30 de setembro de 2012

Skank - Estivador

                                            


 Podes consultar a letra da música :

Açúcar no cais do porto
É na estiva, é na estiva

Assim se fazem os cabos de aço.

                                              

Show of solidarity by Maltese port workers

Maltese Port Workers today joined other European Port Workers  in a solidarity strike and laid down their tools for an hour at The Grand Harbour and at Malta Freeport.
The solidary strike was ordered by the International Dockworkers Council (IDC) in support of the Portugese port workers in their fight against the new Ports Law. The stoppage also coincided with the European Ports Policy Review Conference which is meeting today in Brussels. The conference is being organised by the European Commission.
Malta Dockers Union President Joe Saliba and Secretary Clinton Sammut Union are participating in this conference, where they are opposing attempts by the Commission to legislate European port labour services.

Vida de estivador (obrigado Sérgio Monteiro pela força que nos deste)


Manifestação 29-09-2012

Esta foi mais uma razão para uma grande participação de trabalhadores portuários e marítimos na grande manifestação do dia 29.
Para os estivadores o que marca este dia é a continuação da luta dos trabalhadores da estiva, pilotos e administrações portuárias contra a falta de resposta do Governo e contra o regime jurídico do trabalho portuário, que mereceu o apoio da UGT, contra a opinião dos representantes da esmagadora maioria dos trabalhadores do sector portuário e marítimo.
Esta manifestação que juntou, trabalhadores portuários de todos os portos (a sic diz erradamente que eram estivadores de Aveiro) foi mais um cartão amarelo para este governo.
Só um governo moribundo e sem sentido de Estado mantém um conflito desta dimensão, sem nada fazer para negociar com os verdadeiros representantes dos trabalhadores.
Vejam também o vídeo da sic clicando em Ler mais em baixo.

29 de setembro de 2012

Manifestação 29 Setembro

Trabalhadores de todo o país  deslocaram-se hoje a Lisboa para participar na manifestação convocada pela CGTP, com o intuito de mostrar ao Governo o descontentamento dos portugueses perante as medidas de austeridade impostas e para defender novas políticas de desenvolvimento para o país.
Os estivadores estiveram nessa manifestação mostrando o seu descontentamento para com as imposições que o governo quer para o sector portuário.  Todo o sector portuário tem razões bem fortes para dar uma resposta de luta àquilo que o Governo está a fazer e o que pretende fazer no nosso sector, ou seja destruí-lo em benefício de grandes grupos económicos.
 Pode ver mais fotos no nosso Facebook

Greve nos portos: CIP pede ao Governo que use os meios legais

E nós vamos deixar?
A Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) afirmou esta sexta-feira que o Governo «não deve excluir a hipótese de recurso aos instrumentos legais» para garantir o funcionamento normal dos portos, cujos trabalhadores estão em greve, escreve a Lusa.Desde 17 de setembro, a maioria dos portos portugueses está paralisada devido à greve dos pilotos de barra, à paralisação dos estivadores e dos trabalhadores das administrações portuárias, que se foram sucedendo umas às outras, sem interrupções.«No caso de não prevalecer o bom senso e o sentido de equilíbrio entre o valor das causas que se defendem, em comparação com as causas nacionais que assim ficam comprometidas, a CIP considera que o Governo não deverá excluir a hipótese de recurso aos instrumentos legais que tem à sua disposição, caso essa seja a única forma de assegurar o normal funcionamento dos portos nacionais», afirmam os patrões, em comunicado hoje emitido
.A instituição liderada por António Saraiva considera ainda que a greve dos trabalhadores dos portos «compromete todo o esforço e põe em causa o sucesso das políticas de incentivo ao crescimento das exportações», sobretudo «num momento em que as exportações constituem um fator decisivo para o desenvolvimento da economia, compensando a redução do mercado interno e permitindo a manutenção de emprego».
Para a CIP, as greves nos portos portugueses são «um ato de irresponsabilidade e representam um retrocesso significativo» nas escolhas dos sindicatos das formas de contestação às medidas do setor.
agencia financeira

28 de setembro de 2012

Assembleia geral

E, em assembleia geral de trabalhadores, realizada hoje dia 28-09-2012, na sede do Sindicato dos trabalhadores do porto de Aveiro,que teve início ás 13:30 e terminou por volta das 17:15,os respectivos trabalhadores depois de considerados os vários cenários que se apresentam como futuro próximo, determinaram que vão continuar na luta pelos seus direitos. Sendo assim, vamos continuar, e, ou agravar as formas de lutas, com fim a defender os interesses dos todos os trabalhadores portuários a nível nacional. Continuamos unidos, e podem continuar a contar com os colegas de Aveiro para futuras lutas que se avizinham. Sabemos que não caminharemos sozinhos.

Afinal talvez aqui haja uma situação gravosa.

Muito bom dia.
Companheiros de luta, sou um colega vosso de Lisboa, trabalhador eventual.
Sou um visitante assíduo do vosso blogue.
Nesta minha ultima visita, li o artigo do Sr. Fernando da C. Gomes com o titulo É PRECISO REFLECTIR, e na minha modesta opinião, merece resposta.
Se partilharem da minha opinião por favor publiquem a seguinte resposta.


Exmo. Senhor Fernando da C. Gomes
A sua sobeja preocupação com a nossa luta, imagino que nada tenha a ver com a delicada situação que os trabalhadores portuários vivem actualmente.
Refere e bem que a nossa luta teve plena legitimidade sindical e sentido social, palavras bonitas a roçar o solidário, mas mesmo assim sou obrigado a discordar, pois “teve” faz parte do passado, e nós “estamos” em greve , estamos em luta.
Caso não tenha acompanhado a nossa luta, ou não tenha entendido as nossas razões, e apenas tenha lido o diploma dos ditadores liberais, o que parece ser uma forte hipótese face às suas considerações no fim do primeiro paragrafo.  -“…Não serão assim tão gravosos quanto se te temia e se fez propalar….” 

O tempo não apaga as memórias…


Camaradas e companheiros de luta, acompanho com regularidade o “Nosso” blog e opiniões são e valem aquilo que nós quisermos. 
Analisei o último texto e voltei a analisar, mas o problema é que o papel aceita tudo o que para lá se despeja. “Expurgar fantasmas do passado”?????? estou incrédulo! 

“É PRECISO REFLECTIR” deliciei-me a ler o artigo, pois aquela forma de escrita é-me muito familiar, e as pessoas por se afastarem fisicamente, não implica a sua desvinculação psíquica áquilo que foi uma vida de trabalho e de luta. Luta pela defesa e direitos dos trabalhadores, sem discriminar classes esquecendo muitas vezes a família e os amigos, e eu sei daquilo que estou a escrever. 
Relativamente ao infeliz parágrafo onde se pode ler “está completamente por fora do panorama sindical nacional tanto a nível de lutas sindicais como de estratégias sindicais”, deixai-me dizer alguma coisa, pois senão, não vou conseguir dormir. 
Aquela pessoa inteligentíssima e íntegra conseguiu ver sempre muito mais à frente do que todos nós, um grande estratega, o Porto de Aveiro e os Trabalhadores Portuários Nacionais devem-lhe muito. Tive o privilégio de negociar a seu lado acordos, e nem sabem como me sinto orgulhoso não só dos acordos alcançados, mas, também o facto de sentir segurança na capacidade negocial que só um grande líder é capaz. Mais, o autor do texto “É PRECISO REFLECTIR” nunca esteve afastado dos Nossos problemas, viveu-os e continua a senti-los profundamente, mostrou-se sempre bastante preocupado com todos os desenvolvimentos últimos. Apesar de darmos importância ou não ao que os outros escrevem, estou a falar por mim. É arrogante a forma como se pretende atingir e denegrir a imagem de uma pessoa que nos deu tudo (quase a vida) o que tinha para dar! 

Se queremos união, teremos que estar unidos! 

Saudações sindicais, e um grande abraço para aquele que foi o meu “LIDER” e amigo durante quase 25 anos!

Rui Oliveira 


27 de setembro de 2012

Fórum "O Papel dos Portos de Aveiro e Figueira da Foz no Desenvolvimento Regional e no reforço da competitividade do Centro"

Não é novidade, mas convém ser lembrado: O Porto de Aveiro é parte integrante e absolutamente determinante de um conjunto de infraestruturas indispensáveis ao bom desempenho económico da Região Centro.
Por entre as latas vantagens competitivas que apresenta destacaria:
1º A sua localização num dos principais corredores logísticos de ligação de Portugal à Europa (Aveiro-Vilar Formoso-Salamanca-Valladollid-Irun);
2º A sua grande capacidade instalada em termos de cais especializados e de terraplenos (resulta do inicio de exploração dos novos terminais especializados de granéis sólidos, líquidos, de carga ro-ro e contentorizada e da ampliação do terminal polivalente); ver o artigo completo aqui.

Álvaro Santos Pereira: Governo está a acompanhar a situação dos portos

Ministro da Economia não quis comentar o conselho de ministros extraordinário que teve lugar esta quarta-feira. E, quanto à greve dos estivadores e à proposta da Associação Comercial de Lisboa, Santos Pereira assinalou que o Governo está a acompanhar a situação.
O ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira (na foto), esteve presente na inauguração da nova sede, em Lisboa, da Teleperformance e não quis comentar o que foi debatido no conselho de ministros extraordinário - que teve lugar esta quarta-feira.Com alguns portos portugueses em greve e com a Associação Comercial de Lisboa a pedir a intervenção do Governo para travar os efeitos da paralisação, o ministro da Economia garantiu que o Executivo tem acompanhado a situação e vai continuar. “A situação dos portos é uma situação que temos vindo a acompanhar. Foi assinado um acordo com sindicatos (…) do sector portuário, há cerca de duas semanas sobre o novo regime de trabalho portuário. Continuaremos a acompanhar a situação”, assegurou. À margem da inauguração, Álvaro Santos Pereira, sublinhou, todavia, que o Governo está a “criar as condições para o crescimento económico voltar o mais rapidamente possível”. “Sabemos que o País está a passar por dificuldades mas empresas como esta” que, com a inauguração da nova sede vai criar 1.200 postos de trabalho e “outros exemplos que tivemos ao longo deste ano mostram claramente que os investidores acreditam em Portugal. Acreditam que estamos a criar as condições para que projectos como este se desenvolvam e prosperem”, afirmou.Quanto à privatização da TAP e sobre potenciais interessados, o ministro não quis comentar.

HA QUE EXPURGAR FANTASMAS DO PASSADO


Caros amigos, antes de começar a falar sobre o que quer que seja, quero constatar sem sombra de duvidas, que um artigo de opinião é isso mesmo, uma opinião e nada mais que isso.
Assim sendo, espero que este artigo não seja também nem mais nem menos do que  acima me referi.
Acabei de ler o artigo de opinião “ É PRECISO REFLECTIR “, e efectivamente depois de o ler acho mesmo que temos de rfletir.
Uma das reflexões que faço é sobre as opiniões que o autor faz sobre o facto do projecto lei ter sido aprovado em  Conselho de Ministros, apresentando a ideia de que a reversão é dificílima. Quero lembrar ao autor que quando estivemos juntos na grande manifestação de Estrasburgo, numa luta a escala Europeia, luta essa épica para todos os efeitos, a lei já tinha entrado no Parlamento Europeu e mesmo assim foi travada.
Outra das reflexões  que faço é sobre o facto do autor do texto,neste momento, e apesar de toda a informação escrita e ou oral que tenha recolhido, está completamente por fora do panorama sindical nacional tanto a nível de lutas sindicais como de estratégias sindicais, sendo que esses cenários actuais englobam vários sindicatos nacionais.

26 de setembro de 2012

PCP realiza Audição sobre o sector Marítimo-Portuário

Numa estratégia que compromete o futuro do sector Marítimo-Portuário Nacional, o Governo anunciou no passado dia 13 de Setembro uma revisão do Regime de Trabalho Portuário, medida que terá ainda de submeter à aprovação da Assembleia da República. Mais uma vez, e de forma cada vez mais indisfarçável, o Governo ao mesmo tempo que avança contra os trabalhadores, fazendo do incremento brutal da sua exploração a base das suas "reformas", projeta alterações no modelo de organização, gestão e propriedade dos Portos contrários ao interesse nacional.
Ao promover agora esta audição parlamentar, o PCP assume o objetivo de, para além de transportar para o debate na AR da proposta de lei do Regime de Trabalho Portuário as opiniões que o Governo se recusou a ter em conta, contribuir para aproximar da Assembleia da República o conjunto dos problemas e reivindicações do Sector Marítimo-Portuário e o de recentrar um debate que urge prosseguir, sobre o desenvolvimento soberano do Sector Marítimo-Portuário Nacional. Autor/fonte

Gratificação em Leixoes


Os prémios, qualquer que seja a sua natureza, assim como as gratificações e subsídios, são considerados remuneração para efeitos contributivos para a segurança social quando tiverem o carácter de regularidade – Artº 2º, al. d), do Decreto Regulamentar nº 12/83, de 12 de Fevereiro.

 Tais prémios assumem o carácter de regulares quando são periódicos e contínuos, criando no trabalhador uma legítima expectativa do seu recebimento. A periodicidade ou regularidade do prémio ou gratificação não tem que ser mensal ou anual, bastando que haja um pagamento com carácter de continuidade. Ou seja, que a sua atribuição seja certa desde que cumpridos certos requisitos alcançáveis pela generalidade dos trabalhadores.

É PRECISO REFLECTIR



Tenho acompanhado, tanto quanto me é possível e com sobeja preocupação, a vossa “luta”. Ela teve plena legitimidade sindical e autêntico sentido social.
Entretanto no decurso da disputa, foi produzido, bem ou mal, mas indestrutível, um acordo, e na decorrência do mesmo, foi em reunião do Conselho de Ministros do pretérito dia 20, aprovada uma proposta de lei, que visa alterar o regime jurídico do trabalho portuário. Todos sabemos que a partir desse momento a reversão é dificílima, se não mesmo impossível. Restará o período de 30 dias de discussão pública, para durante ele se fazer chegar à Assembleia da República as propostas, as solicitações ou os reparos que as associações sindicais e demais interessados, possam entender como pertinentes.
Analisados os termos do articulado constante daquela proposta de lei, constitui minha humilde conclusão, que, os seus efeitos práticos sob a forma de lei, não serão assim tão gravosos quanto se te temia e se fez propalar.

Gouveia Lopes: "Portos conseguiram posicionar-se como um setor essencial para a economia"

                                        O porto de Setúbal recebeu, esta terça-feira, uma reunião da Conferência dos Presidentes das Comissões Parlamentares (CPCP), iniciativa que pela primeira vez se realizou fora do Palácio de São Bento, no âmbito das comemorações do Dia Internacional do Mar.
Em entrevista à CARGO Vídeos, Carlos Gouveia Lopes, presidente da Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS) e anfitrião desta iniciativa, congratulou-se por ter sido visto no porto de Setúbal o local ideal para a realização desta primeira reunião fora do Palácio de São Bento, explicando ainda a importânca do porto de Setúbal para o desenvolvimento, um dos temas em discussão na reunião.

Apoio europeu



Greve nos portos

Naturalmente a greve para nós não é um fim. O que nós queremos é convergir numa mesa de negociação para a solução dos problemas que nos afectam e estamos a aguardar que o efeito desta greve se traduza em negociação activa por parte do governo com os sindicatos


25 de setembro de 2012

Solidariedade

 Todo o setor portuário tem razões bem fortes para dar uma resposta de luta àquilo que o Governo está a fazer e o que pretende fazer no nosso sector, ou seja destruí-lo em benefício de grandes grupos económicos.
 O descontentamento é geral, mas Chega de todo o lado a Solidariedade para com a luta dos trabalhadores portuários.

Pode ver os documentos  Aqui

24 de setembro de 2012

Estivadores espanhóis param em protesto contra as alterações legislativas portuárias em Portugal

Os estivadores espanhóis marcaram para esta terça-feira uma paragem na atividade entre as 8h e as 9h de forma a mostrar a sua "mais enérgica recusa" à alteração legislativa da atividade portuária pensada pelo Governo português, a qual poderá trazer uma redução do âmbito laboral dos estivadores no país e uma "precarização das condições de trabalho", de acordo com os sindicatos espanhóis 'UGT', 'Comisiones Obreras' e 'Coordinadora'.

Nesta hora de paragem serão realizadas sessões em que será explicada a situação que se vive nos portos portugueses e a postura de coesão e coordenação dos estivadores europeus nesta matéria.

Esta paragem coincide com o dia da Conferência de Revisão da Política Portuária Europeia 2012, que se celebra em Bruxelas, na qual estarão reunidos representantes da IDC que denunciarão a situação dos estivadores portugueses e comunicarão que se a CE não toma em atenção os argumentos da organização, os portos europeus encetarão ações de protestos em finais de outubro que afetem os navios com origem ou destino em Portugal.