18 de maio de 2012

Tempestade nos portos...

Um artigo no The Economist sobre a reforma portuária em Portugal, muito "interessante" !

http://www.economist.com/node/21551072


Fica aqui uma tradução com bastantes erros mas não quis mexer muito para não alterar o sentido das frases, dá para ver onde querem chegar...por cá estão muito calados.

Portugal deve privatizar seus portos para tirar o máximo proveito de sua localização.
No porto de Lisboa,é normal misturar prazer com negócios. Bares e restaurantes são adjacentes às máquinas industriais e  grandes navios porta-contentores. A combinação de guindastes a brilhar com o reflexo do sol, enquanto se vê turistas e moradores locais a comer e beber nas margens do rio. No entanto, os portos portugueses são menos felizes com a mistura de controle público e privado. O governo mais ou menos novo está a preparar uma mudança de foco aos seus portos, como parte de uma ampla reforma estrutural do FMI. O que fazer?

17 de maio de 2012

Sondagem

Perguntamos aos nossos colegas se o esforço que esta a ser feito pelos estivadores vai valer a pena. Neste caso a afluência nesta sondagem foi menor que nas outras ocasiões, talvez derivado a algumas incertezas que vivemos, no entanto ficam os resultados.
SIM - 9 votos (28%)   
NÃO - 3 votos (9%)   
MESMO ASSIM A ETP FECHA - 5 votos (15%)  
NINGUÉM SE APERCEBE QUE ESTAMOS A FAZER ESSE ESFORÇO - 15 votos (46%)


MSC Divina estreia-se em Lisboa.

O porto português é a primeira escala do MSC Divina, que vem directamente dos estaleiros em Saint Nazaire, França.A viagem pré-inaugural do MSC Divina, o mais recente navio da companhia de cruzeiros italiana, conta como primeira escala a cidade de Lisboa, já no próximo dia 21 de Maio (segunda-feira).Oriundo dos estaleiros de Saint Nazaire, com cerca de quatro mil passageiros a bordo (convidados da companhia e imprensa), aquele que é o 12º navio da frota da MSC Cruzeiros atraca em Santa Apolónia, onde será recebido num cenário que remonta aos anos 50/60, inspirado na sua madrinha, Sophia Loren, assim como pelas autoridades portuárias. Por esta altura, terá lugar a tradicional troca de placas com o comandante do navio, Giuliano Bossi.O MSC Divina segue, depois, para Cádis, Gibraltar, Valencia e Marselha, onde, no dia 26 de Maio, decorre a cerimónia de baptismo do navio, com a presença de Sophia Loren. E outras personalidades de várias áreas da sociedade.

Que dupla!!!!

Os famosos Téquinha e Gilózinho.

Pacotão de cimento

No vídeo abaixo postado podemos ver o inicio da carga do porão de proa. Este tipo de porão é sempre mais demorado que os restantes derivado a sua forma. Ficam também as fotos que registaram este dia de trabalho.
                                           




16 de maio de 2012

Porto de Setúbal: Sadoport procedeu a embarque recorde de material rolante num navio

No porto de Setúbal teve lugar o embarque de aproximadamente 9.100m3 de material rolante e diversos contentores com material de apoio. O embarque teve lugar na Sadoport Setúbal, no navio “Copenship Europe”, agenciado pela Portmar, e será reconhecido como o maior embarque de material rolante já efetuado naquele cais, num só navio.
O material tem como destino os portos de Durban, Maputo e Beira e está consignado à Transitex Moçambique e Transitex África do Sul que terão a seu cargo o desalfandegamento e posterior entrega nas diversas obras que a Mota-Engil tem a decorrer tanto em Moçambique como no Malawi.O embarque decorre em condições porta a porta, tendo a Transitex assegurado toda a logística que permitiu a chegada destes materiais a Setúbal preparando-se agora para efetuar a operação inversa a partir dos portos de descarga mencionadosA opção pela utilização de três portos de descarga agiliza a operação logística, permitindo a organização dos transportes especiais à saída de cada porto evitando ao mesmo tempo o eventual congestionamento dos terminais onde a operação vai decorrer.
 fonte

15 de maio de 2012

LOENERDIEP

Navio que carregou toros de madeira no terminal norte do porto de Aveiro pela empresa de estiva Socarpor . Este navio tem como agente a Aveifoz .






Atenção! Porto de Leixões

Decorreu no dia 09-05-2012 nas instalações da APDL, a apresentação oficial do regulamento sobre o procedimento de controlo e prevenção do consumo de bebidas alcoólicas no interior do porto de Leixões.
A entrada em vigor do respectivo procedimento ocorrerá ainda durante este mês de Maio, pelo que a APDL agradece a todos os operadores portuários a maior colaboração na divulgação deste novo procedimento pelos utilizadores do terminal de Leixões. Entretanto, decorrerá um período de sensibilização e informação nas entradas do porto de Leixões.
Está igualmente previsto para o início de Julho a entrada em vigor de outro regulamento sobre o procedimento do uso de Equipamento de Protecção Individual (EPI).
Irá ser exigido a todos que circulem no interior do porto de leixões o uso de colete reflector (inclusive motoristas).
Documentos:
 -Regulamento de utilização sobre o uso de EPI no interior do porto (clique para visualizar)
 -Regulamento de controlo e prevenção do consumo de bebidas alcoólicas no interior do porto (clique para visualizar)

14 de maio de 2012

QUEM DISSE QUE O TITANIC FOI O MAIOR DESASTRE DA HISTÓRIA?

Wilhelm Gustloff maior desastre marítimo da história

Esta é a obscura história do navio de passageiros Wilhelm Gustloff, antigo orgulho dos nazis, cuja lembrança ficou esquecida durante muito tempo.

Buscamos aqui apenas mostrar um fato ocorrido no final da Segunda Guerra, em meio ao caos da ocupação soviética do Leste da Alemanha e Polônia.
Neste período, os campos de concentração já haviam sido libertos e muitos ex-prisioneiros agora escapavam dos Soviéticos também, rumo ao Oeste, e a única saída era o Porto de Gotenhafen (atual Gdynia). Uma multidão de refugiados desesperados aguardava os navios que os levariam para o Oeste, o último refugio longe dos soviéticos e sua máquina de guerra destruidora; esta operação se chamava Hanilbal. Numa noite fria no final de Janeiro de 1945, nas águas geladas do Mar Báltico, o mais mortal dos desastres marítimos ocorria. Ainda hoje muitos nunca haviam lido nada a respeito do naufrágio do ? Wilhelm Gustloff ?.
O sentimento do Brutal Exército Vermelho Soviético era somente massacrar o inimigo, enquanto o Wilhelm Gustloff, lentamente, deixava o porto, com 10.000 refugiados alemães, tripulantes, marinheiros da Kringsmarine, e muitos soldados feridos. Este navio era preparado para apenas 1880 passageiros e tripulação, mas, apesar disso, havia muito mais gente a bordo e entre os refugiados, 4 mil crianças e jovens que escapavam para um futuro mais seguro e promissor no oeste da Alemanha.
Naquele dia a temperatura mínima era de -18ºC (0° Fahrenheit), o tempo fechava no cais de Oxhöft em Gotenhafen (Gdynia atual Polônia) numa terça feira do dia 30 de Janeiro de 1945.
Pela primeira vez em 4 anos, o ex Navio Capitanea, que era usado pelos Nazistas como seu cruzeiro, volta a aquecer suas máquinas. Acertando os detalhes da derrota para Kiel na Alemanha, para longe da contínua desintegração do Fronte Leste, navios quebra-gelo estavam ocupados já abrindo caminho através da baia de Danzing permitindo,assim, a passagem pelas imperdoáveis águas geladas do Mar Báltico.

13 de maio de 2012

Teste de Salinidade – Carvão a Granel Final !!!

Esta postagem é retirada de um blog no Brasil de um marine surveyor.

Mesmo não apresentando salinidade na carga durante o Primeiro teste, para obtermos um parecer mais consistente, nada melhor do que um químico para realiza o teste e, assim certificar que realmente a carga estava em boas condições.
Voltamos ao navio no dia 05 de maio de 2012, na parte da manhã. Desta vez todos nós ficamos somente acompanhando o trabalho do químico.
O TESTE!!!
O procedimento feito por ele foi praticamente igual ao que fizemos no primeiro dia , isso por que um dos suveyors presente nesta vistoria, além de ser um senhor com muita bagagem (mais de 40 anos nesta profissão), ele já sabia como era o procedimento deste químico, pois já o conhecia de outros testes.
Foram retiradas novas amostras da carga lá dentro dos porões, estas amostras foram depositadas em recipientes de plástico e homogeneizadas com água mineral.
Com uma Pipeta  o químico retirava o liquido de baixo da fina camada de gordura que se formava na superfície da água após o tempo em que era deixada em repouso. O liquido era inserido em um tubo de ensaio e por final era aplicado o nitrato de prata.
Nenhuma amostra reagiu ao nitrato de prata, resumindo, a carga não apresentava salinidade e por isso o caso foi finalizado.
Assistam agora o vídeo deste teste.
                                       

A arqueação de navios

O sistema “Moorsom”

A arqueação é a medida do volume interno de uma embarcação. A arqueação de cada navio compreende a arqueação bruta e a arqueação liquida. Actualmente, as medidas de arqueação internacionalmente em vigor consistem em valores dimensionais obtidos por formulas de cálculo onde entram os volumes expressos em metros cúbicos, o número de passageiros, o pontal e a imersão de cada navio.
A antiga arqueação - segundo o Sistema Moorsom, que vigorou até 1994 - era medida em toneladas de arqueação (equivalentes a 100 pés cúbicos ou 2,83 metros cúbicos), sendo por isso também referida frequentemente como "tonelagem de arqueação" ou simplesmente "tonelagem". A utilização do termo "tonelagem" para designar a nova arqueação é tecnicamente incorrecta.
Como é referida frequentemente como "tonelagem" (termo normalmente associado à tonelada de massa), a arqueação é muitas vezes confundida com uma medida de massa ou de peso. O termo refere-se contudo ao tonel, uma antiga unidade de medida de volume. Assim, tanto a arqueação antiga como a actual são exclusivamente medidas de volume. A massa e o peso dos navios são expressos por deslocamento e pelo porte.(Wikipedia)

Expansão do terminal de contentores de Leixões num impasse

APDL e TCL continuam a negociar as condições que viabilizem a expansão do terminal de contentores Sul de Leixões. Entretanto o tempo passa, o movimento aumento e a qualidade do serviço corre o perigo de deteriorar-se.
Ainda não foi no primeiro trimestre deste ano, como previsto pelo presidente da APDL, que a administração portuária e a concessionária do terminal de contentores de Leixões chegaram a acordo sobre o modo como fazer, e financiar, a expansão do terminal. Ambas as partes concordam na necessidade de fazer a obra, mas as dificuldades mantêm-se quando se trata de decidir quem paga o quê e como.
“Estamos a desenvolver o modelo financeiro do investimento”, referiu Lopo Feijó, administrador da TCL, ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS. “Esperemos que ainda este ano fique decidido o que iremos fazer”, acrescentou.
O problema é que o investimento é vultuoso. E a expansão do terminal Sul implica o reforço do parque de contentores (infra-estrutura, em princípio responsabilidade da concedente) e o reforço dos equipamentos de movimentação das cargas (super-estrutura, à partida da conta da concessionária). Mas ambos não estão previstos no actual contrato de concessão.
Do lado da TCL haverá disponibilidade de princípio para investir, mas com contrapartidas. Que podem passar pela prorrogação do prazo de concessão (actualmente de 30 anos), ou pela redução das rendas a pagar. “Dizem que as concessões não podem ir além de 30 anos. Mas estarão o Estado – e a APDL -, para mais nas condições difíceis actuais, em condições de reduzir as rendas, inclusive receberem rendas negativas?”, alerta Lopo Feijó.
Entretanto o movimento de contentores em Leixões continua a aumentar: 8% nos primeiros quatro meses do ano, para a casa dos 180 mil TEU, apesar da estagnação verificada em Abril. No ano passado, a TCL processou mais de 514 mil TEU, um recorde e um sucesso que ameaça o bom desempenho do terminal.

Como Agrupar os Portos Portugueses Preservando a sua Autonomia

Tenho vindo a refletir, em diversos textos publicados, sobre a questão do modelo de governação dos portos portugueses.
Se por um lado, existe nos portos nacionais a necessidade do aumento da coordenação das estratégias comerciais/marketing, de investimento e meios humanos e materiais comuns, bem como de harmonizar procedimentos e ganhar massa crítica, juntando forças contra os concorrentes comuns numa visão ibérica e global, por outro lado, é fundamental garantir e manter a proximidade local, a autonomia, a agilidade nas decisões e a inteligência regional nos principais portos nacionais, evitando grandes desajustes de mudança que dificultem o período de recuperação económica em que o País se encontra.
Sem garantir a autonomia do portos pode estar em risco a flexibilidade local de resposta ao mercado, podendo levar a processos de decisão burocrática e centralista que atrofiem a agilidade e o conhecimento do negócio, fundamental no setor portuário, sendo mais difícil atrair as cadeias logísticas. Portos que não se integrem nas exigências das cadeias logísticas de forma rápida e adequada podem ser preteridos por outros portos, noutros países concorrentes.

12 de maio de 2012

Porto de Sète ano de 98

Quem se lembra do pórtico que carregamos para o porto de SÈTE? Aqui deixamos um vídeo que mostra não o pórtico a ser descarregado mas uma grua, que foi descarregada de bordo de um navio neste porto e como se pode ver esta operação não correu nada bem. Vejam o vídeo.
                                       

O melhor vídeo

Podem consultar  os nossos vídeos no YouTube Link 1 ou Link 2 ,eu recomendava alguns mas vou pedir a quem quiser participar na escolha do nosso melhor vídeo pode fazê-lo clicando no Gosto na pagina do YouTube ou enviar um E-mail para estivadores estivadoresaveiro@gmail.com que depois colocaremos o vídeo escolhido

11 de maio de 2012

A Arte de estivar no Shiplouder

                                       

Descarga de chapas

Temos dias assim, desta vez apareceu um navio em muito más condições de higiene. Porão muito sujo, com restos de vários tipos de carga que não foram limpos e um cheiro nauseabundo. Carga muito mal estivada e tripulação pouco cooperativa. Como se pode ver na foto, as chapas foram carregadas com cabos dobrados, o que origina que depois na descarga não haja espaço para se engatar a chapa. É que com cabos dobrados, se a chapa ficar encostada uma a outra, eles não têm problema em retirar os cabos, pois é a grua que os puxa e como estão dobrados não prendem em lado nenhum ao serem puxados pelas "mãozinhas". Ainda deixaram vir, duas lingadas que mostram os cabos nessa posição. Na descarga fica bem mais complicado.Abaixo as fotos do porão de carga do navio.








10 de maio de 2012

ISCIA AVANÇA COM CONJUNTO DE PALESTRAS «OS PORTOS DE PORTUGAL»

O Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração (ISCIA), dá início, quinta-feira, dia 17 de Maio, a um ciclo de palestras intitulado “Os Portos de Portugal”.
 Matos Fernandes, Presidente da Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL), é o primeiro convidado, dia 17, numa palestra com início previsto para as 18:00 no auditório da instituição de ensino superior de Aveiro.

Porto de Sines: Sexto pórtico do Terminal XXI deverá estar concluído até final do verão

A PSA Sines iniciou a assemblagem do 6.º pórtico para o cais do Terminal XXI (TXXI), sendo de prever que a sua colocação em funcionamento aconteça até final do corrente ano. Trata-se de mais um pórtico super-post panamax que se juntará aos cinco já em funcionamento e que irá tirar partido da expansão do cais recentemente inaugurada.
Com um investimento de 7 milhões de euros por parte da concessionária PSA Sines, este equipamento de última geração permitirá um alcance até 23 fiadas de contentores a bordo dos navios, estando assim vocacionado para operar os ULCS - Ultra-Large Containers Ships inseridos nas principais rotas marítimas intercontinentais, bem como os de última geração de 16.000 e 18.000 TEU que estão agora a ser construídos.
O equipamento em operação terá 112 metros de envergadura de lança, uma altura máxima de 84,5 metros acima do solo e um alcance útil de movimento vertical do spreader de 63,2 metros. Permitirá movimentar uma carga máxima com Twin Lift de 65 Toneladas.
Na atual fase de construção, a segunda, o Terminal XXI tem uma capacidade máxima anual de 1.000.000 TEU, para um comprimento de cais de acostagem de 730 metros e fundos máximos de 17,5 metros, com uma área de armazenagem de 24 hectares. Com a instalação deste 6.º pórtico de cais ficará completa a 2.ª fase de expansão do terminal.Em curso decorrem ainda os trabalhos de expansão do molhe de protecção, sob responsabilidade da APS, que aumentará as condições de segurança nas manobras e operações dos navios. Esta obra tem assegurado financiamento do fundo de coesão através do POVT.

Navio movido a energia solar fez a volta ao mundo

O navio MS Tûranor PlanetSolar tornou-se no primeiro navio movido exclusivamente a energia solar a concluir uma volta ao mundo, depois de 19 meses de navegação. Após 19 meses de navegação e cerca de 60 mil quilómetros, o catamarã chegou na passada sexta-feira ao Mónaco.
O navio, fabricado pela PlanetSolar é também o maior do mundo movido a energia solar. Tem 31 metros de largura, 15 de altura e 500 metros quadrados de painéis fotovoltaicos. Em setembro de 2010 lançou-se ao mar e cruzou, ao longo de 585 dias, todos os oceanos e continentes até regressar ao lugar de onde partiu.
Seguindo um percurso aproximado à linha do equador, o Tûranor fez várias paragens durante a viagem, nomeadamente em Tanger, Miami, Hong Kong e Bombai, num total de 28 países. O nome de Türanor - nome inspirado na obra de JRR Tolkien "O Senhor dos Anéis" e que quer dizer "poder do sol".
De acordo com um comunicado emitido pela Immosolar, promotora do projeto, o líder da expedição Raphaël Domjan mostrou-se muito emocionado no momento do desembarque. "Estamos muito felizes por termos conseguido esta primeira volta ao mundo com energia solar", disse.
"Demonstramos que temos as tecnologias e o conhecimento para nos tornarmos sustentáveis e preservar o nosso planeta azul", referiu o suíço Raphaël Domjan, líder da expedição.
Para já, o primeiro passo da PlanetSolar vai ser o de encontrar um novo projeto para dar uso ao navio. "Estamos a considerar alugar o barco para usos científicos ou comerciais, ou até vendê-lo. Estamos abertos a ideias e ao debate com interessados", acrescentou o promotor da iniciativa.

Dust controller

Dust controller voltou a ser usado para controlar as poeiras na descarga efectuada no terminal norte do porto de Aveiro.