29 de junho de 2012

Descarga de helicópteros

Mais material de guerra descarregado no porto de Aveiro. Consulta o nosso álbum de fotos no facebook, e facebook1




Navio de Março de 2012

Navio made in SLOVAKIA, Março deste ano, carregou pellets no terminal sul do porto de Aveiro. Abaixo as fotos dessa carga.




28 de junho de 2012

Região Centro desenvolve estratégia logística com Salamanca para potenciar economia

Figueira da Foz, 22 jun (Lusa) - Uma estratégia conjunta de transportes e operações logísticas entre o Centro de Portugal e a região espanhola de Castela e Leão (Salamanca) foi debatida sexta-feira num seminário que concluiu pelo potencial da relação entre as duas regiões.
"Percebemos que há aqui um potencial em bruto que precisa de ser trabalhado. O seminário serviu para trabalhar uma estratégia de médio e longo prazo para potenciar redes de transporte, em que os portos marítimos são as portas de entrada", disse à agência Lusa José Luís Cacho, administrador dos Portos de Aveiro e da Figueira da Foz.
Aludindo aos vários tipos de transporte - marítimo, ferroviário e rodoviário - o administrador portuário disse que "não podem estar de costas voltadas", antes funcionarem "em conjunto" para potenciar a economia das duas regiões.
Já o presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde, afirmou que projeto de cooperação transfronteiriço entre Portugal e Espanha, denominado "Logística Cencyl", é "fundamental" para aferir do potencial que as duas regiões "podem oferecer em conjunto" para todo o espaço europeu.
"Vê-se que, efetivamente, há um grande potencial de crescimento e que este desenho logístico pode ser apelativo para maior investimento na região", referiu.
Norberto Pires, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), destacou as relações transfronteiriças como "potenciadoras de desenvolvimento", alegando não existirem muitas experiências de regiões portuguesas e espanholas nesse campo.
"É um projeto que não é fácil de colocar no terreno. O que me deixa animado é ambas as comunidades retirarem daqui ensinamentos para uma estratégia mais sedimentada no futuro", frisou.
O projecto de cooperação tem como parceiros, do lado português, o porto de Aveiro e as autarquias da Figueira da Foz e da Guarda e, do lado espanhol, o Ayuntamento de Salamanca e a Associação Cylog.

27 de junho de 2012

Descarga de material de guerra

Nas fotos podemos ver o primeiro navio com material de guerra que veio descarregar a Aveiro,material este que vai participar num exercício militar.




Governo estabelece linhas de ação para o setor dos transportes

Reforçar esforços no programa de privatizações, obter equilíbrios operacionais, definir um novo modelo portuário e alterar a lei do trabalho portuário são linhas prioritárias para o executivo. Constam de um documento novo elaborado pelo Governo com as linhas orientadoras e pontos de ação prioritários para sair da crise e estimular o crescimento da economia. Denominado “Olhar para o futuro – Continuando a reforma estrutural da economia”, resulta do Conselho de Ministros extraordinário que se realizou no fim de semana passado. O documento, de 37 páginas, aparece dividido por ministérios e estabelece prioridades para o setor dos transportes.
Neste campo, estabelece-se como prioritário: assegurar que as empresas de transportes do Setor Empresarial do Estado atingem o equilíbrio operacional até ao final de 2012 (de acordo com o memorando de entendimento), implementar um novo Modelo de Governança Portuário, introduzindo elementos adicionais de eficiência na gestão e tarifário dos contratos de concessão, premiando a utilização crescente pelos agentes económicos e baixando a taxação fixa de utilização da infraestrutura; alterar a lei do trabalho portuário, em articulação com operadores e estruturas representativas dos trabalhadores; Continuar os estudos para a construção da nova linha de Alta Prestação que aumente a eficiência da movimentação de mercadorias dos portos e agentes económicos para a Europa; rever o modelo de gestão e funcionamento das Estradas de Portugal, assegurar o seu equilíbrio económico-financeiro, garantindo a sua sustentabilidade; e conduzir as renegociações das Parcerias Público Privadas que se revelarem necessárias.

Para visualizar o documento do Governo na íntegra, clique Aqui.

26 de junho de 2012

AVEIRO NO MAR

                                   

Terminal Sul do porto de Aveiro





Sines ao assalto da liderança nos contentores Terminal XXI está a crescer o dobro do mercado

O movimento de contentores nos principais portos nacionais cresceu 8% nos primeiros quatro meses do ano, tendo atingido os 560 207 TEU.
A liderança do sector continua a pertencer a Leixões (e à TCL), mas Sines (e o Terminal XXI) está cada vez mais perto, e só não é já primeiro por causa da quebra sofrida em Março.
Entre Janeiro e Abril, a PSA Sines processou 175 129 TEU, 16,8% acima do período homólogo anterior. Mais do dobro da média do mercado.
Em Abril, Sines foi o porto que mais contentores movimentou, com um registo de 52 619 TEU (uma subida de 39,6%). E assim repetiu o “triunfo” de Janeiro, quando processou 48 053 TEU (mais 17,9%). O crescimento acelerou ainda em Fevereiro, quando contou 42 351 TEU (mais 37,6%).
O “assalto” ao primeiro lugar do ranking nacional só foi interrompido em Março, quando Sines quebrou 21%, tendo movimentado 32 106 TEU. Longe dos mais de 50 mil TEU que então se registaram em Leixões.
Leixões que resiste ainda como maior porto nacional na movimentação de contentores, com um total acumulado de 180 739 TEU. Mais 7,9% do que o realizado há um ano.
A TCL, que tem batido sucessivos recordes anuais desde que assumiu a concessão do terminal de contentores nortenho, fixou também novos máximos a cada mês que passou de 2012, tendo obtido a sua melhor marca em Março, quando superou os 50 mil TEU.
Lisboa, tradicionalmente número um neste segmento de negócio marítimo-portuário, era no final de Abril o número dois, com 180 557 TEU contabilizados. Mais 7,1% em termos homólogos.
O porto da capital mantém foi o maior do mercado em Fevereiro, e em Abril superou largamente Leixões, mantendo assim acesa a disputa pelo topo, com Sines cada vez mais à espreita…
Nos outros portos, Viana do Castelo acumulou 440 TEU nos primeiros quatro meses do ano (116 há um ano), a Figueira da Foz contou 5 901 (6 716) e Setúbal 17 440 (25 525).

IPTM MOVIMENTO DE NAVIOS, MERCADORIAS E CONTENTORES NOS PORTOS DO CONTINENTE

MOVIMENTO PORTUÁRIO NO 1.º TRIMESTRE E NO MÊS DE MARÇO DE 2012
Durante o primeiro Trimestre de 2012 os sete principais portos do continente registaram um significativo acréscimo de 10,2% em relação a igual período de 2011, para o que contribuiu a evolução positiva da Carga Geral e dos Granéis Líquidos, sendo de destacar igualmente o crescimento de 8,9% dos contentores em TEU.
Por portos, há a registar também a evolução positiva dos principais portos do sistema no 1.º Trimestre de 2011, com exceção de Aveiro.
Relativamente ao mês de Março, o IPTM anuncia uma evolução positiva na ordem de 1,8% em termos homólogos, na tonelagem global dos portos do continente. Apesar dessa evolução, refira-se o comportamento negativo dos portos de Leixões, Aveiro e Setúbal, que no entanto não foi suficiente para contrariar o desempenho dos restantes portos do sistema.
Tendo verificado que o movimento total de contentores (em TEU) reduziu ligeiramente em 1,1%, evolução para a qual contribuíram os valores negativos registados nos portos de Setúbal e Sines.
Sendo que no que diz respeito à repartição do tráfego por Cargas / Descargas, os portos de Viana do Castelo, Figueira da Foz e Setúbal apresentaram Cargas superiores às Descargas, verificou-se que nos restantes portos a relação foi inversa, com as Descargas a representarem mais de 59,5% do tráfego. Relativamente aos contentores (em TEU) as Cargas (51,9%) foram superiores às Descargas.
É de realçar o facto de na comparação dos últimos doze meses com os penúltimos se registar uma evolução positiva de 5,7%, o que indicia uma tendência de crescimento do movimento portuário de mercadorias. Relativamente aos contentores essa evolução é ainda mais positiva (8,8%).
O IPTM faz também saber que o porto de Viana do Castelo verificou uma expressiva subida de 33,6% em termos globais homólogos, com comportamento positivo de todas as classes de carga relevantes, sendo de evidenciar o movimento extraordinário de contentores, por não ser habitual neste porto.
O porto de Lisboa registou em termos homólogos no mês de Março, uma significativa subida da carga total de 12,4%, com comportamento positivo de todas as classes de carga. Destaque para o bom comportamento do movimento da carga contentorizada e dos TEU correspondentes.
O porto de Sines registou no mês de Março um acréscimo significativo no movimento total de 11,5% em termos homólogos, resultante da subida registada nos Granéis Sólidos e Líquidos. Destaque para a significativa subida dos produtos petrolíferos e a descida dos contentores.
O porto de Figueira da Foz, registou uma subida nas mercadorias movimentadas na ordem dos 2,8%, graças à evolução muito favorável da Carga Geral. De referir a forte subida da carga fracionada.
O porto de Aveiro registou um comportamento ligeiramente negativo de 0,7% devido ao decréscimo dos Granéis Líquidos, atenuado pela forte subida da Carga Geral e dos Granéis Sólidos.
O porto da Setúbal registou no mês um decréscimo de 2,3%, com desempenho negativo dos Granéis Sólidos. Em relação ao Ro-Ro que constitui carga de referência deste porto, deu-se uma descida de 8,5% em termos homólogos.
O porto de Leixões registou uma descida do movimento global em termos homólogos de 16,2%, devido ao desempenho negativo dos Granéis Sólidos e dos Granéis Líquidos, apesar do acréscimo registado pela Carga Geral. Destaque no entanto para o crescimento da carga contentorizada e para a significativa subida do movimento de contentores de 12,6% em TEU.
Podes consultar o documento na integra aqui (imarpor/informacao_tecnica/estatisticas/MovPort_ReportingMensal_Marco  )

25 de junho de 2012

Os nossos sentimentos à família e aos amigos

Faleceu Luís Filipe Duarte, fundador e diretor da CARGO

Luís Filipe Duarte, fundador e diretor da Cargo Edições, faleceu este domingo no Hospital de São José (Lisboa), pelas 11.30h.
Natural de Aveiro, Luís Filipe Duarte, de 54 anos, manteve desde muito cedo colaborações jornalísticas várias, sendo posteriormente convidado a ingressar no extinto jornal “O Comércio do Porto” onde iniciou a profissão em 'full-time', com apenas 20 anos de idade. Em 1991 fundou a Cargo Edições, editora responsável pelo lançamento das Revistas CARGO e FROTA mas também de outras publicações ligadas ao setor dos transportes.
A sua dedicação fez da Revista CARGO uma referência do setor em Portugal, por ser a mais antiga em edição mas também por ter sido pioneira no setor, nomeadamente no lançamento de uma newsletter diária ou da secção Vídeos Cargo. Nestes mais de 20 anos à frente da Cargo Edições, tornou-se figura incontornável no setor. Promoveu ainda mais de uma vintena de colóquios em vários pontos do país, tanto nacionais como internacionais.
A equipa da CARGO homenageia a pessoa, o amigo e o profissional que fez esta casa, endereçando as mais sentidas condolências à família enlutada e aos amigos próximos, pretendendo dar continuidade a este projeto, que tal como o nosso diretor,  acreditamos fazer a diferença no nosso setor.
É com saudade que nos despedimos, esperando estar à altura dos desafios que se nos avizinham.
NOTA: Ainda não existe confirmação sobre o dia e hora em que se realizará a cerimónia fúnebre. Essa informação será divulgada pela CARGO assim que possível.

CIRA, Comunidade Portuária, AIDA e UA defendem gestão portuária regionalizada

Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, Comunidade Portuária de Aveiro, Associação Industrial do Distrito de Aveiro e Universidade de Aveiro já tomaram posição pública sobre o futuro da gestão portuária num manifesto contra o “centralismo de Lisboa".
A posição conjunta foi enviada aos Membros do Governo com responsabilidade pela gestão portuária e transportes desejando a manutenção e melhoria do modelo existente.
Esperam que o Governo defina o modelo de Gestão Portuária “mantendo elevados níveis de autonomia de gestão de cada um dos Portos Nacionais (Leixões, Aveiro, Lisboa, Setúbal e Sines) com lógicas de integração regional pelo aprofundamento do modelo em vigor".
A comunicação defende que o problema dos Portos em Portugal não está em quem é titular da gestão e em quem manda uma vez que até apresenta resultados positivos. “Basta apenas olhar para os resultados de cada administração portuária para o perceber". E justifica com "resultados líquidos positivos, baixo endividamento, cumprimento dos prazos de pagamento, diminuição contínua dos gastos operacionais, entre outros”.
Apesar de ainda não existir informação concreta sobre o modelo de gestão tem vingado a tese que aponta para a criação de uma entidade que centralize a gestão das principais estruturas portuárias.

22 de junho de 2012

Gestão dos portos de Leixões e Aveiro fica a norte

Leixões e Aveiro serão geridos por uma única empresa, autónoma de Lisboa. A possibilidade de colocar todos os portos nacionais sob gestão de uma única holding, na capital, parece estar fora da mesa.
A organização dos portos portugueses estará já acordada entre o Governo e a "troika". O JN apurou que serão criadas duas empresas: uma terá a seu cargo Leixões (que também gere Viana do Castelo) e Aveiro (que tem sob a sua alçada a Figueira da Foz); outra será responsável pelos portos de Lisboa, Setúbal e Sines.
Afastada está a criação de uma só "holding" que congregue em Lisboa a gestão de todos os portos. A hipótese foi posta pelo Governo mas gerou uma quase unanimidade de protestos a Norte, de parte da generalidade das forças políticas e empresariais.

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21 de junho de 2012

Estivadores europeus preparam medidas contra "agressões" ao setor

Representante dos estivadores de toda a Europa reuniram-se recentemente na cidade francesa de Nantes para a Assembleia da Zona Europeia do 'International Dockworkers Council' (IDC), com o objetivo de debater a situação do setor e de preparar medidas que corrijam “as agressões que os postos de trabalho da estiva estão a sofrer na Europa por parte dos governos europeus que seguem políticas neoliberais dos grupos capitalistas internacionais", afirma o sindicato em comunicado.
De acordo com o IDC, essas políticas neoliberais são tomadas com o objetivo de destruir as organizaçãoes portuárias não porque o trabalho ou as condições são "inefecientes" mas porque "constituem um dos poucos espaços laborais em que mantém um equilíbrio entre as partes implicadas graças à força e unidade do setor”. O IDC refere mesmo que os portos em Portugal, na Grécia, de Tilbury e Tanger são exemplos de práticas dessas "agressões".

Estratégia logística para o Centro e Castela e Leão em debate no CAE

O seminário ibérico “Estratégia logística para a região Centro e Castela e Leão” realiza-se esta sexta-feira no Centro de Artes e Espetáculos (CAE) da Figueira da Foz.
A iniciativa é organizada pelo projeto de cooperação transfronteiriço Portugal-Espanha, intitulado “Logística Cencyl”, tendo como parceiros, o Porto de Aveiro, as câmaras municipais da Figueira da Foz e da Guarda, o Ayuntamento de Salamanca e a Associação Cylog, explica em nota de imprensa, o presidente da Administração do Porto de Aveiro (APA).
De acordo com José Luís Cacho, “o objetivo global do projeto passa pela promoção do desenvolvimento logístico do corredor E-80, através de um aumento da integração das principais infraestruturas logísticas e de transportes fixadas na região Centro de Portugal e na região de Castela e Leão (representadas pelas entidades parceiras do projeto)”. “E de um reforço da sua notoriedade internacional relativamente a outras infraestruturas de outros corredores”, acrescenta.


20 de junho de 2012

Portos com melhores acessos, têm navios maiores, movimentam mais carga e são mais competitivos

Texto de Opinião de Prof. Vítor Caldeirinha: 
No âmbito do estudo que realizei em 2010 sobre os portos europeus, com recurso a uma amostra 43 portos, num universo de cerca de 230 portos, resultou um conjunto de correlações interessantes entre as variáveis relativas às principais características destes portos, que permitem conhecer melhor o respetivo perfil de competitividade.

1. O movimento de graneis tem correlação positiva com o movimento de carga geral
Verifica-se que o movimento de graneis nos portos europeus possui forte correlação com o respetivo movimento de carga geral. Ou seja, quanto mais carga geral movimentam, maior o movimento de carga a granel. Esta linha mostra também a direção das políticas de desenvolvimento dos portos no sentido do aumento diversificado das cargas em todos os vetores, bem como a relação entre a escala do porto e o sucesso nas suas diversas valências.

Portos portugueses mais que duplicam lucros, para 35,5 milhões de euros

Depois de ter levado para casa 90% dos lucros gerados pelos portos em 2010, o Estado decidiu este ano ficar, na maioria dos casos, com 50% dos resultados.
Com a troika a pressionar o Governo para acelerar a reforma do sistema portuário, surgindo a alteração do modelo de gestão dos portos como prioritária, regista-se agora que o Estado decidiu baixar este ano para quase metade o encaixe dos lucros gerados pelas autoridades portuárias. Depois de ter levado para casa quase 90% dos lucros conseguidos por Leixões, Sines e Setúbal em 2010, este ano aprovou uma distribuição de dividendos da ordem dos 50% sobre os resultados líquidos obtidos pelos portos no último exercício.
CONTINUE A LER ESTA NOTÍCIA DO "JORNAL DE NEGÓCIOS" AQUI

portos de portugal

Vendem-se casacos.

Dia de chuva durante uma carga de cimento,mas quando o calor aperta....


Porto de Aveiro / Futuro 2012

O modelo de gestão do Porto de Aveiro tem de assumir a condição de ser parte de um sistema de transportes multimodal em que a sua plataforma portuária se valoriza pela ligação à estrutura viária em perfil de autoestrada que lhe dá o acesso rodoviário (A25, A17, A1 e A29) e pela sua ligação ferroviária à Linha do Norte.
A lógica de abordagem para a sua importância estratégica e para o crescimento sustentável do seu hinterland tem de ser abordada no âmbito do denominado Eixo A25/E80, com a ligação em plataforma multimodal (portuária, rodoviária e ferroviária) que faz a ligação a Espanha e ao Centro da Europa.
Esse Corredor Multimodal para a Europa, o A25/A62/E80, é seguramente um importante instrumento de estratégia de eficiência coletiva com base no território e nas infraestruturas existentes (e a implantar), numa abordagem que a União Europeia defende há muito tempo e pratica em muitos dos seus países, e que Portugal está a praticar formalmente pela primeira vez, ao abrigo do Quadro de Referência Estratégico Nacional que estamos a gerir desde 2008 e que pode ter no Corredor E80 um exemplo de excelência.
Sendo a internacionalização, em especial na vertente exportação, vital para assegurar a capacidade competitiva da grande maioria das empresas portuguesas, importa criar melhores condições para a mesma. E estas condições passam, em grande parte, pela atenção dada aos meios de transporte. De pouco servirá incentivar o investimento privado se os empresários se continuarem a debater com custos de transporte incomportáveis e, em muitos casos, até com a insuficiência dos mesmos.
Assim, sabendo-se que o futuro da economia portuguesa depende do sucesso das empresas, concretamente do aumento das suas exportações, e que o transporte marítimo é o responsável pelas maiores percentagens, quer em quantidade quer em valor, de mercadorias transportadas na totalidade do comércio internacional, a questão que aqui se coloca é da maior delicadeza.

19 de junho de 2012

Porto de Viana do Castelo pode chegar às 600 mil toneladas este ano

Brogueira Dias, administrador do porto de Viana do Castelo enalteceu o crescimento registado nos primeiros cinco meses de 2012, 47% acima dos números registados em igual período do ano passado.
Entre janeiro e maio deste ano, o porto vianense movimentou cerca de 250 mil toneladas de carga, sendo que Brogueira Nunes, em entrevista ao Oje, antecipa números extremamente positivos no resultado anual: "A tendência do crescimento nestes cinco meses é muito superior a 2011, já movimentámos quase 250 mil toneladas. Este ano poderemos chegar, a este ritmo, às 600 mil toneladas".
Admitindo que "as coisas estão a correr melhor que o previsto", Brogueira Nunes lembrou que em 2011 o porto movimentou meio milhão de toneladas, tendo estabelecido uma meta de 10% de crescimento para este ano. Porém, a fazer jus a estes números, o crescimento pode duplicar face ao expetável. "Sobretudo é importante registar a inflexão que aconteceu, de um porto importador para exportador. As exportações já têm mais peso, à razão de 55 para 45%", acrescentou o administrador da APVC.

RUI PINTO PSA Sines - Integrando Portugal nas principais cadeias logísticas mundiais

A possibilidade de investimento em Sines surgiu em plena época de desenvolvimento da estratégia de internacionalização do grupo PSA. Em plena década de 90 era perceptível o fenómeno da globalização, a ascensão da China como potência económica e fábrica do mundo, o crescimento acelerado da capacidade dos navios porta‑contentores e a necessidade de se construírem novos portos capazes de receber e operar estes mega‑navios.
Ao decidir avançar com a concessão de um terminal de contentores em Sines, o Estado Português soube reconhecer em primeiro lugar a necessidade do país de ter um porto capaz de o colocar no centro das principais cadeias logísticas mundiais, ao mesmo tempo que a PSA reconheceu em Sines características importantes para o desenvolvimento do projecto.
LEIA A VERSÃO INTEGRAL DESTE "ESTUDO DE CASO" NO SITE DA REVISTA "CLUSTER DO MAR"
(também pode optar pela leitura em formato pdf)

portos de portugal

LADY GAIA

Descarga de chapas do navio Lady Gaia com "patolas". Ficam também as fotos do interior dos porões.