23 de dezembro de 2010

Feliz Natal


 

Governo dá tolerância de ponto dia 24 e tarde de 31 de dezembro

O primeiro-ministro assinou hoje o despacho de tolerância de ponto na sexta-feira (dia 24) e tarde do dia 31 de dezembro para os trabalhadores que exercem funções públicas na administração central e nos institutos públicos.
Na fundamentação do despacho de tolerância de ponto, José Sócrates refere que neste período natalício "é tradicional a deslocação de muitas pessoas para fora dos seus locais de residência, tendo em vista a realização de reuniões familiares".
O primeiro-ministro invoca ainda "a prática que tem sido seguida ao longo dos anos" e "a tradição existente no sentido da concessão de tolerância de ponto nos serviços públicos não essenciais na época do Natal".

22 de dezembro de 2010

Sindicato de estiva do porto de Lisboa lança dois pré-avisos de greve…

O Sindicato dos Estivadores, Trabalhadores de Tráfego e Conferentes do Porto de Lisboa e Centro de Portugal emitiu dois pré-avisos de greve para o porto de Lisboa.
Um dos pré-avisos refere-se a uma greve parcelar (slow-down) a ocorrer de 3 a 7 de Janeiro de 2011; o outro pré-aviso visa um endurecer de posição começando também no dia 3 e por tempo indeterminado.
O comunicado do sindicato faz saber que os dois pré-avisos “se aplicarão sempre que forem utilizados trabalhadores eventuais/temporários em funções especializadas, quando houver operações em que as equipas não estejam completas, e quando houver operações portuárias sem utilização de trabalhadores portuários”.
As razões invocadas pelo sindicato são a intenção da Associação das Empresas de Trabalho Portuário de Lisboa (AETPL), expressa em carta, de fazer cessar em 31 de Dezembro o contrato de trabalho “a 17 trabalhadores portuários integrados no efectivo (…) afecto ao porto de Lisboa”, atitude que o sindicato qualifica de “abusiva, ilegítima e ilegal”.
O sindicato considera alega que “a desvinculação contratual” carece de “qualquer justa causa (…) fundamento económico ou estrutural”, alegando que “os trabalhadores em causa vêm, de há muito, prestando no porto a sua actividade profissional regular e permanente, excedendo (…) a totalidade do número de turnos normais de trabalho em cada mês”, e invocando violação flagrante do Contrato Colectivo de Trabalho e apelidando a acção da AETPL um “despedimento colectivo ilegítimo e encapotado de trabalhadores à margem do respectivo regime legal.
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… e operadores acham que a greve deveria ser o último recurso

Morais Rocha, em representação dos operadores do porto de Lisboa, lamentou que o porto da capital esteja “constantemente sob ameaça de greve", ao contrário dos restantes portos do país: "Se os sindicatos acham que têm razão, que movam uma acção em tribunal, e depois se verá o que é decidido. Mas o que eles fazem é usar sempre a arma da greve, quando esse devia ser o último recurso”.
No caso em apreço que motivou os dois pré-avisos de greve acima noticiados, Morais Rocha, que também dirige os terminais de contentores da Liscont e da Sotagus, recordou que “esta atividade, pela sua característica de imprevisibilidade, não se compadece com um número fixo de trabalhadores, sob pena de, se forem em excesso, não haver verba para os pagar ou, no caso inverso, os armadores terem o navio atracado e não os poderem trabalhar por falta de mão-de-obra”.
“O que pretendemos”, continua Morais Rocha, “é que seja encontrada uma mediana de trabalhadores efectivos, que possam fazer o que é o trabalho portuário em situações normais, e uma bolsa significativa de eventuais, para atender aos picos. É assim em todos os portos, e não vemos porque seja diferente em Lisboa. Ao longo dos anos temos vindo a assistir a um aumento do efetivo da AETPL, forçado pelos sindicatos, que vai colocar em causa a sua viabilidade económica. Em cada ‘leva’ o sindicato diz que ‘estes são os últimos’, mas o certo é que agora são mais 17. E o que a AETPL diz é que não pode assumir a responsabilidade de garantir as progressão de salários destes 17 trabalhadores sob pena de entrar en rotura financeira”.
"Tribunais, arbitragens, conciliações, há tantos passos até se chegar à greve e não se utilizam?" questiona Morais Rocha, em conclusão.
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21 de dezembro de 2010

WikiLeaks: Estivadores de Algeciras boicotaram programa de segurança dos EUA

Estivadores do porto de Algeciras bloquearam a aplicação integral dos programas de segurança dos EUA destinados a impedir o transporte de material nuclear em contentores por parte de terroristas, de acordo com novos documentos divulgados pela WikiLeaks.
Uma série de três telegramas da embaixada de Madrid revela que funcionários norte-americanos da embaixada, acompanhados de membros do National Nuclear Security Administration, reuniram-se com a autoridade portuária e com a gestão da APM Terminals para discutir a questão.
À delegação americana foi dito que os dois scanners de contentores fornecidos pela NNSA estavam em operação para contentores de importação e exportação, mas havia problemas sérios de digitalização de contentores de transbordo, que correspondem a 90% a 95% do movimentado daquele porto do sul de Espanha.
"De acordo com funcionários do porto, os estivadores sindicalizados são os grandes culpados pela falta de execução do programa. As razões por trás da relutância dos trabalhadores variam. Alguns argumentam que este programa irá afetá-los financeiramente - os estivadores são pagos pelo número de contentores movimentados, e desvio de suas rotinas pode afetar o o número de contentores movimentados diariamente. Outros expressaram maior desconforto com o programa, associando erroneamente os portais de deteção nuclear a riscos potenciais à saúde. Ainda outros podem estar a usar esta questão como moeda de troca para alavancar outras questões sindicais, durante um processo de negociação coletiva entre os sindicatos e o porto."
O programa, patrocinado pela NNSA e e a agência norte-americana Segurança Interna, Alfândega e Proteção de Fronteiras, visa dotar os 100 principais portos em todo o mundo com os sistemas de deteção por raios X, até 2015, com vista à digitalização de cerca de 50% do tráfego global de contentores a entrar nos EUA.
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Aveiro investe 730 mil euros em dragagens


A Administração do Porto de Aveiro acaba de lançar o concurso para a dragagem do canal principal e da zona adjacente ao Molhe Norte. O objectivo é manter os fundos no canal principal de navegação e zona adjacente ao Molhe Norte, com isso garantindo as condições normais de segurança de navegação no canal principal do porto aveirense, de acordo com o anúncio hoje publicado em Diário da República.O valor-base da empreitada é de 730 mil euros e o prazo para a execução dos trabalhos é de 72 dias após a consignação da obra. A APA tem previsto para o próximo ano a melhoria das acessibilidades marítimas ao porto de Aveiro, com o prolongamento do Molhe Norte em cerca de 200 metros e a dragagem de fundos para os -12,5 metros. Com isso, o porto de Aveiro passará a poder receber navios de maiores dimensões (comprimento e calado), com maior capacidade de carga, o que tornará o porto mais atractivo e mais rendíveis as operações de movimentação das cargas.

O SANTA IZABEL na Gafanha da Nazaré, ria de Aveiro

A 19/11/1933, pelas 08h00, quando o lugre-motor bacalhoeiro SANTA IZABEL, da praça de Aveiro, se preparava para abandonar a barra do Douro, cuja manobra era dirigida pelo piloto António Duarte, estranhamente topou num banco de areia submerso de formação recente, ficando encalhado de popa. Dado o alarme, acorreram as lanchas dos pilotos e os rebocadores LUSITÂNIA, MARS 2º e NEIVA, não tendo sido necessários os seus serviços. O navio safou-se cerca das 11h00 pelos seus próprios meios e saiu a barra, tomando o rumo do sul.
O SANTA IZABEL entrara há dias vindo dos pesqueiros da Terra Nova e Groenlândia, trazendo nos seus porões cerca de 6.000 quintais de bacalhau. No entanto, devido ao seu calado de água ficara impossibilitado de demandar as instalações da Gafanha da Nazaré, pelo que arribou ao rio Douro, a fim de desembarcar a sua companha de pescadores mas também aliviar-se de alguns quintais de bacalhau, que seriam transportados para Aveiro por uma fragata e ainda aguardar maré suficiente na barra de Aveiro para onde rumou, após se ter safo da coroa de areia. Entretanto, foram tomadas as providências para se dragar o local do encalhe, que se situava a meio do canal de navegação.
SANTA IZABEL - 45m/ 345,25tb; 1929 entregue por Manuel Maria Bolais Mónica, Gafanha da Nazaré, à Empresa de Pesca de Aveiro, Lda, Aveiro, como lugre à vela; 1932 instalado motor auxiliar; 1943 SANTA ISABEL, Sociedade Bacalhau de Portugal, Lda., Lisboa: 1958 subsquente história não encontrada. O SANTA IZABEL foi um dos primeiros lugres à vela, juntamente com o seus gémeos SANTA MAFALDA e SANTA JOANA também do mesmo armador Aveireinse, e ainda o Vianês SANTA LUZIA, a demandar os perigosos e gelados pesqueiros da Groenlandia, os quais foram bem sucedidos nas suas capturas, na campanha de 1931,
Fontes: José Fernandes Amaro Júnior; Loyd's Register of Shipping.

20 de dezembro de 2010

Portugal movimenta 1,3% da carga marítima operada na UE27 em 2009

Portugal movimentou pouco mais de 1,3% de todo o movimento de carga marítima na União Europeia (UE27) em 2009, segundo estatísticas do Eurostat divulgadas esta segunda-feira.
Os portos marítimos portugueses movimentaram, no ano passado, 62 milhões de toneladas de carga, menos 5,5% do que em 2008. O conjunto de portos espanhóis movimentou um aproximado de 360 milhões de tons, enquanto o total da UE27 se cifrou nos 3,43 mil milhões (-12,4% do que em 2008).
Enquanto Portugal pesou pouco mais de 1,3% de toda carga operada nos portos marítimos da UE, em 2009, a Espanha colocou-se como o quarto maior mercado de transporte marítimo da Europa, com 11% do total e à frente da França, apesar d ter registado uma quebra de 12,6% face ao ano anterior.
Os maiores portos europeus continuam a ser Roterdão (350 milhões de toneladas métricas de carga operada em 2009) e Antuérpia (140 milhões tons). Logo a seguir surgem Hamburgo (90 milhões) e Marselha (80 milhões).
O porto de Algeciras, com uma movimentação de 56 toneladas, menos seis toneladas do que Portugal por inteiro, é o sétimo no top10 europeu. O segundo maior porto espanhol, em termos de carga (tons), é Valencia, com 48 milhões de toneladas.
 
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Comboio em Aveiro pesa 123 mil toneladas


Desde que foi inaugurada a ligação ferroviária ao porto de Aveiro, em Março passado, passaram por ali 123 mil toneladas, avança o presidente da administração portuária.
 Muitos anos foram precisos para o arranque da construção da plataforma de Cacia e da ligação do porto de Aveiro à rede ferroviária nacional. Muitos menos demorou a conclusão da obra. E oito meses bastaram para provar a utilidade da melhoria.
 Desde 29 de Março último, dia da inauguração da linha do porto de Aveiro, já por ali passaram 123 mil toneladas de cargas, sobretudo de exportação, o que evitou a circulação de uns 5 381 camiões nos acessos rodoviários ao porto.
 Pasta de papel, aglomerado de madeira, cereais e cimento são as mercadorias mais representadas. Norte de África, Cabo Verde e Norte da Europa os destinos mais frequentes.
 Com o movimento portuário a crescer cerca de 30% este (também devido à ferrovia, como frisou ao “JN” José Luís Cacho, presidente da administração portuária), a carga recebida/expedida por comboio representará cerca de 4% do total. Mas o objectivo é chegar aos 15% dentro de cinco anos, acrescenta aquele responsável.
 Aveiro é já o terceiro porto nacional na utilização da ferrovia, atrás de Sines e de Setúbal.
 Até ao momento têm sido as exportações as mais beneficiadas com o acesso ferroviário, mas a administração portuária aposta também na captação de cargas de/para a vizinha região de Castela-Leão.
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Redes de pesca

Como é sabido, as vezes os pecadores deixam as redes da apanha do choco, estendidas aqui no Porto.E a policia marítima vai fazendo a recolha das mesma. Como se pode ver nas fotos, hoje foi mais um dia de recolha.


Navio DUYDEN-3

Carga em convés, neste caso, madeira. Esta carga tem como destino Israel .






19 de dezembro de 2010

Ceia de Natal

Ceia de Natal 2010 que se realizou no restaurante  Batista do Bacalhau. Noite em que podemos ver alguns colegas de trabalho que não os conseguimos ver durante o ano. Pelos menos ainda vão a estas...




Tripulantes do navio "Luebbert", evacuados

Tripulantes do navio "Luebbert", que navegava do Canada para Gibraltar, foram evacuados devido a uma intoxicação.

17 de dezembro de 2010

Lage ameaça sair da CCDR se Porto de Leixões perder autonomia

A intenção do Governo em avançar com uma gestão centralizada do sistema portuário português continua a provocar contestação no Porto. Depois de o presidente da Associação Comercial do Porto (ACP), Rui Moreira, ter ameaçado com a demissão do cargo, caso a medida seja posta em prática, agora é a vez de o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte (CCDR-N), Carlos Lage, apontar o mesmo caminho.
“Se, de facto for tomada a decisão de incorporar o Porto de Leixões numa holding nacional e este perdesse a autonomia, eu imediatamente demitir-me-ei da presidência da CCDR”, adianta ao GRANDE PORTO o líder da CCDR-N.
Na perspectiva de Carlos Lage, homem com uma longa carreira política ligada ao PS e um dos defensores acérrimos da Regionalização, isso “significaria um ponto final no esforço de cooperação dentro da região entre uma entidade sui generis como a CCDR que gere um programa regional com fundos comunitários e as instituições da região”.
Para o antigo deputado europeu e ex-vice presidente da Assembleia da República, se no Porto se percebe “a importância de termos um porto com autonomia, dinâmico, capaz de proporcionar condições à região, captar investimento, intensificar o tráfego de mercadorias e passageiros”, para a cultura política e administrativa de Lisboa “isto é apenas uma abstracção e nem sequer se dá conta do significado que tem para o espaço regional e directamente para o País o respeito pela individualidade e pela autonomia destas regiões”.
“Caso o Porto de Leixões fosse mal gerido ainda se poderia entender que o Estado interviesse. Agora, quando na sua região, no seu espaço, é um porto que prestigia e que dá vantagens à região e ao País, é incompreensível que com um simples desenho do que se pode entender que é uma gestão de conjunto, feita de não sei quantas sinergias e vantagens, se risque completamente do mapa”, critica.
A posição de Carlos Lage surge na sequência do alerta dado por Rui Moreira sobre a intenção de fusão dos vários portos nacionais que consta do Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado (PRACE) elaborado em 2006 pelo ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, estando a sua implementação prevista no Orçamento do Estado para 2011.

Autor/fonte João Queiroz

Entrada armazém SONAE

Fotos enviadas por anónimo para o blog.

15 de dezembro de 2010

Navio Alexandergracht

Navio que carregou em Aveiro peças eólicas em convés. Peças que tem como destino o Brasil, porto de Suape.





Manga telescópica

Como já tínhamos referido a utilização de uma manga telescópica , na carga de casca de pinheiro reduz em muito todo o pó que anda no ar. No vídeo podemos ver uma manga dessas a baixar e subir.
                    

Armadores globais lucrarão menos em 2011

A prestigiada Drewry prevê que os armadores globais consigam este ano lucros de 17 mil milhões de dólares, que comparam com as perdas de 36 mil milhões do ano passado. Mas a atividade vai sofrer alguma quebra em 2011.
Outros analistas também projetam resultados fortes para 2010, embora nenhum deles chegue a números tão altos: A BoxTradeIntelligence aponta lucrosa globais de 14,5 mil milhões, enquanto que a Alphaliner baixa um pouco a alça, avançando13 mil milhões.Quanto a 2011, as perspetivas não são tão risonhas - a Drewry diz que os resultados serão consideravelmente mais baixos em 2011, as taxas de frete irão cair após forte recuperação este ano, o que fará quebrar a rendibilidade da indústria em cerca de 8 mil milhões de dólares
No que se refere ao terceiro trimestre deste ano, a BoxTradeIntelligence estima que as transportadoras tenham conseguido lucros globais de quase 5 mil milhões de dólares nas mais importantes rotas comerciais, divididos por um pouco mais de 1,7 mil milhões na rota Ásia-Europa e 3,2 mil milhões na Ásia-EUA.
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Descarga de varão de ferro

Nas fotos abaixo podemos ver uma descarga de varão de ferro, no terminal norte feita pelo operador Aveiport.




Porto de Lisboa quer aliar-se à ferrovia para potenciar desenvolvimento

Os presidentes da Administração do Porto de Lisboa (APL), Natércia Cabral, da AGEPOR, José Manuel Henriques, e da CP Carga, Rocha Soares, reuniram com as associações representantivas dos transitários e agentes de navegação que operam no porto de Lisboa no sentido de os sensibilizarem para a necessidade de integrarem o transporte ferroviário na passagem de cargas pelo porto da capital.
“Cada um dos agentes económicos, por si, não consegue nem quantidades nem preços. Se se unirem, conseguem esses dois itens – um preço por contentor extremamente competitivo, e garantir a regularidade e frequência de entradas e saídas por via férrea no porto de Lisboa., referiu à CARGO Belmar da Costa, presidente executivo da AGEPOR.
A AGEPOR e a APAT irão agora fazer questionários aos seus asssociados indagando quais os volumes que eles pensam poder vir a movimentar no eixo Lisboa-Porto e Espanha, ponto de partida para se calcular que preços poderiam ser praticados, tanto pela CP Carga, como pela APL. “Em conjunto, os agentes poderão obter um preço por contentor que nunca conseguiriam de outra forma”, adiantou à CARGO Belmar da Costa.
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14 de dezembro de 2010

'Católica' de Lisboa será palco de conferência sobre os assuntos do mar

O Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e a revista Nova Cidadania organizarão, no próximo dia 20 de dezembro, a conferência "Uma Saída Possível: o Mar", que se insere no Ciclo de Conferências 2011 "Para Além da Crise".
O evento, que terá início à 18 horas na Sala de Exposições da Biblioteca Universitária João Paulo II (na UCP de Lisboa), contará com as presenças do professor Adriano Moreira, do Almirante Nuno Vieira Matias e do professor Miguel Monjardino e terá a coordenação de José Manuel Fernandes.
A conferência "Uma Saída Possível: o Mar" será a última de uma série de 10 conferências que têm vindo a decorrer desde o dia 11 de outubro e que têm debatido uma série de assuntos políticos, administrativos e judiciais.
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