30 de novembro de 2012

O "sôr" Santos em entrevista

                                                    

Let’s Reinvent the Shipping Container

                         

O governo cometeu (mais do que) um erro

O porto de Douro e Leixões está muito mais á frente, está no mesmo pais que o nosso mas as leis lá não se aplicam, (se alguém assaltar bancos constantemente e o proveito desses assaltos for para fazer crescer a nossa economia não há problema só precisamos de mudar a lei para que o roubo não seja punido na nova lei) porque há bastantes anos que o referido porto não cumpre a lei actual, mas se tudo correr com planeado pelos governantes que é adaptar uma lei ao porto de Leixões para que este deixe de transgredir, tudo se resolverá.
Reparos á parte fica agora parte  da transcrição de uma entrevista do ilustre presidente da câmara de Ílhavo o Sr. Ribau Esteves sobre a asneira feita pelos seus colegas de mais alto “Nível”

Nos jornais regionais, foi transcrito todo o resto, esta parte não interessou…

Entendo que o governo português tem tido nesta matéria dos portos uma atitude excessivamente passiva o governo tem que investir muito mais na negociação com os sindicatos O governo cometeu um erro de assinar um acordo sobre o novo regime da lei portuária do trabalho portuário com os sindicatos que representam apenas 20% dos trabalhadores é um erro de estratégia porque deixou de fora 80% deles e além de os deixar de fora eles intenderam isso como um ato politico provocatório e portanto é importante que o governo tenha uma nova frente intensa e ao mais alto nível de empenhamento politico no diálogo com os sindicatos para procurar que haja soluções e se isso for de todo impossível, obviamente tem que agilizar mecanismos legais nomeadamente na área da requisição civil para resolver uma situação que hoje é grave …


Ribau Esteves critica governo | Muziboo

Manifestação 29-11-2012

                              

You'll never walk alone!

           

Uma manifestação com flores e petardos à mistura

Estivadores percorreram as ruas de Lisboa em protesto contra a nova lei do sector

28 de novembro de 2012

TSF - Polémica nos portos

No Fórum TSF queremos ouvir a sua opinião sobre a proposta do Governo para a mudança de regras no trabalho portuário. A lei é aprovada amanhã no Parlamento e está na base da greve dos estivadores. O secretário de Estado Sérgio Monteiro está na TSF para responder às suas perguntas.
Pode ouvir a primeira parte AQUI PARTE 1 
Parte 2 pode ser ouvida AQUI .
tsf 

Solidarity Portuguese Dockers



                                                                           28th November 2012

Dear Brothers and sisters,

Message of Solidarity

We send to you our international greetings and solidarity. We watched with admiration your struggle and the European general strike in which we understand you participated in strongly.

We and our members know something of your struggle. We know the attack on your rights is an attack not only on you, but your families, your partners and your children. We and our members also know your struggle because some of us were part of or worked closely with the dock workers in Liverpool in 96-98 and know how the precarious hours, the telephone calls by the employer for a summons to work on a Saturday night was taking the life out of workers and putting huge pressure on their families.

As the Liverpool dock workers used to say the ‘world is our picket line’ and we extend our support with the same feeling.

Today workers across Europe, and the world, are fighting against austerity and the attacks on the public and private sectors are mounting.  We know that behind the British government stands the European Union, the IMF and the banking system. As the crisis deepens we need ever closer ties and we can raise greater awareness of your struggle.

Please keep us informed of your fight.

European workers united in struggle can never be defeated."


Yours in Solidarity,


Maria Checkland  - Branch Secretary

Michael Tighe – Branch Chairman

Manifestação 29 novembro


ACORDO COMPROMISSÓRIO PARA APLICAÇÃO DO NOVO REGIME JURÍDICO DO TRABALHO PORTUÁRIO



O acordo celebrado em 12 de Setembro de 2012, entre o Governo e um conjunto de parceiros sociais do setor marítimo-portuário vinculou as partes subscritoras à aceitação e implementação de um vasto conjunto de importantes e indispensáveis medidas estratégicas de gestão da mão-de-obra, dirigidas à modernização da economia portuária nacional e ao urgente reforço da sua competitividade, garantindo, especialmente, o reforço da capacidade de exportação da indústria portuguesa. Essas medidas estão maioritariamente corporizadas na proposta de lei que revê o regime do trabalho portuário, entretanto apresentada pelo Governo na Assembleia da República.
Não obstante o mencionado Acordo, a proposta suscitou noutros agentes sindicais um sentimento de insegurança quanto à estabilidade do emprego portuário, o que gerou um clima de contestação altamente funesto para a economia do País, que importa rapidamente desvanecer e superar.
A fim de cooperante e lucidamente se tranquilizarem todos os sindicatos e trabalhadores portuários quanto aos reais efeitos produzidos com a proposta de lei e, acima de tudo, se reconstituir um clima de paz social imprescindível para a normalização da atividade portuária e da nossa economia internacional, entende-se como oportuna a corresponsabilização formal de todas as partes relevantes (entidades patronais, sindicatos portuários e, na condição de patrocinador, o próprio Governo) num compromisso que ofereça um inequívoco reforço das reclamadas garantias de estabilidade e segurança laboral de todos os trabalhadores portuários, afastando os receios de perda de emprego emergentes de uma certa interpretação da proposta de lei.
Assim:

ESTA QUARTA-FEIRA, NA TSF Fórum TSF com Secretário de Estado dos Transportes sobre as greves nos portos

Esta quarta-Feira, 28 de Novembro, entre as 10h e as 12h, vai decorrer o Fórum TSF com o Secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, sobre as greves nos portos.
Quem quiser participar poderá aceder ao site ou inscrever-se alguns minutos antes, para falar e colocar questões ou dizer o que pensa. Ligar 808 202 173.
O Fórum TSF está ainda mais interactivo. Na antena e no site, a TSF alarga o espaço ao comentário dos ouvintes.
De segunda a sexta, entre as 09h00 e as 12h00, pode participar aqui. E na emissão da TSF, entre as 10h00 e as 12h00 através do número de telefone 808 202 173.
Nesta nova temporada, o Fórum passa também a estar disponível em podcast.tsf em directo

27 de novembro de 2012

IPTM quer que empresas e sindicatos acordem na revisão laboral

O IPTM enviou às empresas e aos sindicatos uma proposta de acordo para “tranquilizarem os sindicatos e trabalhadores portuários”. Manutenção dos postos de trabalho, cooperação no novo contrato colectivo e regresso ao trabalho são alguns dos compromissos propostos.
O Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) emitiu um comunicado em que dá conta de uma proposta que enviou aos operadores portuários e sindicatos para que as partes envolvidas cheguem a um compromisso na renegociação do Contrato Colectivo de Trabalho (CCT). O objectivo, lê-se, é “acima de tudo reconstituir um clima de paz social” no funcionamento dos portos.
No documento enviado por correio electrónico às redacções, as associações representativas das empresas de estiva comprometem-se a “manter a totalidade dos actuais postos de trabalho” dos trabalhadores com contrato sem termo, dos quadros ou das empresas de trabalho portuário em que participem.
É também necessário assegurar a ocupação dos trabalhadores portuários com contrato sem termo, desde que não se venham a registar reduções significativas de procura dos serviços. Além disso, comprometem-se a manter a tabela salarial vigente e as empresas portuárias ficam obrigadas a apresentar até ao final do corrente ano a proposta de um novo CCT.
Do lado dos sindicatos, estes comprometem-se a aceitar “cooperantemente” a promulgação e aplicação do novo regime jurídico de trabalho portuário, bem como garantir, com efeito imediato, a “plena laboração normal dos portos nacionais, suspendendo todas as greves declaradas. Estes comprometem-se ainda a “envolver-se na negociação dos novos CCT que lhes venham a ser propostos pelas entidades empregadoras”.

Governo “patrocina” compromisso entre operadores e trabalhadores

Secretário de Estado dos Transportes garante que não há despedimentos nem descida do vencimento base.
O Governo está a “patrocinar” um acordo de compromisso entre os operadores dos portos e os trabalhadores que garante “que não vai haver despedimentos nem redução remuneratória” dos trabalhadores, que estão em greve desde meados de Agosto, segundo adiantou em declarações ao Negócios o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro.
“Este acordo coloca formalmente o que já tinha sido oferecido aos sindicatos pelos operadores e salvaguarda que estes princípios serão aplicados no contrato colectivo de trabalho”, adiantou o governante.
Sérgio Monteiro diz ainda que este acordo “esvazia a retórica” dos sindicatos que estão em greve e que têm afectado sobretudo os portos de Lisboa e Setúbal. Os trabalhadores contestam a revisão da lei do trabalho portuário que será discutida no plenário na próxima quinta-feira.
Quanto a um possível entendimento com o PS para votar favoravelmente a lei, o governante disse apenas que a tutela continua “a trabalhar para obter um consenso alargado com os partidos com assento parlamentar”, mas Sérgio Monteiro não dá garantias de que isso seja possível.
O secretário de Estado também não consegue garantir que o movimento de greves seja travado, afirmando que a única coisa que o Governo pretende fazer “é continuar a actuar no âmbito dos serviços mínimos” e com a DGERT (Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho) onde têm decorrido as reuniões entre trabalhadores e empresas.
O acordo que o IPTM (Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos) fez chegar aos trabalhadores e operadores garante a manutenção dos postos de trabalho, a ocupação de todos os seus trabalhadores portuários com contrato sem termo, continuar a observar a tabela salarial e apresentar arte ao fim do ano uma nova proposta de contrato colectivo de trabalho.
Os trabalhadores, por sua vez, ficam obrigados a aceitar a promulgação da nova lei, suspensão das greves e a negociar o contrato colectivo.
jornaldenegocios 

26 de novembro de 2012

João Alcácer

O sindicato dos estivadores marcou uma nova manifestação para a próxima quinta-feira em frente ao parlamento...começa assim a reportagem da SIC que passou no jornal da noite do dia 25-11-2012 e realço algumas palavras da jornalista. "acompanhamos um destes trabalhadores para tentar perceber o que está em causa neste braço de ferro..."mais vale tarde que nunca.

E no porto de Valencia...

Os operadores do porto de Valência tiveram um grande susto, quando um guindaste de grandes dimensões caiu junto a eles. A  grua de muitas toneladas, era para ser transferida para um navio de carga, quando o seu próprio peso, fez com que a base cedesse. Felizmente, não houve danos pessoais, já que na base do guindaste estavam vários trabalhadores.

Plenário de trabalhadores




SINDICATO DOS TRABALHADORES DO PORTO DE AVEIRO

Informamos todos os associados que dia 27 de Novembro (terça-feira), pelas 08h00, haverá um plenário de trabalhadores no centro de colocação da ETP/Aveiro.

Gafanha da Nazaré 26 de Novembro de 2012

25 de novembro de 2012

LES DOCKERS EUROPÉENS EN GREVE LE 29 NOVEMBRE

Portugal a terra dos sonhos e ilusões destroçadas em democracia .
Aveiro (Portugal), 16 de novembro de 2012 - Durante a estadia em Portugal António Dias, em que investigou a situação no país... Decidimos entrevistar, Eduardo Marques - Presidente do Sindicato dos Estivadores Porto de Aveiro - Membro da Frente Comum Sindical Marítimo-Portuária.
Há algumas semanas que os estivadores dos portos portugueses estão em greve ... por suas próprias reivindicações [contratação, exploração de trabalhadores precários em portos, formação ... etc.],

Queríamos saber por que os estivadores lançaram um apelo a todos os Estivadores (Dockers) Europeus , para virem e mostrarem o seu apoio em Lisboa contra a nova lei dos portos 2013, que será votada pelos parlamentares Portugueses.


European Dockers ready for action Against Port Package 3

           

24 de novembro de 2012

PS preocupado com greve dos estivadores

No PS, o voto contra está afastado. E ao que apurou a Antena 1, há mesmo quem defenda ir além da abstenção votando a favor das alterações ao regime do trabalho portuário. Deputados socialistas reuniram-se nos últimos dias com o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro.
Ouviram também o Conselho português de Carregadores, e marcaram reuniões para a próxima segunda-feira com representantes de quatro companhias de navegação internacionais e com os sindicatos.
Em pleno braço de ferro entre o Governo e os estivadores, a maioria recebe um apoio de peso com vista à aprovação da nova lei que regula o trabalho portuário.
O PS já afastou a hipótese de votar contra a lei, que vai ao Parlamento na próxima quinta-feira, e a repórter SUSANA BARROS apurou que já há alguns deputados socialistas que defendem o voto a favor.
A Antena 1 já confrontou os representantes dos estivadores com esta notícia. Vítor Dias espera que na reunião que já está marcada com o grupo parlamentar do PS, os estivadores consigam sensibilizar os socialistas para os efeitos negativos desta nova lei. rtp

 

Estivadores. Greve sem fim à vista e PSP em alerta máximo

Sindicatos vão continuar a marcar sucessivos períodos de greve e centenas de estivadores estrangeiros vão à manifestação de quinta-feira.
 Nova greve até 9 de Dezembro, manifestação dia 29 no parlamento, com a presença de centenas de estivadores de Espanha, França, Dinamarca, Suécia e Bélgica, a vida nos portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Aveiro vai continuar anormal por tempo indeterminado.
A nova lei de trabalho portuário, que vai reduzir os custos nos portos portugueses entre 25% e 30%, de acordo com o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, vai ser votada na generalidade na quinta-feira, 29 de Novembro. Depois desce à comissão especializada e só mais tarde voltará a plenário para ser votada na especialidade. Segue-se a promulgação pelo Presidente da República, que pode demorar quase um mês.
O i sabe que o sindicato dos estivadores que tem patrocinado as greves que já duram desde Agosto não está disposto a parar os protestos e as perturbações nos quatro portos atrás referidos. Os pré-avisos de greve vão continuar sem data limite e não vão parar mesmo depois de a nova lei entrar em vigor. A resistência dos estivadores deve-se sobretudo ao facto de terem vencimentos bem mais elevados que a média nacional e de o sindicato dispor de meios financeiros suficientes para ajudar os trabalhadores nesta longa e interminável sucessão de greves que estão a prejudicar seriamente as exportações. Só em Lisboa, por exemplo, o movimento de cargas caiu cerca de 26% devido à luta dos estivadores.

PORTO DE AVEIRO - Aveiport reconhecida com o registo ambiental EMAS

A Aveiport, empresa de estiva do Grupo ETE com sede no Porto de Aveiro, obteve o registo EMAS, emitido pela A.P.A. – Agência Portuguesa do Ambiente, tornando-se na primeira empresa de estiva em Portugal a obter esta certificação.
Com o registo EMAS, a entidade competente na área ambiental, reconhece o trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos, tendo um vista um bom desempenho ambiental nas atividades desenvolvidas pela Aveiport, no porto de Aveiro.
A política de implementação de boas práticas e melhoria contínua, estabelecida pela empresa a partir de 2008, levaram já à obtenção de certificações na segurança alimentar de acordo com o código comunitário de boas práticas GTP (HACCP produtos agro-alimentares), ISO 9001 (qualidade), ISO 14001 (ambiente), e agora registo no Sistema Comunitário de Eco-Gestão e Auditoria EMAS com o nº. de registoPT-000107.