Os concessionários do porto de Leixões e o sindicato dos trabalhadores portuários acordaram um novo Contrato Colectivo de Trabalho (CCT) que, na prática, fixa o número de trabalhadores “históricos” e flexibiliza as novas contratações. Chegaram a bom porto as negociações entre os concessionários e os trabalhadores portuários de Leixões para a revisão do CCT. Os termos do novo acordo já estão fixados, faltando apenas rubricá-lo, o que deverá acontecer nos próximos dias, apurou o TRANSPORTES & NEGÓCIOS. Uma das principais inovações do acordo consiste na separação dos trabalhadores “históricos” dos novos contratados, sublinhou ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS o presidente da Comunidade Portuária de Leixões. Ou seja, explicou Vieira dos Santos, os “históricos” manterão as condições contratuais vigentes, mas as futuras admissões já serão feitas em moldes diferentes, com maior flexibilidade. Em Leixões há 90 trabalhadores portuários “históricos” e 20 contratados a termo, que poderão tornar-se os primeiros a serem integrados nos quadros de acordo com as novas regras. Para o presidente da Comunidade Portuária, o novo CCT permite, assim, “ganhar flexibilidade” e “reduzir, no futuro, o custo do trabalho portuário”. As negociações, disse, foram “geralmente fáceis”, até porque, destacou Vieira dos Santos, “o novo CCT vem confirmar a prática de anos, em termos de flexibilidade”, que permitiu ao porto responder ao acréscimo de cargas e movimentos sem aumento de pessoal. “Mérito do sindicato”, sublinhou aquele dirigente. Numa altura em que a anunciada revisão da legislação do trabalho portuário continua a agitar o sector, Vieira dos Santos sustenta que o “caso” de Leixões “é um bom exemplo para ser visto e estudado pelo Governo”. O presidente da Comunidade Portuária de Leixões é um dos oradores do Seminário de Transporte Marítimo que o TRANSPORTES & NEGÓCIOS promove no Porto, na próxima quinta-feira, e os termos do novo acordo com os trabalhadores portuários será seguramente um dos temas a abordar.
17 de março de 2012
15 de março de 2012
Mota-Engil factura 177 milhões na logística
No ano passado, os terminais portuários concessionados a empresas controladas pela Tertir movimentaram 796 mil contentores, contra os 716 mil registados em 2010. A área de logística do grupo Mota-Engil realizou, em 2011, um volume de negócios de 177 milhões de euros, mais 11% que os 159 milhões do exercício anterior, impulsionada essencialmente pelo aumento da movimentação de cargas nos portos e pelo incremento da actividade da Transitex. O EBITDA cresceu 23%, em termos homólogos, tendo atingido os 40 milhões de euros (32 milhões em 2010), com as margens operacionais a crescerem de 20,3% para 23,5%. Nesta área de negócio (que integra a subholding do Ambiente e Serviços do grupo Mota-Engil), o exercício de 2011 ficou ainda marcado pela concessão do terminal de contentores de Ferrol, na Galiza, a uma empresa detida a 100% pela TCL, concessionária do terminal de contentores de Leixões.
Com este investimento, que deverá ficar operacional em meados do ano corrente, a Tertir reforçou a sua aposta na internacionalização, onde já contabiliza a concessão do porto de Paita, no Peru. Angola e Brasil são os próximos mercados-alvo já assumidos pelo grupo.
Transportes & Negócios
CNE, Cimentos Nacionais e Estrangeiros, S.A.
A CNE, Cimentos Nacionais e Estrangeiros, S.A. situada em Setúbal é uma empresa do Grupo SLN Sociedade Lusa de Negócios, SGPS (ou seja, inclui capital do BPN). Esta empresa tem 52 trabalhadores na unidade industrial de Setúbal.
Em Setembro de 2010 a empresa entrou num processo de insolvência. Foi escolhido o plano de viabilização apresentado pelo Grupo Caixa Geral de Depósitos. No dia 3 de Fevereiro de 2012 o tribunal nomeou o administrador de insolvência, enquanto o antigo administrador foi destituído.
Os trabalhadores estão com salários em atraso, nomeadamente, 50% do subsídio de férias e 100% do subsídio de natal de 2011 e o salário referente ao mês de Janeiro de 2012. Aliás, há cerca de dois anos que os trabalhadores não recebem os salários antes do dia 10 e em alguns meses chegaram mesmo a receber no dia 16. E desde Dezembro de 2011 que a empresa anunciou o fim dos turnos, deixando de pagar o subsídio de turno, ainda que este conste do contrato dos trabalhadores.
Os trabalhadores têm desenvolvido diversas ações de luta na defesa dos seus direitos.
14 de março de 2012
GREEN ISLAND
Carga de pacotão de cimento no terminal norte do porto de Aveiro, feito pela empresa de estiva AVEIPORT e com a agência de navegação Sana .



Carta aberta aos estivadores selvagens
Caros estivadores selvagens, dirijo-me a vocês desta maneira porque
trabalham na estiva mas, como em todos os casos, é possível que nem
todos os estivadores tenham o vosso espírito rebelde. Chamo-vos
selvagens no melhor sentido da palavra; para mim, selvagem é como
rebelde, indomável, insubmisso. Do que conheço de vocês, colectivamente
têm tido essa força.
Estou a escrever-vos porque quero dizer-vos algo, assim como quero
que esse algo seja lido e reflectido por mais do que os receptores
directos desta carta.
Estamos todos a ser encostados à parede: pela economia, pela
burocracia, pela polícia, pela repetição sufocante de momentos que nos
são impostos. Se há territórios como a Grécia onde a resposta tem
colocado as instituições em cheque, em Portugal a verdade é que, salvo
raras excepções, temos sido piegas. A resposta é tão branda, inócua e
controlada que o filha da puta do Passos se dá ao luxo de gozar com ela.
E o problema é que tem razão.
Ainda assim, aqui e ali vai surgindo algo, um fôlego que tenta
encher-nos os pulmões: na resistência ao ordenamento do Parque Natural
do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina, nos ataques às portagens,
na interrupção das negociações entre sindicatos e patronato da TAP, nas
repartições de finanças atacadas, no cerco ao hospital de Valpaços sob
ameaça de enncerramento. Precisamos de tudo para fazer frente ao aperto
estamos a sofrer – precisamos também de rejeitar as instituições que nos
querem aproveitar. Por uma questão de dignidade.
É por isto que vos estou a escrever. Porque se mantêm, ao longo dos
anos, fortes e rebeldes. Porque obrigam o sindicato a fazer o que vocês
querem. Porque rejeitam a representação mediática. Porque desobedecem à
CGTP e aos outros “representantes dos trabalhadores”. Porque são um
ponto de referência para outras pessoas que não se revêem na política,
nem na cedência, nem na delegação. E é por serem esse ponto de
referência que tanto o serviço de ordem da CGTP como os paisanos da
bófia, têm tanta preocupação em flanquear-vos nas manifestações. Para se
assegurarem que não se protejem uns aos outros quando a polícia tenta
identificar alguém, para vos isolarem do resto das pessoas, com medo de
que as vossas palavras contagiem o protesto e o barulho dos petardos
rebente os tímpanos da lei e da ordem.
Num território em que colectiva e publicamente somos fracos, vocês
são um dos casos que inspiram outros e mostram que nem todos estamos
mortos. Por isso vos peço que continuem assim, que não se deixem comprar
por patrões nem manipular por burocratas sindicais. Que mantenham a
vossa rebeldia e independência.
Que todo o espectro político perca a força de controlar quem sai à
rua, que todos saibamos estar sem partidos nem sindicatos, uns com os
outros, apoiando-nos contra quem nos quer ver miseráveis, presos ou
domesticados. Que saibamos ganhar a nossa força, porque precisamos dela e
precisamos de encontrar os momentos, colectivos e individuais, onde a
aplicarmos e aumentarmos. Nas grandes manifestações ou nas pequenas
acções. Que todos saibamos ser uma referência uns para os outros e
alimentemos de alegria estes corações que líderes e burocratas querem
ver parados.
Um dos que a 11 de Fevereiro preferiu ouvir os petardos do que os discursos.
Fonte: indymedia
13 de março de 2012
Terminal intermodal do porto de Aveiro vai custar 5,7 milhões
No final de 2013 o porto de Aveiro poderá ser escalado por navios até 200 metros de comprimento, e contará já com um terminal intermodal com um custo estimado de 5,7 milhões de euros.“O porto de Aveiro será em 2015 um dos mais dinâmicos e competitivos portos da faixa Atlântica da Península Ibérica no transporte de curta e média distância, e possuirá um amplo pólo de desenvolvimento logístico e industrial", refere Luís Cacho.Ainda de acordo com o presidente do conselho de administração do porto de Aveiro, “a componente que se encontra em fase mais avançada de execução é a construção do terminal intermodal, apontando-se, conforme o seu projecto técnico, para um montante de investimento estimado de 5,7 milhões de euros, verba que poderá ser comparticipada pelo Fundo de Coesão".
CARGO
“Não é o mais forte que sobrevive, mas o que melhor se adapta às mudanças”
A
luz límpida da manhã e o ar fresco com cheiro a maresia, acompanhou-nos no
encontro de trabalhadores em dia de assembleia de credores da empresa
ETP. Através dos anos fomos escrevendo uma história, e este teste à nossa
seriedade, esta estranha forma de se ser estivador e a turbilhão de ideias está
a afectar a nossa reputação. É como se algo nos tivesse sido roubado. Vejo-me
como uma pessoa que viveu na adolescência sem pertencer ao mundo que me
rodeava. E agora ao apreciar esta nossa
situação, partilho o mesmo sentimento. Até porque só costumo ver destas
noticias na TV. Tenho a sensação de não passar de um simples espectador que vê
esta notícia na televisão, como se nada disto me dissesse respeito. No porto
existe (ia) a ilusão de que os estivadores estão bem na vida, isto é dito
muitas vezes por pessoas cá de dentro que o dizem simplesmente para não se
sentirem perturbadas com a realidade incómoda. Cometemos erros no passado? Não
podia estar mais de acordo, espero não voltarmos a errar no mesmo. Existe uma
nuvem sombria que nos tolda o entusiasmo e como não podemos viver em permanente
desassossego, temos de procurar conforto em pensamentos bons. Após o encontro e
considerando as várias alternativas, partimos para o tribunal em Aveiro, informados
pela Dra Rita Garcia Pereira dos cenários possíveis. Entendo que hoje foi o
início para se chegar a um fim. E como
ninguém cobiça o que não sabe que existe…
Cumprimentos a todos
08
12 de março de 2012
Carga de pet coke em comboio no TGS
Comboio Especial n.º 92212 - Gafanha da Nazaré
Vídeo gravado por Valério dos Santos, este vídeo foi encontrado no youtube por nós, e mostra o comboio a levar as unidades vazias que foram descarregadas no porto de Aveiro.
10 de março de 2012
Transporte de contentores irá voltar aos lucros em 2012, dizem analistas
Contrariamente
ao esperado, os aumentos de carga no comércio Ásia-Europa para o mês de
março indiciam uma forte possibilidade do transporte de contentores
voltar aos lucros este ano.Depois das linhas de navegação terem reportado enormes perdas
financeiras no ano passado, originadas por custos crescentes e uma
procura moderado no tráfego leste-oeste, parecia suicídio a introdução
de aumentos das taxas nas principais rotas de comércio (Asia-Europe),
decretadas pela generalidades das companhias transportadoras.
Analistas, carregadores, transitários e integrantes da indústria, todos expressaram dúvidas quanto aos argumentos usados para justificar os aumentos das taxas.
Na melhor das hipóteses muitos pensaram que as linhas propusessem um aumento de algumas centenas de dólares, mas certamente nada próximo aos 700 dólares por TEU, e mais, que muitas das linhas estavam dispostas a cobrar. A isto acrescente-se a confissão da Maersk Line, que previu que continuará a perder dinheiro em 2012.Mas agora, de acordo com os dados mais recentes das taxas de frete, parece que os aumentos das taxas foram bem sucedidos. E até mesmo os analistas da indústria, que tinham sido céticos na sua maioria, foram convertidos em crentes...
O World Container Index reflete um aumento das taxas na rota Ásia-Europa de114 por cento (1.276 dólares por FEU em 23 de fevereiro e 2732 dólares por FEU em 1 de Março).
Analistas, carregadores, transitários e integrantes da indústria, todos expressaram dúvidas quanto aos argumentos usados para justificar os aumentos das taxas.
Na melhor das hipóteses muitos pensaram que as linhas propusessem um aumento de algumas centenas de dólares, mas certamente nada próximo aos 700 dólares por TEU, e mais, que muitas das linhas estavam dispostas a cobrar. A isto acrescente-se a confissão da Maersk Line, que previu que continuará a perder dinheiro em 2012.Mas agora, de acordo com os dados mais recentes das taxas de frete, parece que os aumentos das taxas foram bem sucedidos. E até mesmo os analistas da indústria, que tinham sido céticos na sua maioria, foram convertidos em crentes...
O World Container Index reflete um aumento das taxas na rota Ásia-Europa de114 por cento (1.276 dólares por FEU em 23 de fevereiro e 2732 dólares por FEU em 1 de Março).
Fonte: cargo
9 de março de 2012
Navalria ganha dois navios da Douro Azul
Depois do “Douro Spirit”, a Navalria vai construir mais dois barcos-hotel para a Douro Azul, anunciou hoje o líder do operador de cruzeiros fluviais.
O negócio que esteve para ser dos ENVC, vai afinal para a empresa de Aveiro, adquirida pelo Grupo Martifer quando estava à beira de fechar as portas. Esta é a segunda vez que a Navalria vence os ENVC, mas desta feita, e segundo afirmações do dono da Douro Azul, exclusivamente por culpa dos estaleiros de Viana. Esta é também a segunda vez que a Navalria leva de vencida a concorrência externa num negócio apetecível. O contrato estava a ser disputado por um estaleiro espanhol e por outro holandês. Mais do que o preço (os holandeses seriam mais baratos) terá sido o cumprimento dos prazos a determinar a escolha da Douro Azul, conhecedora do trabalho da Navalria. Afinal, os dois navios barcos-hotel serão da mesma “classe” do “Douro Spirit”. O cumprimento dos prazos de entrega é fundamental porque Mário Ferreira, da Douro Azul, já tem os novos navios contratados com operadores internacionais, que por sua vez já estarão a comercializar junto dos seus clientes os cruzeiros no Douro. Além destes dois navios, a Douro Azul pretende construir outros dois e ainda dois barcos rabelos. No total, o investimento ascenderá a 50 milhões de euros.
8 de março de 2012
Navio entra com condições atmosféricas difíceis
7 de março de 2012
A ALZIRINHA já chegou.
Deu entrada hoje dia 07-03-2012 pelas 17:00, a futura embarcação de turismo em Aveiro. Esta embarcação vai ser sujeita a algumas alterações para começar a operar o mais rápido possível. Abaixo as fotos desta bonita embarcação propriedade de Michael Pereira e Carlos Nogueirinha.Quando entrar em actividade teremos todo o gosto em anunciar aqui no nosso blog. Na ultima foto podemos ver o enviado especial do nosso blog, a esta ocasião. Clicar nas fotos para ver em tamanho grande.



6 de março de 2012
Governo mexe nos portos e carga até ao final do primeiro semestre
O secretário de
Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Silva
Monteiro, revelou à Antena1 que o Executivo quer acabar com as taxas
fixas pagas para entrar nos portos portugueses.
“O Governo pretende criar um regime de taxas mais flexível, que tenha menos custos fixos e mais custos variáveis em função das cargas movimentadas no sentido de aumentar a competitividade e a atratividade dos nossos portos”, explicou.
"Hoje temos a consciência que a taxa fixa dos nossos portos são muito elevada. Queremos olhar para os contratos de concessão existentes e o regime de taxas, e procurar adaptá-lo à moderna gestão, que é mais virada para a competitividade e para a movimentação de carga e não tanto para os custos fixos, que retiram competitividade aos nossos portos”.
Questionado sobre o momento em que tal intenção será aplicada, o governante retorquiu: “Esperamos ter tudo resolvido até ao fim do primeiro semestre, quer a questão portuária quer o regime de trabalho portuário e também ao regime de remuneração da carga e da movimentação nos nossos portos.
“O Governo pretende criar um regime de taxas mais flexível, que tenha menos custos fixos e mais custos variáveis em função das cargas movimentadas no sentido de aumentar a competitividade e a atratividade dos nossos portos”, explicou.
"Hoje temos a consciência que a taxa fixa dos nossos portos são muito elevada. Queremos olhar para os contratos de concessão existentes e o regime de taxas, e procurar adaptá-lo à moderna gestão, que é mais virada para a competitividade e para a movimentação de carga e não tanto para os custos fixos, que retiram competitividade aos nossos portos”.
Questionado sobre o momento em que tal intenção será aplicada, o governante retorquiu: “Esperamos ter tudo resolvido até ao fim do primeiro semestre, quer a questão portuária quer o regime de trabalho portuário e também ao regime de remuneração da carga e da movimentação nos nossos portos.
Fonte :cargo
5 de março de 2012
CÂMARA DE AVEIRO QUER QUE ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE AVEIRO NÃO ULTRAPASSE ESCALA REGIONAL.
Os municípios da região de Aveiro estão expectantes com o futuro do Porto de Aveiro. O Governo prepara mudanças importantes no sector portuário. Actualmente a Administração do Porto de Aveiro, que também gere o Porto da Figueira da Foz, goza de autonomia, mas, uma das propostas em cima da mesa poderá passar pela criação de uma holding comum para os principais Portos nacionais.
A Câmara de Aveiro está atenta, garantiu na Assembleia Municipal, o vereador Pedro Ferreira. "É um dos grandes motores da economia regional, devemos pugnar para que continue a ter uma dimensão regional, em sede da CIRA discutiu-se a possibilidade de tomar pública uma posição em defesa de uma administração que não ultrapasse a escala regional", essa tomada de posição "ainda não foi tornada pública porque se entendeu ser preferível associar à comunidade intermunicipal a posição de outras entidades, nomeadamente a Associação Industrial, a Comunidade Portuária". Ainda sem saber o que o Governo vai fazer com os Portos nacionais, a Câmara de Aveiro espera que seja mantida a autonomia do Porto de Aveiro.
A Câmara de Aveiro está atenta, garantiu na Assembleia Municipal, o vereador Pedro Ferreira. "É um dos grandes motores da economia regional, devemos pugnar para que continue a ter uma dimensão regional, em sede da CIRA discutiu-se a possibilidade de tomar pública uma posição em defesa de uma administração que não ultrapasse a escala regional", essa tomada de posição "ainda não foi tornada pública porque se entendeu ser preferível associar à comunidade intermunicipal a posição de outras entidades, nomeadamente a Associação Industrial, a Comunidade Portuária". Ainda sem saber o que o Governo vai fazer com os Portos nacionais, a Câmara de Aveiro espera que seja mantida a autonomia do Porto de Aveiro.
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