Neste passatempo desafiamos os nossos leitores e amigos, a participar na elaboração de uma mascote dos estivadores de Aveiro. Podem ser utilizados nos desenhos tudo o que tenha a ver com a estiva e coisas que façam parte do porto. Desde navios, maquinaria, aves, bóias, gatos(engates), correntes,mercadorias etc...fica na vossa imaginação. Os trabalhos recebidos para o email estivadoresaveiro@gmail.com vão depois ser divulgados aqui no nosso blog para futura votação.Contamos com toda a gente.Principalmente para quem tiver jeito para desenho...Obrigado a todos.
14 de fevereiro de 2011
O lugre-motor LUISA RIBAU após o seu lançamento à água em 03/1953.
LUISA RIBAU – 50m/712,33tb; 1953 16/0371953 begin_of_the_skype_hig end_of_the_skype_highlighting entregue por João Bolais Mónica, Gafanha da Nazaré, porto de Aveiro, à Sociedade Gafanhense, Lda., Ilhavo; tendo sido o último lugre de velas e motor auxiliar construído em Portugal; 09/1953 na sua primeira campanha, quando em rota da Groenlândia para a Terra Nova suportou mar de violento ciclone, que acabou por lhe desfazer a ponte de comando, ficando com dificuldade de governo, valeu-lhe o navio-motor VILA DO CONDE, do Porto, que o comboiou até demandar o porto de São João da Terra Nova, onde lhe foram feitas reparações e instalada uma casa do leme provisória, tendo chegado a Aveiro com um péssimo aspecto; 23/08/1973 naufragou por incêndio nos Grandes Bancos da Terra Nova, tendo todos a bordo sido salvos por outros navios.
Porto de Leixões progride 60% em janeiro face a 2010
O presidente da Administração do Porto de Leixões revelou hoje que, em janeiro, o volume de mercadorias exportadas registou um aumento de 60 por cento face ao mesmo período de 2010.
Em declarações à Lusa, Matos Fernandes afirmou que em janeiro o volume total de carga movimentada em Leixões cresceu 30 por cento face ao mesmo mês de 2010, sendo nas exportações que o movimento é muito significativo.
«Pode-se dizer que um mês é só um mês, no entanto, ao longo de 2010 a exportação foi crescendo em Leixões», frisou Matos Fernandes.
Em declarações à Lusa, Matos Fernandes afirmou que em janeiro o volume total de carga movimentada em Leixões cresceu 30 por cento face ao mesmo mês de 2010, sendo nas exportações que o movimento é muito significativo.
«Pode-se dizer que um mês é só um mês, no entanto, ao longo de 2010 a exportação foi crescendo em Leixões», frisou Matos Fernandes.
13 de fevereiro de 2011
PARTICIPANTES NO 2.º SEMINÁRIO DO E-80 DEFENDEM Reforço do transporte intermodal inevitável a médio e longo prazo
Integrado no ciclo de workshops a realizar ao longo de 2011, no âmbito do projecto “Intermodalidade E-80”, os portos de Aveiro, de Leixões e a Zaldeza organizaram a 11 de Fevereiro, em Salamanca, o 2.º Seminário do workshop ”A intermodalidade sob o ponto de vista dos operadores”.
Esta sessão de trabalho, em formato de mesa redonda, contou com a presença de representantes dos principais actores que intervêm na cadeia de valor dos serviços de transporte intermodais; para além da equipa técnica dos co-organizadores, destaque para a participação de altos representantes da CP Carga, Renfe, MSC, Agência Portuguesa do Transporte Marítimo de Curta Distância, Grupo Luís Simões, Associação Portuguesa de Transitários, empresa Trancereales e Associação Portuguesa de Logística.
Esta sessão de trabalho, em formato de mesa redonda, contou com a presença de representantes dos principais actores que intervêm na cadeia de valor dos serviços de transporte intermodais; para além da equipa técnica dos co-organizadores, destaque para a participação de altos representantes da CP Carga, Renfe, MSC, Agência Portuguesa do Transporte Marítimo de Curta Distância, Grupo Luís Simões, Associação Portuguesa de Transitários, empresa Trancereales e Associação Portuguesa de Logística.
Fotos de Fábio Pires
É com enorme prazer que mostramos algumas fotos de um leitor atento do nosso blog, de nome Fábio Pires. Deixa-mos também o seu álbum de fotos para todos os que queiram ver, não só fotos aqui do Porto de Aveiro, como também bonitas fotos de linhas de caminho de ferro de outros tempos. Assim como locomotivas antigas,algumas em avançado estado de decomposição, e outras recuperadas, vale a pena dar uma vista de olhos no album deste nosso leitor. Obrigado Fábio.
http://www.flickr.com/photos/




12 de fevereiro de 2011
SEGUNDO O LEME-BARÓMETRO Recursos do mar desaproveitados
Portugal não tira o devido proveito dos recursos marítimos e as actividades económicas ligadas ao mar apresentam grandes paradoxos: apesar de oferecerem uma "boa ou muito boa" capacidade empregadora, têm um fraco apoio das entidades públicas. Quem o diz é a consultora PricewaterhouseCoopers Portugal no Leme-Barómetro, que criou o índice PwC Economia do Mar (de base 100, relativa a 31 de Dezembro de 2008). Este trabalho "permite avaliar os diversos subsectores nacionais com maior representatividade na economia do mar", refere a consultora.
PRODUÇÃO VAI SER ESCOADA PELO PORTO DE AVEIRO Fábrica de baterias arranca em Cacia
O Primeiro-Ministro considera que Portugal precisa de mais fábricas, mais emprego e mais tecnologia. Em Cacia, no lançamento da primeira pedra da fábrica de baterias para carros elétricos da Nissan, a 11 de Fevereiro, José Sócrates sublinhou a importância deste investimento e da aposta nos carros eléctricos.
“Vamos a isto”, incitou o primeiro-ministro José Sócrates, referindo-se, ontem, no decorrer do acto simbólico do lançamento da primeira pedra da construção da fábrica de baterias da Nissan, em Cacia, Aveiro, a projectos que, à imagem deste, permitam “fazer de Portugal um país melhor”.
À espera do governante estavam, para além dos altos responsáveis da Nissan e da Renault, algumas centenas de funcionários da C.A.C.I.A – Companhia Aveirense de Componentes da Indústria Automóvel, que, ansiosos, deram as “boas-vindas” a esta nova unidade fabril, já que irá ser construída no espaço contíguo da fábrica da Renault e permitirá a expansão de veículos eléctricos da aliança Renault-Nissan no mercado europeu.José Sócrates e Toshiyuki Shiga, Chief Operating Officer da Nissan, subiram a uma retroescavadora e deram início a esta fábrica que, quanto ao primeiro-ministro português, “garante que Portugal está na linha da frente do que é tecnologicamente mais evoluído no campo dos carros eléctricos”.
“Vamos a isto”, incitou o primeiro-ministro José Sócrates, referindo-se, ontem, no decorrer do acto simbólico do lançamento da primeira pedra da construção da fábrica de baterias da Nissan, em Cacia, Aveiro, a projectos que, à imagem deste, permitam “fazer de Portugal um país melhor”.
À espera do governante estavam, para além dos altos responsáveis da Nissan e da Renault, algumas centenas de funcionários da C.A.C.I.A – Companhia Aveirense de Componentes da Indústria Automóvel, que, ansiosos, deram as “boas-vindas” a esta nova unidade fabril, já que irá ser construída no espaço contíguo da fábrica da Renault e permitirá a expansão de veículos eléctricos da aliança Renault-Nissan no mercado europeu.José Sócrates e Toshiyuki Shiga, Chief Operating Officer da Nissan, subiram a uma retroescavadora e deram início a esta fábrica que, quanto ao primeiro-ministro português, “garante que Portugal está na linha da frente do que é tecnologicamente mais evoluído no campo dos carros eléctricos”.
11 de fevereiro de 2011
Nova RTE-T corre risco de ser fator de divisão da Europa
A revisão da Rede Transeuropeia de Transportes (RTE-T), que será provavelmente apresentada no próximo mês de junho, poderá vir a originar um conflito entre os países periféricos e os países de trânsito.
Apesar de Siim Kallas, comissário europeu de Transportes e vice-presidente da CE, ter feito uma declaração, que aqui publicámos anteontem, no sentido de transformar a nova RTE-T num fator de desenvolvimento dos países periféricos, o ministro alemão dos Transportes, Peter Ramsauer, disse no conselho informal de ministros dos Transportes, que decorreu na segunda e terça-feira passadas na Hungria, que os interesses dos países de trânsito (como a Alemanha) não podem ser negligenciados. "Uma demasiada concentração em projetos de transporte nos países da periferia da UE poderia conduzir a uma sobrecarga de trânsito nos países mais centrais ", disse ele.
Na Europa Oriental, os países periféricos temem que a metodologia proposta pela Comissão lhes venha a ser desfavorável em termos de afetação dos fundos reservados para as RTE-T, o que significa que não são ilimitados.
As novas diretrizes para o desenvolvimento da RTE-T deverão estar prontas até o final de junho. Até lá, teme-se que as posições defendidas pelos países centrais, por uma lado, e pelos periféricos, de outro, conheçam posições extremadas.
Apesar de Siim Kallas, comissário europeu de Transportes e vice-presidente da CE, ter feito uma declaração, que aqui publicámos anteontem, no sentido de transformar a nova RTE-T num fator de desenvolvimento dos países periféricos, o ministro alemão dos Transportes, Peter Ramsauer, disse no conselho informal de ministros dos Transportes, que decorreu na segunda e terça-feira passadas na Hungria, que os interesses dos países de trânsito (como a Alemanha) não podem ser negligenciados. "Uma demasiada concentração em projetos de transporte nos países da periferia da UE poderia conduzir a uma sobrecarga de trânsito nos países mais centrais ", disse ele.
Na Europa Oriental, os países periféricos temem que a metodologia proposta pela Comissão lhes venha a ser desfavorável em termos de afetação dos fundos reservados para as RTE-T, o que significa que não são ilimitados.
As novas diretrizes para o desenvolvimento da RTE-T deverão estar prontas até o final de junho. Até lá, teme-se que as posições defendidas pelos países centrais, por uma lado, e pelos periféricos, de outro, conheçam posições extremadas.
Alguém importante.
Hoje dia 11-02-2011 aterrou um helicóptero nas instalações da NAVALRIA, junto ao terminal Sul do porto de Aveiro. Provavelmente alguém com relevada importância.
10 de fevereiro de 2011
Novo candidato à presindência do SPORT
Homem com H grande, já com provas dadas na presidência do C.C.D/E.T.P PORTO DE AVEIRO. Presidente campeão logo no primeiro ano de funções, tem também como ambição levar alguns atletas do c.c.d, para reforçar o SPORT. De nome Batista , mais conhecido por "escola". Na próxima semana provavelmente já se apresentará aos sócios.

9 de fevereiro de 2011
Relação intendidade/duração do ruído e o risco de lesão auditiva
A capacidade auditiva humana apresenta valores diversos, mas em média pode-se afirmar que o ouvido capta sons desde 20Hz até aos 20 KHz, existindo uma gama de valores onde a sensibilidade auditiva é mais evidente : 500Hz e 6000Hz. Depois existe o ruído… um som indesejável, que constitui uma causa de incómodo, um obstáculo à concentração e à comunicação.Os efeitos associados ao ruído variam consoante o tipo de ruído e a sensibilidade auditiva de cada um. A intensidade de ruído, a composição e duração, condicionam as perturbações que este pode causar.Acima dos limitesO excesso de determinados níveis de ruído, este pode tornar-se problemático, com incidências graves para aqueles que se encontram expostos.O ruído prolongado acima de 90 decibeis (dB) pode ter variados efeitos:
•efeitos cuja ocorrência é facilmente notada, como perda auditiva ou diminuição de inteligibilidade dos sinais sonoros.
•Efeitos de carácter subjectivo: incomodidade, irritabilidade, redução da capacidade de concentração, aumento da probabilidade da ocorrência de acidentes, redução da produtividade e rendimento, fadiga anormal, tensão psíquica.
•Efeitos fisiológicos não auditivos: alterações de metabolismo, problemas cardiovasculares, problemas do foro gastrointestinal, alterações químicas do sangue e urina, alteração da respiração, insónias.
A relação intendidade/duração do ruído e o risco de lesão auditiva para a maioria dos indivíduos é:
•Efeitos de carácter subjectivo: incomodidade, irritabilidade, redução da capacidade de concentração, aumento da probabilidade da ocorrência de acidentes, redução da produtividade e rendimento, fadiga anormal, tensão psíquica.
•Efeitos fisiológicos não auditivos: alterações de metabolismo, problemas cardiovasculares, problemas do foro gastrointestinal, alterações químicas do sangue e urina, alteração da respiração, insónias.
A relação intendidade/duração do ruído e o risco de lesão auditiva para a maioria dos indivíduos é:
•140 dB - Risco de lesão instantânea;
•120 dB - Risco de lesão ao fim de 7 minutos;
•110 db - Risco de lesão ao fim de 30 minutos;
•100 dB - Risco de lesão ao fim de 120 minutos;
•95 dB - Risco de lesão ao fim de 240 minutos.
•120 dB - Risco de lesão ao fim de 7 minutos;
•110 db - Risco de lesão ao fim de 30 minutos;
•100 dB - Risco de lesão ao fim de 120 minutos;
•95 dB - Risco de lesão ao fim de 240 minutos.
Mota-Engil quer mais concessões no Peru
A Mota-Engil pondera concorrer a novas concessões portuárias no Peru, em conjunto com o seu parceiro local na concessão do porto de Paita.
Na mira do grupo português estarão dois portos marítimos no Sul do país e dois portos fluviais, no Amazonas. Os processos de concessão deverão, todavia, esperar pelos resultados das eleições presidenciais no país, agendadas para Abril.
Enquanto isso, a Mota-Engil prossegue o desenvolvimento do porto de Paita, do qual dispõe da concessão por um período de 30 anos, através do consórcio Terminales Portuários Euroandinos: uma JV a 50-50 entre a Tertir e a Translei, do grupo português, e o grupo local Cosmo.
A concessão de Paita prevê um investimento total de 230 milhões de dólares. No imediato será ampliado o cais e alargado o terminal de contentores, de modo a aumentar a capacidade para a casa dos 500 mil TEU anuais. As obras aguardam a Declaração de Impacte Ambiental, devendo arrancar em Março ou Abril, adiantou ao “DE” o responsável do grupo na América Latina. Actualmente o porto de Paita movimenta cerca de 150 mil TEU/ano.
Para diversificar e aumentar os fluxos de mercadorias no porto peruano, a Mota-Engil prevê também investir na criação de tanques de armazenamento de petróleo (para escoar a produção prevista para o Norte do país e para a Amazónia peruana) e na instalação de gruas para movimentar granéis alimentares (como é o caso da soja brasileira, exportada para a Ásia), acrescentou Pedro Costa.
O porto de Paita, o segundo maior do Peru, movimenta hoje em dia essencialmente produtos agrícolas e pescado, etanol e fertilizantes e importações de trigo.
ARQUIVO HISTÓRICO-DOCUMENTAL DO PORTO DE AVEIRO
O Porto de Aveiro disponibiliza, desde 3 de Abril de 2009, na web, o portal do Arquivo Histórico-Documental da APA (AHDAPA). São milhares de documentos de inegável valia histórica à disposição de todos os cibernautas, numa iniciativa pioneira em Portugal, no que reporta às administrações portuárias.
A disponibilização ao público do portal do AHDAPA resulta de processo desencadeado pela Administração do Porto de Aveiro, a partir de 2006, processo tendente à inventariação, catalogação e conservação do espólio existente.Um processo moroso, quer pelo elevado número de documentos disponíveis, quer pelo rigor exigido.
A disponibilização na web do primeiro lote dos milhares de documentos existentes corre a par da tendência hodierna de aproveitar as virtualidades da ciberesfera para alargar incomensuravelmente os espaços expositivos tradicionais, antes cingidos à apresentação física em sala. O portal, desenvolvido pela credenciada empresa TELEFORMAR, é composto por oito núcleos, que se subdividem em 20 secções. “Cartografia”, “Manuscritos”, “Bibliografia”, “Periódicos”, “Não-periódicos”, “Artigos” e “Peças com História”, são algumas das secções disponibilizadas. Os audiovisuais marcam também lugar de destaque, com a disponibilização de milhares de fotografias, mais de duas centenas de vídeos e algumas dezenas de registos áudio.
Governo anuncia novo programa de apoio a exportações
A medida, no valor de 275 milhões de euros, foi anunciada no Congresso das Exportações em Santa Maria da Feira, a 08.02.2011.
Perante uma plateia de 1.400 empresários, o Primeiro-Ministro José Sócrates reafirmou que o sector é prioritário para a economia nacional e estabeleceu uma nova meta. Em 2020, as vendas para o exterior deverão representar 40 por cento do PIB.
Perante uma plateia de 1.400 empresários, o Primeiro-Ministro José Sócrates reafirmou que o sector é prioritário para a economia nacional e estabeleceu uma nova meta. Em 2020, as vendas para o exterior deverão representar 40 por cento do PIB.
8 de fevereiro de 2011
Tráfego de contentores é o mais dependente do Suez
A cada dia, sete ou oito navios porta-contentores cruzam o canal do Suez em cada direcção. Uma - improvável – interrupção daquela ligação teria sérias consequências para o sector.Quais seriam as implicações para o shipping mundial do fecho do canal do Suez, em resultado da agitação política na região? A Alphaliner procurou uma resposta para esta questão e concluiu que o transporte marítimo de contentores seria, muito provavelmente, o mais afectado.
As razões são simples e quantificáveis. Os navios porta-contentores representam 38% número total de embarcações que cruzam o canal. Medida em tonelagem, o peso específico do tráfego de contentores atinge os 55%, por causa das crescentes dimensões dos motherships. Mais do dobro da tonelagem dos navios-tanques e butaneiros juntos, por exemplo.Mas há mais dados que realçam a importância do Suez para o tráfego marítimo de contentores, segundo os analistas parisienses. Actualmente passam por ali 56 rotações de navios porta-contentores. A esmagadora maioria tem uma periodicidade semanal. E de entre todas 46 respeitam a ligações entre o Extremo Oriente e a Europa.Por outras palavras, sublinnha a Alphaliner, a cada dia que passa passam pelo Suez sete a oito pota-contentores, em cada sentido.Na impossibilidade de cruzar o canal, a alternativa será utilizar a rota do Cabo. Mas no caso de uma viagem entre Singapura e Roterdão, por exemplo, contornar África pelo Sul representa navegar mais 3 500 milhas náuticas, um terço mais de caminho, ou mais sete dias de mar. Uma não solução, quando há cargas para transportar e a conta do combustível está de novo a subir.
Tubos para água
Armazém cereal terminal sul
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