25 de novembro de 2010

Leixões e Aveiro foram excepções à greve geral


Como se previa, a maioria dos portos nacionais esteve paralisada pela greve dos trabalhadores portuários, convocada no âmbito da greve geral decidida pelas duas centrais sindicais.Como se previa também, o porto de Leixões – onde há anos não se realiza qualquer greve dos trabalhadores portuários – laborou normalmente, quer no terminal de contentores, quer no terminal de carga geral e granéis sólidos. A paralisação dos pilotos terá tido reduzido impacto na actividade, tanto quanto foi possível apurar pelo TRANSPORTES & NEGÓCIOS.A “surpresa” do dia de greve geral aconteceu em Aveiro, onde foram operados dois navios. Recorde-se que ainda há relativamente pouco tempo o porto aveirense esteve parado semanas por um movimento grevista, pelo que a actividade em dia de greve geral não estaria certamente nas previsões da Fesmarpor.Em Sines, no Terminal XXI, para onde não se previa a realização de greve, não se verificaram escalas de navios. Os demais terminais estiveram parados.Os outros portos nacionais, onde a federação dos trabalhadores portuários tem forte implantação, estiveram paralisados. 
(Podemos adiantar que em Aveiro trabalharam, 10% dos trabalhadores, sendo que um desses trabalhadores esteve ao serviço depois das 17
Fonte:www.estivadoresaveiro.blogspot.com/)

24 de novembro de 2010

Porto de Aveiro a ver passar os navios!!

Porto de Leixões baixa taxas para a exportação de mercadorias

Vai ser mais barato exportar a partir de Leixões em 2011.O porto de Leixões decidiu reduzir todas as taxas para embarque de mercadorias num valor médio de 4% e manter os actuais valores das taxas de desembarque.No dia seguinte à tomada de posição da Associação Comercial do Porto e da sua Comunidade Portuária contra a intenção governamental de criar uma entidade única para gerir os portos portugueses, a Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) anuncia que, no próximo ano, as exportações nacionais feitas a partir daqui serão mais económicas.“Numa medida que pretende contrariar os efeitos da crise económica e reforçar a competitividade do Porto de Leixões e das empresas exportadoras a operar em Portugal, as taxas de carga e descarga de todas as categorias de mercadorias não vão sofrer o aumento da inflação, sofrendo antes uma descida significativa de preço em muitas delas”, enfatiza a APDL; em comunicado.
O embarque de granéis, veículos, contentores e carga geral no porto de Leixões vai ser 4% mais barato, em média, durante o ano de 2011. Mas no caso dos granéis agro-alimentares, a descida de valores das taxas de carga e descarga chega mesmo aos 50%.Pela leitura das novas tabelas de preços conclui-se que o transportador marítimo pagará mais taxas ao porto, enquanto os importadores de granéis agro-alimentares verão os seus custos reduzidos a metade.“Com esta alteração do seu regulamento de tarifas, o porto de Leixões pretende aumentar a sua competitividade no segmento de granéis agro-alimentares ao passar ao agente que toma a decisão sobre a cadeia logística a seleccionar – o cliente – o maior benefício desta alteração de custos”, remata a administração desta autoridade

Adesão à greve Nos Portos

Os Portos de Lisboa, de Setúbal, da Figueira da Foz, do Canistal ( Madeira), da Terceira (Açores) e de Viana do Castelo estão hoje completamente paralisados, com o presidente do sindicato dos Estivadores, Vitor Dias, que preside também à FESMARPOR – Confederação de Sindicatos Marítimos e Portuários, a garantir, nestas unidades, uma adesão à greve de 100 por cento. No porto de Aveiro houve alguma movimentação (para concluir uma operação num navio) tendo a adesão, no primeiro turno, rondado os noventa por cento.
Ainda não foi possível apurar taxas de adesão nos Portos de Leixões e de Sines – neste último, assinala-se hoje um feriado municipal.
Fonte
No que respeita ao porto de Aveiro, a adesão à greve deve estar próximo dos 20% devido a razões que os próprios trabalhadores conhecem.

Greve Geral no Porto de Aveiro

A adesão á greve por parte dos Estivadores do Porto de Aveiro no período 08:17 não causou problemas no funcionamento do porto.Está a trabalhar um navio no T.G.S carga de clinker e outro no T.sul carga de Argila.Estando previsto algum trabalho para as 17.00 ainda não se sabe o impacto da Greve nesse horário mas pelo pouco fumo que anda no ar, caso as empresas de estiva queiram trabalhar tudo decorrerá normalmente. Fica de Seguida uma reflexão de um Anónimo (para algumas pessoas) sobre a Greve.
"Aí a temos. Uma Greve Geral, que mais á frente se transformará em conflitos de rua,pois estas políticas de "democracia de capitalismo financeiro" não vão arredar pé, pois altos interesses estão patentes, os tubarões souberam bem a seu tempo minar o poder político. É certo que a greve terá mais incidência nos sectores públicos, pois os outros só por si, estão deveras fragilizados,vivem o dia a dia em precaridade. E por isso mesmo, será de extrema importância que dentro das possibilidades de cada um, esta GREVE, tenha algum impacto, porque no fundo é uma das únicas armas de demonstração de descontentamento. Durante o ano de 2011, estou convicto que os Portugueses que não aderirem á GREVE, vão sentir alguma frustação, pois sentirão na pele a realidade efectiva das medidas ultimamente aprovadas pelos nossos MÍSEROS POLÍTICOS. Os trabalhadores Portugueses saberão dar a merecida resposta a esta doentia Democracia. Viva Portugal."

Porto de Aveiro e «Água Triangular» assinam protocolo

COOPERAÇÃO HUMANITÁRIA

O Porto de Aveiro e a “Água Triangular – Ambiente, Desenvolvimento e Território” assinaram protocolo de colaboração com pendor humanitário. Tendo por base o acordo firmado, a administração portuária de Aveiro cede temporariamente um armazém no Porto de Pesca Costeira, local que a “Água Triangular” utilizará para o acondicionamento de material destinado a campanhas de solidariedade junto dos países africanos de expressão portuguesa, com especial incidência na Guiné-Bissau.

23 de novembro de 2010

Associação Comercial do Porto arrasa fusão dos portos

Associação Comercial do Porto arrasa fusão dos portos 

A fusão das administrações portuárias, que o Governo estará a estudar, visa “branquear os maus resultados do sector portuário na sua globalidade, desviando as receitas de Leixões para compensar a falta de dividendos de quase todos os restantes”, acusa a Associação Comercial do Porto.Em conferência de imprensa, Rui Moreira, presidente da associação, ex-presidente da Comunidade Portuária de Leixões e empresário com uma forte ligação ao sector marítimo-portuário, não poupou nas palavras para criticar a eventual decisão do Executivo de avançar com a fusão dos portos.“Não há um vislumbre da menor justificação técnica ou económica que a sustente. Pelo contrário é aquilo que parece: um plano para retirar toda a autonomia ao maior porto de exportação nacional, para desviar os seus recursos e cobrir deficits de portos mal geridos e mal tutelados que, ainda por cima, se dedicam maioritariamente à importação”, sintetizou o presidente da Associação Comercial do Porto.Antes, Rui Moreira sintetizou os sucessos do Porto de Leixões, ao nível da movimentação de cargas (maioritariamente de exportação), ao nível dos investimentos (lembrou a VILPL, a nova portaria, a nova ponte, o aprofundamento dos acessos marítimos, a plataforma logística), e ao nível dos resultados financeiros (com cerca de 50% dos lucros a serem pagos ao Estado sob a forma de dividendos).O presidente da Associação Comercial do Porto deixou ainda duras críticas à actuação do Estado relativamente aos demais portos e à sua performance operacional. Sines (“um verdadeiro escândalo nacional”) foi particularmente visado. Mas também Lisboa mereceu nota negativa, tal como Aveiro (“acumula nos últimos dez anos 14 milhões de euros de sistemáticos resultados operacionais negativos”), ou Viana do Castelo (“um desses “activos tóxicos” irremediavelmente perdidos”).“Por tudo isso – rematou Rui Moreira -, a ideia de transferir para Lisboa a sua gestão e recursos, diluindo o Porto de Leixões na mediocridade de que agora é excepção, é um acto centralista e irresponsável e, por isso, intolerável para a Associação Comercial do Porto”.Na conferência de imprensa, o presidente da ACP teve ao seu lado o presidente da Comunidade Portuária de Leixões, Vieira dos Santos, e João Pedro Araújo, que antecedeu Rui Moreira naquele cargo no Porto de Leixões.Fonte oficial do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações disse à “Lusa” que a intenção do Governo é “optimizar a governância do sector”, sendo “prematuro apontar desde já para qualquer modelo institucional”.




(Leia aqui a posição oficial da Associação Comercial do Porto) 
http://www.associacaocomercialdoporto.blogspot.com/

Transporte de grandes dimensões sai de Oliveira de Frades

Martifer, empresa de Oliveira de Frades esteve envolvida, nos últimos dias, numa enorme e complexa operação de logística. Tratou-se do fabrico de 14 estruturas de fundações para torres eólicas. Ao todo, são mil e trezentas toneladas de estacas, destinadas a uma plataforma do mar do Norte. Este transporte foi para o terminal norte do Porto de Aveiro. Depois as estacas são carregadas com uma grua desta mesma empresa.


22 de novembro de 2010

Estilha do terminal sul de Leixões será tapada no início do ano

A parede de tela que vai tapar a estilha e as sucatas depositadas a céu aberto no Porto de Leixões (Matosinhos), começará a ser construída até ao fim do ano, estando pronta no primeiro trimestre de 2011. A APDL também vai plantar árvores ao longo da vedação.A informação foi avançada pela Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) ao Jornal de Notícias.O diário sediado no Porto faz o historial da questão que suscitou repetidas queixas dos moradores da zona, referindo que a administração portuária tem vindo a despejar jactos de água sobre a estilha sempre que são efectuados movimentos de descarga e armazenamento daquele tipo de produtos ao ar livre no porto de Leixões, mantendo as aparas cercadas por uma parede de contentores e rede.A medida foi tomada depois do presidente da Câmara de Matosinhos lembrar a APDL que podia ser travada judicialmente, caso continuasse a movimentar a estilha em ambiente não controlado. Na referida comunicação enviada ao JN, a APDL revela ainda que, paralelamente à construção da parede em tela, foi adjudicado o reforço da cortina arbórea junto à vedação portuária.

Ser Estivador

O estivador é um profissional de extrema importância na economia do país. E todos devemos pensar nisso.
É a ele que cabe a tarefa de carregar e descarregar navios, arrumar mercadorias, regular e manter o equilíbrio das embarcações. Recebe no convés ou no porão a carga transportada do caís por camião, guindaste ou pórtico , arruma as mercadorias e facilita a sua distribuição. Além da força física necessária na peação , e na picareta do granél petrificado nas cavernas do porão, a profissão exige do trabalhador a organização racional das mercadorias no navio para aproveitar os espaços. Coordena as operações, e opera as máquinas desde um simples empilhador até uma grua moderna, com atenção, para não danificar os produtos durante o transporte. Distribui o peso para não afectar a estabilidade do navio. Uma categoria que tem ilustres personagens aqui no porto de Aveiro como o Cabecinhas, o Giló, Téquinha ,o Criatura, Dentinho, o famoso Zé cachaças e não esquecer do Zé Patolas entre outros. Cada um no seu momento, forma e capacidade levando para a frente o nome de Estivador. E eu quem sou, um filho, sobrinho , afilhado ou primo de Estivador? Como eles posso-me orgulhar, eu Sou ESTIVADOR , de dia , tarde, noite e madrugada . Ao Sol e à chuva. Parece-me que existe alguma  falta de respeito sobre os profissionais do Porto de Aveiro ,mas se fosse trinchar esse fardo demoraria e como não quero perder tempo com isso ,deixo para outro dia. Hoje lembro-me da primeira vez que entrei para este porto, dia 1-2-1994 . Eram 7:45 da manhã, sentia um acelerar de coração, olhos arregalados sorriso de orelha a orelha . Foi sem dúvida um dos dias mais importantes da minha vida. Pois é desta profissão que dependo assim como todos os colegas. Um a um lá fui conhecendo o pessoal, até que ainda nesse dia antes das 8 da manha, o Bafo me explicou qual o navio que eu ia fazer serviço. Ao entrar no porto, lá me dirigi para  o navio que estava a descarregar milho. Apareceu  o Armadilhas que me disse como funcionava a tremonha. (funil grande em forma de triangulo invertido onde se carregam os camiões) Foi um dia inesquecível não pela posição mas pelo orgulho de ser ESTIVADOR. Penso que todos sabemos que ser estivador é ser diferente. E temos que reflétir, sobre o que pudemos fazer, para melhorar sempre o nosso estatuto.

Cumprimentos a todos
08 

20 de novembro de 2010

Associação dos Portos de Portugal

APP renova portal Web e adere às redes sociais 

Mais conteúdos e maior interactividade marcam a nova vida da Associação dos Portos de Portugal no ciberespaço.O site da associação mantém a designação tradicional – www.portosdeportugal.pt – mas apresenta agora uma nova roupagem e mais e mais variados conteúdos, com particular enfoque na divulgação das actividades de todos e de cada um dos portos nacionais.Também os portos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), com quem a APP pretende estreitar relações, têm um lugar especial reservado no novo portal da APP. Ali se encontrarão notícias dos portos e dos respectivos países (nas áreas que importem à actividade marítimo-portuária).Para favorecer o contacto com a comunidade portuária e com todos os interessados nos temas dos portos e do transporte marítimo, a Associação dos Portos de Portugal também está doravante nas redes sociais, nomeadamente no facebook, no slideshare e no slide.com.Prometidas estão também newsletters regulares, que manterão os subscritores informados sobre as actividades da associação, dos portos e do sector em geral.

19 de novembro de 2010

Mota-Engil factura 114 milhões até Outubro

  Portos em alta e ferrovia em dificuldades

Nos primeiros três trimestres, as actividades de Logística do grupo Mota-Engil atingiram um volume de negócios de 114 milhões de euros, anunciou o grupo liderado por António Mota e Jorge Coelho.Relativamente ao período homólogo do ano passado, o volume de receitas avançou 12%, em linha com o esperado e com a recuperação da actividade portuária, apesar da crise.A Mota-Engil controla a quase totalidade dos terminais de contentores nacionais, a principal excepção sendo o Terminal XXI de Sines, concessionado à PSA de Singapura.No entretanto o grupo aumentou a participação na TCL em cerca de 5%, passando a deter 54,5% do capital social da empresa concessionária do terminal de contentores de Leixões.Uma vez mais, o relatório de gestão refere as “dificuldades registadas na actividade de transporte ferroviário, fruto duma forte agressividade comercial no sector”. Nesta área a Mota-Engil detém como principais activos a Takargo e a Ibercargo, uma parceria a 50% com a espanhola Comsa.As actividades logísticas representam uma parte significativa da área de negócios de Ambiente e Serviços da Mota-Engil. Uma área que entre Janeiro e Outubro aumentou o volume de negócios de 235 milhões para 296 milhões de euros, e o EBITDA de 46 milhões para 56 milhões de euros.

Estacas de 117 toneladas para plataforma off shore carregadas no Porto de Aveiro

Este sábado, 20 de Novembro, tem início, no Porto de Aveiro, uma operação de especial envergadura, com o embarque, no navio Randzel, de 14 estacas para plataforma eólica off shore.
Dez estacas medem 45m, pesando 80 toneladas cada; as restantes 4 medem 65m, pesando 117 toneladas. Construídas pela MARTIFER ENERGIA, estas estacas constituem fundações para estruturas eólicas offshore a implantar no Mar do Norte.O transporte terrestre entre Oliveira de Frades e o Porto de Aveiro foi feito por via terrestre pela LASO, com um veículo especial.O carregamento das estacas deverá estar concluído este fim-de-semana, prevendo-se que o transporte por via marítima rumo ao porto alemão de Sassnitz demore entre quatro a seis dias.O serviço está a cargo da empresa de estiva AVEIPORT.

Anuncio de venda da embarcação de pilotos “DUAS ÁGUAS"

Por deliberação do Conselho de Adminsitração da APA, SA, foi aberto o prodecimento de venda da embarcação de pilotos "Duas Aguas". Consulte o procedimento aqui.
                                                 

XVIII Congresso da Ordem dos Engenheiros passou pelo Porto de Aveiro

Participantes no XVIII Congresso da Ordem dos Engenheiros, que se realizou em Aveiro entre 4 e 6 de Novembro estiveram de visita ao Porto de Aveiro.
A visita, bastante demorada, serviu para os congressistas ficarem a par do pulsar da actividade da administração portuária, nomeadamente nos itens que deram o mote ao magno encontro: Qualificação, Inovação e Empreendedorismo. Sob o tema geral "A Engenharia no Século XXI - Qualificação, Inovação e Empreendedorismo", o congresso acolheu, simultaneamente, uma reflexão sobre o passado próximo e um debate sobre as linhas de acção futura, quer na actividade profissional dos engenheiros, quer na sua contribuição para o progresso económico e social de Portugal. A escolha da cidade de Aveiro e a visita ao Porto de Aveiro correspondeu a uma decisão com um significado próprio, salientando a importância da aplicação do conhecimento científico e tecnológico ao serviço de uma economia diversificada e que extravasa, em larga medida, as fronteiras locais.

Descarga Argila

 Descarga de argila efectuada no terminal sul do Porto de Aveiro,descarga esta que como podem ver, foi difícil de se fazer, pois os montes de argila vinham uns por cima dos outros com aquelas telas que se vê a separar esses mesmos montes. Foi um trabalho duro fisicamente pois as enxadas e os rodos não pararam todo o dia.





Operadores portuários alertam para a necessidade de novo pacto social

Morais Rocha, por parte dos operadores portuários (preside à AOPL, Asssociação dos Operadores do Porto de Lisboa), e Vítor Dias, do lado dos sindicatos portuários (preside à Fesmarpor, que congrega os principais sindicatos de trabalho portuário), foram os dois grandes protagonistas do Seminário "Gestão do Trabalho Portuário: Passado, Presente e Futuro" que a Logistel levou ontem a efeito em Lisboa.
O primeiro, alertando para a necessidade de se elaborar um novo pacto social para o setor, por se terem vindo a perder, ao longo dos últimos anos, a competitividade da grande reforma portuária – que todavia ficou incompleta – encetada em 1993; o segundo, rebatendo essa necessidade de novo pacto, sob o argumento de que os ganhos de produtividade alcançados têm que beneficiar de igual modo quem efetua o trabalho portuário, e reforçando a nota de que não mais será possível o regresso à precariedade que era norma até meados da década de 70 do século passado.
Encerrou os trabalhos o presidente do IPTM, Miguel Sequeira, que considerou ter havido um entendimento do interesse mútuo na existência de um clima de paz laboral no setor: “Apesar de na parte da manhã ter parecido que havia alguma divergência, destaco, como otimista que sou, o que me pareceram pontos concordantes, nomeadamente a ideia comum da importância da mão de obra no trabalho portuário, da necessidade dos portos serem competitivos, eficientes, e a consciência da importância da mão de obra portuária como factor crítico de sucesso.A partir do momento em que existe esse acordo de princípio quanto à sua importância, muitas vezes as divergências não são mais do que maneiras legítimas de ir ao encontro desses princípios; ouvi referências à necessidade de um novo protocolo de concertação social, da necessidade de certificação de competências, também frequentemente associado ao que acontece no nosso país, mais vezes do que seria desejável, que é a produção de legislação que depois não é devidamente regulamentada. Mas penso que poderemos encontrar soluções win-win que aproximem os interesses de ambas as partes”, concluiu o presidente do IPTM.

Apoios aos estagiários marítimos ascendem a 250 mil euros

Decorre até 31 de dezembro o prazo para a entrega das candidaturas para efeitos de atribuição de subsídios ao embarque de praticantes da marinha de comércio nacional.
O despacho do secretário de Estado dos Transportes, publicado em Diário da República do passado dia 17 de novembro, refere a cativação de uma verba de 250 mil euros, de um total de 450 mil inscritos, para ajudar os armadores nacionais (ou estrangeiros inscritos no registo convencional ou no RIN-MAR desde que se trate de empresas nacionais ou de empresas cujo capital seja detido pelos menos em 50% por entidades nacionais) a suportarem “os custos de embarque dos marítimos legalmente contratados”.Como refere o Despacho, o objetivo primeiro é subsidiar a componente prática da formação adquirida através dos cursos da Escola Superior Náutica Infante D. Henrique (ENIDH). O subsídio a atribuir será, no máximo, de 1500 euros mensais por marítimo. No caso dos praticantes não poderá ultrapassar os 12 meses, e nos restantes casos os três meses. A atribuição dos subsídios – que é feita à posteriori, após decorrido o período de embarque – “é efetuada de forma hierarquizada, de acordo com a ordem de entrada” das candidaturas, “até ao esgotamento da verba prevista para o projeto”.

18 de novembro de 2010

Construção de caís para atracação dos reboques

Nas fotos abaixo podemos ver a construção do caís onde vão acostar  os reboques que trabalham aqui no Porto de Aveiro. Esta obra ainda não está terminada, mas como se pode ver está em fase de acabamento.


Roll-on/Roll-off

A primeira grande diferença destes tipos de navios é, sem dúvida, o visual, já que eles possuem uma amurada  (parte lateral de uma embarcação) bem maior do que os outros.Os navios Roll-on/Roll-off, mais conhecidos como Ro-Ro, são navios em que a sua carga entra e sai pelos seus próprios meios, através de rodas (como os automóveis, autocarros, camiões, trailers,etc) ou, até mesmo sobre outros veículos.Como o nome Roll-on/Roll-off (rolar para dentro/rolar para fora) sugere, nos  navios desta categoria, é possível carregar quase tudo que puder subir a bordo rodando através das rampas de popa (parte traseira do navio), de meia nau (mais ou menos o meio do navio) e até mesmo, menos comumente encontrado, pela proa (parte da frente do navio).A fim de  facilitar e flexibilizar tal operação, alguns navios modernos contam com conveses  móveis, de forma que eles se adaptem ao que será transportado, ou seja, caso carros estejam a ser transportados a altura entre os conveses será mantida mas já no caso de autocarros, camiões, etc, essa altura pode ser aumentada para até mais de 6 metros. Essas rampas externas somadas às rampas internas fazem com que a carga vá do porto para o navio e assim para o seu lugar pré-determinado. E aqui em Aveiro estamos a assistir à construção de uma rampa roll-on/roll-off, só não sabemos se vai servir de alguma coisa. Pois já cá tivemos uma rampa dessas e esta encontra-se na lixeira, como se pode ver nas fotos que se seguem.Também podemos ver a construção da nova rampa, a ver vamos o que esta rampa vai dar...




Tubos para construção de uma plataforma

Estão a ser rececionados  mais tubos no porto para a construção de uma plataforma off shore. Tubos que são construídos pela Martifer.Já não é a primeira vez que esta empresa utiliza o Porto de Aveiro neste tipo de operações. Estes tubos já são transportados com o tamanho definitivo, sendo feitos  já em caís  os trabalhos de acabamento  dos mesmos.





Descarga de bobinas de chapa

Nesta descarga devido ao peso das bobinas de chapa,que pesavam entre 20 e 25 toneladas. tivémos de pôr a bordo uma máquina de maiores dimensões que o habitual.