Aqui fica uma pequena mostra de uma das muitas finalidades dos perfis de ferro que descarregamos, e como se pode adivinhar, quanto menos avarias tiverem melhor. Assistam ao vídeo
23 de setembro de 2012
Mostrem a cara que se esconde atrás do teclado!
“Quando
um Jogador de xadrez move uma determinada pedra para um certo quadrado do
tabuleiro, fá-lo objectivamente, tendo em conta a sequência que tal jogada pode
ter em função das respostas previstas e possíveis por parte do adversário. A
jogada seguinte será esta ou aquela conforme a resposta que tiver sido dada,
mas sempre com o objectivo previamente pensado de optimizar o posicionamento
das pedras no domínio do tabuleiro e com o fim último de vencer. O êxito da
jogada depende da competência de prever, mas implica um saber primário de como
se move cada peça.”
Quer
tudo isto dizer que não basta saber mover as pedras, é também preciso saber não
só o efeito imediato como ainda possíveis situações futuras e ter preparada a
estratégia para cada circunstância.
Quando
se aponta uma arma a alguém é preciso saber, 1º se tem balas,2º se a arma está
a funcionar e se tenho coragem para fazer aquilo a que me propus e por fim e
penso que mais importante, assumir as consequências. Liberdade significa
responsabilidade, é por isso que a maioria das pessoas a temem e se escondem.
A
musica introduzida na vigília na
sexta-feira “Acordai, Homens que dormis…” nunca esteve tão actual e necessária na
nossa profissão.
Uma
mascara não dura toda a vida um dia ela cai e a verdade aparece.
Eu
pelo menos assumo aquilo que faço não me escondo atras de blogues que ninguém sabe
de quem são, de comunicados não assinados, de intrigas…por um futuro melhor em
todos os portos “Acordai, Homens que dormis”
Estivador25
22 de setembro de 2012
O ACORDO DE ALGUNS
Podem consultar o acordo no link abaixo postado. Aqui está o que, eles dizem que não vão fazer. Desde qualquer um ter direito a trabalhar num porto, até ter de trabalhar com míseros contratos, deixar cair a carteira profissional etc...tudo aquilo que dizem que não vai acontecer neste acordo....já está escrito.
Consultar o documento AQUI .
COMUNICADO CONJUNTO
Los sindicatos Coordinadora, CC.OO. y UGT han acordado celebrar asambleas de los trabajadores de la Estiba, en todos los puertos españoles, el próximo martes 25 de septiembre entre 8 y 9 de la mañana. De conformidad con los derechos legales colectivos de los estibadores esto significa que se interrumpirá el trabajo de Estiba durante esa hora en todos los puertos españoles.
El motivo de estas asambleas es informar a los estibadores de lo que está sucediendo en los vecinos puertos portugueses.
En el mes de julio el gobierno portugués anunció, por boca del secretario de Estado de Obras Públicas, Transporte y Comunicaciones, su intención de cambiar la legislación portuaria e introdujo un proyecto de ley que autoriza el uso de trabajadores temporales en los puertos directamente por parte de los navieros para cada uno de sus barcos individualmente, a la vez que precariza los servicios de practicaje y otros relativos a la seguridad del tráfico marítimo. Se trata, pues, de una legislación que rompe la Convención 137 de la Organización Internacional del Trabajo (OIT) ratificada por Portugal.
Los trabajadores de los puertos portugueses han formado un “Frente Comum Sindical Marítimo Portuària” y están luchando duramente contra esta gravísima agresión. Varias huelgas han paralizado totalmente los puertos portugueses y el martes 25 de septiembre habrá una más.
Esta agresión no es ajena a los portuarios españoles, ni a los del resto de Europa. Precisamente el 25 de septiembre se inaugura en Bruselas, por parte del Comisario Kallas, una Conferencia que, bajo el engañoso título de “Liberar el potencial de crecimiento”, pretende lanzar una nueva iniciativa para hacer lo mismo que en Portugal en los demás puertos europeos.
Los trabajadores de los puertos españoles ya conocen estas iniciativas, ya que fueron parte destacada en la derrota de los Paquetes Portuarios I y II y no van a consentir que se lleve adelante este nuevo ataque que empieza por Portugal. Por eso, en las asambleas del 25 de septiembre se informará de la situación, al tiempo que daremos un toque de atención a quienes, desde su torre de marfil bruselense, quieren acabar con los estibadores europeos. Y, también, mostraremos nuestra solidaridad con los compañeros portugueses, por si acaso alguien tiene la idea de desviar barcos de sus puertos a los nuestros.
El motivo de estas asambleas es informar a los estibadores de lo que está sucediendo en los vecinos puertos portugueses.
En el mes de julio el gobierno portugués anunció, por boca del secretario de Estado de Obras Públicas, Transporte y Comunicaciones, su intención de cambiar la legislación portuaria e introdujo un proyecto de ley que autoriza el uso de trabajadores temporales en los puertos directamente por parte de los navieros para cada uno de sus barcos individualmente, a la vez que precariza los servicios de practicaje y otros relativos a la seguridad del tráfico marítimo. Se trata, pues, de una legislación que rompe la Convención 137 de la Organización Internacional del Trabajo (OIT) ratificada por Portugal.
Los trabajadores de los puertos portugueses han formado un “Frente Comum Sindical Marítimo Portuària” y están luchando duramente contra esta gravísima agresión. Varias huelgas han paralizado totalmente los puertos portugueses y el martes 25 de septiembre habrá una más.
Esta agresión no es ajena a los portuarios españoles, ni a los del resto de Europa. Precisamente el 25 de septiembre se inaugura en Bruselas, por parte del Comisario Kallas, una Conferencia que, bajo el engañoso título de “Liberar el potencial de crecimiento”, pretende lanzar una nueva iniciativa para hacer lo mismo que en Portugal en los demás puertos europeos.
Los trabajadores de los puertos españoles ya conocen estas iniciativas, ya que fueron parte destacada en la derrota de los Paquetes Portuarios I y II y no van a consentir que se lleve adelante este nuevo ataque que empieza por Portugal. Por eso, en las asambleas del 25 de septiembre se informará de la situación, al tiempo que daremos un toque de atención a quienes, desde su torre de marfil bruselense, quieren acabar con los estibadores europeos. Y, también, mostraremos nuestra solidaridad con los compañeros portugueses, por si acaso alguien tiene la idea de desviar barcos de sus puertos a los nuestros.
21 de setembro de 2012
Manifesto dos Estivadores de Portugal (as razões de uma luta)
O
governo português aprovou ontem em CM uma nova legislação de trabalho
portuário que terá implicações terríveis no futuro profissional e
pessoal dos actuais e futuros estivadores.
A
reestruturação do sector portuário tem vindo a ser apresentada, desde
há largos meses a esta parte, como a grande aposta para o relançamento
da economia nacional. A propagandeada queda dos preços no sector, na
ordem dos 30%, e a sua hipotética repercussão nos negócios das
exportações, a acontecer, foi concebida à custa da precarização das
relações laborais e do falacioso abaixamento nos custos do factor
trabalho.
Apresentamos as 10 principais razões da nossa luta:
20 de setembro de 2012
Trabalhadores portuários preparam-se para requerer inconstitucionalidade do regime laboral
Vítor Dias, dirigente do Sindicato de Estivadores do Porto de Lisboa, Centro e Sul de Portugal, disse ao PÚBLICO que o Governo tem tido “uma postura claramente inqualificável, para quem propõe ser um Governo sério e dialogante”.
O sindicato, que está ligado à Frente Comum Sindical Marítimo-Portuária, irá aguardar que a nova proposta de lei dê entrada na Assembleia da República, nomeadamente na Comissão Parlamentar de Economia, onde vai voltar a contactar os grupos parlamentares. Vítor Dias defende que as novas regras vão “muito mais longe” do que o Código do Trabalho, nomeadamente na precariedade que permitem no domínio do trabalho portuário.
Ao mesmo tempo, continuam a decorrer nesta e na próxima semana várias greves de trabalhadores ligados ao sector, incluindo pilotos da barra e trabalhadores das administrações portuárias, que têm paralisado praticamente toda a actividade, sublinhou.
A flexibilização do regime de trabalho nos portos, nomeadamente a possibilidade de trabalho à jorna e o alargamento das funções que são permitidas a trabalhadores não especializados são as principais preocupações dos sindicatos ligados à frente comum. Vítor Dias refere que as novas regras ameaçam levar ao despedimento de cerca de metade dos 1000 trabalhadores portuários, dos quais a maioria está em Lisboa e Sines.
Do lado do Governo, o Ministério da Economia assinou na semana passada um acordo com vários sindicatos e operadores portuários ligados ao sector, mas o responsável do Sindicato de Estivadores do Porto de Lisboa refere que aqueles representam apenas 20% dos trabalhadores dos portos.
O novo regime, que foi apresentado pelo secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, em Junho passado, insere-se num plano que tem como objectivo a redução dos custos portuários entre 20 a 30%, do qual fazem também parte a redução de taxas cobradas aos operadores e a abertura do mercado a novos operadores.
Governo aprova reforma da lei laboral nos portos

Diploma tem suscitado protestos entre os trabalhadores que têm várias greves marcadas para as próximas semanas. Executivo já assinou com alguns sindicatos e operadores. O Governo aprovou em Conselho de Ministros (CM) o diploma que reforma a lei laboral nos portos e que tem gerado críticas e greves dos trabalhadores por todo o País.
Segundo o comunicado do CM "é redefinido o âmbito do trabalho portuário, independentemente do regime jurídico de utilização das áreas portuárias, harmonizando-o para todos os portos, utilizando a experiência já adquirida em alguns portos nacionais". Ou seja, fica aberta a possibilidade de outros trabalhadores executarem tarefas que eram exclusivas de quem tinha estatuto de trabalhador portuário (menos de 500 em todo o País).
Por outro lado, "é também disciplinado o regime do trabalho portuário a termo e intermitente. O propósito é habilitar o regime do trabalho portuário com modalidades contratuais já previstas no Código do Trabalho, ainda que acolhendo regras especiais que permitam adequar essas figuras à especificidade da operação portuária". Isto permite uma grande flexibilização laboral nos portos, um dos grandes objectivos do Governo.
Além disso, o documento diz que "é de realçar o Acordo para o Mercado de Trabalho Portuário entre o Governo, a União Geral dos Trabalhadores, a Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores Portuários e diversos operadores portuários, representados, designadamente, pela Associação dos Operadores Portuários dos Portos do Douro e de Leixões e pela Associação dos Operadores dos Porto de Lisboa". Este acordo não inclui muitos dos sindicatos do sector que têm paralisado os portos com greves recentemente. As paralisações devem continuar.
Dias por preencher...
E na radio “ESCUVELHICE” este é já um tema de conversa em
todos os portos, não obstante das medidas tomadas. Pessoalmente, vou ficando
atento às conversas e ao mesmo tempo vou sendo esmagado por diferentes
opiniões. Vou trocando opiniões com pessoas que cuja sua maturidade me
surpreende. E como falar com outras pessoas dá-nos acesso a ideias que nunca
consideramos, vou tentar escolher as melhores palavras para descrever o que por
aqui se vai passando e não ser mal interpretado. Durante todo este processo,
vamos alimentando a esperança de que daqui para a frente as coisas vão
melhorar. Vamos ouvindo a malta que tem “olho” para diagnósticos, mas ao mesmo
tempo pede respostas. E como só o tempo traz repostas, só nos resta esperar e
pensar que todo este esforço vai valer a pena. Neste momento qualquer atitude
mais radical funciona como um rastilho, e como acontecimentos passados ainda
estão na mente de algumas pessoas, vamos ter calma. Vamos ter em mente, que por
norma a intolerância tem tendência a ser enfrentada, venha ela do sujeito “a”
ou do sujeito ”b”, ou seja ela
enfrentada ou provocada pelos mesmos sujeitos. Sem diálogo vai ser difícil. É
que os problemas vividos á distância não são tão complicados depois de vividos
por perto. Os dias que vão passando no porto, são como uma página de um livro,
á espera de ser virada na esperança que na próxima página a história melhore. E
para que a história melhore, é necessário que todas as partes se façam ouvir, e
se cheguem a conclusões. Uma coisa é certa, portuário é portuário, e não tiram o
porto ao portuário. E como portuário que sou, espero que haja bom senso de
ambas as partes e que se troquem impressões para que tudo volte ao normal o
mais rápido possível. O “nosso” porto não pode andar em constantes
constrangimentos ideológicos, sejam eles de quem forem. A bem de todos, haja
diálogo. Todos estes desentendimentos aconteceram de maneira tão rápida que na
minha cabeça, começa a ter o efeito contrário…e tudo esta a passar com extrema
lentidão. Começo a ter saudades dos rostos cansados e das barbas por fazer. No
meio de tanta confusão, tenho certeza das minhas dúvidas. Fica o meu pequeno
desabafo, que não pretende dar protagonismo a ninguém, nem o contrário, é
simplesmente um desabafo, de quem por cá trabalha.
Cumprimentos a todos
08
En solidaridad con la lucha en los puertos portugueses
Para poder apoiar os nossos companheiros portugueses na sua luta contra a nova lei dos portos,fazemos um pedido a todos os membros da zona europeia do IDC a realizar uma paragem em 25 de Setembro de 2012 coincidindo com o dia da conferencia de revisão da politica portuária europeia 2012.
Pode ver o documento;
Aqui
Solidariedade com a nossa luta
Caros amigos
Continuamos a acompanhar todo o processo de ataque que o governo português está a fazer ao sector portuário e marítimo, assim como a forma determinada com que os trabalhadores estão a enfrentar essas medidas.
Ao iniciarem mais um período de greves no sector, num amplo movimento de unidade, que é também uma resposta aos acordos firmados entre o governo e quem não os representa, os trabalhadores assumem com firmeza a defesa das suas reivindicações e dos interesses do País.
A UIS-Transportes, estrutura sectorial da Federação Sindical Mundial, manifesta, mais uma vez, a sua solidariedade militante para com a luta dos trabalhadores portuários e marítimos de Portugal, na certeza que a mesma será um forte estímulo contra as políticas neo-liberais que provocam a enorme crise económica, financeira e social com que Portugal e outros Países se debatem.
Recebam as nossas cordiais saudações sindicais
São Paulo (Brasil), 19 Setembro 2012
Wagner Fajardo
19 de setembro de 2012
Estivadores em greve páram portos
"Está a correr dentro daquilo que é o expectável. Normalmente no que respeita à área portuária, a exemplo do que aconteceu com os nossos companheiros da pilotagem de barra, está a correr conforme o esperado, com tudo parado nos portos onde emitimos os pré-avisos de greve", afirmou Vítor Dias.De acordo com Vítor Dias, apenas os portos de Sines e Leixões devem continuar a funcionar sem problemas. Após a greve dos pilotos de barra, que decorreu entre segunda e terça-feira, realiza-se entre hoje e quinta-feira uma dos estivadores e na sexta e na próxima segunda-feira paralisam os trabalhadores das administrações portuárias.
"Desejaríamos obviamente que o Governo tivesse outra postura perante o assunto e que pudesse evitar (a greve), mas não o tendo feito, nós estamos a cumprir a nossa jornada de luta e ela está a correr de acordo com a expectativa, com uma adesão total, como é hábito neste sector de actividade", disse.
18 de setembro de 2012
Curta-metragem documental sobre o Porto da Figueira da Foz ( André Santos )
Este projeto é uma curta-metragem documental sobre o Porto da
Figueira da Foz e toda a sua envolvência. Pretende sobretudo captar uma
visão intimista da relação entre a cidade da Figueira da Foz com o
porto, tendo como intervenientes as pessoas que lá trabalham, os grandes
navios, o rio e o mar.
Enquanto figueirense que sou dei-me conta que talvez o Porto e todo
o trabalho tão importante que lá se realiza passa completamente
despercebido aos olhos do resto da cidade. Acho que um projeto deste
genero poderá ser uma mais valia para toda a importãncia que o Porto da
Figueira da Foz tem para a cidade, mas não só, porque em conjunto com os
outros Portos nacionais, têm um extrema importância para o pais.
Este trabalho surgiu de iniciativa própria e apesar de
ainda não ter data de estreia nem local definido, é meu intuito dá-lo a
conhecer ao maior numero possivel de pessoas, inclusivé, atráves de
festivais de cinema.
Como este projeto foi concebido com a conivência da
APFF, SA, gostava que depois todo o pessoal envolvido no Porto da Figueira
Foz possa assistir ao documentário. Fica o trailer.
DAS FINAS AREIAS - 2012 - TRAILER from André Santos on Vimeo.
Razões determinantes da Convocação da Greve
Constituem motivos graves, determinantes desta declaração da Greve:
a) Para alem dos fundamentos abaixo explicitados – que subsistem nesta data, por se continuar a verificar a total indiferença e o lamentável alheamento do Governo perante a validade, oportunidade e premência de tais fundamentos aduzidos pelas organizações sindicais portuárias que se viram na necessidade de convocar a greve realizada no dia 14 de Agosto de 2012 – acrescem agora as repetidas recusas da Secretaria de Estado dos Transportes em estabelecer o diálogo que se comprometeu a entabular com estas organizações sindicais portuárias no sentido da obtenção de consensos na concepção e reformulação das alterações pré-enunciadas sobre o actual regime jurídico do trabalho portuário;
b) A entrega, em 20 de Julho de 2012, por parte do Ministério da Economia e do Emprego, através da Secretaria de Estado dos Transportes, de um projecto de Proposta de Lei, cujo articulado - a pretexto de alegadas, mas não fundamentadas, imposições da TROIKA - denota, na esteira de conhecidas pressões feitas por Grupos Económicos que dominam o sector, um aproveitamento oportunístico do Governo, à “boleia” do quadro convencional de Assistência Económica e Financeira a Portugal, para levar por diante uma drástica, injustificada e inaceitável redução do âmbito operacional de intervenção dos trabalhadores portuários;
17 de setembro de 2012
Descarga de chapas
Descarga de chapas realizada no terminal norte do porto de Aveiro pelos estivadores de Aveiro tendo como empresa de estiva Socarpor e como agente de navegação a TMW . Abaixo as fotos da descarga.



Vigília ao Conselho de Estado marcada para esta sexta-feira, em Belém
Os promotores das manifestações que reuniram, no sábado, um milhão de pessoas em diversas cidades do país e no estrangeiro propõem a realização de uma vigília junto à Presidência da República, na sexta-feira, às 18h, quando estiver reunido o Conselho de Estado (ver evento). “Exigimos o rasgar do memorando da Troika e a demissão deste governo troikista. Se o governo não escuta, que escute o Presidente da República”, afirmam.
O Chefe de Estado convocou para sexta-feira uma reunião do Conselho de Estado, na qual pediu também a presença do ministro das Finanças.
Os cidadãos e cidadãs que convocaram a manifestação "Que se Lixe a Troika" apelam a uma vigília ao Conselho de Estado, dia 21 de Setembro, com início às 18h, em frente ao Palácio de Belém, em Lisboa. Nuno Ramos de Almeida, um dos autores do manifesto que originou as manifestações de sábado, disse à Lusa que a ideia da “vigília pacífica” junto ao Palácio de Belém ocorreu, entre outras, no final do desfile que decorreu em Lisboa, que juntou 500 mil pessoas. O objetivo, acrescentou, é “pressionar” para “inverter esta política” e conseguir a “alteração deste tipo de posições e de políticas da troika” e a “desautorização” do Governo e da sua política de austeridade.
A vigília tem já um evento no Facebook, no qual mais de 3 mil pessoas já confirmaram a sua presença (um número sempre a crescer).
Greve dos pilotos de barra e trabalhadores de tráfego paralisa portos
“A informação que temos é que os portos estão totalmente paralisados, quer os do continente, quer os das regiões autónomas dos Açores e da Madeira”, afirmou o sindicalista, em declarações à Lusa.
Contactado pela Lusa, o presidente do Instituto Portuário e do Transporte remeteu para o final da manhã uma posição sobre este primeiro dia de greve.
Estes dois dias de paralisação são, segundo Carlos Coutinho, “particularmente complicados”, numa altura em que existe uma grande afluência de navios de passageiros (cruzeiros) aos portos nacionais.
“Esses navios são totalmente afectados por esta greve. Aliás já foram afectados. Porque os operadores, muito antes das 00h00 de hoje, já fizeram alterações de escala e não vêm aos portos portugueses”, explicou. “Há muitos navios a procurar os portos nacionais. São muitas dezenas de escalas e têm uma importância muito grande para a economia nacional, para o comércio e para o movimento das próprias cidades. Porque estes navios trazem três, quatro, cinco mil pessoas”, sublinhou.
João Alves, do Sindicato dos Estivadores, acusou por seu lado o Governo de falta de diálogo. “A única coisa que falta, neste momento, é que o Governo se decida a dialogar. O Governo entregou-nos um documento no dia 11 e, no dia 12, procedeu, por uma questão política e publicitária, à assinatura com a UGT. Penso que isto é mais uma declaração de guerra do que propriamente uma democracia”, disse à Antena 1.
16 de setembro de 2012
Em Bruxelas falando sobre o dinheiro dos deputados
Este senhor que já nos deixou, pediu para que o exemplo viesse de cima. Mas a rapaziada que nos governa gosta mais de dizer que temos de ser nós a fazer sacrifícios. Com exemplos destes que vem de cima...enfim. Onde é que já foi dito que os deputados vão começar a fazer sacrifício?? Ajudas de custo, carros, assistentes, guarda costas, e muito mais...???? Tenham vergonha na cara...
Os portuários de Leixões venderam-se mesmo antes de alguém os querer comprar.
O acordo do Governo com os trabalhadores e operadores portuários para a revisão do regime jurídico do trabalho portuário é "um simulacro de acordo"
"Se o Governo subscreveu o acordo com os sindicatos que representam
menos de 20 por cento do universo de trabalhadores portuários,
apelidamos de simulacro de acordo", disse hoje à Lusa o presidente do
Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego do centro e sul de
Portugal, Vítor Dias.
Em declarações à Lusa, Vítor Dias realçou que o Governo fechou um acordo "com quem não representa quase nada".
"O Governo, apesar se ter comprometido que quando tivesse um documento
discutia com os parceiros sociais, não se dignou a convocar os
sindicatos da Frente Comum para discutir o que quer que fosse",
declarou.
O dirigente sindical explicou que teve acesso a um rascunho de propostas
do Governo para o novo regime jurídico do trabalho portuário e chegaram
a fazer propostas, sem obter qualquer resposta.
"Pediram-nos uma apreciação e enviámos 40 páginas e, de lá para cá, não tivemos mais nenhum contacto", acrescentou.
Neste contexto, avançou, o Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do
Tráfego do centro e sul de Portugal vai "endurecer ainda mais a luta",
tendo já hoje emitido um pré-aviso de greve nos portos de Lisboa,
Setúbal, Figueira da Foz e Sines entre 29 de setembro e 22 de outubro.
Mas a greve nos portos arranca já às 0:00 da próxima segunda-feira, prolongando-se até às 08:00 de sexta-feira.
Na quarta-feira, o Governo chegou a acordo com os trabalhadores( do porto de Leixões ) e com os
operadores portuários para a revisão do regime jurídico do trabalho
portuário, que, de acordo com o ministro da Economia, vai permitir
descer a fatura portuária entre 25 a 30 por cento.( será? E o que eles vão receber em troca? )
14 de setembro de 2012
Vítor Dias do Sindicato dos Estivadores
Vítor Dias não poupou nas críticas aos signatários do acordo, em particular ao Governo e aos sindicatos e “pseudo-sindicatos”, a que não reconhece representatividade. E garantiu que, ao invés de desmobilizarem, os sindicatos que convocaram as greves para durarem entre os próximos dias 17 e 24, estarão disponíveis para promover novas paragens.
T&N – Como comenta o anunciado acordo assinado entre o Governo, os sindicatos e os operadores portuários?
Vítor Dias - Apenas faço um comentário. Trabalhadores portuários? A que trabalhadores portuários se refere? Aos que recebem alem do salário mais de 3000 € de gratificação mensal??!!!
Só considero dignos de comentar os actos praticados por gente digna e íntegra. Charlatães, vendilhões e gente sem escrúpulos, que não olha a meios para tentar atingir os fins, não merecem o meu comentário.
T&N - Que importância atribuem à sua assinatura?
12 de setembro de 2012
Governo (Não) chegou a acordo com parceiros sociais
Dividir para reinar, continua a ser um princípio usado por muita gente nos dias de hoje, pelos governantes já é usado há muito tempo tenho pena que ainda se deixem comprar prejudicando outras pessoas.O Acordo que hoje começou a ser noticiado não corresponde á verdade pois não foi aceite pela maior parte dos representantes dos trabalhadores portuários.Depois de ler o que vou transcrever de seguida, só me ocorre parar todos os portos o mais rápido possível e fazer a maior manifestação de trabalhadores do setor portuário e por tempo indeterminado até que alguém nos ouça, porque a diplomacia já se esgotou á muito.
( A MENTIRA É A SEGUINTE )
O Governo, através do Ministério da Economia e do Emprego, assinou hoje um acordo com os sindicatos e os operadores portuários, para revisão do regime jurídico do trabalho. Com esta medida chega ao fim o protesto dos trabalhadores portuários, que em agosto levou a uma greve e que originou várias perturbações no movimento dos portos nacionais, levando, inclusive, alguns navios a serem desviados para portos espanhóis. Em comunicado, o Governo revela que “este compromisso, que resulta de um amplo diálogo estabelecido com os parceiros sociais, visa alterar o mercado de trabalho deste sector, tornando os portos portugueses mais eficientes e com níveis de competitividade equiparados aos dos seus mais diretos concorrentes europeus, para que melhor possam contribuir para o incremento das exportações nacionais”.
O diploma irá procurar concertar as preocupações manifestadas pelos diversos parceiros sociais, dentro dos compromissos que o Estado português assumiu no âmbito do Memorando de Entendimento celebrado com a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional, no que diz respeito à revisão do regime jurídico do trabalho portuário. Segundo a Tutela “foi possível estabelecer, com os parceiros sociais um compromisso assente num conjunto de vetores considerados fundamentais para o aumento da produtividade e da competitividade dos portos e da economia nacional: racionalização do trabalho portuário; regime especial do trabalho portuário; investimento e proteção dos trabalhadores; especificidade da contratação coletiva; e reforço da efetividade da legislação”.
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