17 de janeiro de 2012

Carta do IDC ao Sr. Secretario de Estado das Obras Públicas e Transportes e Comunições Dr. Sergio Monteiro ( tradução google )

2012/01/16 Sr. Secretario de Estado das Obras Públicas Transportes e Comunições Dr. Sergio Monteiro. Caro Dr. Monteiro, estou escrevendo para você em nome do Conselho Internacional estivadores (IDC), uma organização sindical para profissionais dos portos em todo o mundo e na qual os estivadores Portugueses são filiados. Minha atenção recentemente foi atraída para uma entrevista com você  em Novembro passado na revista transporte "Transportes em Revista". Lendo esta entrevista, ela me surpreendeu, fiquei preocupado, ao saber que, "A Comissão Europeia considera, e provavelmente está certo, que o sistema de trabalho portuário é atualmente um dos maiores impedimentos ao desenvolvimento de atividade de bloqueio de porta" . Também, entre outras declarações que "o nosso país se vai tornar o campo de testes para  o que a União Europeia gostaria de fazer no mercado europeu". Apesar de percebermos que a Comissão Europeia está a contemplar a legislação um pouco mais difícil em aspectos porta várias políticas do que o previsto na Comunicação ao Parlamento de 2007, somos do entendimento de que estes aspectos serão discutidos em um futuro próximo, juntamente com todos os interessados em uma indústria portuária oficina de consultoria e, em algum ponto no tempo, vai estar na agenda do Comité de Diálogo Social para a tão esperada do setor portuário. Se as afirmações feitas na entrevista foram corretamente traduzidos e / ou você não está erroneamente citado ou citado fora de contexto, então parece que a Comissão Europeia pode ter ideias pré-concebidas sobre o tema da porta a reforma trabalhista. Este eu acho extremamente preocupante. Espero sinceramente que nem o Governo Português, nem a Comissão da UE, estejam embarcando em políticas que inevitavelmente nos colocam em rota de colisão. Como muito bem apontar, há uma crescente tensão no setor portuário, no momento presente o IDC acompanhará de perto todos os desenvolvimentos e não vai ficar de braços cruzados quando e se os nossos afiliados Portugueses estão de costas para a parede. Eu permaneço embora um crente firme em diálogo e negociação e, portanto, parecem-se muito para a frente a quaisquer comentários ou esclarecimentos que você pode fazer. Eu teria prazer de encontrar com você ou sua equipe para discutir ou mediar nesta situação difícil. Com os melhores cumprimentos Peter Shaw IDC Europeu Zona Coordenador

Corveta Augusto de Castilho


Encontra-se com incêndio a bordo a Corveta Augusto de Castilho que se encontra atracada em S.Jacinto. Noticia ainda em desenvolvimento. Esta embarcação é para ser desmantelada.

Fesmarpor critica entidades com competência na jurisdição da atividade portuária

Em carta aberta, a direção da Fesmarpor fez um rescaldo da paralisação dos portos na semana de 9 a 14 de janeiro, lamentando "o alheamento, a censurável passividade e a indesculpável irresponsabilidade das diferentes entidades oficiais que exercem competências na área de jurisdição da atividade portuária". Os visados são, em particular, a APA – Administração do Porto de Aveiro, a Entidade Reguladora do Setor, IPTM - Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, e o Ministério da Economia e do Emprego (na esfera da intervenção específica da Secretaria de Estado dos Transportes).
A Fesmarpor acrescenta mesmo que as entidades acima referidas "falharam rotundamente pela patente indiferença que lhes mereceu o sacrifício da paralisação dos portos", na medida em que "se abstiveram de assumir iniciativas e de promover ações que permitissem superar a crise laboral que deu origem a essa paralisação". Acrescenta ainda que foram em vão as tentativas levadas a cabo pela Confederação Sindical "no sentido de sensibilizar tais entidades para uma previsível e desejável concertação de interesses".
"A passividade e o alheamento dos referidos Organismos da Administração Pública deixaram, lamentavelmente e desse modo, de prosseguir o interesse público e é por isso que não podem deixar de ser publicamente responsabilizados pela paralisação dos portos e pelos assinaláveis prejuízos que dela decorreram para a economia nacional", coclui a Fesmarpor.

Rescaldo do conflito laboral no porto de Aveiro

FRI BREVIK

Primeira carga feita após o fim da greve parcial, que incluía este tipo de produto.Ficam as fotos que registam esse movimento, é de realçar também o facto de o navio ter saído com a noite já definida por completo.


O porto apresenta um ar tranquilo.

Depois desta paragem a que praticamente fomos obrigados, e de começar a assentar nos carris da rotina, posso ser conduzido a uma falsa conclusão. Estas experiências sucessivas a que fomos sujeitos fizeram com que se comece que a pensar no destino a que este trilho incerto nos pode levar. O trabalho que antes nos cegava, tornou-se agora numa desagradável sensação oca, de esvaziamento. Este é agora o duro conforto da realidade, e eu pergunto-me se os problemas da ETP alguma vez desapareceram. Não me parece, foram apenas camuflados pelo trabalho que existia no passado aqui no porto de Aveiro. Mas o que é realmente a ETP para as empresas de estiva? As expectativas e a forma como os conflitos foram geridos no porto? No meio desta barafunda toda, que confiança tinha o trabalhador na proposta do patrão para abandonar o sector? Toda alguma coisa tem de ser falsa, não acham? Com todos estes silêncios estranhos, contradições e omissões, responder a todas estas perguntas, requer um grande esforço de imaginação e um amplo recurso à especulação. Estamos a atingir um ponto sem retorno, e posso estar enganado, mas nós temos de encontrar uma solução que mesmo que não sendo perfeita, poderá vir a ser uma solução possível. Não podemos viver na ilusão de que as coisas irão melhorar milagrosamente. No entanto e pegando no tal rácio de produtividade tonelada/homem, pergunto-me porque nunca se entrou em lay-off ? Neste caso, a empresa deixava de suportar o pagamento da totalidade do salário, passando a ser responsável apenas por 30% desse valor e o restante do valor era assegurado pela Segurança Social. E assim os trabalhadores combinavam entre si que períodos de trabalho faria cada um. Se o tal rácio já era assim tão baixo na altura, porque não ter entrado em lay-off?Até uma empresa que ardeu,(SICASAL) conseguiu voltar a erguer-se e nós neste sector, não conseguimos?
Já agora, pergunto se anda por ai alguma factura portuária em circulação a ver o que de mais caro ela contém?Fomos tentando enfrentar a realidade, enquanto alguém sabia disto e não quis saber, e agora pura e simplesmente nos quer jogar fora. Cabe-nos a todos, pesar e analisar as contradições e as inconsistências das partes, e no futuro que rapidamente se aproxima, decidir…( sacrifício da nossa parte...,vamos todos...,ou vamos sozinhos...?)

Cumprimentos a todos 08

16 de janeiro de 2012

Barra e Porto de Aveiro - Imagens aéreas

O Porto de Aveiro vai disponibilizar ao público, nos próximos dias, uma série de vídeos com tomas aéreas, marítimas e terrestres. São, no total, 38 vídeos, que totalizam várias horas de duração, reportagem efectuada em Fevereiro de 2010. As filmagens destinaram-se à produção do vídeo institucional do Porto de Aveiro, apresentado a primeira vez por ocasião da Missão Empresarial a Valladolid, a 25 de Março de 2010
                 

Veja os outros vídeos disponíveis.
http://www.youtube.com/watch?v=sFrG1NMeoyI
http://www.youtube.com/watch?v=tpe0GNVQJFM
http://www.youtube.com/watch?v=QiFtrVuiH1g

Autor/fonte:

15 de janeiro de 2012

PORTOS DE CABO VERDE LIGAM-SE AO CEARÁ

fotoBrasil larga as Canárias e aporta ao arquipélago cabo-verdiano para escoar mercadorias com destino à África Ocidental. Com o decréscimo do trânsito marítimo para a Europa e EUA, o nosso país só tem a ganhar

 A Enapor S.A. e a Companhia Docas do Ceará (CDC), Brasil, assinam hoje (10 de Janeiro 2012) um protocolo de cooperação que visa viabilizar a ligação marítima entre o porto de Fortaleza (Mucuripe) e os portos cabo-verdianos, pretende atender à demanda de comércio entre o Brasil e o continente africano. As cargas do Ceará e de outros Estados brasileiros vinham sendo canalizadas para as Canárias, pretendendo-se agora utilizar os portos cabo-verdianos como forma de reduzir os custos de transporte e ganhar mais rapidez na entrega de mercadorias.
Decorrente da redução do trânsito de mercadorias entre Cabo Verde, a Europa e os Estados Unidos da América, provocada pela crise internacional, o Governo cabo-verdiano manifestou o seu interesse em expandir o mercado nacional tendo como destino o Brasil, o que esteve na origem das negociações para a assinatura do protocolo de cooperação.
Cooperação essa que se estende, de igual modo, à componente técnica, nomeadamente, a realização de um estudo de logística concernente à avaliação de possibilidades de negócios entre o Nordeste Brasileiro e os países da África Ocidental, mas incluindo também Moçambique e, no futuro, o Senegal e a Guiné-Bissau. Mas a transferência de conhecimentos e tecnologia de documentação e estatísticas são também parte integrante deste convénio. 

Governo quer baixar taxas portuárias cobradas aos operadores

O novo modelo de gestão dos portos nacionais, que o Governo deverá apresentar na Assembleia da República até ao final deste mês, vai baixar de forma substancial as actuais taxas cobradas pelas administrações portuárias aos concessionários privados que operam os diversos terminais, avança o Diário Económico.
Segundo diversas fontes do sector contactadas pelo rotativo, esta medida inscreve-se no objectivo do Governo de fomentar o uso do transporte marítimo e as exportações portuguesas. Os mesmos responsáveis criticam o facto de haver portos que cobram o mesmo valor para importar ou exportar produtos, não incentivando as exportações. Leixões é um dos exemplos apontados para seguir, uma vez que a respectiva administração portuária optou por diferenciar as taxas, ao baixar o valor cobrado às empresas exportadoras. A medida resultou, nos últimos anos, no crescimento consecutivo do tráfego.
Outra crítica dos operadores portuários é o excessivo custo das taxas impostas pelas administrações portuárias. Diversos responsáveis do sector adiantam ao Diário Económico que as taxas cobradas sobre os bens dominiais, ou seja sobre os terrenos e infra-estruturas concessionados pelas administrações portuárias aos operadores privados, ascendem a 30% dos custos operacionais fixos.
Fonte: cargo

14 de janeiro de 2012

O imprevisto acontece.

Pelas informações que temos através do blog mar porto santo está operação ocorreu nos Açores. É um exemplo de que o imprevisto pode acontecer. Já algumas vezes fizemos operações deste género,e este vídeo serve para mostrar que ás vezes as coisas podem correr mal.Por isso, toda a atenção é pouca. Fica o vídeo.

                                    

Acidente com o navio "Costa Concordia", em Itália

Esta sexta-feira 13-01-2012, fica marcada pelo grave acidente com o navio de cruzeiros "Costa Concordia", que encalhou junto à ilha italiana de Giglio, transportava mais de 4000 passageiros . Surge em diversos sites a informação que terão falecido 6 pessoas, existindo ainda vários feridos. As causas do acidente estão ainda por apurar, mas este terá ocorrido após uma falha elétrica. (Fotos)Num vídeo o interior do magnífico navio. 

                                                                 Fonte do texto: o porto da graciosa

12 de janeiro de 2012

Posição das empresas de estiva constituintes da ETP Aveiro


É grave toda esta informação que as empresas de estiva tentam passar para criar a divisão dos trabalhadores, todos nós trabalhadores, estamos cientes que as empresas de estiva constituintes da Etp de Aveiro ( Socarpor e Aveiport) estão a tentar de tudo para desacreditar o sindicato dos estivadores do porto de Aveiro, pois para eles será a melhor maneira de conseguirem tudo a que se propuseram, quero aqui dizer publicamente que os estivadores ao contrário do que estes senhores possam pensar não são burros muito pelo contrário, e quanto mais eles tentarem criar a divisão mais unidos nós ficamos. E eu dizia mais todas estas atitudes dos actuais responsáveis das empresas de estiva constituintes da ETP Aveiro comprovam que estão de má-fé na tentativa da resolução deste problema e só querem uma coisa… Se todos forem como eu, terão de suar muito para o conseguirem.
Estivador 25

11 de janeiro de 2012

Acidente com tremonha no Brasil

Os Sindicatos da Estiva e Arrumadores estão de luto em São Francisco do Sul, pela morte de dois dos seus trabalhadores: Alvaro José da Costa Júnior (Estiva) e Ismael de Oliveira Costa (Arrumadores). A fatalidade se deu por volta das 9 horas deste dia 11 de Janeiro, no turno da manhã, que havia iniciado às 7 horas e iria até as 13 horas, no terminal da Empresa TESC.
    Os trabalhadores faziam o desembarque de fertilizantes, através de uma espécie de guindaste em forma de concha, chamado Grab, que retirava a carga do porão do navio e despejava em um funil (moega), de aproximadamente 12 metros de altura, sobre os caminhões. Ismael trabalhava na casinhola da moega, enquanto que Alvaro estava subindo a escada do navio, quando a estrutura não suportou o peso da carga e ruiu, tombando, para o lado em que estava a embarcação ancorada, bem no ponto em que estava a escada na qual Alvaro se encontrava. A queda foi muito rápida e não deu tempo dos dois trabalhadores se safarem.

Greve nos portos portugueses (Brasil- site Porto gente)

Os portuários brasileiros ameaçam parar as atividades em fevereiro, mas os estivadores portugueses estão de braços cruzados desde a zero hora do dia 9 último. A greve termina no próximo sábado (14) e foi convocada pela Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor) contra a insolvência da Empresa de Trabalho Portuário (ETP) do porto de Aveiro. Esta é a informação que corre no Brasil através do site Porto gente, aconselhamos a fazerem uma consulta a este site.

10 de janeiro de 2012

País - Greve dos portos vai manter-se - RTP Noticias, Vídeo

País - Greve dos portos vai manter-se - RTP Noticias, Vídeo

Ponto de situação

Após mais um dia de greve, e com a reunião na ETP juntamente com Fesmarpor (Vitor Dias) sindicato e o gestor de insolvência, temos motivos para acreditar no futuro da empresa. Estamos cientes que sacrifícios vão ter de ser feitos, mas também queremos acreditar que as empresas de estiva se possam esforçar no sentido de todos juntos podermos viabilizar a ETP Aveiro.

9 de janeiro de 2012

Porto de Leixoes.

O presidente da assembleia-geral da federação nacional dos trabalhadores portuários, Américo Vieira, criticou, esta segunda-feira, em Matosinhos, a outra federação sindical do sector por ter decidido avançar com o pré-aviso de greve sem os consultar. foto Lisa Soares / Global Imagens Falta de articulação entre sindicatos leva porto de Leixões a ser excepção à greve Porto de Leixões "Esta foi uma das razões porque o porto de Leixões não aderiu à greve, apesar de estarmos solidários com os trabalhadores de Aveiro", afirmou em declarações à Agência Lusa o dirigente da Federação Nacional dos Trabalhadores Portuários (FNTP), que representa os trabalhadores do porto de Leixões. A greve, que termina às oito horas de sábado, foi convocada pela Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor), que representa a maioria dos trabalhadores portuários. A Fesmarpor decidiu avançar para a greve para reivindicar a suspensão ou a retirada do processo de insolvência da empresa de trabalho portuário do porto de Aveiro. Américo Vieira entende que "o que se está a passar em Aveiro é mau para a generalidade dos portos" e que, em sinal de solidariedade, a federação enviou uma carta a "vários ministérios, ao presidente da República e ao primeiro-ministro solicitando a tomada de medidas que evitem a insolvência" da empresa de trabalho portuário do porto de Aveiro. "Só não estamos em greve neste momento porque não nos consultaram antes de decidirem e anunciarem o pré-aviso de greve. Se calhar, nesta altura, podíamos estar todos parados e não estamos porque, na nossa óptica, o pedido de solidariedade com Aveiro não foi feito da melhor maneira", frisou.

Quase todos os portos nacionais estão parados.

Paralisação total dos 22 estivadores deixa porto vazio na Figueira da Foz

Solidariedade

Visita de colegas portuários da Figueira da Foz, e do deputado do bloco de Esquerda Pedro Filipe Soares.



País - Trabalhadores do porto de Aveiro abertos ao diálogo - RTP Noticias, Vídeo

País - Trabalhadores do porto de Aveiro abertos ao diálogo - RTP Noticias, Vídeo

Greve nos portos

Concentração dos estivadores no porto de Aveiro.
Adesão 100%