Em Junho do corrente ano movimentaram-se 352.922.4 ton; foi o segundo melhor mês de sempre no Porto de Aveiro em mercadorias movimentadas, após Maio ter sido o melhor de sempre com 394.043,9 ton.
Um crescimento de 42,45% em relação a Junho de 2009 e de 9,10% em relação a Junho de 2008.
Pelo Porto de Aveiro passaram 83 Navios (mais 7,79% que em Junho de 2009); a arqueação bruta foi de 319.204 ton.
25 de julho de 2010
16 de julho de 2010
O QUE FAZER DOS PROVÉRBIOS?
Através da sabedoria popular, chegaram até nós pensamentos filosóficos, formatados em poucas e rimadas sílabas, a que chamamos provérbios ou ditados populares. Na wikipédia o significado é: “sentença de carácter prático e popular, que expressa de forma sucinta uma ideia ou um pensamento”. O significado de cada provérbio pretende encerrar uma inolvidável verdade. Esta “verdade” é então promovida a uma expressão máxima e repetida, sem conta, em rifão.
Ao longo dos séculos, de geração em geração, traduzidos em centenas de línguas diferentes, os provérbios populares chegaram até nós. Em cada região, faz parte da literacia social, e ninguém ousa destituir o seu carácter universalista. São como sombras refrescantes onde se refugiam ricos e pobres, velhos e novos de todas as classes sociaisTerão os provérbios cumprido, para o ser e no tempo, um papel educativo, formativo e criativo? Ou alimentaram apenas o sonho que o homem deve ser perfeito e coerente com a ideologia dominante de cada sociedade? A sociedade ensina-nos: escolhe o que é conveniente, o que é confortável, escolhe o caminho bem marcado por onde caminharam os teus antepassados e os antepassados deles, desde Adão e Eva. Isso é uma prova – milhões de pessoas passaram por esse caminho – não te podes enganar...
Quando o terreno do lavrador é lavrado e fresado, inicia o camponês uma nova cultura e as novas plantas hão-de produzir novas sementes. Há-de chover e outras tarefas se farão para garantir uma boa produção. Na natureza estamos habituados à mudança e aos constantes ciclos que fazem crescer ou anunciam um final de vida. Não deveriam ser estes homens da terra e da agricultura os mais progressistas e os mais ecologistas?
Para a amizade florescer na Terra não podemos continuar a ver as coisas com um olhar antigo ou aceitando a imposição de valores. Estes devem crescer com a nossa consciência, plenamente livres e criativos.
Do livro:”Perguntas às suas Respostas”, escrito por Osho e editado pela Pergaminho, podemos ler, na página 114, o seguinte: “A regra de ouro da vida é que não existem regras de ouro. Não podem existir. A vida é tão vasta, tão imensa, tão estranha, misteriosa, não pode ser reduzida a uma regra ou máxima. Todas as máximas são insuficientes, são demasiado pequenas; elas não podem conter a vida e as suas energias vivas. É por isso que é importante a regra de ouro que diz que não existem regras de ouro. Um ser humano autêntico não vive segundo regras, máximas, mandamentos. O ser humano autêntico simplesmente vive”.
Desafio os visitantes deste blogue, a criar um, dois ou três provérbios, e se forem muito engraçados e genuínos, poderão se tornar notáveis e, quem sabe, um dia ganharem asas…
Para dar o exemplo deixo entre aspas o meu provérbio de hoje: “Escolhe uma zona de sombra para viveres, mas não vivas numa zona sombria”.
Até breve. Um abraço amigo.
Ao longo dos séculos, de geração em geração, traduzidos em centenas de línguas diferentes, os provérbios populares chegaram até nós. Em cada região, faz parte da literacia social, e ninguém ousa destituir o seu carácter universalista. São como sombras refrescantes onde se refugiam ricos e pobres, velhos e novos de todas as classes sociaisQuando o terreno do lavrador é lavrado e fresado, inicia o camponês uma nova cultura e as novas plantas hão-de produzir novas sementes. Há-de chover e outras tarefas se farão para garantir uma boa produção. Na natureza estamos habituados à mudança e aos constantes ciclos que fazem crescer ou anunciam um final de vida. Não deveriam ser estes homens da terra e da agricultura os mais progressistas e os mais ecologistas?
Para a amizade florescer na Terra não podemos continuar a ver as coisas com um olhar antigo ou aceitando a imposição de valores. Estes devem crescer com a nossa consciência, plenamente livres e criativos.
Do livro:”Perguntas às suas Respostas”, escrito por Osho e editado pela Pergaminho, podemos ler, na página 114, o seguinte: “A regra de ouro da vida é que não existem regras de ouro. Não podem existir. A vida é tão vasta, tão imensa, tão estranha, misteriosa, não pode ser reduzida a uma regra ou máxima. Todas as máximas são insuficientes, são demasiado pequenas; elas não podem conter a vida e as suas energias vivas. É por isso que é importante a regra de ouro que diz que não existem regras de ouro. Um ser humano autêntico não vive segundo regras, máximas, mandamentos. O ser humano autêntico simplesmente vive”.
Desafio os visitantes deste blogue, a criar um, dois ou três provérbios, e se forem muito engraçados e genuínos, poderão se tornar notáveis e, quem sabe, um dia ganharem asas…
Para dar o exemplo deixo entre aspas o meu provérbio de hoje: “Escolhe uma zona de sombra para viveres, mas não vivas numa zona sombria”.
Até breve. Um abraço amigo.
15 de julho de 2010
14 de julho de 2010
12 de julho de 2010
Porto de Aveiro no Port Management 2010
O Porto de Aveiro participa no PORT MANAGEMENT 2010, que se inicia esta terça-feira na capital de Angola. “O cliente como factor chave da estratégia portuária - A Experiência Prática do Porto de Aveiro”, será o tema da comunicação a apresentar pelo representante da APA, S.A.
O 1.º Encontro dos Decision Makers Nacionais e Internacionais da Indústria Marítima e Portuária tem como tema a “Expansão Económica e Industrial do Sector Marítimo Portuário”.
Nesta comunicação será focado o desenvolvimento das infra-estruturas;
O papel da Comunidade Portuária no desenvolvimento do Porto; A intermodalidade como estratégia de ampliação do hinterland; A oferta de serviços de valor acrescentado nos portos e a estratégia orientada ao cliente.
O 1.º Encontro dos Decision Makers Nacionais e Internacionais da Indústria Marítima e Portuária tem como tema a “Expansão Económica e Industrial do Sector Marítimo Portuário”.
Nesta comunicação será focado o desenvolvimento das infra-estruturas;
O papel da Comunidade Portuária no desenvolvimento do Porto; A intermodalidade como estratégia de ampliação do hinterland; A oferta de serviços de valor acrescentado nos portos e a estratégia orientada ao cliente.
Porto de Aveiro preside à Associação dos Portos de Portugal
O Presidente do Conselho de Administração do Porto de Aveiro foi eleito para liderar a Associação dos Portos de Portugal (APP).
José Luís Cacho vai presidir aos destinos desta importante associação nos próximos três anos, tendo a acompanhá-lo, na direcção, os representantes da APSS (Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra) e da APRAM (Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira).
A Assembleia Geral passa a ser presidida por representante do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM); a vice-presidência cabe à APVC (Administração do Porto de Viana do Castelo), e o Secretariado à APTG (Administração dos Portos da Terceira e Graciosa).
No Conselho Fiscal, a presidência está a partir de agora sob a responsabilidade da APS (Administração do Porto de Sines), tendo como vogais a APSM (Administração dos Portos das Ilhas de São Miguel e Santa Maria) e a APTO (Administração dos Portos do Triângulo e do Grupo Ocidental).
Na Assembleia Geral de 23 de Jun ho foi aprovado o relatório de contas e de gestão referente a 2009, tendo também merecido aprovação o plano de actividades para 2010.
Segunda-feira, 12-07-2010
José Luís Cacho vai presidir aos destinos desta importante associação nos próximos três anos, tendo a acompanhá-lo, na direcção, os representantes da APSS (Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra) e da APRAM (Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira).
A Assembleia Geral passa a ser presidida por representante do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM); a vice-presidência cabe à APVC (Administração do Porto de Viana do Castelo), e o Secretariado à APTG (Administração dos Portos da Terceira e Graciosa).
No Conselho Fiscal, a presidência está a partir de agora sob a responsabilidade da APS (Administração do Porto de Sines), tendo como vogais a APSM (Administração dos Portos das Ilhas de São Miguel e Santa Maria) e a APTO (Administração dos Portos do Triângulo e do Grupo Ocidental).
Na Assembleia Geral de 23 de Jun ho foi aprovado o relatório de contas e de gestão referente a 2009, tendo também merecido aprovação o plano de actividades para 2010.
Segunda-feira, 12-07-2010
Navio GASSTBORG
11 de julho de 2010
8 de julho de 2010
7 de julho de 2010
LA RABIDA
Aqui podemos ver uma carga de cimento a ser feita no navio LA RABIDA no porto de Aveiro. navio este que tem muitas fugas nos vedantes das tampas e fazia o pó que se vê....com pessoas a trabalhar ali ao lado. Talvez se o navio fosse obrigado a mudar as borrachas que servem de vedante não houvesse tanto pó no ar.
5 de julho de 2010
O mistério do capacete...
Que o homem estava de baixa è do conhecimento de todos só não sabia era que já estava a trabalhar.
A baixa fez-lhe bem, veio mais elegante…
A baixa fez-lhe bem, veio mais elegante…
4 de julho de 2010
CONSTRUÇÃO DE RAMPA RO-RO
Vão iniciar-se brevemente os trabalhos de construção de uma rampa ro-ro, no Terminal de Contentores e Ro-Ro do Porto de Aveiro (TCRR).
Para além dos aludidos trabalhos, a iniciar ainda este mês de Julho, está previsto executar, no âmbito da mesma empreitada, a instalação, no Terminal Norte, de um cais flutuante destinado à atracação do trem de reboques do porto.
Os investimentos que se iniciam constituem um importante contributo para aumentar a atractividade do Porto de Aveiro no segmento do SSS, através da captação de serviços Ro-Ro, como também para reforçar as condições de segurança dos navios durante a sua estada em porto.
Este projecto representa um investimento total de 1,2 milhões de euros, com uma comparticipação de 717 mil euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito do Programa Mais Centro – Programa Operacional Regional do Centro. Prevê-se que o presente investimento fique concluído no corrente ano.
Newsletter do Porto de Aveiro Edição nº 241 - 03 Julho 2010
Para além dos aludidos trabalhos, a iniciar ainda este mês de Julho, está previsto executar, no âmbito da mesma empreitada, a instalação, no Terminal Norte, de um cais flutuante destinado à atracação do trem de reboques do porto.
Os investimentos que se iniciam constituem um importante contributo para aumentar a atractividade do Porto de Aveiro no segmento do SSS, através da captação de serviços Ro-Ro, como também para reforçar as condições de segurança dos navios durante a sua estada em porto.
Este projecto representa um investimento total de 1,2 milhões de euros, com uma comparticipação de 717 mil euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no âmbito do Programa Mais Centro – Programa Operacional Regional do Centro. Prevê-se que o presente investimento fique concluído no corrente ano.
Newsletter do Porto de Aveiro Edição nº 241 - 03 Julho 2010
2 de julho de 2010
Pasta de papel
1 de julho de 2010
Porto de Aveiro bate recordes em Maio
2010 poderá muito bem ser o melhor ano de sempre para o porto de Aveiro. Em Maio, o porto fixou um novo recorde mensal na movimentação de cargas, com 394 mil toneladas. O anterior máximo datava de 2008, curiosamente também em Maio, e situava-se nas 338 mil toneladas. As 394 mil toneladas de agora representam um crescimento de quase 17%.
A Administração do Porto de Aveiro (APA) não divulgou todos os dados relativos aos movimentos dos diversos tipos de mercadorias em Maio, mas destacou um outro número: as 107 mil toneladas de granéis líquidos movimentadas, o que constitui também um recorde.
Nos primeiros cinco meses do ano passaram pelo porto de Aveiro 1,6 milhões de toneladas. Um registo que supera em quase 41% o resultado de 2009, ano de crise, e que é ainda melhor em cerca de 12% que o verificado em 2008, o melhor ano de sempre. Pelo menos até agora
Transportes & Negocios.
30 de junho de 2010
28 de junho de 2010
ENCARREGADO ESTIVADOR
"Os chefes são líderes mais através do exemplo do que através do poder"
Para quem conhece as agruras da actividade profissional dos Trabalhadores Portuários, será ainda mais sensível e admitir os sacrifícios e as responsabilidades acrescidas do “encarregado estivador”.
Faço hoje aqui a defesa destes colegas do nosso trabalho, conhecidos, também, (timidamente) por chefes de equipa.
As funções do “encarregado estivador” estão definidas na Cláusula 11ª, do Capítulo nº 1 do Anexo do nosso CCT. Passo a transcrevê-las:
Funções do Encarregado Estivador: Ao encarregado estivador compete: a) Na dependência dos superiores hierárquicos., distribuir pelos trabalhadores as tarefas de cada um, assegurar a regularidade da prestação de serviço e responder pela inobservância de disposições normativas de que tenha ou deva ter conhecimento; b) controlar nos navios a substituição do pessoal ou de materiais necessários, dando de imediato seguimento, consoante seus aspectos no decurso das operações e com elas relacionadas; c) Anotar e responder perante os seus superiores hierárquicos sobre avarias e sinistros decorrentes das operações na movimentação de cargas, sem prejuízo de prosseguimento do serviço; d) Colaborar quando solicitado para o efeito com os seus superiores hierárquicos na planificação dos serviços e nas requisições do pessoal.
O texto destas quatro alíneas já tem alguns “aninhos”... Provavelmente carece de uma reformulação. Mas, permanecendo aquela redação, por muito respeito ao todo clausulado do nosso CTT, sabemos nós, que se poderia acrescentar outras tantas alíneas às funções atrás referidas, para definir claramente as actuais funções do “encarregado estivador”, como também daí decorrer um espelho do perfil do trabalhador portuário que virá reflectir as suas capacidades para a execução de tão exigentes tarefas.
Pela experiência de trabalho ao longo de 24 anos no sector, recolhi ensinamentos e outras vezes algumas decepções do que observei das diferentes posturas dos encarregados, da observância das regras de segurança ou não, da sua linguagem educada ou não, do apoio ou falta do mesmo que o seu trabalho requeria.
Os “encarregados de estivador” que eu conheço, são profissionais que, acima de tudo, souberam retirar da experiência do trabalho em equipa e do contacto diário com os antecessores chefes de equipa, os ensinamentos básicos para o melhor exercício desta espinhosa e difícil função. Porém, não bastam os usos e costumes da profissão, porque hoje o nosso trabalho tem outro ritmo: existem agora equipamentos mais potentes, mais rápidos, mais versáteis; estão implementados e presentes outros níveis de exigência profissional e empresarial, para uma melhor eficiência e uma maior produtividade do trabalho. Mas, paradoxalmente, o “encarregado estivador” também “põe a mão” a quase todas as tarefas, devido à redução substancial das equipas de trabalho, na movimentação de mercadorias em cargas e descargas.
A todos encarregados e futuros encarregados deixo o meu abraço de admiração e solidariedade pelo vosso esforço, tenacidade, dedicação e saber, com os quais dignificaram a vossa e a nossa profissão de Trabalhadores Portuários de Aveiro. Até breve.
Para quem conhece as agruras da actividade profissional dos Trabalhadores Portuários, será ainda mais sensível e admitir os sacrifícios e as responsabilidades acrescidas do “encarregado estivador”.
Faço hoje aqui a defesa destes colegas do nosso trabalho, conhecidos, também, (timidamente) por chefes de equipa.
As funções do “encarregado estivador” estão definidas na Cláusula 11ª, do Capítulo nº 1 do Anexo do nosso CCT. Passo a transcrevê-las:
Funções do Encarregado Estivador: Ao encarregado estivador compete: a) Na dependência dos superiores hierárquicos., distribuir pelos trabalhadores as tarefas de cada um, assegurar a regularidade da prestação de serviço e responder pela inobservância de disposições normativas de que tenha ou deva ter conhecimento; b) controlar nos navios a substituição do pessoal ou de materiais necessários, dando de imediato seguimento, consoante seus aspectos no decurso das operações e com elas relacionadas; c) Anotar e responder perante os seus superiores hierárquicos sobre avarias e sinistros decorrentes das operações na movimentação de cargas, sem prejuízo de prosseguimento do serviço; d) Colaborar quando solicitado para o efeito com os seus superiores hierárquicos na planificação dos serviços e nas requisições do pessoal.
O texto destas quatro alíneas já tem alguns “aninhos”... Provavelmente carece de uma reformulação. Mas, permanecendo aquela redação, por muito respeito ao todo clausulado do nosso CTT, sabemos nós, que se poderia acrescentar outras tantas alíneas às funções atrás referidas, para definir claramente as actuais funções do “encarregado estivador”, como também daí decorrer um espelho do perfil do trabalhador portuário que virá reflectir as suas capacidades para a execução de tão exigentes tarefas.
Pela experiência de trabalho ao longo de 24 anos no sector, recolhi ensinamentos e outras vezes algumas decepções do que observei das diferentes posturas dos encarregados, da observância das regras de segurança ou não, da sua linguagem educada ou não, do apoio ou falta do mesmo que o seu trabalho requeria.
Os “encarregados de estivador” que eu conheço, são profissionais que, acima de tudo, souberam retirar da experiência do trabalho em equipa e do contacto diário com os antecessores chefes de equipa, os ensinamentos básicos para o melhor exercício desta espinhosa e difícil função. Porém, não bastam os usos e costumes da profissão, porque hoje o nosso trabalho tem outro ritmo: existem agora equipamentos mais potentes, mais rápidos, mais versáteis; estão implementados e presentes outros níveis de exigência profissional e empresarial, para uma melhor eficiência e uma maior produtividade do trabalho. Mas, paradoxalmente, o “encarregado estivador” também “põe a mão” a quase todas as tarefas, devido à redução substancial das equipas de trabalho, na movimentação de mercadorias em cargas e descargas.
A todos encarregados e futuros encarregados deixo o meu abraço de admiração e solidariedade pelo vosso esforço, tenacidade, dedicação e saber, com os quais dignificaram a vossa e a nossa profissão de Trabalhadores Portuários de Aveiro. Até breve.
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