Desejamos um excelente 2012 a todos os nossos leitores, aos nossos patrões e em especial ao grupo ETE, por ter permitido um grande mês de Novembro aqui no porto de Aveiro e agora não ter RIGOROSAMENTE nenhum navio para ser trabalhado no porto. Fica também o desabafo para que se comecem a arranjar desculpas sem meter o nome dos estivadores pelo meio. Pois se querem desculpas usem os nomes das próprias empresas de estiva para se desculparem em algumas situações. Já estamos fartos, expliquem aos clientes o porquê de muitas vezes os navios não começarem quando assim podia acontecer. E deixamos um pedido para o próximo ano, FAÇAM O FAVOR DE NÃO BRINCAREM COM QUEM AJUDOU A DAR NOME A ESTE PORTO, e que permitiu que grandes feitos fossem realizados em Aveiro. Feliz ano de 2012 a toda a comunidade portuária.
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31 de dezembro de 2011
23 de dezembro de 2011
Estivador25
Um dia tive um sonho de poder mostrar o que de bom se faz no
porto de Aveiro. Mas, para que este sonho se tornasse realidade tive de
percorrer alguns caminhos que nem sempre foram fáceis de desmistificar, pois
vivemos num país que atravessa uma época financeiramente conturbada e com uma
crise de valores assustadora.
Como em tudo na vida, quando se alcança um objectivo ou se
consegue realizar um sonho, existe sempre alguém a quem devemos agradecer, eu
agradeço aos outros colaboradores deste blogue.
Quanto ao futuro, aqui fica a promessa que para o ano de
2012 vamos tentar melhorar toda a informação e tentar dar mais informação sobre
os outros Portos.
Deixo aqui um desafio a outros colegas trabalhadores de
outros portos que queiram participar neste blogue teremos todo o Gosto em recebe-los
como colaboradores.
A adversidade desperta em nós capacidades que, em
circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas. Não posso mudar a
direcção do vento…mas posso orientar as velas.
Feliz Natal e Bom Ano de 2012
7 de dezembro de 2011
A união faz a força
Este é um ditado que nos incentiva a
estar sempre unidos contra as adversidades muito complicadas. É
essencial que todos reconheçam que o esforço das direcções dos
sindicatos, serão uteis, mas também o contributo de cada um não é menos
importante, já que desta forma se consegue uma ligação muito mais forte e
todos se sentirão parte importante da nossa comunidade Portuária, e,
portanto, a resolução do nosso futuro está nas mãos de cada um. A
comunidade Portuária engloba vários Portos, actualmente com realidades
diferentes, mas o simples facto de sermos trabalhadores portuários,
leva-nos a ter mais coisas em comum que diferenças. A indiferença, a
passividade, de alguns colegas deixa-me triste, estou convencido que
conseguimos mais e melhor com a ajuda de todos. Hoje houve Greve à
prestação de trabalho a partir das 00 horas, até às 08 horas do dia 08
de Dezembro de 2011 (Portos de Viana do Castelo, Aveiro, Figueira da
Foz, Lisboa, Setúbal e do Caniçal- R:A. Madeira. As noticias que saíram
na comunicação social foram poucas ou quase nulas, tirem daqui as
conclusões.
Ontem escrevi:” O mundo é um livro, e quem fica sentado em casa lê somente uma página.”
Hoje transcrevo parte de um poema de Ataíde Lemos:
A vida é um livro
Que vamos escrevendo a cada momento
Escrevemos com sentimentos
Escrevemos com sorrisos, lágrimas
Escrevemos acompanhados, sozinhos
Escrevemos com a razão, com o coração.
A vida é um livro
Que escrevemos de detalhes em detalhes
Em pequenos atos
Em belos ou sombrios cenários.
O tempo são as páginas
Que vão se tornando capítulos
Em cada fim de ou inicio de estação.
Em cada novo encontro com o novo.
E assim, de momento em momento
Vamos completando o tempo
Deixando nossas histórias
Compostas através dos anos
De nossa existência.
29 de novembro de 2011
Agradecimento
Nunca estamos sós, é verdade.
E a pedido do nosso colega Sérgio, filho do colega de trabalho já falecido José Maria, aqui fica o muito obrigado por todos os que lhe deram força tanto na presença do funeral do seu pai como aqui pelos comentários deixados.Assim como, aos que enviaram as condolências por escrito que foram; o Sindicato dos trabalhadores do porto de Aveiro,Sindicato dos estivadores trabalhadores do tráfego e conferentes marítimos do centro e sul de Portugal, Fesmarpor,o senhor António Azevedo (agência Trana) e o obrigado também à empresa de estiva Socarpor por ter facultado aos trabalhadores a hora do funeral.É bom saber que temos amigos com quem podemos contar.Pessoas que o apoiam e o acolhem com tanto carinho.
É certo que tem passado momentos muito difíceis. O Sérgio agradece a todos.
É certo que tem passado momentos muito difíceis. O Sérgio agradece a todos.
26 de setembro de 2011
POSSIVEL PERIGO DE SAUDE PUBLICA no Porto de Aveiro?
CARTA ABERTA
Exs. Leitores,
Como morador da cidade da Gafanha da Nazaré, no Distrito de Aveiro, venho por este meio demonstrar a minha extrema preocupação e elevado interesse numa resolução possível para um problema que tem afetado todos os residentes na proximidade do Porto de Aveiro, terminal junto ao Jardim Oudinot.
O referido problema tem-se revelado uma preocupação com a saúde pública, assim como reduzido drasticamente a qualidade de vida dos moradores gafanho-nazarenos. Por exemplo, ainda hoje, dia 19 de setembro de 2011, sucedeu uma carga/descarga no dito terminal, libertando pó de madeira, sem ser acautelado, como se pode observar nas fotos em anexo a esta Carta Aberta.
Esclarecendo tal entropia, verifica-se que quando existem tais cargas/descargas, sem qualquer cuidado, que as casas, carros e outros objetos ficam severamente sujos, cobertos de pó, e que os moradores vivem numa atmosfera irrespirável, durante dias, suportando problemas respiratórios e variados incómodos. Para agravar ainda mais a situação, que chega a ser mais do que uma vez por mês, a mesma entropia também sucede aquando de cargas/descargas que libertam pó branco. Os moradores questionam-se se será cal e que problemas de saúde este pó poderá causar, não obtendo respostas por parte da Administração do Porto de Aveiro – APA, S.A..
21 de abril de 2011
O FUTURO ESTÁ PERTO ( por Vítor Manuel dos Ramos Caldeirinha )
Os portos sempre tiveram papel importante no desenvolvimento do comércio nacional e internacional dos países, hoje reforçado pela globalização Os portos são entidades dinâmicas desempenhando papel cada vez mais importante na gestão das cadeias logísticas.
Atualmente, os portos são mais do que simples infraestruturas, passaram a ser elementos complexos da cadeia logística, dotadas de meios humanos, organização, ligações a redes internacionais e sistemas de informação que influenciam os seus resultados e o nível de competitividade. A eficiência não pode ser apenas medida pela rapidez na descarga de mercadorias, pelo contrário, verifica-se existirem múltiplas variáveis de medida do desempenho, já que os portos são uma realidade multidimensional. A função principal dum porto é gerar benefícios para o dono das cargas ou mercadorias e para o cliente final, ou seja para a população, gerando mais negócios, mais emprego e mais crescimento económico, sendo um polo de desenvolvimento nacional e regional. Os navios que demoravam dias nos portos, hoje demoram algumas horas, sendo o transporte marítimo um modo cada vez mais eficiente, alvo de crescentes exigências de decréscimo de tempos e de custos. A eficiência e o desempenho dos portos são cada vez mais importantes a nível mundial. Este fenómeno está associado à privatização da gestão dos portos e dos terminais portuários, que se integram como elos vitais das cadeias logísticas das empresas operadoras globais, deixando os utilizadores de ser encarados como meros utentes, para serem encarados como parceiros comerciais. De facto, se entendermos que um porto possui habitualmente o duplo objectivo de, por um lado, se desenvolver em termos comerciais, gerando mais valor às empresas e, por outro, contribuir para o desenvolvimento da região onde se insere, criando emprego e atraindo investimento, empresas e indústrias para a sua proximidade, funcionando como pólo de desenvolvimento.
Logo, os portos que não melhorarem constantemente o seu desempenho, perdem clientes, negócios e valor. Torna-se necessário aumentar o seu desempenho, e compreender a importância das características dos portos.
19 de abril de 2011
Um grande obrigado ao PortoGente, um grande canal de comunicação universal
Esta página online brasileira decidiu mostrar o nosso vídeo que é composto por fotos e uma musica de fundo.
Diz o titulo assim
Estivadores de Aveiro
Estiva é paixão não só no Brasil, mas em todos os portos do mundo. Os estivadores portugueses de Aveiro só confirmam isso com o vídeo que postaram no Youtube, mostrando a operação no porto lusitano. Vale à pena assistir ao vídeo. clicar e rolar até aparecer o vídeo. Portogente
Um forte abraço para os colegas de profissão ai no grande BRASIL, OBRIGADO.
26 de fevereiro de 2011
Trabalhadores motivados
Para além do benefício e valor moral de uma abordagem altruísta para tratar os colegas como seres humanos e o respeito pela dignidade humana em todas as suas formas, todos os estudos mostram que os empregados motivados são mais produtivos e criativos. O inverso também é verdadeiro. Muitas vezes, é assumido que todas as pessoas são motivadas pelas mesmas coisas. Na verdade, somos motivados por uma série de fatores. Eles são motivados por recompensas financeiras, elogio, status e reconhecimento, a concorrência, segurança no trabalho, reconhecimento público, medo, neste caso o medo é um grande motivador mas por um período muito curto.Atualmente algumas empresas para que o trabalhador faça o seu trabalho com mais celeridade MOTIVA-O com uma “CENOURA”muitos correm atrás dela e poucos se apercebem que pode ser benéfico na altura mas, num futuro próximo muito prejudicial.
Ninguém trabalha de graça, nem devemos.
O Dinheiro é essencial para proporcionar segurança e conforto para o trabalhador e sua família.
Para esse efeito, é lógico que os empregados e empregadores vejam o dinheiro como o incentivo fundamental para o desempenho no trabalho satisfatório.
Não há ninguém que não recebendo o seu salário dê o mesmo rendimento.
Já agora valia a pena pensar nisto
4 de fevereiro de 2011
Tudo o que espoliámos à “geração sem remuneração”
Há 30 anos, quando Rui Veloso fixou um estereótipo da minha geração em “A rapariguinha do Shopping”, a letra do Carlos Tê glosava a vaidade de gente humilde em ascensão social, fosse lá isso o que fosse: “Bem vestida e petulante/Desce pela escada rolante/Com uma revista de bordados/Com um olhar rutilante/E os sovacos perfumados/…/Nos lábios um bom batom/Sempre muito bem penteada/Cheia de rimel e crayon…”
Hoje, quando os Deolinda entusiasmam os Coliseus de Lisboa e do Porto, o registo não podia ser mais diferente: “Sou da geração sem remuneração/E não me incomoda esta condição/Que parva que eu sou/Porque isto está mal e vai continuar/Já é uma sorte eu poder estagiar…” Exacto: “Já é uma sorte eu poder estagiar”, ou mesmo trabalhar só pelo subsídio de refeição, ou tentar a bolsa para o pós-doc depois de ter tido bolsa para o doutoramento e para o mestrado e nenhuma hipótese de emprego. Sim, “Que mundo tão parvo/Onde para ser escravo é preciso estudar…”
É a geração espoliada. A geração que espoliámos.
Quiseram tudo: bons salários, sempre a subir, e segurança no emprego; casa própria e casa de férias; um automóvel para todos os membros da família; o telemóvel e o plasma; menos horas de trabalho e a reforma o mais cedo possível. Pensaram que tudo isso era possível e, quando os avisaram que não era, fizeram como as lapas numa rocha batida pelas ondas: enquistáram nas posições que tinham alcançado. Começaram a falar de “direitos adquiridos”. Exigindo cada vez mais o impossível sem muita disposição para darem qualquer contrapartida. Eram as “conquistas de Abril”.
2 de fevereiro de 2011
Grupo ETE (clicar para ver o grupo)
Todos nós sabemos que o senhor presidente executivo da ETE (Empresa de Tráfego e Estiva), antigo tenente -coronel na reforma com 78 anos, morreu, após ter sofrido um acidente de barco ao largo da Sardenha. Saudável e activo apesar da idade, António Figueiredo ainda detinha as funções de liderança na ETE - é recordado como um "workaholic inveterado" e "o colaborador mais dedicado do grupo".Por essa altura os seus próximos garantiam que a questão da sucessão na ETE não se ponha porque o empresário "tinha organizado as cerca de 30 empresas de forma a que pudessem sobreviver sem ele".O que nos parece que não é o caso, pois, a designação do sucessor pelo aquilo que nos chega aos ouvidos, ainda não esta resolvida. O empresário deixa sete filhos, quatro homens e três mulheres, mas só quatro estão ligados aos negócios do pai. Há anos, António Figueiredo terá tentado clarificar a sua sucessão através de um testamento, mas quem conhece o grupo sabe que não há herdeiro designado. Os planos de colocar a ETE na bolsa (com a abertura de capital do grupo familiar) ficaram por concretizar. Recentemente, a ETE - cujo volume de negócios ronda os 200 milhões de euros e emprega 600 pessoas - tinha concorrido à exploração dos silos da Silopor em Lisboa. E o que acontece é que nas reuniões que tem ocorrido na direcção do ETP, este grupo é que continua a recusar o pagamento a quem trabalha para eles. Ficamos confusos, pois ainda á quinze dias era-nos oferecido dinheiro para abandonar o sector, e agora é-nos recusado o vencimento?? Ficamos também sem saber porque é que as empresas tem trabalhadores com isenção, sabendo de ante mão que isso prejudica cada vez mais a saúde financeira das mesmas. Nunca ouvi nada a esse respeito. Se nos dizem que a facturação da empresa não foi a ideal o ano que passou, somos obrigados a concordar, agora os anos todos daí para traz em que se sabia que havia dinheiro para pagar ordenados sem quaisquer problema ? Também sabemos como os sábados eram pagos…enfim, manobras de diversão não têm faltado por aqui para desviar atenções a muito boa gente…
17 de março de 2010
Portos começam a recuperar
A crise bateu no fundo em 2009 e deitou por terra o crescimento que os portos portugueses tinham acumulado, em termos de movimentação de mercadorias, ao longo dos últimos cinco anos.
O sector portuário processou 60,979 milhões de toneladas de cargas no ano passado, menos 4,2 milhões face ao ano anterior, o que traduz uma quebra de cerca de 6,5%. Trata-se do pior registo desde 2004, ano em que foram movimentadas 59,2 milhões de toneladas.
Rui Neves
ruineves@negocios.pt
O sector portuário processou 60,979 milhões de toneladas de cargas no ano passado, menos 4,2 milhões face ao ano anterior, o que traduz uma quebra de cerca de 6,5%. Trata-se do pior registo desde 2004, ano em que foram movimentadas 59,2 milhões de toneladas.
Rui Neves
ruineves@negocios.pt
Transporte de Mercadorias
De acordo com a CP Carga (empresa do grupo CP dedicada ao transporte de mercadorias), deverão ser realizados comboios de Aveiro para Lisboa e para o sul do país e também daquele porto para Salamanca, Valladolid e Madrid. Em 2011, esta empresa espera efectuar quatro a seis comboios por dia nesta nova linha.
Por seu turno, a Takargo (empresa privada da Mota-Engil), espera transportar clinquer da fábrica de cimento de Souselas para Aveiro e óleo de soja de Alhandra e Alverca para o mesmo destino.
Este operador conta ainda efectuar o transporte de 400 mil toneladas de cereais por ano desde o terminal da Sograin (Aveiro) para a zona de Leiria e para Salamanca. Pacotão de cimento, madeira e pasta de papel são outras das mercadorias que os comboios da Takargo deverão rebocar, utilizando a nova infra-estrutura.
Mas, para já, apenas a CP Carga está a operar no porto de Aveiro. Oficialmente, o ramal ainda não foi inaugurado, aguardando a Refer e a administração do porto de Aveiro por disponibilidade de agenda do primeiro-ministro para o acto formal da inauguração que poderá ser a 29 de Março.
Manuel Roberto-Público
Por seu turno, a Takargo (empresa privada da Mota-Engil), espera transportar clinquer da fábrica de cimento de Souselas para Aveiro e óleo de soja de Alhandra e Alverca para o mesmo destino.
Este operador conta ainda efectuar o transporte de 400 mil toneladas de cereais por ano desde o terminal da Sograin (Aveiro) para a zona de Leiria e para Salamanca. Pacotão de cimento, madeira e pasta de papel são outras das mercadorias que os comboios da Takargo deverão rebocar, utilizando a nova infra-estrutura.
Mas, para já, apenas a CP Carga está a operar no porto de Aveiro. Oficialmente, o ramal ainda não foi inaugurado, aguardando a Refer e a administração do porto de Aveiro por disponibilidade de agenda do primeiro-ministro para o acto formal da inauguração que poderá ser a 29 de Março.
Manuel Roberto-Público
QUANTAS VEZES ESQUECIDOS E IGNORADOS
Na nossa actividade profissional diária marcamos encontro com vários colegas, em cada dia com “caras” diferentes, juntos na mesma equipa de trabalho ou não.
Este encontro que diariamente fazemos no nosso local de trabalho, tem uma cultura rica e interessante; também criamos amizades e adquirimos conhecimentos.
Porém, existem outros colegas que ficam muito tempo afastados do trabalho e do convívio diário com os seus colegas, por razões de incapacidade física temporária. Umas vezes porque foram vítimas de acidentes de trabalho, outras vezes debilitados por doença.
Há colegas que passam certo tempo convalescentes, recuperando em suas casas.
Estão, agora, nesta situação o Alexandre , “o massas”, o Jorge Vidreiro (186), o Domingos dos Reis (148), o Paulo Martinho (157), o José Barros (150) e o Seginando Simões (186), que vai agora iniciar um tratamento de carácter oncológico. A todos vós endereçamos os nossos sinceros cumprimentos com os protestos da nossa melhor amizade e estima.
Através deste meio de comunicação vos saudamos, fazendo votos que recuperem a vossa melhor saúde para regressarem ao vosso trabalho; pelo menos sentem a falta do convívio entre colegas e amigos, em primeiro lugar.
Fica esta iniciativa, para cumprirmos um dever moral e ético, mas também para avivar a nossa memória e despertar a nossa consciência, em relação a esta situação.
Temos todos a obrigação de combatermos o esquecimento e o afastamento negligente, que desvirtua a nossa humanidade e a apregoada camaradagem que julgamos possuir e praticar.
Terminamos com saudações fraternas e optimistas para quem prepara e aguarda por uma recuperação plena e total.
Um abraço do Herculano e do Américo.
Este encontro que diariamente fazemos no nosso local de trabalho, tem uma cultura rica e interessante; também criamos amizades e adquirimos conhecimentos.
Porém, existem outros colegas que ficam muito tempo afastados do trabalho e do convívio diário com os seus colegas, por razões de incapacidade física temporária. Umas vezes porque foram vítimas de acidentes de trabalho, outras vezes debilitados por doença.
Há colegas que passam certo tempo convalescentes, recuperando em suas casas.
Estão, agora, nesta situação o Alexandre , “o massas”, o Jorge Vidreiro (186), o Domingos dos Reis (148), o Paulo Martinho (157), o José Barros (150) e o Seginando Simões (186), que vai agora iniciar um tratamento de carácter oncológico. A todos vós endereçamos os nossos sinceros cumprimentos com os protestos da nossa melhor amizade e estima.
Através deste meio de comunicação vos saudamos, fazendo votos que recuperem a vossa melhor saúde para regressarem ao vosso trabalho; pelo menos sentem a falta do convívio entre colegas e amigos, em primeiro lugar.
Fica esta iniciativa, para cumprirmos um dever moral e ético, mas também para avivar a nossa memória e despertar a nossa consciência, em relação a esta situação.
Temos todos a obrigação de combatermos o esquecimento e o afastamento negligente, que desvirtua a nossa humanidade e a apregoada camaradagem que julgamos possuir e praticar.
Terminamos com saudações fraternas e optimistas para quem prepara e aguarda por uma recuperação plena e total.
Um abraço do Herculano e do Américo.
11 de março de 2010
Estivador
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O estivador é o trabalhador que organiza as cargas para embarque e desembarque dos navios nos portos. Hoje em dia, grande parte desta atividade está automatizada. Mesmo assim, é considerado um trabalho perigoso, insalubre e estressante, já que as condições de trabalho quase sempre não são boas, podendo ocasionar acidentes.
Carregar e descarregar navios exige conhecimento da maquinaria de carga, de mecânica e física, e domínio das técnicas apropriadas para o transporte e acomodação de cargas, além de conhecimentos sobre transporte seguro de matérias perigosas. É normalmente exigida no acesso à profissão uma boa condição física e disponibilidade para compreender e seguir ordens.
O estivador é o trabalhador que organiza as cargas para embarque e desembarque dos navios nos portos. Hoje em dia, grande parte desta atividade está automatizada. Mesmo assim, é considerado um trabalho perigoso, insalubre e estressante, já que as condições de trabalho quase sempre não são boas, podendo ocasionar acidentes.
Carregar e descarregar navios exige conhecimento da maquinaria de carga, de mecânica e física, e domínio das técnicas apropriadas para o transporte e acomodação de cargas, além de conhecimentos sobre transporte seguro de matérias perigosas. É normalmente exigida no acesso à profissão uma boa condição física e disponibilidade para compreender e seguir ordens.
5 de março de 2010
Comboio de Mercadorias / Porto de Aveiro
A inauguração do ramal entre Cacia e o porto de Aveiro, prevista para breve, vai permitir transferir para o caminho-de-ferro entre 15 a 20 por cento do tráfego portuário, o que corresponde à realização de mil comboios por ano e à redução de 30 mil camiões na A25.
José Cacho, administrador do porto de Aveiro, disse ao PÚBLICO que a valência ferroviária tornará esta infra-estrutura mais competitiva e sobretudo mais atractiva para os mercados espanhóis. Granéis líquidos e sólidos, produtos metalúrgicos e carga contentorizada serão os principais transportes a ser efectuados sobre carris de e para aquele porto que, graças a isso, espera aumentar a sua facturação anual em 5 por cento nos próximos três a quatro anos.
O PÚBLICO perguntou à CP-Carga (uma sociedade anónima de capitais públicos pertencente ao grupo CP) e à Takargo (operador privado do grupo Mota Engil), quais os benefícios que esperam obter desta infra-estrutura que custou 72,7 milhões de euros à Refer, mas só a segunda respondeu.
Esta empresa, que já hoje efectua transporte de clinquer entre a fábrica da Cimpor de Souselas e o terminal de Cacia, espera fazer chegar os seus comboios directamente ao porto, evitando o transbordo rodoviário de 180 mil toneladas por ano daquele produto, equivalente a menos 7500 camiões na estrada.
Contas idênticas foram feitas para o transporte de 60 mil toneladas/ano de óleo de soja entre Alhandra e Alverca para a fábrica da Prio de Aveiro, o que corresponde a menos 2500 camiões por ano.
Pires da Fonseca, administrador da Takargo, admite vir ainda a transportar directamente pela ferrovia 400 mil toneladas de cereais por ano desde o terminal da Sograin (porto de Aveiro) para a zona de Leiria e para Salamanca. Dado tratar-se de um tráfego novo, tal implicará a redução de 90 milhões de TK (toneladas/quilómetro) na estrada.
Esta operação é possível porque o grupo Mota Engil investiu cerca de 25 milhões de euros num terminal junto ao porto para permitir o interface directo para a ferrovia, por forma a poder ser competitivo na região de Castela e competindo directamente com os portos de Gijon e Santander.
A mesma fonte prevê ainda transportar pacotão de cimento de Souselas para o porto de Aveiro e pasta de papel de Ródão para o mesmo destino. Ambos os tráfegos se destinam à exportação.
Pires da Fonseca diz ainda que o terminal de Cacia deve ser entendido não apenas como um hub à actividade portuária, mas sim como um plataforma logística intermodal para a região de Aveiro e sul de Gaia.Por parte da CP-Carga, é apenas conhecido um protocolo de intenções assinado em 2009 com o porto de Aveiro sob a égide da então secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino.
ADRIANO MIRANDA
O PÚBLICO
José Cacho, administrador do porto de Aveiro, disse ao PÚBLICO que a valência ferroviária tornará esta infra-estrutura mais competitiva e sobretudo mais atractiva para os mercados espanhóis. Granéis líquidos e sólidos, produtos metalúrgicos e carga contentorizada serão os principais transportes a ser efectuados sobre carris de e para aquele porto que, graças a isso, espera aumentar a sua facturação anual em 5 por cento nos próximos três a quatro anos.
O PÚBLICO perguntou à CP-Carga (uma sociedade anónima de capitais públicos pertencente ao grupo CP) e à Takargo (operador privado do grupo Mota Engil), quais os benefícios que esperam obter desta infra-estrutura que custou 72,7 milhões de euros à Refer, mas só a segunda respondeu.
Esta empresa, que já hoje efectua transporte de clinquer entre a fábrica da Cimpor de Souselas e o terminal de Cacia, espera fazer chegar os seus comboios directamente ao porto, evitando o transbordo rodoviário de 180 mil toneladas por ano daquele produto, equivalente a menos 7500 camiões na estrada.
Contas idênticas foram feitas para o transporte de 60 mil toneladas/ano de óleo de soja entre Alhandra e Alverca para a fábrica da Prio de Aveiro, o que corresponde a menos 2500 camiões por ano.
Pires da Fonseca, administrador da Takargo, admite vir ainda a transportar directamente pela ferrovia 400 mil toneladas de cereais por ano desde o terminal da Sograin (porto de Aveiro) para a zona de Leiria e para Salamanca. Dado tratar-se de um tráfego novo, tal implicará a redução de 90 milhões de TK (toneladas/quilómetro) na estrada.
Esta operação é possível porque o grupo Mota Engil investiu cerca de 25 milhões de euros num terminal junto ao porto para permitir o interface directo para a ferrovia, por forma a poder ser competitivo na região de Castela e competindo directamente com os portos de Gijon e Santander.
A mesma fonte prevê ainda transportar pacotão de cimento de Souselas para o porto de Aveiro e pasta de papel de Ródão para o mesmo destino. Ambos os tráfegos se destinam à exportação.
Pires da Fonseca diz ainda que o terminal de Cacia deve ser entendido não apenas como um hub à actividade portuária, mas sim como um plataforma logística intermodal para a região de Aveiro e sul de Gaia.Por parte da CP-Carga, é apenas conhecido um protocolo de intenções assinado em 2009 com o porto de Aveiro sob a égide da então secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino.
ADRIANO MIRANDA
O PÚBLICO
2 de março de 2010
Previsão de entrada
Devido ao mau tempo todas as entradas de navios previstas para o Porto de Aveiro sofreram um atraso. Hoje estão previstas algumas entradas.
02/03/2010 13:30 WILSON DVINA 87.42 Terminal Sul TRAILLER PORTUGAL PRODUTOS FERROSOS E
02/03/2010 17:00 SILVES PORTUGAL 89.5 Terminal Sul SEALINE PRODUTOS FERROSOS E
02/03/2010 19:00 PEARL VITA 95.08 9 THESSALONIKI SOUSSE Terminal Sul ICC PRODUTOS FERROSOS E
02/03/2010 23:00 DORNUM 81.8 1662 Terminal Norte Willie Portuguesa PRODUTOS FERROSOS E, OUTRA CARGA GERAL
03/03/2010 07:00 MAX 74.17 TGS Alimentar Burmester & Stuve OUTRA CARGA GERAL
03/03/2010 11:30 ALLERDIEP 89.93 2984 Terminal Sul Aveifoz PRODUTOS FLORESTAIS
03/03/2010 15:00RABA 80.5 Terminal Norte Trana PRODUTOS FLORESTAIS
04/03/2010 07:00 BALTICA 82.48 Terminal Sul SEALINE PRODUTOS FERROSOS E
04/03/2010 12:00 GEULBORG 90.2 Terminal Sul TRAILLER PORTUGAL
02/03/2010 13:30 WILSON DVINA 87.42 Terminal Sul TRAILLER PORTUGAL PRODUTOS FERROSOS E
02/03/2010 17:00 SILVES PORTUGAL 89.5 Terminal Sul SEALINE PRODUTOS FERROSOS E
02/03/2010 19:00 PEARL VITA 95.08 9 THESSALONIKI SOUSSE Terminal Sul ICC PRODUTOS FERROSOS E
02/03/2010 23:00 DORNUM 81.8 1662 Terminal Norte Willie Portuguesa PRODUTOS FERROSOS E, OUTRA CARGA GERAL
03/03/2010 07:00 MAX 74.17 TGS Alimentar Burmester & Stuve OUTRA CARGA GERAL
03/03/2010 11:30 ALLERDIEP 89.93 2984 Terminal Sul Aveifoz PRODUTOS FLORESTAIS
03/03/2010 15:00RABA 80.5 Terminal Norte Trana PRODUTOS FLORESTAIS
04/03/2010 07:00 BALTICA 82.48 Terminal Sul SEALINE PRODUTOS FERROSOS E
04/03/2010 12:00 GEULBORG 90.2 Terminal Sul TRAILLER PORTUGAL
22 de fevereiro de 2010
Tarifários do Porto de Aveiro
REGULAMENTO DE TARIFAS
DA
APA - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE AVEIRO
Aqui pode ver o regulamento EM VIGOR A PARTIR DE 01 DE JANEIRO DE 2010
Clica para veres
DA
APA - ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE AVEIRO
Aqui pode ver o regulamento EM VIGOR A PARTIR DE 01 DE JANEIRO DE 2010
Clica para veres
13 de fevereiro de 2010
Porque Será???
CARGONEW 12.02.2010
Leixões regista um crescimento de 19% em janeiro
O porto de Leixões registou em janeiro um crescimento de 19% face ao período homólogo anterior ultrapassando o 1,1 milhão de toneladas movimentadas. Destaca-se o crescimento verificado nos granéis líquidos, com 600 mil toneladas, o que se traduz num crescimento de 48%, e na carga geral graccionada, 60 mil toneladas, resultando num aumento de 82%, sendo que estas foram as cargas que, ao longo do ano 2009, penalizaram o crescimento do porto de Leixões.
Em linha com este crescimento esteve também o tráfego de contentores, com o TCL a movimentar nete período 37.033 teu, o que representa um crescimento de 21,3% relativamente ao mesmo mês de 2009.
Considerando o total de contentores, em janeiro o TCL cresceu 15,63% em termos homólogos, com 23.086 unidades movimentadas.
O facto de a comparação ser feita com janeiro do ano passado, que foi, reconhecidamente, um mês atípico, por causa da crise, não retira brilho ao resultado alcançado pelo TCL neste arranque de 2010. Considerando apenas o número de contentores movimentados, o resultado agora verificado supera largamente o registado em 2007 e só é batido pela soma de Janeiro de 2008, que foi também excepcional, mas pela positiva.
A carga ro-ro, que em 2009 havia registado um crescimento a triplicar em relação ao ano anterior, inicia o ano em alta com 6 mil toneladas movimentadas, ou seja, mais 81%.
Leixões regista um crescimento de 19% em janeiro
O porto de Leixões registou em janeiro um crescimento de 19% face ao período homólogo anterior ultrapassando o 1,1 milhão de toneladas movimentadas. Destaca-se o crescimento verificado nos granéis líquidos, com 600 mil toneladas, o que se traduz num crescimento de 48%, e na carga geral graccionada, 60 mil toneladas, resultando num aumento de 82%, sendo que estas foram as cargas que, ao longo do ano 2009, penalizaram o crescimento do porto de Leixões.
Em linha com este crescimento esteve também o tráfego de contentores, com o TCL a movimentar nete período 37.033 teu, o que representa um crescimento de 21,3% relativamente ao mesmo mês de 2009.
Considerando o total de contentores, em janeiro o TCL cresceu 15,63% em termos homólogos, com 23.086 unidades movimentadas.
O facto de a comparação ser feita com janeiro do ano passado, que foi, reconhecidamente, um mês atípico, por causa da crise, não retira brilho ao resultado alcançado pelo TCL neste arranque de 2010. Considerando apenas o número de contentores movimentados, o resultado agora verificado supera largamente o registado em 2007 e só é batido pela soma de Janeiro de 2008, que foi também excepcional, mas pela positiva.
A carga ro-ro, que em 2009 havia registado um crescimento a triplicar em relação ao ano anterior, inicia o ano em alta com 6 mil toneladas movimentadas, ou seja, mais 81%.
11 de fevereiro de 2010
Insulto
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Insulto
Insulto ou ofensa é uma forma de violência verbal, em que geralmente o agressor se utiliza de palavras - verdadeiras ou não, com exageros ou não - que visam humilhar de alguma forma ou atingir um ponto-fraco da vítima. O insulto pode ser seguido de violência física ou pode vir carregado de palavras de baixo calão.
Insulto
Insulto ou ofensa é uma forma de violência verbal, em que geralmente o agressor se utiliza de palavras - verdadeiras ou não, com exageros ou não - que visam humilhar de alguma forma ou atingir um ponto-fraco da vítima. O insulto pode ser seguido de violência física ou pode vir carregado de palavras de baixo calão.
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