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20 de outubro de 2014

Porto de Setúbal ultrapassou os 6 milhões de toneladas até setembro

Até ao mês de setembro, o porto de Setúbal ultrapassou os 6,1 milhões de toneladas movimentadas, o que representa, face a 2013 e 2012, um incremento de cerca de 18% e 27% de carga, respetivamente (até setembro, em 2013, movimentou-se 5,2 milhões de toneladas e, em 2012, 4,8 milhões de toneladas).
As exportações através do porto de Setúbal continuam em destaque, sendo que a carga de exportação representou mais de 67% do total das mercadorias movimentadas, com mais de 4,1 milhões de toneladas embarcadas. No mesmo período, em 2013, exportaram-se perto de 3,4 milhões de toneladas, e, em 2012, cerca de 3,1 milhões de toneladas.
A carga geral e os granéis sólidos impulsionam a movimentação do porto, respetivamente, com 3,3
milhões de toneladas, mais 20% do que em 2013, e 2,5 milhões de toneladas, mais 20%. O movimento de contentores prossegue o caminho de afirmação no Porto de Setúbal, atingiu 77 mil TEU, movimento 63% superior ao mesmo período, em 2013, e superior em 90%, relativamente a 2012. O modo Roll-on Roll-off também mantém um movimento positivo sustentado, atingiu, até agosto, mais de 109 mil viaturas, mais 19 %, em relação a 2013, com um crescimento de 33% nas importações de veículos.
Por mercadorias movimentadas, lidera o cimento, com 1,5 milhões de toneladas, seguido do clínquer, com 940 mil toneladas, dos produtos metalúrgicos, com 845 mil toneladas, dos adubos, com 393 mil toneladas, da madeira, com 333 mil toneladas, dos minérios, com 316 mil toneladas, e do papel, com 232 mil toneladas. Por terminais, os de Serviço Público movimentaram mais 21%, com cerca de 3,6 milhões de toneladas, e os Terminais de Uso Privativo, 13%, com um movimento de cerca de 2,5 milhões de toneladas.

Belmar da Costa reeleito para presidência da Ecasba

António Belmar da Costa foi reeleito presidente da Ecasba, naquele que será o seu quarto mandato consecutivo enquanto líder da associação. O responsável da APTMCD e da Agepor foi ainda escolhido como vice-presidente para a Europa da Fonasba.
Belmar da Costa foi reconduzido na liderança da associação na Assembleia Geral da Fonasba, que decorreu Gotemburgo na semana passada.
O brasileiro Glen Gordon Findlay foi eleito presidente da Fonasba para o triénio 2014-16, sucedendo no cargo à norte-americana Marygrace Collins. 

15 de outubro de 2014

TLC cresceu 14,6% em Setembro

O TCL tem vindo a crescer ao longo do ano, batendo sucessivos recordes, e no mês de setembro movimentou 54.794 TEU, o que representou um ganho homólogo de 14,6%. Se o termo de comparação for o número de contentores movimentados, o crescimento ainda foi maior: 15,9%.
Assim, nos primeiros três trimesres do ano, o TCL acumulou 491.373 TEU movimentados (310.773 contentores), marca que constitui um novo máximo, superando em 10,2% o realizado nos primeiros nove meses de 2013.
O TCL espera, no seguimento destes resultados, que em 2014 um novo máximo de movimentação de contentores seja alcançado.

13 de outubro de 2014

Impasse, indecisão ou outra coisa qualquer

Pode parecer uma abordagem demasiada simplista, quando se trata, não de uma coisa qualquer, mas de uma coisa deveras importante para o desenvolvimento do país. Trata-se da ligação ferroviária do Porto de Sines à Europa, mais precisamente duma ligação efetiva, destinada a mercadorias, que é preciso concretizar de forma continuada, entre Sines e Elvas/Caia.
Certo é que há uma ligação, mas que é longa e demorada, via Entroncamento, através da Linha do Leste, com um total de 452 km, não eletrificada na sua maior parte e que, tem um tempo médio de percurso de cerca de 8 horas. A qual se julga ineficiente para corresponder à ambição da conquista de mercados na região de Madrid, não nos permitindo ser competitivos face aos portos espanhóis.
Esta constatação confrontada com a necessidade de se construir essa ligação mais rápida e competitiva tem motivado sucessivas manifestações de intenção, atravessando o mandato dos diferentes governos, há mais de 15 anos. E no entanto, continua no plano de intenções e não há meio de se concretizar.
Recentemente, duma forma tímida, o atual governo considerou este projeto como sendo a 25ª prioridade apontada pelo GTIEVA – Grupo de Trabalho para as Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado, integrando o PETI – Plano Estratégico para os Transportes e Infraestruturas. Talvez, ao que julgamos, suportado por estudos elaborados pela REFER, que apontam para a falta de viabilidade financeira deste investimento, embora com sustentabilidade económica, em muito suportada pelos benefícios decorrentes dos impactos positivos em termos ambientais e no domínio do desenvolvimento regional.

7 de outubro de 2014

A última viagem do "Atlântida" (Reportagem do Expressso)

                

ISCIA com segunda edição de especialização em Gestão Ambiental Portuária

O ISCIA – Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração, em cooperação com a ENIDH – Escola Superior Náutica Infante D. Henrique e com o apoio da APP – Associação dos Portos de Portugal e da APLOP – Associação dos Portos de Língua Portuguesa, vai promover a segunda edição de especialização em Gestão Ambiental Portuária.
A especialização conta ainda com colaboração de diversas Administrações Portuárias (APA – Administração do Porto de Aveiro, APDL – Administração dos Portos do Douro e Leixões, APL – Administração do Porto de Lisboa, APSS – Administração dos Portos de Setúbal e Sesimbra e APS – Administração do Porto de Sines).
Vocacionado para todos aqueles que estão envolvidos com responsabilidades sobre questões ambientais em ambiente portuário, o curso visa: proporcionar capacidades para responsabilidades sobre questões ambientais em ambiente portuário, considerando as pressões de natureza ambiental que têm vindo a ser colocadas à gestão dos portos; conhecer e avaliar as principais iniciativas regulamentares adotadas, a nível internacional e nacional; identificar aspetos e impactos ambientais na gestão e operação das atividades portuárias e identificar medidas que evitem ou minimizem os efeitos negativos dos impactos ambientais; conhecer e aplicar o Sistema de Gestão Ambiental Portuário; identificar e avaliar áreas de intervenção relacionadas com navios e com a autoridade portuária.
As matrículas encerram a 24 de outubro e o curso tem início no dia 27 do mesmo mês. Mais informações em: http://www.iscia.edu.pt/content/especializa%C3%A7%C3%A3o-em-gest%C3%A3o-ambiental-portu%C3%A1ria-2%C2%AAedi%C3%A7%C3%A3o

1 de outubro de 2014

Chineses interessados no terminal do Barreiro

O grupo chinês Fosun revelou estar interessado no futuro terminal de contentores do Barreiro. Segundo o jornal de Negócios, a Fuson já manifestou a sua intenção de investir no novo terminal e na marina do Tejo à Administração do Porto de Lisboa. Esta última terá inclusive recebido uma comitiva chinesa que visitou Portugal este mês com o intuito de analisar novos investimentos no nosso país. Recorde-se que o grupo chinês adquiriu este ano o grupo Fidelidade e está na ‘corrida’ para a Espírito Santo Saúde.

Maersk Line quer mais 425 mil TEU até 2019

A Maersk Line não abdica da liderança mundial no transporte marítimo de contentores. A companhia dinamarquesa prevê encomendar novos navios a partir de meados de 2015, num investimento anual de três mil milhões de dólares até 2019.
“Para a nossa dimensão, precisamos de 425 000 TEU entre 2017 e 2019”, resumiu o CEO da Maersk Line perante os analistas, no Dia do Investidor, em que as companhias cotadas anunciam os planos para o seu futuro.
No caso da Maersk Line, o futuro passará por encomendar mais uns 30 Triple-E, de18 000 TEU, uma vez que Soren Skou descarta possibilidade de operar navios maiores. “Especula-se que poderíamos até aos 25 000 TEU… Não vejo que isso vá acontecer”, disse, considerando que os navios de mais de 18 000 TEU são menos flexíveis em termos operacionais.
Há já cerca de dois anos que a Maersk Line não encomenda novos porta-contentores, depois de ter surpreendido o mundo com a compra de 10+10 Triple-E, os maiores navios da actualidade. 
O novo programa de encomendas deverá ser anunciado em meados de 2015, de modo a que as primeiras entregas aconteçam em 2017, até 2019. Nesse entretanto, a Maersk Line investirá três mil milhões de dólares/ano.
Há cerca de duas semanas, a Alphaliner calculava que a MSC (parceira da Maersk Line na 2M) poderia chegar a número um mundial cerca do final de 2016, em consequência das encomendas de 50 navios totalizando mais de 600 mil TEU. Na altura, Soren Skou garantiu que a Maersk Line tudo faria para manter a sua posição de liderança. O CEO falava a sério. 

30 de setembro de 2014

Porto de Lisboa cresceu 5% nos contentores em agosto

Não tem sido um ano famoso no porto de Lisboa no que toca à movimentação de carga contentorizada mas no mês de agosto o porto da capital cresceu 5%. O resultado não impede, porém, que o acumulado anual seja ainda de perdas homólogas na ordem dos 14,6%.
Assim, o porto de Lisboa movimentou 49.529 TEU no mês passado, o primeiro de 2014 com evolução positiva, chegando aos 321.619 TEU no acumulado dos primeiros oito meses do ano.

29 de setembro de 2014

Ministro da Economia e Secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações visitaram o Porto de Leixões

A 24 de Setembro, o Ministro da Economia, António Pires de Lima, acompanhado pelo Secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, visitou o Porto de Leixões. Esta visita teve como principal objectivo dar a conhecer a realidade de um dos principais portos exportadores do Noroeste Peninsular, que até Agosto de 2014 movimentou perto de 12 milhões de toneladas de mercadorias.
Para além da visita à área portuária, Ministro e Secretário de Estado tiveram a oportunidade de contactar com a Comunidade Portuária de Leixões e concessionários, na presença do Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Guilherme Pinto, e do Presidente da Área Metropolitana do Porto, Hermínio Loureiro, dando conta dos principais investimentos previstos para o porto, num contexto de crescente desenvolvimento da actividade portuária e do transporte marítimo.

22 de setembro de 2014

Anúncio oficial em breve - Futuro terminal de contentores será no Barreiro

O futuro terminal de contentores de águas profundas da Área Metropolitana de Lisboa, previsto para a Margem Sul, ficará localizado num aterro a construir frente aos terrenos da Quimiparque, no Barreiro, avança a edição online do jornal Expresso.
A opção inical pela Trafaria terá ‘ido ao fundo’, em resultado da forte contestação da autarquia de Almada. A Câmara Municipal do Barreiro, por sua vez, não se fez rogada em receber um investimento de aproximadamente 600 milhões de euros, que permitirá revitalizar uma zona abandonada, mas de grande vocação industrial. A Quimiparque dispõe de boas acessibilidades ferroviárias e rodoviárias, e ocupa uma posição mais central na área metropolitana de Lisboa, além de melhores ligações à plataforma logística do Poceirão.
O jornal Expresso adianta que a decisão já está tomada e deverá ser comunicada nas próximas semanas, acrescentando que será a Administração do Porto de Lisboa a assumir o anúncio da localização.
O projeto do terminal de contentores do Barreiro poderá beneficiar de um financiamento até 85 por cento da União Europeia, ao abrigo do programa para melhorar as ligações transeuropeias de transportes. O financiamento comunitário concentrar-se-á nos nove corredores de transportes, os quais, no seu conjunto, constituirão uma rede de transportes basilar. Nesse âmbito, Bruxelas irá apoiar investimentos em portos, aeroportos, linhas ferroviárias adaptadas para alta velocidade e projetos transfronteiriços para redução de estrangulamentos. Portugal está integrado no Corredor Atlântico, que tem como objetivo ligar a fachada atlântica da Península Ibérica e os portos de Le Havre e Rouen a Paris e a Mannheim / Estrasburgo, através de ligações por linhas ferroviárias de alta velocidade, linhas ferroviárias convencionais paralelas, e também pelo transporte marítimo de curta distância.

Porto de Leixões voltou a abrir portas à população local

No passado sábado, celebrou-se novo Dia do Porto de Leixões, com o porto de portas abertas a toda a comunidade numa oportunidade única para se conhecer uma das maiores infra-estruturas portuárias da Península Ibérica.
O programa do “Dia do Porto de Leixões” arrancou às 10h00, na Estação de Passageiros, em Leça da Palmeira, com as visitas guiadas à área portuária em autocarros turísticos, visitas a embarcações e animação com mágicos, bandas e espaços de diversão para os mais novos. A Galp Energia associou-se mais uma vez ao Dia do Porto de Leixões assegurando as visitas ao Terminal Petroleiro.
Em paralelo estiveram patentes ao público, também na Estação de Passageiros, a exposição de Fotografia, “Focando o Porto de Leixões” e a exposição “Em Porto Pequeno”, uma apresentação de maquetes de edifícios emblemáticos da cidade do Porto.
A grande novidade este ano foi a 1ª Corrida do Dia do Porto de Leixões que teve início em frente ao Forte da Nossa Senhora das Neves, em Leça da Palmeira, e com parte do circuito dentro da área portuária, acompanhado por rebocadores.
No cais a música foi uma constante com os concertos dos X4U e de Mind da Gap.

Investimento em portos deverá aumentar no novo quadro de fundos comunitários

O novo quadro de financiamento das infra-estruturas de transportes desenhado pela União Europeia (UE) para o período de 2014 a 2020 pode ser a última oportunidade de Portugal aceder a fundos de coesão significativos. Está previsto o financiamento de 1.700 milhões de euros de Bruxelas para projectos nos vários modos de transporte - aéreo, rodoviário, ferroviário e portuário - que podem ascender a um investimento global de cerca de três mil milhões de euros. Os projectos no sector portuário poderão garantir mais vantagens para o País.
"Esta é a última hipótese que nós temos de acedermos a dinheiro do Fundo de Coesão e de nos ligarmos às actividades centrais da Europa. Temos de superar estas distâncias. Se não soubermos usar estes dinheiros, eles [Comissão Europeia] passarão para as outras redes [de energia e de telecomunicações]", alertou ontem José Laranjeira Anselmo (na foto), responsável da Direcção-Geral de Mobilidade e Transportes (DG MOVE) da Comissão Europeia, numa sessão pública de esclarecimento sobre o convite lançado por Bruxelas aos Estados-membros, para apresentar projectos candidatáveis a este envelope financeiro.
"Esta deve ser a última oportunidade que temos de acedermos a recursos financeiros do Fundo de Coesão porque Portugal está em fase de transição. Está previsto que a maioria do País deixe de ser elegível para esses projectos a partir de 2022. Além disso, os países que deverão aderir à União Europeia nos próximos anos não são ricos e implicarão uma maior redistribuição de recursos. Há-de chegar a uma altura em que não vamos ter mais acesso a fundos de coesão", avisa José Laranjeira Anselmo.

5 de setembro de 2014

Contentores em Leixões crescem 10% até Agosto



O movimento de contentores em Leixões atingiu os 436 583 TEU, segundo a concessionária do termina, TCL.
Em termos homólogos, o resultado acumulado representa um ganho de 9,7% e um novo recorde do terminal de contentores do porto nortenho.
Considerando o número de unidades movimentadas, o crescimento no year-to-date atingiu mesmo os 10,5%, com um total de 276 043 contentores.
Em Agosto, a TCL processou 35 801 contentores (mais 12,8%), a que corresponderam 56 124 TEU (mais 9,6%). Em ambos os casos, tratou-se do melhor Agosto de sempre.
Desde o início da concessão, em meados de 2000, a TCL tem fixado sucessivos recordes de movimentação de contentores. O ano passado foi a excepção (por comparação com o ano “extraordinário” de 2012), mas mesmo então os responsáveis da TCL sustentaram que a tendência de crescimento se manteve.
A Maersk Line é a principal cliente do terminal (em unidades movimentadas), seguida da CMA CGM, MSC, Nile Dutch e Wec Lines.

13 de agosto de 2014

Sines, Leixões e Lisboa entre os 200 principais portos de contentores do mundo

Os portos portugueses de Sines, Leixões e Lisboa estão entre o top 200 dos maiores portos de contentores do mundo, posicionando-se no 108º, 123º e 131º lugar, respectivamente. Em termos globais, os portos chineses continuam a liderar o ranking com uma quota de mercado de 34,9%.
Num recente estudo realizado pelo jornal espanhol “Transporte XXI”, os 200 portos de contentores do mundo movimentaram 557 milhões de TEUS em 2013, o que corresponde a um crescimento de 3,15% face a 2012. 37% deste tráfego foi captado pelos 10 primeiros portos, num total de 205 milhões de TEUS.
O porto chinês de Xangai perdeu a liderança do ranking para Singapura, que volta assim a recuperar uma posição de destaque. Singapura cresceu 14% nos últimos três anos, tendo movimentado 34,3 milhões de TEUS, contra o porto de Xangai que movimentou 33,7 milhões.
Nas primeiras 10 posições encontramos ainda os portos de Shenzhen, Hong Kong, Busan, Ningbo-Zhoushan, Quingdao,Guangzhou e Dubai.
Em termos mundiais assiste-se a uma clara liderança dos portos chineses, com um total de 177,5 milhões de TEUS movimentados, seguidos pelos portos norte-americanos, com 36,2 milhões. Entre os principais países europeus encontramos a Alemanha com 18,1 milhões de TEUS, Holanda, com 11,6 milhões, Bélgica, com 10,6 milhões, e Espanha com 10,4 milhões.
Na 108º posição encontramos Sines com 931.037 TEUS, seguindo por Leixões, na125º posição, com 626.194 TEUS, e Lisboa, na 131º posição, com 549.302 TEUS.

12 de agosto de 2014

FERROVIA JÁ REPRESENTA 20% DO MOVIMENTO Primeiro semestre de 2014 | O melhor de sempre no Porto e Aveiro

O movimento de mercadorias verificado no Porto de Aveiro no primeiro semestre de 2014 alcançou 2.357.062,00 toneladas, número que constitui novo máximo para o período de janeiro a junho, suplantando pela primeira vez, nos seis meses iniciais do ano, a barreira dos 2.000.000 de toneladas de tráfego.
Em relação a igual período de 2013, verifica-se um crescimento de 19,05% (mais 377.164.20 toneladas) e 41,82% (mais 695.070,70 toneladas), no que diz respeito a 2012.
Na atividade do Porto continuam a prevalecer as exportações, que constituíram 58,12% do movimento total (1.295.649,10 toneladas), mais 16,24 pontos percentuais do que as importações, que atingiram 1.061.412,90 toneladas (41,88% do movimento total).
No período de janeiro a junho, entraram no Porto de Aveiro 513 navios, mais 39 navios (crescimento de 8.23%) em relação a 2013 e mais 50 navios (crescimento de 10,80%) em relação a 2012.
A arqueação bruta totalizou 2.252.089,00 toneladas, crescendo 18,13% (mais 345.689,00 toneladas) em relação a 2013 e 26,89% (mais 477.292,00 toneladas) em relação a 2012. O comprimento total foi 53.025,00 metros, subindo em 10,64% (mais 5.098,00 metros) em relação a 2013 e 16,08% (mais 7.344,00 metros) no que diz respeito a 2012.
As mercadorias que circularam no ramal ferroviário do porto totalizaram 471,213.48 toneladas de mercadorias movimentadas, o que corresponde a 20% do total do tráfego portuário, valores que apontam para a chegada diária de 7 comboios aos Terminais Portuários de Aveiro. 

23 de julho de 2014

Setúbal com recorde de quatro milhões de toneladas no semestre

O movimento de mercadorias no porto de Setúbal cresceu 21,4% no primeiro semestre para o valor recorde de 4,13 milhões de toneladas. Em Junho foram movimentadas 702,8 mil toneladas (mais 10%).
A carga geral continua a liderar, com um crescimento acumulado de 23,6% e 2,7 milhões de toneladas processadas. A carga fraccionada avançou 10,9% até aos 1,6 milhões de toneladas, enquanto a carga contentorizada quase duplicou (96,1%) para as 516,5 mil toneladas.
O movimento de contentores em Setúbal atingiu os 52 892 TEU, o que representa um ganho acumulado de 74,6% face ao realizado na primeira metade de 2013.
Os granéis sólidos igualmente contribuíram para o resultado recorde do porto sadino, com 1,7 milhões de toneladas movimentadas – um ganho homólogo de 25,9%.
A impedir um resultado ainda melhor, a movimentação de granéis líquidos cedeu 19,3% para as 200,6 mil toneladas.
De acordo com os dados disponibilizados pela APSS, as exportações representaram 2,6 milhões de toneladas. As movimentações de cimento representaram um milhão de toneladas e as de clínquer 581mil. Seguiram-se, entre as cargas mais processadas, os produtos metalúrgicos, os adubos, as madeiras, os minérios e o papel.

 
 

19 de julho de 2014

Aparatoso acidente entre camião que transportava pá de eólica e comboio



Uma manobra mal calculada por um camião que este sábado de manhã, cerca das 6.10 horas, transportava uma pá de eólica atravessando a zona urbana de Viana do Castelo, provocou um aparatoso acidente envolvendo um comboio de passageiros.
Segundo fonte da GNR resultaram danos materiais nos dois veículos envolvidos e o trânsito esteve cortado na avenida 25 de abril (Estrada Nacional 13), durante cerca de duas horas, primeiro nos dois sentidos e depois apenas num.
A pá, componente de torres eólicas de grandes dimensões, teve de retornar à fábrica, sendo que, de acordo com informações dos bombeiros municipais de Viana do Castelo, "a parte que embateu no comboio teve de ser cortada para evitar que caíssem destroços para a via". 
De acordo com a versão dos municipais, o camião ao virar num cruzamento, da avenida 25 de abril para a "Estrada da Papanata", "fez mal a curva e a pá roçou no comboio que ia a passar nessa altura". "O acidente obrigou à paragem do comboio para ver se havia condições de continuar a circular, mas continuou e não houve feridos", informou fonte dos bombeiros, adiantando que estiveram envolvidos na operação de socorro, 10 homens com duas viaturas dos bombeiros voluntários e municipais de Viana do Castelo, além de elementos da PSP e GNR, sendo que compete a esta ultima força de segurança fazer o controle deste tipo de transporte.
A pá de eólica procedia da fábrica Enercon, que labora junto aos antigos estaleiros navais em Viana e que, habitualmente, transporta componentes de eólicas durante a noite para evitar o mínimo de transtorno no trânsito.
A zona urbana é atravessada pela linha do caminho-de-ferro e pela Estrada Nacional13, que constitui a principal via de acesso e saída da cidade.

18 de julho de 2014

MSC Portugal bate recorde de movimentação de TEUs por hora

A MSC Portugal continua a estabelecer novos recordes na movimentação de TEUs no Terminal XXI do porto de Sines e no passado dia 1 de julho, o navio “MSC Minerva” realizou 178.9 movimentos por hora, um novo recorde.
A MSC Portugal, que continua a consolidar a sua posição de líder no ranking nacional, disponibiliza 15 escalas semanais a sair do porto de Sines, ligando diretamente o Terminal XXI aos principais mercados de exportações e de importação de Portugal. No caso do MSC Minerva, este faz a ligação entre a Turquia e o Norte da Europa.
“O permanente empenho da MSC Portugal tem dado os seus frutos. Somos uma empresa comprometida com os seus objetivos e poder assistir gradualmente a um superar constante dos mesmos é algo que nos deixa satisfeitos e ainda mais empenhados em atingir novos patamares. Em conjunto com a PSA Sines e os trabalhadores do Terminal XXI, que nos têm acompanhado na persecução de consecutivos records de movimentação, estamos seguros que continuaremos a crescer e a consolidar a importância deste Terminal” afirma Carlos Vasconcelos, Administrador da MSC Portugal.

15 de julho de 2014

MAIOR CRESCIMENTO REGISTADO NO PORTO DE AVEIRO Movimento de mercadorias nos portos portugueses aumenta no primeiro trimestre

O crescimento observado em Janeiro justifica o comportamento final do movimento de mercadorias nos portos, já que em Fevereiro e Março observaram-se quedas. O porto de Sines continua a ser o mais movimentado, mas o maior crescimento foi registado no porto de Aveiro.
Durante o primeiro trimestre do ano, foram movimentadas 18,6 milhões de toneladas de mercadorias nos portos nacionais. A maior fatia (15,7 milhões) corresponde a tráfego internacional, um valor 4,8% acima do registado em igual período do ano passado, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE). Já o tráfego nacional (2,9 milhões) aumentou 7,3%.
"No primeiro trimestre de 2014, o aumento assinalado em termos de tonelagem de mercadorias movimentadas resultou apenas do movimento no mês de Janeiro (+18,4%), já que nos dois meses seguintes houve reduções comparativamente com iguais meses de 2013", explica o INE.
O porto de Sines continua a ser o líder no movimento de mercadorias, tendo sido responsável por 7,6 milhões de toneladas, o que corresponde a um aumento homólogo de 4,6%. O porto de Leixões, o segundo maior em termos de movimento de mercadorias, registou uma queda de 0,2% em termos totais, um comportamento que foi justificado pelo tráfego internacional. Foi em Aveiro que se observou o maior aumento (24,2%), ainda que em termos de peso no total do tráfego este porto não é o mais significativo (1,1 milhões). Do lado oposto está o porto da Figueira da Foz, que observou uma quebra de 15%, não tendo registado tráfego nacional.
No total, entraram nos portos nacionais 3.160 navios, o que representa um aumento de 2% face aos primeiros três meses do ano passado. Deste total, 2.934 embarcações transportavam mercadorias, enquanto 226 movimentaram passageiros.