31 de julho de 2012

Sindicato espera que reforma portuária não seja baseada em despedimentos

A reforma dos portos, além de ser uma prioridade do Executivo, é uma exigência da “troika”. Objectivo é diminuir as despesas em pelo menos 20% e diminuir igualmente os preços a pagar pelas empresas que utilizam os portos.  O Sindicato dos Estivadores diz-se pronto para o diálogo mas logo avisa que as reformas portuárias não podem ter como grande objectivo dispensar trabalhadores e diminuir vencimentos.
A reforma dos portos, além de ser uma prioridade do Executivo, é uma exigência da “troika” e o Governo já começou a negociar com os sindicatos um novo acordo colectivo com o objectivo claro de reduzir a factura dos vencimentos dos trabalhadores dos portos.
“Obviamente que todos nós temos de fazer esforços para optimizar os custos. Agora não podemos é diminuir o custo ou a factura portuária incidindo predominantemente naquilo que é a mão-de-obra”, defende o estivador Vítor Dias. “Despedindo ou fazendo com que metade da mão-de-obra deixe de ter ocupação e depois indo contratar outra sem qualquer habilitação profissional” não é uma opção, defende o sindicato.
São dois os grandes objectivos do Governo no que se refere aos portos nacionais: diminuir as despesas em pelo menos 20% e diminuir igualmente os preços a pagar pelas empresas que utilizem os portos. Com esta última medida, o Governo espera facilitar a vida às empresas exportadoras. Além da racionalização de pessoal, o Governo defende as tarifas dos portos devem baixar. Prepara-se ainda uma nova orgânica em todos os portos nacionais, como por exemplo acabar com todas as administrações e criar apenas duas “holdings”. Uma ficaria responsável pelos portos do Sul e Centro e a outra pelos portos do Norte do país.

Assembleia Geral de Emergência

                                             Convocatória Clica no documento para ampliar.

E quando não der para fazer isto perto do navio?

E se os trabalhadores portuários forem impedidos de ir além da suposta linha amarela? Não se vai poder fazer a arrumação de cargas juntos dos navios. Não se vai poder ir ao comboio e trazer directamente para o navio. Alguém vai ter de chegar as cargas para perto do navio, e depois em cima da linha amarela pegamos nós na carga? O navio ainda não tinha chegado e já tinha muita carga pronta a ser engatada para bordo. Bem, se o navio estiver muito tempo atracado ao cais, alguém vai pôr mais dinheiro ao bolso... Este é só um exemplo.




30 de julho de 2012

Obras de prolongamento do Molhe Norte decorrem dentro do inicialmente previsto

Para já é notória a pré-fabricação de blocos de 50 toneladas mas, a partir de Setembro, vai começar a ser mais visível o prolongamento do Molhe Norte. As obras de melhoria das acessibilidades à Barra do Porto de Aveiro começaram no início do ano mas o trabalho, nesta primeira fase, está na fase de preparação do material que servirá para desenvolver todo o projecto. Segundo informação avançada por Nuno Silva, técnico responsável, Agosto vai trazer uma produção nova com blocos mais pesados para aplicar na cabeça do molhe, no litoral. "Contamos finalizar os blocos de betão normal no final de Agosto, a partir de Setembro vamos produzir blocos de betão intenso, com um peso superior, sensivelmente de 60 toneladas, estes serão aplicados na parte final do Molhe, terminaremos a pré-fabricação em Março de 2013. Neste momento decorrem trabalhos na frente do Molhe com avanços no mar, com colocação de enrrocamentos, mar a dentro e posterior colocação dos blocos de cimento", disse na Rádio Terra Nova.
Nuno Silva salienta que "o aspecto mais difícil neste tipo de obras é entrar em velocidade de cruzeiro e esperar por boas condições de mar". "O difícil é olear a máquina para que depois o trabalho se proceda normalmente, sem grandes desvios, a execução na frente do Molhe terá algumas dificuldades que advêm do mar, que continua imprevisível, como força da natureza".

Governo pretende reduzir fatura portuária entre 25% e 30%

O Jornal de Negócios avança que o Governo pretende reduzir a fatura portuária de 25% a 30%. O objetivo passa por dar mais competitividade às empresas nacionais e aumentar as exportações.
O Negócios avança ainda que o Secretaria de Estado liderada por Sérgio Monteiro tem previstas cinco medidas essenciais que começará a colocar em prática já neste ano: A revisão do regime do trabalho portuário, que começou a ser negociada com os sindicatos recentemente; A aprovação da nova Lei do trabalho portuário, com alterações como a mudança de regime de tarifas das concessões; A definição do novo modelo de governação dos portos; A redução das taxas não essenciais; Aumento da concorrência com entrada de novos operadores.

PHOENIX

Descarga no terminal de graneis sólidos (TGS). Este navio trouxe mais de 15 mil toneladas de milho, representado um dos maiores que já visitaram o nosso porto.




Tremonha ecológica

Abaixo as fotos da tremonha que vai para os Açores. Demorou sete meses a ser criada, representando um investimento de quase um milhão de euros (956 mil).Com uma capacidade de 45 metros cúbicos, a tremonha seguirá, agora, para a ilha de S. Miguel, nos Açores, num barco (com mais de uma centena de metros) especialmente fretado para o efeito.  Foi uma construção da Correcta para a "Portos dos Açores" .


28 de julho de 2012

Pilotos do Porto de Aveiro são treinados em Gijón para novos movimentos

O terminal prepara-se expandindo a sua doca para receber navios porta-contentores mais de 300 metros de comprimento.
Uma equipe de pilotos do porto de Aveiro (Portugal) testaram estes dias no simulador de manobras e navegação dos Marítimos Centro de Segurança cenários abrangentes Veranes novos para a boca do porto Luso. Aveiro Autoridade Portuária prevê um alargamento de uma das docas para acomodar navios porta-contêineres de mais de 300 metros de comprimento, e, portanto, exigem testes nos cenários mais real possível sobre as dificuldades que acompanham este novo infra-estrutura."O Aveiro é de um dos portos mais difíceis em toda a península pelas correntes de lá", o Gijón gestão escolar. O simulador estreou no final de 2009 a Sociedade de Segurança Marítima (Sasemar) em Gijón para recriar qualquer cenário sem causar qualquer dano ou catástrofe ambiental ou do mar. O cockpit do simulador é equivalente ao comando de uma ponte de navio, e inclui a possibilidade de trabalhar simultaneamente com os rebocadores. NOVA ESPANHA participou de um teste em que os pilotos tentaram introduzir a Aveiro no porto navio porta-contentores de grande extensão com um novo encaixe. A manobra foi bem sucedida, mesmo em mares revoltos, mas recriar esse cenário envolve um trabalho de dois meses, de acordo com os técnicos do centro Jovellanos. "Você também pode recriar modelos de porta", confirma o diretor, Rafael Garcia Mendez.Enquanto se aguarda estudo sobre o simulador Veranes diferentes projetos ligados ao porto de Pasajes (Guipúzcoa), Ibiza e no leste doca de Oviedo, entre outros. "Havia também Cartagena prática aqui", dizem os fabricantes de instalações Gijón. Para a extensão de manobras Musel foram realizadas em até 200 "tempo real", os Veranes simulador, o que também permite modelos de portas diferentes com base nas necessidades de técnicos. Sasemar feito um investimento de 2,6 milhões de euros para este equipamento.
(tradução feita através do google)
Fonte: lne.es

Dfrat/ante-projeto de lei que o governo propõe aprovar

Em anexo não só o dfrat/ante-projeto de lei que o governo propõe aprovar para o setor portuário, mas também, um documento elaborado e, onde é feita a comparação com o atual regime jurídico do trabalho portuário e o regime jurídico da operação portuária. Fazendo uma leitura atenta e comparativa, certamente chegarás a uma conclusão óbvia, a de que querem acabar connosco trabalhadores portuários, a de que querem em nome do cumprimento de um memorando de entendimento subscrito pelo nosso governo e da troika, desmantelar toda a organização portuária existente. Sim, porque mexendo nalgumas coisas, as outras cairão de maduras... É um ataque claro e inequívoco ao âmbito de intervenção profissional, reduzindo-o drasticamente e, consequentemente, levando pessoas/trabalhadores para o desemprego. É um ataque também ao conceito de efetivo dos portos, habilitando todo o tipo de gente para o trabalho portuário, abrindo de forma escancarada, uma porta para a desregulamentação laboral no setor, precarizando e afastando a boa, eficaz e produtiva mão-de-obra portuária existentes nos portos nacionais, "inventando" até a figura de trabalhadores intermitentes, de trabalhadores por uma hora só...!!! É, como se percebe, e sem mexer uma "palha" que seja, uma machadada também nas ETP's! É igualmente uma agressão às contratações coletivas existentes nos portos, obrigando-as a uma adaptação à nova lei, obrigando a diminuir e reduzir estatutos laborais muito para além do código do trabalho, ficando pior até. Pretende-se ainda, debilitar os sindicatos e a sua capacidade de luta e de ação representativa e da defesa dos trabalhadores! Se passivamente ficaremos à espera de uma morte anunciada, ou, se temos a coragem de ir para a luta pelo nosso emprego, pelo nosso sustento e da nossa família, pela nossa dignidade pessoal e profissional. Deveremos estar unidos hoje mais do que nunca, aqui e em todos os portos nacionais. Temos essa obrigação e dever moral! Podes consultar aqui o DRAFT - TUTELA e o documento que faz a comparação entre os dois DRAFT versus Decreto lei 280 93

Governo aprova IMT e extingue IPTM


Foi aprovada, em Conselho de Ministros, a orgânica do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I.P. (IMT). O IMT sucede, nas atribuições, ao Instituto de Infraestruturas Rodoviárias (InIR) e ao Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM).  De acordo com a resolução do Conselho de Ministros, 

7.  O Conselho de Ministros aprovou a orgânica do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I.P. (IMT, I.P.), que tem como missão regular, fiscalizar e exercer funções de coordenação e planeamento, bem como supervisionar e regulamentar as atividades nos sectores dos transportes terrestres e das infraestruturas rodoviárias, cabendo-lhe ainda supervisionar e regular a atividade económica do sector dos portos comerciais e transportes marítimos.
O IMT, I.P., sucede nas atribuições do Instituto de Infraestruturas Rodoviárias, I.P. (InIR, I.P.), nas atribuições do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, I.P. (IPTM, I.P.), no domínio da supervisão e regulação da atividade económica dos portos comerciais e dos transportes marítimos, bem como da via navegável do Douro, e nas atribuições da Comissão de Planeamento de Emergência dos Transportes Terrestres.

NAVIO-ESCOLA INDONÉSIO NO PORTO DE LEIXÕES


KRI Dewaruci, o maior veleiro na frota indonésia, usado como navio de treino para os cadetes da Marinha, chegou dia 26 de Julho, ao Porto de Leixões, ao fim de 12 dias no mar.
As iniciais KRI significam Navio Militar da República da Indonésia. O nome Dewaruci representa o deus mitológico indonésio da verdade e da coragem.
A sua construção, iniciada em 1932 na Alemanha, pela construtora naval HC Stulcken & Sohn, foi interrompida pela Segunda Guerra Mundial. Concluído em 1953, o Dewaruci funciona também como um embaixador da boa vontade da Indonésia. Com cerca de 70 homens a bordo, o Dewaruci poderá ser visitado pelo público até hoje, sábado, que terá à sua espera espetáculos de dança tradicional e pratos típicos confecionados apenas com ingredientes indonésios. A chegada ao Porto de Leixões contou com a presença de Albert Matondang, embaixador da República Indonésia em Portugal, que foi recebido pelo Vice-presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Dr. Nuno Oliveira. Além da oferta do livro de Joel Cleto sobre o Senhor de Matosinhos, o autarca abordou a gastronomia e a arquitetura contemporânea, convidando ainda a tripulação a visitar a Igreja Matriz e o Mercado Municipal.

26 de julho de 2012

Queres comprar um navio?

Muitas das vezes quando estamos a bordo de um navio, e perguntamos, "é pá, quanto deve custar uma coisa destas?" Através deste site sale-ships, podemos ter uma ideia do preço de vários tipos de embarcações. É uma questão de procurar o tipo de navio que mais curiosidade nos levanta,e consultar o preço pedido por ele.

Assembleia de Credores adiada para 04-09-2012



Processo: 2323/11.4T2AVR   Associação do Trabalho Portuário (ETP)
Convocatória de Assembleia de Credores
Nos autos de Insolvência acima identificados em que são: Insolvente: Associação do Trabalho Portuário (ETP), NIF - 501610855, Endereço: Terminal Norte do Porto de Aveiro, Gafanha da Nazaré, 3834-908 Ilhavo Administradora da Insolvência: Dr(a). Paula Mattamouros Resende

Ficam notificados todos os interessados, de que no processo supra identificado, foi designado o dia 04-09-2012, pelas 15:00 horas, para a realização da reunião de assembleia de credores para votação e aprovação do Plano de Insolvência. Fica ainda notificado de que nos 10 dias anteriores à realização da assembleia, todos os documentos referentes ao plano de insolvência, se encontram à disposição dos interessados, na secretaria do Tribunal.Os credores podem fazer-se representar por mandatário com poderes especiais para o efeito.
A Juiz de Direito,
Dr(a). Amélia Sofia Rebelo


25 de julho de 2012

Lóbi em defesa da autonomia do Porto de Aveiro espera confrontar governantes

Associações empresariais e autarquias do centro mobilizam-se, esta quarta-feira, em defesa da autonomia dos portos de Aveiro e Figueira da Foz.Um encontro "contra a corrente", atendendo à pretensão do Governo de colocar as empresas gestoras dos portos nacionais sob uma mesma administração (holding), ou duas no máximo, no que terá sido uma das exigência da troika em troca do resgate financeiro do país. Apesar da contestação, incluindo a forte vaga vinda do Norte, que tem em Leixões o maior porto nacional, o Ministro da Economia não mostrou sinais de alterar o rumo traçado.Agora é a vez dos empresários e autarcas das regiões de Aveiro e Coimbra aproveitarem um encontro em Ílhavo para apresentarem as suas razões."O papel dos Portos de Aveiro e Figueira da Foz no desenvolvimento regional e no reforço da competitividade do Centro" é o mote para, previsivelmente, muitos argumentos em defesa da atual empresa pública que gere as principais estruturas portuárias da região.

Porto de Viana do Castelo liga-se à A28

O Governo renovou a Declaração de Utilidade Pública, com caráter de urgência, para a expropriação dos terrenos necessários à construção do novo acesso rodoviário do porto de Viana do Castelo à A28.
Segundo o despacho do secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, hoje publicada em Diário da República, esta nova via terá 8,8 quilómetros de extensão e vai ligar o porto de mar, em Darque, à zona Industrial de São Romão de Neiva, no acesso à A28. Segundo informação da Administração do Porto de Viana do Castelo (APVC), em causa está um investimento que ronda os 10 milhões de euros, dos quais cerca de três milhões assegurados com fundos próprios para aquisição de 200 parcelas de terreno, pelas quais está prevista a passagem da nova via. A declaração que permitia a operação foi emitida a 15 de julho de 2010, pela então secretaria de Estado dos Transportes, sendo agora renovada, "considerando as vicissitudes que ocorrem ao longo da tramitação dos processos expropriativos, cujo suporte formal cadastral se revela desadequado da realidade constatada, designadamente no que respeita à inscrição matricial e descrição predial ou aos interessados", lê-se no novo despacho.

Comunidade Portuária chama Governo à razão


 A Comunidade Portuária de Aveiro (CPA) lançou “apelo” ao Governo para acolher “contributos” alternativos à centralização anunciada da gestão dos portos nacionais. A alegada falta de discussão da proposta que o Ministério da Economia tem em cima da mesa, desde há vários meses, sem se conhecer para quando e qual o desfecho, motivou críticas . Nuno Pires, da direção da CPA, foi um dos porta-voz dos descontentamento no sector portuário. “Percebam a estranheza, desconfiança e insegurança quando se veicula a possibilidade de mudança tão radical, de uma perda de autonomia tão significativa e centralização tão desnecessária quanto inoportuna da sua gestão”, disse. Queixas ouvidas esta quarta-feira na primeira parte do debate sobre “O papel dos portos de Aveiro e Figueira da Foz no desenvolvimento regional e no reforço da competitividade do Centro” que terá conclusão, em Setembro, na cidade figueirense. A CPA estranha que, nesta altura, os agentes ligados ao sector ainda não tenham sido ouvidos. “Precisamos que nos elucidem, transmitam claramente como o nosso plano estratégico [do Porto de Aveiro] pode ser melhorado, valorizado pelas alterações que propõem, perceber as vantagens competitivas que passamos a dispor com as soluções a aplicar”, exigiu Nuno Pires. Os agentes portuários de Aveiro criticam que “alteração tão profunda” esteja a ser levada a cabo “à revelia” dos mais diretamente envolvidos, “alertando para aventuras políticas com ou sem pretexto troikiano que ameaçam o exemplar funcionamento dos portos e competividade das empresas”.

24 de julho de 2012

Quatro guindastes gigantes chegaram ao porto de Baltimore.

Os pórticos de 14 andares tiveram de passar por debaixo da ponte da Baía de Chesapeake e da ponte Francis Scott Key até o porto de Baltimore. Os guindastes passaram dois meses no mar, saíram de Xangai a 14 de Abril. As lanças dos guindastes foram trancadas na posição vertical na viagem para ajudar a estabilidade, no entanto, para passar sob as 2 pontes, tiveram de baixar as lanças. Os tripulantes do navio mudaram e ajustaram o lastro para manter o equilíbrio e acrescentaram lastro para afundar o navio por cerca de dois metros. Em 2010, o porto foi preparado para os megas -navios esperados, uma vez que o alargamento do Canal do Panamá será concluído em 2014 Os guindastes de 14 andares pesam 1.550 toneladas cada, são os maiores do mundo. Eles estão preparados para atingir toda a largura dos maiores navios de contentores. Os novos guindastes irão melhorar a capacidade do porto e farão a operação nos maiores navios de contentores que se espera que comecem a chegar em 2015. O porto de Baltimore está a investir no seu futuro... em breve trará navios maiores, mais carga, e mais emprego e benefícios económicos para este porto e seus trabalhadores



Autor/fonte:

Incêndio no navio porta-contentores "MSC FLAMINIA"

A Força Aérea empenhou no passado dia 16 Julho um C-295M e dois EH-101 MERLIN no resgate de três feridos, de nacionalidade filipina, resultantes de uma explosão a bordo do navio "MSC FLAMINIA". A missão ocorreu a mais de 500Kms a norte da ilha Terceira, nos Açores. Os feridos foram resgatados por EH-101 MERLIN e transportados para a Base Aérea Nº4, Lajes. Posteriormente, foram transferidos por uma outra aeronave EH-101 MERLIN, para São Miguel.


Terminal Sul Porto de Aveiro

Este vídeo foi filmado com um telemóvel com fraca resolução mas dá para ver a manobra que é feita para virar um navio.




23 de julho de 2012

Anthony Bourdain No Reservations Lisbon

Este vídeo provavelmente irá passar em Portugal, já foi visto nos EUA.

                            

Porto de Viana: Crescimento de 42,5% na carga movimentada durante o primeiro semestre

Nos primeiros seis meses do ano, o porto de Viana do Castelo movimentou 259.961 toneladas de mercadorias, o que representa um crescimento homólogo de 42,5% face ao mesmo período de 2011 (182.418 toneladas). Em termos de carga movimentada, destaque para a Carga Geral Fracionada, cuja movimentação cresceu 61% (de 99.410 toneladas para 160.330). Já a Carga Geral Contentorizada caiu 29% (de 1.925 para 1.359 toneladas). A movimentação de Granéis Sólidos registou uma subida homóloga de 15%, passando das 68.432 toneladas para as 78.372. Por fim a movimentação de Granéis Líquidos cresceu 57% (de 12.651 para 19.900). Também o número de navios operados no porto de Viana do Castelo subiu. Dos 61 navios operados no primeiro semestre de 2011 passou-se para os 99 no mesmo período de 2012, o que representa um crescimento de 62%. Recorde-se que o porto de Viana do Castelo já manifestou a intenção, pela voz de Brogueira Dias, de alcançar a cifra das 600 mil toneladas movimentadas durante o ano de 2012.

CARGO