Por o link em baixo não estar a funcionar fica aqui o documento relativo à insolvência Associação do Trabalho Portuário (ETP) de Aveiro.
8 de janeiro de 2012
Publicidade da Insolvência
Consulta do documento relativo à insolvência.
Insolvente: Associação do Trabalho Portuário (ETP) de Aveiro, NIF - 501610855, Endereço: Terminal Norte do Porto de Aveiro, Gafanha da Nazaré, 3834-908 Ilhavo.
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7 de janeiro de 2012
Famosos "garrafeiros"
Fotos a fazerem lembrar os famosos "garrafeiros", ou seja, navios carregados com milhares de paletes de garrafas no porto de Aveiro. Navios estes que eram carregados pela empresa de estiva (falecida, ou assassinada?) VOUGAMAR.Esta carga normalmente ia em convés, e no porão era feito o último plano com este tipo de carga. Abaixo as fotos que ainda chegaram a registar esses navios.



6 de janeiro de 2012
Azares...
Depois de tantos atrasos estes dois navios lá entraram no porto, e por incrível que pareça, não é que entraram no mesmo dia!!? Não, isto não são daquelas manobras esquisitas que fazem parte de alguns portos. Não, enfim, aconteceu, e assim até deu para fazer dois em um, sem qualquer tipo de manobra obscura que é muito comum em alguns portos...

Processo de insolvência nº 2323/11 4 TZAVR (ETP) Aveiro
Processo de insolvência nº 2323/11 4 TZAVR (ETP) Aveiro , foi aceite pelo juiz presente em Aveiro - Juízo do comercio. O gestor de insolvência nomeado é o senhor José Ribeiro Goncalves .
5 de janeiro de 2012
E as propostas que os trabalhadores fizeram??
Leixões poderá ser o único porto em atividade na próxima semana.
Os principais
portos nacionais iniciarão uma semana de greve geral a partir da próxima
segunda-feira, numa ação que ameaça ter consequências bastante sérias
para a economia nacional. De entre as principais infraestruturas
portuárias portuguesas, o único que para já garante atividade nesse
período é o porto de Leixões.
Empresas de estiva da ETP Aveiro apontam o dedo ao sindicato
Empresas de estiva da ETP Aveiro apontam o dedo ao sindicato
A culpa é do Geppetto! Só pode…(texto completo)
Sim, porque não
tivesse ele esculpido o Pinóquio, ou tivesse escolhido melhor a qualidade da matéria-prima
– sem aquele bicho da madeira - e não
teríamos hoje tantos e tão fracos, clones ou genuínos, apenas sendo certo que
quando nos livramos de uns, outros aparecem – em jeito de praga - e seguem os mesmos passos, por todas as portas,
com cara de “Casper”, de crista levantada e, santidade é tudo aquilo que estes
zés pereiras não têm…
O caos que se instalou
em Portugal, faz lembrar a cidade alemã de Hamelin. Demasiados boys que nunca
chegarão a ser Homens com “eles” no sítio! Precisam-se urgentemente verdadeiros
Estadistas neste país, pois o povo já não acredita mais e mais no Pai Natal,
pelo menos no deste ano que passou! Hoje, Fátima, o Fado e o Futebol já não O
adormece…
Tragam contentores para Aveiro
Fica aqui para consulta um documento datado de Setembro de 2011 publicado pelo IPTM e uma foto que mostra que Aveiro é o único porto que em 2011 não teve movimentação de contentores.
1. Todos os dados foram fornecidos pelas Administrações Portuárias, sendo os cálculos, agregação e análise da responsabilidade do IPTM;
2. Alguns dados estatísticos do mês têm carácter provisório, com correcção no mês seguinte;
3. Os elementos relativos a contentores e a navios não seguem integralmente a Directiva Comunitária 95/64/CE de 8 de Dezembro, designadamente por incluírem na tonelagem as taras e no número de embarcações alguns tipos de navios excluídos da Directiva.
4. Os elementos relativos a contentores (Número, TEU e Tonelagem de carga) não incluem os movimentos de shift land & reship que, de acordo com o Eurostat, não devem ser considerados nas estatísticas por não constituírem movimentos de entrada e saída de mercadorias.
2. Alguns dados estatísticos do mês têm carácter provisório, com correcção no mês seguinte;
3. Os elementos relativos a contentores e a navios não seguem integralmente a Directiva Comunitária 95/64/CE de 8 de Dezembro, designadamente por incluírem na tonelagem as taras e no número de embarcações alguns tipos de navios excluídos da Directiva.
4. Os elementos relativos a contentores (Número, TEU e Tonelagem de carga) não incluem os movimentos de shift land & reship que, de acordo com o Eurostat, não devem ser considerados nas estatísticas por não constituírem movimentos de entrada e saída de mercadorias.
Sindicatos Marítimos e Portuários apontam condições para suspender greve
O presidente da Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor) explica os motivos que levaram à marcação da greve que vai decorrer ao longo de toda a próxima semana nos portos de Viana do Castelo, Aveiro, Figueira da Foz, Lisboa, Setúbal, Sines e Caniçal (ilha da Madeira). O porto de Leixões é o único que fica de fora desta paralisação. Alexandre Delgado aponta ainda o que tem que ser feito pelo Governo para suspender a greve, nomeadamente a resolução da situação da empresa de Aveiro.
Sindicatos disponíveis para negociar
A Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor) está
disponível para encontrar uma solução que evite a greve dos
trabalhadores portuários convocada para a próxima semana, apesar de
criticar as três tentativas falhadas de diálogo com o executivo.
"Pela
nossa parte estamos disponíveis para nos sentarmos à mesa e encontrar,
pela via do diálogo, uma solução que passe pela suspensão ou pela
retirada do processo de insolvência e que passe por uma solução que
viabilize a ETP do Porto de Aveiro", afirmou à Lusa vice-presidente da
Fesmarpor, Vítor Dias.
O Diário Económico revelou na sua edição de hoje que a paralisação, que decorre entre segunda e sexta-feira, poderá provocar ruturas de 'stocks' em empresas de setores como os dos combustíveis, distribuição, automóvel, entre outros.
Considerando que a solução para este impasse não depende apenas dos sindicatos, Vítor Dias revelou que a Fesmarpor se desdobrou em contactos com o Governo, com a administração do porto de Aveiro e com Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM).
"Fizemos três pedidos urgentes de reunião ao secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, e não obtivemos qualquer resposta", assinalou o vice-presidente da Fesmarpor, sublinhando que as solicitações foram feitas a 09 e 21 de dezembro e a 02 de janeiro.
A Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor) emitiu a 22 de dezembro um pré-aviso de greve dos trabalhadores dos portos de Viana do Castelo, Aveiro Figueira da Foz, Lisboa, Setúbal, Sines e Caniçal (Madeira) contra "a prepotência e o oportunismo das empresas de estiva e das associações de operadores que, aproveitando a crise vigente procuram anular e eliminar todos os acordos e protocolos anteriormente celebrados com os sindicatos".
O Diário Económico revelou na sua edição de hoje que a paralisação, que decorre entre segunda e sexta-feira, poderá provocar ruturas de 'stocks' em empresas de setores como os dos combustíveis, distribuição, automóvel, entre outros.
Considerando que a solução para este impasse não depende apenas dos sindicatos, Vítor Dias revelou que a Fesmarpor se desdobrou em contactos com o Governo, com a administração do porto de Aveiro e com Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM).
"Fizemos três pedidos urgentes de reunião ao secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, e não obtivemos qualquer resposta", assinalou o vice-presidente da Fesmarpor, sublinhando que as solicitações foram feitas a 09 e 21 de dezembro e a 02 de janeiro.
A Confederação dos Sindicatos Marítimos e Portuários (Fesmarpor) emitiu a 22 de dezembro um pré-aviso de greve dos trabalhadores dos portos de Viana do Castelo, Aveiro Figueira da Foz, Lisboa, Setúbal, Sines e Caniçal (Madeira) contra "a prepotência e o oportunismo das empresas de estiva e das associações de operadores que, aproveitando a crise vigente procuram anular e eliminar todos os acordos e protocolos anteriormente celebrados com os sindicatos".
C O M U N I C A D O IDC
Às Organizações Empresariais que representam os Operadores Portuários dos Portos Portugueses Assunto: Conflito laboral no Porto de Aveiro
O IDC, na sua qualidade de Organização Internacional constituída pelas entidades sindicais, nela filiadas, que representam os trabalhadores afectos à actividade operacional de movimentação de cargas nos portos dos diversos Países Europeus e bem assim de outros continentes, considera ser oportuno justificado e premente comunicar a Vs. Exas. o seguinte a propósito da situação preocupante que foi recentemente criada pelas duas Empresas de Estiva que asseguram a realização da totalidade das operações portuárias no Porto de Aveiro, ou seja, a AVEIPORT e a SOCARPOR :
1. De entre outros fins estatutariamente prosseguidos por esta Organização Internacional, o IDC acompanha, apoia e promove acções de diversa expressão prática que visem a defesa dos direitos e dos legítimos interesses das associações sindicais portuárias e dos trabalhadores por elas representados, nomeadamente quando se verifiquem situações de grave ofensa à estabilidade do emprego destes profissionais do sector ou quando se esteja perante a violação grave das condições laborais respeitantes ao exercício da respectiva profissão.
2. Neste caso, as referidas Empresas de Estiva, AVEIPORT e SOCARPOR, apesar de não poderem prosseguir a sua actividade operacional sem a intervenção efectiva dos trabalhadores, experientes e qualificados, que fazem parte do contingente comum afecto à sua colocação regular nos postos de trabalho necessários à realização das respectivas operações de movimentação de cargas no porto de Aveiro, decidiram em obediência a objectivos estratégicos menos confessáveis, requerer a declaração judicial de insolvência da entidade – ETP - que, elas próprias, instituíram no seu exclusivo interesse, para lhes fornecer, dia a dia, a mão-de-obra portuária de que carecem enquanto únicas operadoras licenciadas para exercer a actividade de movimentação de cargas no referido porto.
3. Trata-se, obviamente e manifestamente, de um mero expediente artificioso e eticamente inaceitável, tendente a afectar a estabilidade do emprego de 62 trabalhadores do efectivo do porto de Aveiro, como se estes trabalhadores não constituíssem mão-de-obra imprescindível, sem a qual ficaria inviabilizada a própria actividade operacional dessas duas Empresas de Estiva.
O IDC, na sua qualidade de Organização Internacional constituída pelas entidades sindicais, nela filiadas, que representam os trabalhadores afectos à actividade operacional de movimentação de cargas nos portos dos diversos Países Europeus e bem assim de outros continentes, considera ser oportuno justificado e premente comunicar a Vs. Exas. o seguinte a propósito da situação preocupante que foi recentemente criada pelas duas Empresas de Estiva que asseguram a realização da totalidade das operações portuárias no Porto de Aveiro, ou seja, a AVEIPORT e a SOCARPOR :
1. De entre outros fins estatutariamente prosseguidos por esta Organização Internacional, o IDC acompanha, apoia e promove acções de diversa expressão prática que visem a defesa dos direitos e dos legítimos interesses das associações sindicais portuárias e dos trabalhadores por elas representados, nomeadamente quando se verifiquem situações de grave ofensa à estabilidade do emprego destes profissionais do sector ou quando se esteja perante a violação grave das condições laborais respeitantes ao exercício da respectiva profissão.
2. Neste caso, as referidas Empresas de Estiva, AVEIPORT e SOCARPOR, apesar de não poderem prosseguir a sua actividade operacional sem a intervenção efectiva dos trabalhadores, experientes e qualificados, que fazem parte do contingente comum afecto à sua colocação regular nos postos de trabalho necessários à realização das respectivas operações de movimentação de cargas no porto de Aveiro, decidiram em obediência a objectivos estratégicos menos confessáveis, requerer a declaração judicial de insolvência da entidade – ETP - que, elas próprias, instituíram no seu exclusivo interesse, para lhes fornecer, dia a dia, a mão-de-obra portuária de que carecem enquanto únicas operadoras licenciadas para exercer a actividade de movimentação de cargas no referido porto.
3. Trata-se, obviamente e manifestamente, de um mero expediente artificioso e eticamente inaceitável, tendente a afectar a estabilidade do emprego de 62 trabalhadores do efectivo do porto de Aveiro, como se estes trabalhadores não constituíssem mão-de-obra imprescindível, sem a qual ficaria inviabilizada a própria actividade operacional dessas duas Empresas de Estiva.
4 de janeiro de 2012
Ribau Esteves eleito para Associação Oceano XXI
Ribau Esteves, presidente da Câmara Municipal de Ílhavo e da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, foi eleito presidente da Associação Oceano XXI, em assembleia-geral realizada no final de dezembro para designar nova direção, após renúncia do anterior presidente, António Nogueira Leite. A Associação Oceano XXI é a entidade gestora do grupo do Conhecimento e da Economia do Mar.
Objectivos da associação: valorizar o recurso MAR através do desenvolvimento de um conjunto de
actividades, de produtos e de serviços que promovam o crescimento
económico, o emprego e a internacionalização da região, apostando no
reforço da I&D&I, da formação, do empreendedorismo e da
cooperação de forma a contribuir, em condições de sustentabilidade, para
a competitividade da região.Consulta a página da associação Aqui
Tribunal da Comarca do Baixo Vouga - Juízo de Comércio de Aveiro.
Depois de uma visita ao Juízo de Comércio de Aveiro, ficamos a saber que amanhã dia 05-01-2012 um dos dois juízes presentes vai deliberar sobre o processo de insolvência nº 2323/11 4 TZAVR (ETP) Aveiro e na sexta feira ou na segunda feira já ficamos a saber qual o seguimento que vai ter o dito processo. Aproveitamos também para dizer que a Federação do sindicato dos trabalhadores portuários que incluem ( Sindicato dos Estivadores, Conferentes e Tráfego dos Portos do Douro e Leixões, Sindicato dos Trabalhadores Portuários de Mar e Terra de Sines - SINPORSINES, Sindicato dos Estivadores Marítimos do Arquipélago da Madeira, Sindicato dos Trabalhadores Portuários da Região Autónoma da Madeira, Sindicato dos Trabalhadores Portuários do Grupo Central e Ocidental dos Açores-SINPCOA, Sindicato dos Trabalhadores Portuários do Grupo Oriental dos Açores, Sindicato dos Trabalhadores Portuários da Ilha Terceira ) fizeram uma comunicação ao STPA a dizer que estão solidários com os trabalhadores portuários de Aveiro. E também deixaram entender que não olham com bons olhos as leis que a troika quer impor nos portos. Desde já o nosso agradecimento em relação à posição assumida por esta federação.
3 de janeiro de 2012
Sindicatos marítimos querem ser ouvidos pelo Governo na reforma do setor.
A confederação dos sindicatos marítimos e portuários independentes teme que o fim da empresa de trabalho portuário em Aveiro seja o princípio da liberalização dos serviços de estiva e reclama participação nas negociações para o cumprimento do acordo celebrado com a troika no âmbito da ajuda externa. O que começou por ser um protesto no porto de Aveiro ameaça chegar aos principais portos nacionais. Alguns dos principais sindicatos portuários reclamam não só tomar conhecimento como participar nas mudanças que o Governo prepara a reboque do memorando da Troika. A revisão do modelo de governança, que levou à recente criação do Instituto de Mobilidade e Transporte, sucessor de outros organismos públicos, ou revisão do regime do trabalho portuário estão a passar ao lado dos representantes sindicais, o que não sucedeu na última grande reforma do setor. "Pedimos que o governo diga o que pretende fazer e temos propostas para apresentar. Há uns anos fizemos um pacto de concertação social, uma solução legislativa que resultou, e ainda hoje se mantém”, adianta Vitor Dias, da Fesmarpor, a confederação dos sindicatos marítimos e portuários independentes. Com pré aviso de greve confirmado para 9 a 14 deste mês que ameaça parar os maiores portos nacionais, o ministério tarda em dar resposta a sucessivos pedidos de audiência. O protesto começou em Aveiro, onde os estivadores estão em greve desde 24 de Dezembro, nos tipos de carga onde intervêm mão de obra que não é portuária, contra a falência da empresa que presta o serviço público. “As entidades que intervenham no sentido de sentar as partes à mesa. Tentar uma solução que não seja a insolvência”.
O fim da empresa de estiva do Porto de Aveiro é visto como o inicio da liberalização do setor
2 de janeiro de 2012
"Mercadorias e Logística" em debate esta terça-feira
A Conferência
"Mercadorias e Logística", inserida no Ciclo de Conferências intitulado
"Transportes ao Serviço da Economia", irá realizar-se esta terça-feira
(3 de janeiro) no Palácio da Independência (Lisboa). O evento, promovido
pela Revista CARGO, a Associação Seaborne Portugal e a ADFERSIT, e com o
apoio do Grupo de Transportes do Instituto Superior Técnico (IST) terá
início às 17.45h.
Esta será a segunda conferência do Ciclo "Transportes ao Serviço da Economia", depois do bem-sucedido debate sobre Mobilidade Urbana, promovido a meados de dezembro. Moderada por Gonçalo Oliveira, contará com intervenções de Rosário Macário (IST e MIT), Vítor Caldeirinha (professor universitário e especialista em Gestão Portuária), Acúrcio dos Santos (consultor dos Caminhos de Ferro de Luanda), José Pires da Fonseca (Especialista em Transportes) e Hélder Vaz (CPLP).
Recorde-se que as entradas são livres e não requerem qualquer tipo de inscrição prévia.
Esta será a segunda conferência do Ciclo "Transportes ao Serviço da Economia", depois do bem-sucedido debate sobre Mobilidade Urbana, promovido a meados de dezembro. Moderada por Gonçalo Oliveira, contará com intervenções de Rosário Macário (IST e MIT), Vítor Caldeirinha (professor universitário e especialista em Gestão Portuária), Acúrcio dos Santos (consultor dos Caminhos de Ferro de Luanda), José Pires da Fonseca (Especialista em Transportes) e Hélder Vaz (CPLP).
Recorde-se que as entradas são livres e não requerem qualquer tipo de inscrição prévia.
Fonte: cargo
Nonô Correia
Já a algum tempo que não
fazíamos uma brincadeira destas, e as coisas não estão para rir...mas… Ano
novo cara nova, este Sr. fez uma plástica por não gostar da sua aparência,
assim que sair do hospital mostraremos fotos. Á entrada do hospital uma
enfermeira perguntou-lhe:
-Sabes qual è a
melhor posição sexual para fazer filhos feios!!? Se não sabes pergunta a tua
mãe.
( Brasil )Mudanças na escala do portuário avulso começa a partir do dia 17
A partir de 17 de janeiro de 2012, o portuário avulso terá que obedecer, além de outras medidas, a um intervalo de 11 horas entre duas jornadas de trabalho. A mudança será implantada pelo OGMO-Santos – Órgão Gestor de Mão de Obra de Santos – por determinação do Ministério Público do Trabalho. As mudanças na forma da escalação do trabalho avulso do Porto de Santos fazem parte da aplicação integral da legislação trabalhista relativa ao trabalho portuário e atende à implantação da Convenção nº 137 da OIT e do ISPS Code. Elas têm como objetivo principal garantir o meio ambiente de trabalho adequado, além de promover a igualdade de oportunidades de trabalho entre os TPA's. Para o gerente de operações do OGMO, Adilson Toledo, promover o descanso de 11 horas entre duas jornadas, além de ser obrigatório por lei, traz várias vantagens. "A medida distribui o trabalho de forma mais igualitária, pois um mesmo trabalhador não cumpre jornada excessiva, dando assim lugar a outro. Preserva também a saúde deste trabalhador e diminui consideravelmente a possibilidade de acidentes em função do cansaço", concluiu. Treinamento Em face de eventuais confusões que as novidades possam trazer aos TPA's, Adilson avisa que o OGMO está preparando um programa de treinamento, voltado a auxiliar sobre a nova dinâmica de escalação: "Montamos um grande esquema de orientação aos trabalhadores portuários avulsos, a ser realizado nos Postos de Escalação, no período de 02 a 15 de janeiro de 2012, das 08h30 as 10h30 e das 14h30 as 16h30". Abaixo, todas as medidas exigidas pelo Ministério Público do Trabalho
EDIÇÃO ESPECIAL DO DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Na sua edição de 29/12/2011, e para comemorar o seu 147º
aniversário, destaca o “DN” - Diário de
Notícias o que de mais importante e decisivo se passou no ano 2011. Um
valioso trabalho que contou com a colaboração do economista e conselheiro de
Estado Vitor Bento, que assina o Editorial. Também se inscreveu nesta colaboração
Mestre Nadir Afonso, que ilustrou a primeira página, interpretando o célebre
mito sobre “O Rapto de Europa”.
Nas páginas 12 e 13 do DN, a que me refiro, realço o
trabalho assinado pelo jornalista Nuno Aguiar, que nos coloca a interrogação se
será 2012 o ano da cisão do euro para, depois, traçar o cenário do eventual fim
da moeda única e suas possíveis consequências:
«Num só ano, a possibilidade de dissolução da Zona Euro
deixou de ser uma piada de jornais e políticos britânicos para se tornar um
cenário real. Enquanto a Comissão Europeia estuda estratégias para lidar com a
saída de países da moeda única, multinacionais desenham planos de contingência
para o fim do euro. Passados vinte meses de ter explodido a crise da dívida
europeia, a Europa e cada um dos seus Estados membros continuam perante a mesma
encruzilhada: avançar para uma maior convergência ou aceitar a cisão.
31 de dezembro de 2011
Bom ano 2012
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