3 de março de 2012

Descarga de petcoke

Descarga feita no TGS (terminal de graneis sólidos) do Porto de Aveiro pela empresa de estiva Socarpor . Descarga de cerca de 20 mil toneladas de petcoke . Abaixo as fotos e um vídeo que mostra a máquina de pá dentro do porão a juntar o material.
                                     



2 de março de 2012

Acidentes acontecem

Os acidentes acontecem, no entanto cabe-nos a nós trabalhadores fazer com que situações destas sejam cada vez menos vistas nos nossos portos. Atenção sempre redobrada.
                                     

Carga geral

Carga geral realizada no terminal norte do porto de Aveiro. Esta carga teve como agente de navegação Sana e como operador portuário a empresa de estiva AVEIPORT.




Novo regime portuário até ao final de junho.

 O Governo vai avançar até ao final do primeiro semestre deste ano com o novo regime portuário para reforçar a competitividade dos portos. O secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Silva Monteiro, revela à Antena1 que o Executivo quer acabar com as taxas fixas pagas para entrar nos portos portugueses. 
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1 de março de 2012

Noite com muito nevoeiro

As fotos abaixo postadas mostram o intenso nevoeiro que se fez sentir na noite de 29-02-2012. A pouca distancia do navio a visibilidade era esta.


Limpeza do porão que trouxe palmiste

Descarga efectuada pela empresa de estiva AVEIRPORT no terminal norte do porto de Aveiro.
                                       





PELLETS

Carga feita no terminal norte pela AVEIPORT no navio com nome de estilista ZARA.






Cemil Taman

Navio que descarregou bobines e chapas de ferro no terminal sul do porto de Aveiro,a descarga foi feita pela empresa Socarpor.



29 de fevereiro de 2012

Os Titãs do Porto de Leixões

Há mais de 120 anos que, nos molhes do Porto de Leixões, podemos observar dois dos mais antigos guindastes do mundo. São colossais. Titânicos. Testemunhas privilegiadas da engenharia do ferro e do vapor, os "titãs".
                                   

Desembarque de automóveis em Leixões

Os primeiros tempos ao contrário do que se possa imaginar, o conceito de transporte «roll-on roll-off», que define a movimentação de veículos sobre rodas, para carga e descarga nos navios preparados para o efeito, é uma prática utilizada vai para muito próximo de cem anos. Obviamente, sem as mesmas condições de trabalho em vigor, que contemplam a utilização de cais ajustados aos navios, permitindo movimentos de viaturas com outra rapidez, de maneira a satisfazer armadores, importadores e quem os representa. Tudo indica que a primeira, ou uma das primeiras escalas para descarga de veículos em Leixões, tenha ocorrido a 25 de Agosto de 1930, já apresentando a notável média de 15 minutos para o desembarque de cada viatura, tendo em linha de conta a necessidade de remover veículos sobrepostos, conforme relatado com rigor, na notícia abaixo publicada. Segue-se a identificação do navio responsável pelo transporte:Nome do navio: “Falkenstein”1923 - 1934 Indicativo internacional: R.D.S.H.Armador: Arnold Bernstein, Hamburgo, Alemanha.

E-80: Eixo Ibérico em velocidade alta considerado prioritário

O troço entre Aveiro-Salamanca está nas prioridades do Governo Português mas também da União Europeia, que incluiu este troço no pacote financeiro de 2014/2020.
O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, anunciou a criação de duas linhas de velocidade alta entre Portugal e Espanha, dando a ligação entre Aveiro e Salamanca, em bitola europeia (UIC), como um dos troços prioritários, a par da ligação entre Sines e Madrid.
Uma noticia que surge depois da União Europeia ter confirmado que os fundos destinados ao comboio de alta velocidade poderão ser aplicados às novas linhas ferroviárias. “A linha de bitola europeia não pode ser só a linha de Sines. É muito importante que haja uma linha do Norte do país, a partir de Aveiro, que ligue através da linha Beira Alta para o resto da Europa”, garantiu o ministro, em setembro, em declarações ao programa Prós e Contras da RTP.
Aumentar a competitividade do País, dinamizar a economía e criar novas ligações de acesso à Europa são apenas algumas das vantagens associadas a este anúncio que foi recebido na região de Aveiro, mas também de Salamanca, com forte regozijo e satisfação.
A decisão da União Europeia, conhecida a 19 de outubro, define o Corredor Ferroviário do Atlântico como prioritário e contemplado no pacote financeiro de 2014/2020. Este corredor contempla a construção de uma nova rede ferroviária de vias mistas de mercadorias e passageiros em bitola europeia.
O novo corredor ferroviário aprovado pela União Europeia, e no qual se integra o Eixo Ibérico Aveiro-Salamanca, irá permitir o aumento do volume de mercadorias transportadas através da ferrovia, sobretudo numa altura em que se estima que apenas 1 por cento do tráfego de mercadorias na Península Ibérica se faz por esta via.
No documento que serviu de base à decisão da União Europeia, pode ler-se que este corredor ferroviário pretende “impulsionar o desenvolvimento da ferrovia”, ao mesmo tempo que “irá fomentar o transporte ferroviárioportuário”. Está ainda prevista uma “profunda adaptação da infra-estrutura ferroviária do corredor e das respetivas ligações aos portos”, potenciando desta forma os investimentos já realizados.
Fonte: cargo

27 de fevereiro de 2012

Carga de éolicas

Mais uma carga de peças éolicas feita no terminal norte do Porto de Aveiro pela empresa de estiva Socarpor . Abaixo as várias fotos e um vídeo a mostrar um pouco desta carga.
                                          

Controlador de poeiras


O equipamento TechnoAlpin V12 Dustcontroller foi hoje utilizado pela Aveiport na descarga de carbonato de sódio. Este equipamento é utilizado em ambientes de trabalho com elevados níveis de poeira como é o caso desta descarga. O V12 é totalmente automatizado e oferece uma solução universal e amiga do ambiente. Este equipamento tem um ventilador de alto desempenho que produz um spray de água fina, retendo assim as poeiras.

25 de fevereiro de 2012

Greve nos portos do Triângulo e Grupo Ocidental

''O Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores anunciou hoje a convocação de uma greve de duas horas, nos dias 29 de fevereiro e 1 e 2 de março, dos trabalhadores portuários das ilhas do Faial, Pico, S. Jorge, Flores e Corvo.
João Decq Mota revelou numa conferência de imprensa realizada na Horta, Faial, que a paralisação surge na sequência da "teimosia" da administração da empresa Portos dos Açores, que não aceita equiparar os trabalhadores daquelas cinco ilhas aos das restantes ilhas do arquipélago em matéria de "condições de trabalho".
"Pretendemos que seja aberto com a maior urgência um processo de revisão das condições de trabalho", afirmou o dirigente sindical, acrescentando que esse processo negocial "deve ter como objetivo a uniformização das condições de prestação de trabalho em todas as áreas da empresa".
João Decq Mota salientou que os trabalhadores das cinco ilhas estão contra a ausência de critérios uniformes de procedimento, quer no que respeita a classificações profissionais, quer em relação à aplicação do regime de isenção de horário de trabalho, que são atualmente aplicados "com manifesto prejuízo para estes trabalhadores".
O sindicato considerou também "absurda" a desvalorização em termos de chefia e de quatro de pessoal que a empresa pública Portos dos Açores faz da Marina da Horta, que é a mais movimentada do arquipélago.
"Esperamos uma adesão forte a esta greve, já que a paralisação foi aprovada em plenário sindical com a unanimidade dos trabalhadores presentes", frisou João Decq Mota, garantindo que serão assegurados os "serviços mínimos" em matéria de descarga de medicamentos, animais, géneros alimentares, explosivos, cadáveres ou combustíveis.''
Fonte: porto da horta

24 de fevereiro de 2012

Sograin planeia entreposto agro-alimentar em Salamanca


A Sograin, empresa que detém o terminal agro-alimentar de Aveiro, pretende instalar um entreposto na região de Salamanca. Objectivo: abastecer Castela e Leão e responder à “ameaça” do novo terminal do porto de Santander. Dentro de duas semanas, Nélson Santos, responsável da Sograin, estará em Salamanca para iniciar as conversações com a Zaldesa, sobre a instalação na plataforma logística local de um entreposto, adiantou o próprio ao TRANSPORTES & NEGÓCIOS. O projecto já tem mais de um ano de maturação e, inclusivamente, já há um layout e uma análise económico-financeira. Cerca de 2,5 milhões de euros é o investimento previsto para a criação de um entreposto, numa área de 600 metros quadrados, com silos de 1 600 toneladas de capacidade de armazenagem, e capaz de ritmos de carga/descarga de 500/400 toneladas/hora. Com a Zaldesa, a Sograin pretende no imediato tomar conhecimento das démarches necessárias à concretização do projecto. Mas Nélson Santos não esconde a intenção de estabelecer parcerias, seja com a gestora da plataforma logística de Salamanca, seja com uma empresa distribuidora local. O entreposto de Salamanca funcionará como um posto avançado da Sograin na região de Castela e Leão.

Trio maravilha


Não é todos os dias que se encontra uma "ganga" com estes ilustres da estiva. Da esquerda para a direita temos o Téquinha , o Nônô e o Albarran. Equipes destas não se encontram todos os dias.

Carga de Aglomerados

Carga de +- 1200 paletes feita no terminal norte do porto de Aveiro pela empresa de estiva Socarpor. Abaixo as fotos disponíveis.




Portos: Sindicato reclama intervenção rápida para viabilizar Empresa de Trabalho Portuário de Aveiro

Aveiro, 23 fev (Lusa) - O Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro reclamou hoje, em comunicado, "intervenções públicas e rápidas" para a viabilização da Empresa de Trabalho Portuário (ETP), que se encontra em processo de insolvência.
"Reclama-se de todas as Entidades envolvidas neste processo, essencialmente da Associação das Empresas de Estiva do Porto de Aveiro (AEEPA), das empresas de estiva, da Administração do Porto de Aveiro e do gestor judicial de insolvência, intervenções públicas, rápidas e adequadas, no sentido da solução (de viabilização da ETP), para bem do próprio porto e da economia nacional", refere o comunicado sindical.
No texto, o Sindicato considera que só assim se contribuirá "para a inadiável normalização das relações contratuais e institucionais, que confira ao porto de Aveiro as desejáveis condições de atratividade, perante os mercados específicos que carecem da sua atividade operacional" e considera estar em causa "a boa-fé e o sentido da responsabilidade e transparência que de todos é exigível".
O Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro (STPA) lamenta que "até à data, não tenha sido feita qualquer abordagem, nem manifestada a exigível recetividade, por parte da AEEPA e/ou das empresas de estiva do porto de Aveiro, no sentido quer do reconhecimento do esforço e sacrifício dos trabalhadores do efetivo do porto de Aveiro, quer no que respeita à assunção de uma afirmação expressa de que comungam do mesmo objetivo de viabilização da ETP/Aveiro".
O sindicato salienta ainda que os trabalhadores portuários do Porto de Aveiro, "não obstante ser manifesto que era desnecessário e evitável o recurso ao expediente processual do pedido de insolvência desencadeado pelas duas empresas de estiva continuam, como sempre estiveram empenhados" na recuperação da viabilidade da Empresa de Trabalho Portuário (ETP) de Aveiro.
"A melhor demonstração clara deste empenhamento e desta predisposição do Sindicato e dos trabalhadores é patente no quadro das próprias medidas e soluções de carácter provisório, temporário e excecional que admitiram e admitem para vigorar pelo período de tempo em que as receitas normais obtidas da faturação emitida pela ETP não se mostrem suficientes para a cobertura de todos os encargos legais e convencionais aplicáveis às relações de trabalho, tudo isto a formalizar em acordos de adequada e relevante incidência contratual", acentua o comunicado.
Os trabalhadores portuários de Aveiro entraram em greve por tempo indeterminado no final de dezembro, que se estendeu depois, por solidariedade, a outros portos nacionais, convocada pela Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor), para reivindicar a suspensão ou a retirada do processo de insolvência da Empresa de Trabalho Portuário (ETP) do porto de Aveiro.
O conflito laboral foi ultrapassado após uma proposta feita pelo administrador da insolvência, condicionando o pagamento das remunerações ao volume de faturação mensal registado pela ETP, até à apreciação do plano de viabilização para a empresa.
MSO
Lusa/Fim

23 de fevereiro de 2012

FEHN SIRIUS

Carga diversificada feita no terminal sul do porto de Aveiro, pela empresa de estiva SOCARPOR. Este navio teve como agente a TMW . Abaixo as fotos disponíveis.




STPA lamenta silêncio das entidades envolvidas no processo de insolvência da ETP Aveiro

Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores do Porto de Aveiro (STPA) refere que "sempre foi dando provas claras e apresentando propostas fundamentadas" com vista a uma "adequada regulamentação laboral que se mostrasse compatível com o conhecimento que se tinha da diminuição dos fluxos de carga ao porto" e tendo também em consideração que "o volume de receitas gerado pela faturação se ia revelando deficitário para solver todas as obrigações legais e contratuais". Posto isto, o STPA volta a vincar que o pedido de declaração de insolvência da ETP/Aveiro é desnecessário e injustificado.No comunicado, o sindicato vinca total união e empenho "na recuperação da viabilidade da Empresa de Trabalho Portuário (ETP) de Aveiro", algo visível nas "medidas e soluções de caráter provisório, temporário e excecional que admitiram e admitem para vigorar pelo período de tempo em que as receitas normais obtidas da faturação emitida pela ETP não se mostrem suficientes para a cobertura de todos os encargos".De forma crítica, o STPA refere que não recebeu abordagens nem por parte da AEEPA nem das Empresas de Estiva do porto de Aveiro "no sentido quer do reconhecimento desse esforço e sacrifício dos trabalhadores do efetivo do porto de Aveiro, quer no que respeita à assunção de uma afirmação expressa das mesmas de que comungam do mesmo objetivo".
Assim, o STPA conclui que só existe uma saída, que passa pela viabilização da ETP/Aveiro nas condições que o sindicato e os trabalhadores já admitiram, salvaguardando os postos de trabalho, reclamando intervenções públicas de parte de todas as entidades envolvidas.
CARGONEWS

Conselho Internacional de Estivadores reuniu em Lisboa

A sede da Fesmarpor, em Lisboa, foi local de encontro do grupo de trabalho da Europa do IDC (sigla para International Dockworkers Council, ou Conselho Internacional de Estivadores em português). O grupo reuniu-se na passada quinta-feira, dia 16 de fevereiro, para analisar a situação atual na Europa, em especial as informações que apontam para a aprovação de novas diretrizes europeias para o setor portuário, tendo já em vista o encontro que este grupo terá com a DG-MOVE (Direção Geral de Mobilidader e Transportes da Comissão Europeia), no próximo dia 28.Assim, representantes dos estivadores de Portugal, Suécia, França, Espanha, Malta e Grécia trocaram impressões e experiências sobre a realidade atual, com especial incidência para aquilo que se passa nos portos de Portugal e Grécia.Uma das principais preocupações a dominar as atenções foi a intenção do Governo português em proceder a uma reforma legislativa no setor, que reduzirá as tarefas de estiva e afetará os contratos de trabalho do setor, naquela que é vista como uma experiência piloto que poderá posteriormente ser alargada ao resto dos países europeus. No encontro foi ainda analisada a situação dos estivadores do porto de Aveiro, assim como a situação alarmante na Grécia, com novos planos de austeridade que afetarão (ainda mais) o setor. A greve no porto de Roterdão foi outro tema quente de discussão.