de 1.200 milhões de euros.
13 de dezembro de 2012
As mulheres dos estivadores não.
Os estivadores do porto de Lisboa estão a dar água pela barba (que não tem) ao governo. Com ou sem razão (não sei) conseguem pôr a actividade portuária a meio gás. Todos percebemos que são rijos e unidos. Mas o que nunca supus era que tivessem caras-metades tão belas. Foi essa beleza que sobressaiu na última manifestação deste grupo profissional. E estou convencido que fizeram mais mossa no governo que todas as musculadas palavras de ordem. Em defesa do seus maridos perpassaram a ideia que estes não ganham os milhões que os políticos referem. E aquilo que ganham sai-lhe do pelo, em detrimento da harmonia familiar. Pois se um estivador chega a trabalhar (disse uma bela e dedicada esposa) dezoito e até vinte e quatro horas por dia, como pode usufruir das qualidades visíveis e invisíveis da sua linda companheira? Não sei, nem quero saber. São assuntos de alcova, nos quais não me meto, para mais sendo com quem é. Este acontecimento fez, no entanto, vir à memória uma canção em voga intitulada o maridos das outras. E com a devida vénia resolvi adaptá-la às lindas mulheres dos estivadores.
12 de dezembro de 2012
Carga geral
Pás eólicas
Carga realizada no terminal norte do Porto de Aveiro pela empresa de estiva Aveiport , pode ver mais fotos da carga no nosso facebook.






11 de dezembro de 2012
Porto de encontro (rádio terra nova)
Porto de encontro, um programa da responsabilidade da
administração do Porto de Aveiro.
Edição que passou na terra nova no dia 10-12-2012.
Nesta edição do porto de encontro vamos estar á conversa com
Américo Martins e Carlos Santos estivadores no porto de Aveiro á 5 meses atras,
falamos com os estivadores para perceber o que era um estivador e que trabalho
desempenhavam, hoje (05-12-2012) estamos aqui reunidos para perceber o porquê
das greves.
10 de dezembro de 2012
Toda a atenção é pouca
Esta foto é um exemplo de como o perigo espreita quando menos esperamos. Toma cuidado e não te ponhas debaixo de nenhuma carga por muito estabilizada ela pareça estar.
Prós e Contras - PORTOS PARALISADOS
Programa de dia 10 de dezembro 2012
Os exportadores à beira de um ataque de nervos.A nova lei e a greve dos trabalhadores portuários.Os prejuízos para a economia e as razões dos protestos.A paralisação dos estivadores.
Portos paralisados, no maior debate da televisão portuguesa.Prós e Contras, 2ª feira à noite na RTP1.
Os exportadores à beira de um ataque de nervos.A nova lei e a greve dos trabalhadores portuários.Os prejuízos para a economia e as razões dos protestos.A paralisação dos estivadores.
Portos paralisados, no maior debate da televisão portuguesa.Prós e Contras, 2ª feira à noite na RTP1.
Partilhe a sua Opinião Aqui
Ou no Facebook Aqui
9 de dezembro de 2012
Há mulheres no cais
Mas poucas. A estiva em Portugal são
eles. Entre os cerca de mil estivadores portugueses, existem apenas 14
mulheres. Dez em Setúbal e quatro em Sines. Quase todas precárias.
Juntam-se à luta dos homens e dos efetivos, mas têm uma muito maior para
vencer. Margarida Pereira, Isabel Lucas e Alena Ivanova contam como é.
São
nove e meia de uma manhã de sol gelado e ao terminal da Sadoport, em
Setúbal, vão chegando homens que daqui a umas horas rumarão a Lisboa,
para a manifestação internacional de estivadores, onde se distribuirão
geribérias às mulheres que passam, se rebentarão petardos e se gritarão
palavras de ordem como «Somos nós, somos nós, a estiva em Portugal somos
nós»; «Cinco mil euros ganha a tua mãe, cinco mil euros ganha a tua
mãe» e outras não reproduzíveis numa revista de domingo como a nossa.
Milhares de homens em luta contra a precarização e pela manutenção dos
postos de trabalho que consideram ameaçados pela nova lei que regulará o
trabalho portuário e que será aprovada na Assembleia da República,
apesar da contestação, das greves sucessivas e desta grande manifestação
que para lá convergirá ordeiramente. Milhares de homens e uma mulher,
Margarida Pereira, estivadora há 13 anos.
Nós encontramo-la,
antes, no bar pré-fabricado do terminal da Sadoport, com Isabel Lucas e
Alena Ivanova, colegas de estiva. Das três, é a única que vai à
manifestação. Isabel tem uma consulta médica a que não pode faltar e
Alena diz, em jeito de brincadeira, que já levou muita «porrada», não
quer levar mais. Adiante na conversa, Margarida, precária como todas as
colegas mulheres a trabalhar no porto de Setúbal, ganhando ao turno, com
contratos ao dia, há-de reconhecer que a sua luta é outra, mais
profunda, mas antes há que travar esta, porque, com a nova lei, a
precariedade pode agravar-se ainda mais. E é por isso que se junta à
contestação dos colegas efetivos.
I’AM A DOCKER – Oliveira Dias
Escrever sobre o Porto de
Lisboa é algo que me suscita sentimentos muito fortes, fruto de uma
vivência como trabalhador numa operadora portuária (Sonatra, Socarpor e
Listráfego), e na qual ingressei em 1981.
Está bem de ver que a motivação para este tema surgiu da circunstância da chamada greve dos “estivadores” em Portugal. E se o temo “estivadores” está entre parêntesis isso deve-se a uma confusão, derivada de uma generalização por efeito de halo.
Para se perceber o quadro, é necessário
recuar no tempo, até ao ano de 1981, altura em que pela mão do meu pai
(uma cunha claro) ingressei no quadro da SONATRA, operadora portuária no
domínio de carga e descarga de navios, em Lisboa.
O meu pai era trabalhador portuário há
já muitos anos, tendo iniciado na saudosa CNN – Companhia Nacional de
Navegação. Tenho a imagem da minha mãe que, comigo e o meu irmão,
crianças, levava o almoço ao meu Pai, e muitas vezes o jantar, porque,
sendo ele manobrador (manobrava empilhadores), não raras vezes tinha de
comer na própria máquina, o mais rapidamente possível porque o trabalho
não parava. O ritmo alucinante de “non Stop” foi regra durante muitos anos.
A ausência de um pai agarrado ás
máquinas para prover o sustento da família, a imagem dos empilhadores
que me empolgava, o roncar dos motores diesel, as movimentações na
“prumada” (no cais), o vocabulário vernáculo daquela gente, rude, “faca na liga” e “canhão” ou “boca negra”
na cintura, os navios enormes, pretos, cuja dimensão era até onde a
vista de uma criança alcançava, etc, tudo isso era o Porto de Lisboa
para mim.
8 de dezembro de 2012
Falar dos Estivadores tornou-se moda.
Todos já tinham dito mal dos Estivadores, muita coisa não
foi provada, algumas conseguimos desmentir mas agora o caldo entronou. Apareceu
este “senhora” também a falar dos estivadores. Será porque agora já aparece a
palavra Estivador no dicionário e fica bem dizer mal desta classe de gente
trabalhadora.
Termino com uma sugestão para o refrão de uma nova música:
Mas quem será, mas quem será o estivador Joaquim…eu sei lá sei lá…
Deixo de seguida uma página da revista Nova Gente nº
1891-Semana de 10 a 16/12/2012.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















