17 de setembro de 2012

Trabalhadores portuários iniciam 5 semanas de greve em dias alternados - Economia - Notícias - RTP

Greve dos trabalhadores portuários - Economia - Notícias - RTP

Vigília ao Conselho de Estado marcada para esta sexta-feira, em Belém

Os promotores das manifestações que reuniram, no sábado, um milhão de pessoas em diversas cidades do país e no estrangeiro propõem a realização de uma vigília junto à Presidência da República, na sexta-feira, às 18h, quando estiver reunido o Conselho de Estado (ver evento). “Exigimos o rasgar do memorando da Troika e a demissão deste governo troikista. Se o governo não escuta, que escute o Presidente da República”, afirmam.
O Chefe de Estado convocou para sexta-feira uma reunião do Conselho de Estado, na qual pediu também a presença do ministro das Finanças.
Os cidadãos e cidadãs que convocaram a manifestação "Que se Lixe a Troika" apelam a uma vigília ao Conselho de Estado, dia 21 de Setembro, com início às 18h, em frente ao Palácio de Belém, em Lisboa. Nuno Ramos de Almeida, um dos autores do manifesto que originou as manifestações de sábado, disse à Lusa que a ideia da “vigília pacífica” junto ao Palácio de Belém ocorreu, entre outras, no final do desfile que decorreu em Lisboa, que juntou 500 mil pessoas. O objetivo, acrescentou, é “pressionar” para “inverter esta política” e conseguir a “alteração deste tipo de posições e de políticas da troika” e a “desautorização” do Governo e da sua política de austeridade.
A vigília tem já um evento no Facebook, no qual mais de 3 mil pessoas já confirmaram a sua presença (um número sempre a crescer).

Greve dos pilotos de barra e trabalhadores de tráfego paralisa portos

“A informação que temos é que os portos estão totalmente paralisados, quer os do continente, quer os das regiões autónomas dos Açores e da Madeira”, afirmou o sindicalista, em declarações à Lusa.
Contactado pela Lusa, o presidente do Instituto Portuário e do Transporte remeteu para o final da manhã uma posição sobre este primeiro dia de greve.
Estes dois dias de paralisação são, segundo Carlos Coutinho, “particularmente complicados”, numa altura em que existe uma grande afluência de navios de passageiros (cruzeiros) aos portos nacionais.
“Esses navios são totalmente afectados por esta greve. Aliás já foram afectados. Porque os operadores, muito antes das 00h00 de hoje, já fizeram alterações de escala e não vêm aos portos portugueses”, explicou. “Há muitos navios a procurar os portos nacionais. São muitas dezenas de escalas e têm uma importância muito grande para a economia nacional, para o comércio e para o movimento das próprias cidades. Porque estes navios trazem três, quatro, cinco mil pessoas”, sublinhou.

João Alves, do Sindicato dos Estivadores, acusou por seu lado o Governo de falta de diálogo. “A única coisa que falta, neste momento, é que o Governo se decida a dialogar. O Governo entregou-nos um documento no dia 11 e, no dia 12, procedeu, por uma questão política e publicitária, à assinatura com a UGT. Penso que isto é mais uma declaração de guerra do que propriamente uma democracia”, disse à Antena 1.

16 de setembro de 2012

Em Bruxelas falando sobre o dinheiro dos deputados

Este senhor que já nos deixou, pediu para que o exemplo viesse de cima. Mas  a rapaziada que nos governa gosta mais de dizer que temos de ser nós a fazer sacrifícios. Com exemplos destes que vem de cima...enfim. Onde é que já foi dito que os deputados vão começar a fazer sacrifício?? Ajudas de custo, carros, assistentes, guarda costas, e muito mais...????  Tenham vergonha na cara...
                                

Os portuários de Leixões venderam-se mesmo antes de alguém os querer comprar.

O acordo do Governo com os trabalhadores e operadores portuários para a revisão do regime jurídico do trabalho portuário é "um simulacro de acordo"

"Se o Governo subscreveu o acordo com os sindicatos que representam menos de 20 por cento do universo de trabalhadores portuários, apelidamos de simulacro de acordo", disse hoje à Lusa o presidente do Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego do centro e sul de Portugal, Vítor Dias.
Em declarações à Lusa, Vítor Dias realçou que o Governo fechou um acordo "com quem não representa quase nada".
"O Governo, apesar se ter comprometido que quando tivesse um documento discutia com os parceiros sociais, não se dignou a convocar os sindicatos da Frente Comum para discutir o que quer que fosse", declarou.
O dirigente sindical explicou que teve acesso a um rascunho de propostas do Governo para o novo regime jurídico do trabalho portuário e chegaram a fazer propostas, sem obter qualquer resposta.
"Pediram-nos uma apreciação e enviámos 40 páginas e, de lá para cá, não tivemos mais nenhum contacto", acrescentou.
Neste contexto, avançou, o Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores do Tráfego do centro e sul de Portugal vai "endurecer ainda mais a luta", tendo já hoje emitido um pré-aviso de greve nos portos de Lisboa, Setúbal, Figueira da Foz e Sines entre 29 de setembro e 22 de outubro.
Mas a greve nos portos arranca já às 0:00 da próxima segunda-feira, prolongando-se até às 08:00 de sexta-feira.
Na quarta-feira, o Governo chegou a acordo com os trabalhadores( do porto de Leixões ) e com os operadores portuários para a revisão do regime jurídico do trabalho portuário, que, de acordo com o ministro da Economia, vai permitir descer a fatura portuária entre 25 a 30 por cento.( será? E o que eles vão receber em troca? )

14 de setembro de 2012

Vítor Dias do Sindicato dos Estivadores


Vítor Dias não poupou nas críticas aos signatários do acordo, em particular ao Governo e aos sindicatos e “pseudo-sindicatos”, a que não reconhece representatividade. E garantiu que, ao invés de desmobilizarem, os sindicatos que convocaram as greves para durarem entre os próximos dias 17 e 24, estarão disponíveis para promover novas paragens.

T&N – Como comenta o anunciado acordo assinado entre o Governo, os sindicatos e os operadores portuários?

Vítor Dias - Apenas faço um comentário. Trabalhadores portuários? A que trabalhadores portuários se refere? Aos que recebem alem do salário mais de 3000 € de gratificação mensal??!!!
Só considero dignos de comentar os actos praticados por gente digna e íntegra. Charlatães, vendilhões e gente sem escrúpulos, que não olha a meios para tentar atingir os fins, não merecem o meu comentário.

T&N - Que importância atribuem à sua assinatura?

12 de setembro de 2012

Governo (Não) chegou a acordo com parceiros sociais

Dividir para reinar, continua a ser um princípio usado por muita gente nos dias de hoje, pelos governantes já é usado há muito tempo tenho pena que ainda se deixem comprar prejudicando outras pessoas.O Acordo que hoje começou a ser noticiado não corresponde á verdade pois não foi aceite pela maior parte dos representantes dos trabalhadores portuários.Depois de ler o que vou transcrever de seguida, só me ocorre parar todos os portos o mais rápido possível e fazer a maior manifestação de trabalhadores do setor portuário e por tempo indeterminado até que alguém nos ouça, porque a diplomacia já se esgotou á muito.
                             ( A MENTIRA É A SEGUINTE )
O Governo, através do Ministério da Economia e do Emprego, assinou hoje um acordo com os sindicatos e os operadores portuários, para revisão do regime jurídico do trabalho. Com esta medida chega ao fim o protesto dos trabalhadores portuários, que em agosto levou a uma greve e que originou várias perturbações no movimento dos portos nacionais, levando, inclusive, alguns navios a serem desviados para portos espanhóis. Em comunicado, o Governo revela que “este compromisso, que resulta de um amplo diálogo estabelecido com os parceiros sociais, visa alterar o mercado de trabalho deste sector, tornando os portos portugueses mais eficientes e com níveis de competitividade equiparados aos dos seus mais diretos concorrentes europeus, para que melhor possam contribuir para o incremento das exportações nacionais”. 
O diploma irá procurar concertar as preocupações manifestadas pelos diversos parceiros sociais, dentro dos compromissos que o Estado português assumiu no âmbito do Memorando de Entendimento celebrado com a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional, no que diz respeito à revisão do regime jurídico do trabalho portuário. Segundo a Tutela “foi possível estabelecer, com os parceiros sociais um compromisso assente num conjunto de vetores considerados fundamentais para o aumento da produtividade e da competitividade dos portos e da economia nacional: racionalização do trabalho portuário; regime especial do trabalho portuário; investimento e proteção dos trabalhadores; especificidade da contratação coletiva; e reforço da efetividade da legislação”.

Descarga de Ureia

As fotos mostram o navio que finalizou a descarga de ureia. Ficam as fotos possíveis.




Descarga de Argila

Descarga de argila efectuada no terminal sul do Porto de Aveiro. Nas fotos podemos ver como a carga vem acondicionada no porão e como é carregada em camiões com a ajuda de uma máquina de pá.




Grande jornada de luta

Todo o setor portuário tem razões bem fortes para dar uma resposta de luta àquilo que o Governo está a fazer e o que pretende fazer no nosso sector, ou seja destrui-lo em benefício de grandes grupos económicos.

O descontentamento é geral, assim como os trabalhadores portuários o Sindicato dos Capitães, Oficiais Pilotos, Comissários e Engenheiros da Marinha Mercante – OFICIAISMAR também vão manifestar o seu descontentamento face á inercia do governo através da Secretaria de Estado do Mar, em não querer dialogar com os sindicatos evitando prejuízos para todos.
Pode ver o documento aqui

11 de setembro de 2012

Alexandre Relvas - contra austeridade

                                        

Aviso Prévio de Greve - Portuários - 25- 30 Setembro 2012

Aviso Prévio de Greve - Portuários - 25- 30 Setembro 2012 -  Para além dos fundamentos abaixo explicitados – que subsistem nesta data, por se continuar a verificar a total indiferença e o lamentável alheamento do Governo perante a validade, oportunidade e premência de tais fundamentos aduzidos pelas organizações sindicais portuárias que se viram na necessidade de convocar a greve realizada no dia 14 de Agosto de 2012 – acrescem agora as repetidas recusas da Secretaria de Estado dos Transportes em estabelecer o diálogo que se comprometeu a entabular com estas organizações sindicais portuárias no sentido da obtenção de consensos na concepção e reformulação das alterações pré-enunciadas sobre o actual regime jurídico do trabalho portuário. Consultar documento AQUI

Governo investe 226 milhões de euros em portos

Porto Novo, Cabo Verde. Os investimentos já realizados e em curso em Cabo Verde no setor portuário ultrapassam os 25 milhões de contos (226 milhões de euros), disse hoje o presidente do Conselho da Administração da Empresa Nacional de Portos (ENAPOR).
Citado pela Inforpress, à margem da inauguração da primeira fase das obras de expansão e modernização do porto de Porto Novo, em Santo Antão, Franklin Spencer explicou que os investimentos realizados beneficiaram já sete portos nacionais, estando previstas ainda intervenções nos portos do Tarrafal (São Nicolau) e do Maio.
As obras do novo porto do Porto Novo - o velho foi construído em 1960 - ascenderam a quase três milhões de contos (cerca de 27 milhões de euros), permitindo valorizar Santo Antão como ilha turística e como centro de produção agrícola.

Fonte

10 de setembro de 2012

Fórum no museu de Ilhavo

Este post vai no seguimento dos elogios feitos no fórum do museu de Ilhavo por alguns intervenientes relativamente aos Estivadores do Porto de Aveiro, fico perplexo com o vanguardismo da nossa classe empresarial e principalmente politica, ao partilharem das mesmas ideias de um dos maiores iluminados da historia contemporânea  Adolfo Hitler, fonte de inspiração das politicas neo liberais tendo a srª Merkel como verdadeira fanática da doutrina, impondo-a aos europeus através do terrorismo económico, um método moderno de guerrilha. 
        
"...Nós temos que reduzir o salário dos trabalhadores e retirar-lhes o direito à greve."
Adolf Hitler 1933

Soa-lhe Familiar?

9 de setembro de 2012

Bater palmas á mentira

Na Rui Costa Sousa & Irmão, empresa de produtos ultracongelados com sede em Tondela, em causa está, alegadamente, a prática de fraude fiscal e branqueamento de capitais, que terão lesado o Estado em pelo menos cinco milhões de euros, adiantam os jornais.(se isto não é roubar...)
Fonte da empresa confirmou ao DN a presença da brigada criminal nas instalações, adiantando que a empresa "como outras (...) foi alvo de uma diligência processual dirigida por um senhor procurador".Noticia
Quando o sr Rui Costa chama ladroes aos estivadores deveria olhar primeiro para dentro da sua empresa.
E posso dizer-lhe que o motivo de descarregar os navios em Vigo nada tem a ver com os Estivadores, não queira tapar o sol com uma peneira.
Fica aqui o vídeo com as declarações deste sr que nunca viu o que disse em relação aos estivadores,caso contrario teria feito qualquer coisa na hora atribuindo responsabilidades.

A origem da mentira está na imagem idealizada que temos de nós próprios

                              

                                   Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão


«O PAPEL DOS PORTOS DE AVEIRO E FIGUEIRA DA FOZ NO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E NO REFORÇO DA COMPETITIVIDADE DO CENTRO»

Já se encontram disponíveis, no Canal do Porto de Aveiro no Youtube, os primeiros vídeos do Fórum “O Papel dos Portos de Aveiro e Figueira da Foz no Desenvolvimento Regional e no reforço da competitividade do Centro”, que decorreu recentemente no Museu Marítimo de Ílhavo.
O evento teve como objectivo relevar a competitividade da Região Centro e das suas empresas, valorizar o seu potencial logístico, capacitar a fixação de investimentos e facilitar as exportações.
O fórum foi organizado pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), pela Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego (CIMBM), pelo Conselho Empresarial do Centro – Câmara de Comércio e Indústria do Centro (CEC-CCIC), pela Associação Industrial do Distrito de Aveiro (AIDA), pela Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz (ACIFF), pela Comunidade Portuária de Aveiro (CPA) e pela Comunidade Portuária da Figueira da Foz (CPFF).
As entidades envolvidas no Fórum debateram caminhos de desenvolvimento e sensibilizam os decisores e agentes económicos para a valorização da oferta logística regional e para as vantagens da manutenção da sua gestão regionalizada, de forma a promover a autonomia de gestão dos portos, a sua competitividade e eficiência, em prol da promoção das empresas e da Região Centro.
Os primeiros vídeos disponíveis reportam às intervenções de José Couto, Presidente do Conselho Empresarial do Centro – Câmara de Comércio e Indústria do Centro (CEC-CCIC); José Ribau Esteves, Presidente Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), e Jorge Bento, Presidente da Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego (CIMBM). 
Veja os vídeos

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SEGUNDA SÉRIE DE VÍDEOS DISPONÍVEL AQUI

“Rins Portuários” ( opinião? )

Como sucede um pouco em todo o mundo, historicamente os principais portos portugueses desenvolveram-se junto às duas principais cidades, Lisboa e Porto, beneficiando da proximidade da população e dos tradicionais centros de produção e comercialização.
Também como sucede um pouco em todo o mundo, a limitação de espaço junto às cidades que cresceram, as exigências de espaços e fundos dos terminais modernos e das atividades conexas e a crescente apetência das populações por uma maior ligação às suas zonas ribeirinhas, no turismo e no lazer, tem levado à deslocalização dos terminais portuários para fora dos estuários ou para outros portos fora das cidades.
Sines, Setúbal e Aveiro desenvolveram recentemente deste modo. Se Sines pode ser considerado um caso à parte, pois ficou principalmente com funções deslocalizadas do porto de Lisboa que não carecem de localização junto aos grandes centros populacionais, como os produtos energéticos e o transhipment de contentores, já Aveiro e Setúbal são importantes nós (órgãos) de proximidade que fazem parte do sistema logístico de mercadorias da região Norte/Centro Norte no primeiro caso, e da região de Lisboa/Centro Sul/Sul no segundo, onde poderão ter uma papel crescente.

8 de setembro de 2012

7 de setembro de 2012

Movimentação de Bobinas de Aço com Cintas de nylon

Existe uma Cinta para 30 toneladas com 3 capas de Poliéster revestindo a Cinta. Assim que as capas se vão desgastando, o operador retira uma a uma. Quando chegar ao limite da cinta é que as fibras ficam comprometidas, assim as cintas voltam para a empresa que confeccionou a cinta para novamente revestir com as 3 Capas de Poliéster. Cada Cinta descarrega em média 250 Bobinas. Pelo menos são mais leves e mais fáceis de trabalhar. Fica a ideia de que o serviço pode sempre ser melhorado.
O link abaixo mostra uma descarga de bobinas até 30 toneladas. A operação é da  TESC  - Porto de São Francisco do Sul. E o vídeo foi feito por um dos funcionários do Porto e as Cintas utilizadas são www.polifitema.com.br

                                      

Nova tremonha ecológica de Ponta Delgada (Vídeo RTPA)

Tremonha que carregamos no porto de Aveiro, foi motivo de reportagem nos Açores.

6 de setembro de 2012

GOVERNO AO MAIS BAIXO NÍVEL DE SEMPRE.

Pois caros leitores, desta vez o governo tentou descer o mais baixo que o ser humano pode descer. Tentou dar um rebuçado a uma parte, ficando assim convencido que as outras iriam ceder. Pois aos senhores governantes deste país, cada dia que passa, mais unidos nos fazem ficar, cada vez nos convencemos mais que não precisamos de deputados na assembleia da republica, mas sim de HOMENS que saibam resolver os problemas do país, e que não andem a reboque de ordens da troika.Que simplesmente não sejam uns paus mandados dos mesmos, e que justifiquem o dinheiro que ganham aos portugueses. Já agora, se não tiverem colocação para governantes abutres em forma de gente que por ai andam, podem vir assinar um contrato na estiva de três meses ou diário, e ganhar a tal fortuna que os portuários ganham. Abaixo um comunicado da Frente comum a que tivemos acesso.
COMUNICADO

Hoje, dia 06 de Setembro pelas 16.00 horas, estava agendada uma reunião da Frente Comum Sindical Marítimo Portuária, com a Secretaria de Estado do Mar.
Cerca de trinta minutos antes da hora prevista para o início da reunião, a Secretaria de Estado do Mar informou via telefone, que os assuntos a tratar não diziam respeito aos portuários e que, por essa razão, os dirigentes dos sindicatos portuários que integram a Frente Comum, não poderiam participar na referida reunião.
Foi por nós reiterada a unidade da Frente Comum e explicada a existência de assuntos transversais aos dois sectores, marítimo e portuário pelo que se justificava plenamente a presença de dirigentes dos sindicatos representativos dos trabalhadores das duas áreas (marítima e portuária).
Foi igualmente referido que os dirigentes dos sindicatos portuários estiveram presentes em reuniões anteriores da Frente Comum com a Secretaria de Estado do Mar, não tendo na altura, a sua presença merecido qualquer reparo ou constituído algum obstáculo quer à realização das mesmas, ou ao desenvolvimento dos assuntos nelas abordados.
No entanto desta vez e perante a firmeza da nossa posição, a Secretaria de Estado do Mar informou não ter disponibilidade para receber a Frente Comum.
Se nos pretendem dividir, não o conseguirão.
A maturidade, o nível de consciência e participação, e a unidade na ação dos marítimos e portuários portugueses que, teve no passado recente, eco em todos os cantos do mundo, constituiu um exemplo que determinará, pela persistência, o êxito da resistência, das lutas e negociações futuras, na defesa dos direitos e no alcance dos objetivos propostos.

Pelos portos ao serviço do interesse do país, por mares limpos e seguros!
Em unidade venceremos!

Lisboa 06 de Setembro de 2012