A partir do minuto 6:45 podemos ouvir o secretário geral da CGTP a falar da greve dos estivadores.
14 de novembro de 2012
Operadores portuários e estivadores falham acordo para serviços mínimos
Hoje é o último dia para se chegar a um entendimento. Se não, será o Governo a ter a palavra final.
Hoje será o último dia para os operadores portuários e o sindicato
de estivadores chegarem a acordo sobre a definição dos serviços mínimos
de greve entre 15 e 27 de Novembro, para a qual já deram entrada os
respectivos pré-avisos de greve dos trabalhadores da estiva dos portos
de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz.
O Diário Económico sabe que a reunião de ontem entre os
representantes dos operadores portuários e do sindicato dos estivadores,
apesar de ter durado várias horas, foi totalmente inconclusiva.
Hoje, dia de greve geral, será a última hipótese para as duas partes
deste conflito superarem este impasse. Se não conseguirem chegar a
acordo, o conflito será directamente dirimido pelos ministros do
Emprego, Pedro Mota Soares, e da Economia, Álvaro Santos Pereira, que
irão definir a lista de serviços mínimos por decreto.
"Os trabalhadores portuários são um activo muito importante do País.
Mas eu faço uma pergunta: se esta lei foi aprovada pela maioria dos
sindicatos, se foi aprovada por cerca de 60% dos trabalhadores, como é
que esta legislação pode estar assim tão desequilibrada?", questionou
ontem o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Silva Monteiro, à
chegada ao sétimo encontro da "Transportes em Revista", em Lisboa.
A greve de uns e a dos outros ( Opinão )
No final do dia que a CGTP considera "inédito"
(há paralisações anunciadas também na Grécia, Espanha e Itália), a
discrepância dos números da adesão à greve geral decretada para esta
quarta-feira voltará a marcar as conclusões da jornada de protesto. Até
aqui, nada de novo. É sempre assim desde que somos democracia.
Acontece
que num período em que o torniquete da austeridade aperta - e em muitos
casos já asfixia - tantas e tantas famílias portuguesas, há alguns
fatores a considerar quando se fizer o empolamento ou depreciação dos
números desta paragem feita para protestar contra a degradação da
qualidade de vida e em defesa do trabalho. É certo que nunca a sociedade
portuguesa terá estado tão unida no coro de protestos visando as
políticas de agravamento fiscal do Governo de Pedro Passos Coelho. Basta
andar na rua, nos transportes públicos, parar nas filas dos centros de
emprego ou olhar o recibo do salário para reconhecer esta evidência. Em
manifestações passadas de protesto contra estas políticas de delapidação
do estado social, os portugueses já demonstraram a sua força coletiva.
Até porque nunca como agora estiveram em causa serviços que queremos
pilares do nosso futuro, como a escola, os serviços de saúde ou o
trabalho. Mas um dia de greve custa dinheiro. E quem atingiu níveis
degradantes de vida, perdeu a casa ou já viu a família passar fome pode
não poder prescindir desse aparentemente insignificante dia de salário.
Esses são, provavelmente, os que mais razões terão para exercer esse
direito universal das sociedades democráticas. Outros há para quem esta
greve será apenas mais uma.CPC e ANUC vêem greves portuárias como "ataque violentíssimo à economia nacional"
Em comunicado
conjunto, o CPC (Conselho Português de Carregadores) e a ANUC
(Associação Nacional de Utentes Privativos e de Concessionários de
Serviço Público de Áreas Portuárias) referem que a greve portuária, que
dura desde meados de agosto, "está a afetar as exportações nacionais,
colocando em risco muitos postos de trabalho, por perda de encomendas e
aumento de custos, pondo em causa a confiança em Portugal, como País
exportador, o que origina danos incalculáveis à nossa economia".
Por tudo isso, as associações defendem a urgência de "dar a conhecer à população portuguesa a razão desta greve de alguns trabalhadores portuários", enumerando uma série de pontos realtivos ao trabalho portuário atual: "Atualmente, todo o trabalhador que movimenta cargas na zona portuária está sujeito a uma legislação própria e, por esse motivo, não está submetido à Lei Geral do Trabalho, como a generalidade dos portugueses; O acesso a esta actividade não é livre; em termos práticos exige filiação sindical; O trabalhador portuário progride automaticamente na carreira, independentemente do desempenho individual, podendo atingir o topo da carreira em apenas 16 anos, situação sem paralelo noutras profissões".
Por tudo isso, as associações defendem a urgência de "dar a conhecer à população portuguesa a razão desta greve de alguns trabalhadores portuários", enumerando uma série de pontos realtivos ao trabalho portuário atual: "Atualmente, todo o trabalhador que movimenta cargas na zona portuária está sujeito a uma legislação própria e, por esse motivo, não está submetido à Lei Geral do Trabalho, como a generalidade dos portugueses; O acesso a esta actividade não é livre; em termos práticos exige filiação sindical; O trabalhador portuário progride automaticamente na carreira, independentemente do desempenho individual, podendo atingir o topo da carreira em apenas 16 anos, situação sem paralelo noutras profissões".
13 de novembro de 2012
Parecer SobreTrabalhoPortuário
(Alteração ao Regime do Trabalho Portuário)
Ainda antes desta Proposta de Lei ser aprovada, já por si, provocou um dos maiores conflitos laborais no sector portuário, o que indicia que a insistência no articulado proposto, sem ter em conta as propostas das organizações de trabalhadores do sector que a têm contestado, será um erro, porque certamente teremos uma legislação geradora de ainda maiores conflitos, num sector importantíssimo para o desenvolvimento
económico do País. O Sector Portuário tem tido um assinalável crescimento económico nos últimos anos, com assinaláveis lucros dos seus operadores privados, com resultados líquidos positivos das Administrações Portuárias e ainda contribuindo para a dinamização económica nacional. Que o Governo e a Troika tenham, mesmo assim, decidido lançar o sector na instabilidade para conseguir uma redução do preço da força de trabalho no sector é esclarecedor das intenções de Governo e Troika. O trabalho portuário realizou-se historicamente em condições de enorme precariedade e brutal exploração dos trabalhadores. Desses tempos ficam-nos a memória das «casas de conto», autênticas praças de jorna onde os trabalhadores portuários mendigavam trabalho. A revolução portuguesa libertou Portugal dessa chaga, permitindo a conquista pelos trabalhadores de um quadro legal onde a qualidade e segurança da operação se ligam à estabilidade laboral.
Polícia dispara para dispersar estivadores
Hoje de manhã, por volta das 9h30, "foi disparado para o ar um tiro de shotgun" (arma com cartuchos de borracha) por um dos elementos da PSP que se encontrava junto ao Hotel Tivoli, no Parque das Nações, em Lisboa, para dispersar um grupo de 50 estivadores.
Manifestação de estivadores em Lisboa resulta em 4 detidos e carros danificados
Uma manifestação de estivadores hoje ao início da manhã, em Lisboa,
resultou em confrontos com a PSP, tendo sido detidas quatro pessoas e
danificadas várias viaturas, segundo a polícia, avançou o Público.
Segundo fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da
PSP, a manifestação juntou cerca de 50 pessoas frente ao hotel Tivoli,
no Parque das Nações, onde decorre o Forum Transportes Competitividade e
Futuro, em que estão presentes representantes da Liscont e do Porto de
Lisboa, entre outros.
«Por volta das 9:20, os ânimos exaltaram-se e houve apedrejamento dos
elementos policiais, que estavam no local para garantir a ordem
pública», disse a mesma fonte.
Na sequência dos incidentes, várias viaturas civis que estavam estacionadas no local ficaram danificadas.
A situação ficou «controlada por volta das 10:30», acrescentou a PSP, sem adiantar mais pormenores.
A manifestação ocorre em mais um dia de greve dos estivadores.
Para hoje está marcada uma reunião entre os operadores dos portos e a
Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), para a
«clarificação» do acordo de 26 de Outubro que determinava os serviços
mínimos para os protestos dos trabalhadores da estiva. Em causa está um
dia de paralisação total convocado pelos trabalhadores da frente comum
para 27 de Novembro.
O Sindicato dos Estivadores Trabalhadores do Tráfego e Conferentes
Marítimos do Centro e Sul de Portugal, que tem liderado as contestações
da frente comum às alterações na lei do trabalho portuário, emitiu na
semana passada um pré-aviso de greve que vai estender as paralisações
parciais nos portos de Lisboa, Setúbal, Aveiro e Figueira da Foz até 28
de Novembro.
Paralisação Operadores prevêem que greve dos portos piore em Novembro
Realiza-se hoje nova reunião entre operadores e estivadores para a renegociação dos serviços.
As associações de empregadores portuários exigem, "desde já, a
redefinição dos serviços mínimos propostos, os quais, tal como estão
definidos, começam a prejudicar gravemente as populações das regiões
autónomas", de acordo com um comunicado conjunto a que o Diário
Económico teve acesso. Esta exigência representa um endurecimento da
posição dos empregadores portuários face à decisão do sindicato dos
estivadores de prolongar as greves no sector, pelo menos, até 28 de
Novembro.
Nesse sentido, foi pedida a intervenção da Direcção-Geral do Emprego e
das Relações do Trabalho (DGERT), para a clarificação da redacção
prevista no acordo de 26 de Outubro. O pedido foi comunicado ao
sindicato dos estivadores e a DGERT agendou para hoje uma reunião entre
operadores e estivadores.
"Pese embora todos os esforços desenvolvidos pelas associações de
empresas de estiva, o sindicato foi inflexível ‘rejeitando rotundamente o
diploma em formação, exigindo dos operadores e do Governo que travem a
aprovação da nova proposta de lei'", sublinha o referido comunicado das
associações de empregadores portuários.
As associações das empresas portuárias reclamam que apresentaram ao
sindicato dos estivadores uma proposta baseada em quatro pontos básicos:
manutenção do quadro de trabalhadores portuários, ocupação efectiva do
actual quadro de trabalhadores portuários, definição de limites anuais
de trabalho suplementar, "uma vez que o sindicato não se revê no limite
imposto pela nova lei", e compromisso de apresentação de uma proposta de
contratação colectiva de trabalho, que deveria ser discutida de forma a
estar concluída antes de 30 de Junho de 2013.
Um dia com os 380 irredutíveis estivadores
Na saída do estacionamento da Assembleia da República amontoam-se duas centenas de estivadores, frente a um cordão de polícias de intervenção. Cara a cara estão homens diferentes, com algumas coisas em comum: um ar duro de quem não está para brincadeiras e o facto de estivadores e polícias serem duas das profissões com maior taxa de sindicalização do país.
“Os polícias estão cá fora, os ladrões estão lá dentro”, berram em plenos pulmões os homens dos portos. De vez em quando, rebentam petardos, uma espécie de brincadeira registada das gentes do porto. No parlamento tinha sido votado horas antes o Orçamento do Estado. A discussão tinha sido prudentemente antecipada, a presidente da Assembleia da República e os deputados da maioria tinham prescindido da hora de almoço, coisa raramente vista por aquelas bandas, para poderem encerrar os trabalhos antes que chegassem os manifestantes. Bem podiam os estivadores bloquear a saída dos carros do parque automóvel da casa da democracia que os representantes do povo já se tinham escapulido a grande velocidade. Nem todos, o deputado comunista Miguel Tiago ironizava com a situação: “Os deputados da maioria, PSD e CDS, estavam cheios de pressa, eu é que fiquei com a moto no estacionamento e agora vou ter de ir de camioneta para Setúbal”, ria-se. A animação na rua continuava grande, estas dezenas de homens com coletes em que se podia ler palavras como “don’t fuck my job”, alternavam palavras de ordem menos respeitosas, para outras ainda menos educadas: “5 mil euros ganha a tua mãe, ó Passos”, gritavam alguns estivadores, enquanto um acrescentava em surdina: “E nas noites más.”
12 de novembro de 2012
Paralisações em Lisboa, Setúbal e Figueira da Foz Ministros da Defesa e da Economia coordenam grupo de trabalho para ultrapassar crise nos portos
Assunção Cristas garantiu, esta segunda-feira, que o Governo quer
superar “o mais rapidamente possível” os constrangimentos provocados
pela greve em alguns portos nacionais.
O Governo está fortemente empenhado em superar “o mais rapidamente
possível” os constrangimentos provocados pelas greves em portos
portugueses, que continuam a reter no nosso país produtos destinados à
exportação, referiu esta segunda-feira em Beja a ministra da
Agricultura, Assunção Cristas.A governante revelou que o
ministro da Defesa está a coordenar o grupo de trabalho que foi
constituído para tratar do dossier das greves nos portos nacionais,
juntamente com ministro da Economia.O bom desempenho nas
exportações de produtos alimentares e agro-alimentares que se tinha
registado no trimestre de Junho, Julho e Agosto com as exportações a
subirem 13% nos produtos primários e de 16,3% nos produtos
agro-industriais, “bem acima da média nacional” sofreu um forte
“retrocesso” no trimestre de Julho Agosto e Setembro.
Entrevista “Trabalhadores têm de chegar a acordo”
O presidente do IPTM prevê mais impactos negativos com as greves nos portos nas próximas semanas.
E defende que os sindicatos têm de chegar a acordo com os empregadores.
Como explica a evolução das movimentações de cargas nos portos portugueses em Outubro?
O principal factor a retirar é que os dois principais portos nacionais, não afectados pelas greves, foram ainda mais importantes. E Lisboa está a perder o peso relativo e estratégico.
O principal factor a retirar é que os dois principais portos nacionais, não afectados pelas greves, foram ainda mais importantes. E Lisboa está a perder o peso relativo e estratégico.
Com uma quebra de apenas 0,79% em Outubro, parece que não houve transferência de cargas para os portos espanhóis...
Não houve transferência de cargas para portos espanhóis, mas de Lisboa e Setúbal para Sines e Leixões.
Não houve transferência de cargas para portos espanhóis, mas de Lisboa e Setúbal para Sines e Leixões.
Qual será a solução para acabar com estas greves?
Os trabalhadores não têm outra solução senão sentar-se com os empregadores directos, com os operadores portuários, e chegar a um acordo, até porque os operadores portuários já garantiram ao sindicato de estivadores que irão manter todos os actuais postos de trabalho.
Os trabalhadores não têm outra solução senão sentar-se com os empregadores directos, com os operadores portuários, e chegar a um acordo, até porque os operadores portuários já garantiram ao sindicato de estivadores que irão manter todos os actuais postos de trabalho.
A semana que agora começa vai ser mais gravosa, com dias de greves de 24 horas...
É claro que vai ser mais gravoso. As empresas exportadoras ainda têm alternativas, outros portos, mas as empresas que vivem na actividade, directamente em cada um dos portos em que há greves, vão passar uma situação difícil que poderá colocar em causa várias dezenas de postos de trabalho. Os motivos destas greves não são certamente profissionais ou operacionais.
É claro que vai ser mais gravoso. As empresas exportadoras ainda têm alternativas, outros portos, mas as empresas que vivem na actividade, directamente em cada um dos portos em que há greves, vão passar uma situação difícil que poderá colocar em causa várias dezenas de postos de trabalho. Os motivos destas greves não são certamente profissionais ou operacionais.
Manifestação internacional de estivadores
International manifestation of longshoremen on 29 November in Lisbon - Manifestation internationale des docker le 29 Novembre à Lisbonne -Internationale Manifestation der Hafenarbeiter am 29. November in Lissabon - Manifestación internacional de estibadores, el 29 de noviembre en Lisboa - Manifestazione internazionale di scaricatori di porto il 29 novembre a Lisbona - Internationale manifestatie van havenarbeiders op 29 november in Lissabon.
11 de novembro de 2012
O vídeo que foi proibido na Alemanha ( Ich Bin Ein Berliner )
Versão em Alemão - Deutsch Version
Foi hoje difundido na Internet o vídeo que Marcelo Rebelo de Sousa pretendia que fosse visto Na Alemanha, em vésperas da visita de Angela Merkel a Portugal.
Foi hoje difundido na Internet o vídeo que Marcelo Rebelo de Sousa pretendia que fosse visto Na Alemanha, em vésperas da visita de Angela Merkel a Portugal.
A ideia partiu do antigo líder do PSD, no seu habitual comentário na TVI e a realização do mesmo ficou a cargo de Rodrigo Moita de Deus, blogger e actual dirigente do PSD. Contudo, segundo noticiou o Expresso no Sábado e hoje o jornal Público, a Alemanha recusou a exibição do vídeo em locais públicos este fim-de-semana.
Desta forma, os autores optaram por o divulgar na Internet. O vídeo, com uma qualidade técnica bem inferior ao realizado em 2011 pela Camara de Cascais para explicar aos finlandeses o que “não sabem sobre Portugal”, foi filmado num único plano na margem do Rio Tejo, junto ao Padrão dos Descobrimentos.
Intitulado “Ich Bin Ein Berliner” (em português: “Eu sou um berlinense”), o vídeo cita a evolução de Portugal desde o 25 de Abril, em áreas como a educação e a saúde. Admite que Portugal desperdiçou dinheiro nos últimos anos, como o caso dos submarinos comprados à Alemanha, e a construção de 10 estádios no Euro 2004, com recurso a consórcios compostos por empresas alemãs.
Lembra a dose a austeridade “sobre tudo o que mexe” que já foi aplicada em Portugal e salienta que no País “trabalhamos mais” (horas por dia e até mais tarde) que os alemães, temos menos feriados, o salário médio é cerca de metade e pagamos “muito mais impostos”.
Recorda também o perdão da dívida à Alemanha, depois da II Guerra Mundial, e que Portugal apoiou a Alemanha quando o país quebrou o limite dos 3% do défice, violando as regras dos tratados europeus.
Depois de afirmar que o portugueses sempre se mostraram solidários com o projecto europeu, o vídeo refere que “temos a certeza que os alemães também”. Com um total de 5 minutos, o vídeo termina com a frase: “Na Europa os muros de Berlim acabaram em 1989”.
(Texto do Jornal de Negócios)
10 de novembro de 2012
Governo deve usar “mecanismos legais” para travar efeitos da greve dos trabalhadores dos portos (?)
O deputado centrista Hélder Amaral apelou hoje ao
Governo para que “utilize todos os mecanismos legais à sua disposição”
para travar os prejuízos decorrentes das greves dos trabalhadores
portuários, caso não seja possível chegar a acordo em concertação.
“Temos de considerar
que a greve está a causar enormes prejuízos à economia, às exportações,
às empresas e aos trabalhadores e, obviamente, a todos os que estão a
fazer um esforço enorme para - dentro de um cenário que é muito negativo
- conseguir encontrar novos mercados e novas oportunidades de negócio”,
afirmou Hélder Amaral, em declarações à agência Lusa. Salvaguardando
que o CDS “não está contra o direito à greve nem põe em causa” essa
conquista dos trabalhadores, Hélder Amaral entende, no entanto, que “não
é um direito ilimitado, não é um direito absoluto”.
9 de novembro de 2012
Serviços mínimos
Trabalho de estivador
8 de novembro de 2012
Norte e Sul
Subscrever:
Mensagens (Atom)






























