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21 de julho de 2014

Antiga Estação da Guarda Costeira dos EUA

Confere estes vídeos feitos no Farol Torre B & B, a antiga Estação da Guarda Costeira dos EUA, localizada a 32 quilômetros ao sul de Bald Head, Carolina do Norte, como o furacão Arthur fez o seu caminho até a costa oriental na quinta-feira.O farol foi comprado pelo governo em  2010 por Richard Neal e foi transformado. Pelo que mostram estes vídeos, é possível ver o aventureiro que é.
felixstowedocker 
                                                   
                                                   

20 de julho de 2014

Costa Concordia

A proa do navio Costa Concordia, voltou à superfície. Acompanhe a operação de reflutuação em directo, aqui. Os trabalhos de bombagem de água do interior dos tanques de reflutuação, continuam até que o navio atinja um nível de flutuação que lhe permita fazer a viagem até ao local de desmantelamento em segurança.


17 de julho de 2014

Sinal ao contrário?

Falha de energia e com barreiras sinalizadores viradas ao contrário...? Noite sem luz no porto de Aveiro com muito nevoeiro, e a meio do cais, um buraco sinalizado desta maneira, com os reflectores das barreiras virados para dentro.


15 de julho de 2014

Costa Concordia Refloating - Day 1 Time-Lapse

Dia 14 de julho de 2014 o  Costa Concordia foi parcialmente reflutuado e mudou-se cerca de 30 metros para o leste. Como  desencalhe parcial de hoje aconteceu tão lentamente que, observando as transmissões ao vivo  era difícil dizer se alguma coisa estava a acontecer, fica esteTime-Lapse que mostra algumas evidências  de que o navio de cruzeiro já não está a descansar nas margens do Giglio.Com o navio a flutuar, ao longo dos próximos dias os técnicos irão garantir e manobrar os estabilizadores nas suas posições finais antes do desencalhe final. A fase de desencalhe todo deve durar de 6 a 7 dias. O Costa Concordia está  para ser rebocado para Genoa a 21 de julho de 2014, onde será demolido. O reboque deve durar cinco dias. Até agora, tudo está indo conforme o planeado.
felixstowedocker 
         

Empresa da Lourinhã constrói prensa para desmantelamento de plataformas petrolíferas

Escolhida de entre várias concorrentes europeias, a empresa metalúrgica Louritex projetou e fabricou a prensa, que pesa cerca de 700 toneladas.
Uma empresa metalúrgica da Lourinhã, a Louritex, especializada em maquinaria pesada para reciclagem de sucata, foi a escolhida para a construção de uma prensa a utilizar ao largo da Noruega no desmantelamento de plataformas petrolíferas.
"Na Europa, é a maior [prensa] de certeza", disse à agência Lusa um dos gerentes da empresa, António Frade, adiantando que a indústria passou do fabrico de prensas com capacidade para 1.500 toneladas para 2.500 toneladas.
Segundo o empresário, "foi um grande desafio, que trouxe um retorno financeiro de vários milhões de euros, como também prestígio”.
A empresa foi escolhida entre várias concorrentes europeias e, ao fim de um ano, projetou e fabricou a prensa, um equipamento que pesa 700 toneladas encomendado para enfardar e cortar tubos metálicos de 1,80 metros de diâmetro e 70 centímetros de espessura, usados na construção das plataformas petrolíferas, para irem para reciclagem.

12 de julho de 2014

"CMA CGM Magellan", transformado em obra de arte (vídeo)

O  "CMA CGM Magellan", com 365 metros de comprimento, foi transformado numa obra de arte pelo artista de renome mundial, JR. Com esta iniciativa, JR pretende concluir o seu projecto «As mulheres são heróis» iniciado em 2008, quando ele fotografou os olhos de mulheres extraordinárias em todo o mundo. 
Para este projeto, a imagem que foi pintada no, "CMA CGM MAGELLAN", são os olhos de Elizabeth, uma mulher queniana vivendo nas favelas de Kibera, em Nairóbi. Ela é uma das pessoas-chave da sua comunidade.
             
oportodagraciosa

Sarens, transportando as novas comportas do Canal do Panamá

Interessante vídeo efectuado pela Sarens NV, especialista mundial em transportes especiais, que demonstra o processo de carregamento em Itália das novas comportas para a gigantesca obra de ampliação do Canal do Panamá.
          

6 de julho de 2014

Barquinho veio à deriva dos EUA até à Torreira e agora está a tentar voltar para casa

Resistiu a provações. Uniu muita gente dos dois lados do Atlântico. Permitiu que alunos aprendessem mais sobre os oceanos e os sítios por onde tem passado. Despertou a generosidade de quem o foi encontrando. E agora está a ser útil à ciência e até tem algo muito português a bordo. É a aventura de um minibarco não tripulado que tem viajado à deriva.
Foi pintado pelos alunos de uma escola de Deep River, uma cidadezinha norte-americana perto da foz do rio Connecticut, com cerca de 4500 habitantes. Há dois anos, começou por ser deixado à sua sorte, a norte das ilhas Baamas. À deriva, empurrado só pelo vento e pelas correntes, regressou a terra, mas voltou a ser largado no mar, enfrentou dois furacões, atravessou o Atlântico – e, após outras aventuras, deu à costa portuguesa a 29 de Janeiro deste ano, mais exactamente à praia da vila da Torreira, no concelho da Murtosa.
Quis o acaso que esta mensagem oriunda do lado de lá do Atlântico em forma de barco, mais pequeno do que um adulto (tem 1,4 metros de comprimento), viesse cruzar-se no caminho de Vanessa Rodrigues, quando ela passeava com o namorado na praia da Torreira. “Estava quase todo enterrado na areia, tinha só um bocado do casco a ver-se”, conta Vanessa Rodrigues, de 21 anos, auxiliar numa colónia de férias naquela vila.
“Foi na altura em que houve muitas tempestades. Como saem do mar muitas coisas com o mau tempo, tínhamos ido de moto-quatro ver as dunas. E vimos o barco metido lá. Estava longe da água e da área de residências. Aquela não é uma zona balnear.”
Colado no convés, trazia um pequeno texto em inglês. “Dizia que tinha vindo de uma escola, e quem o encontrasse para contactar a mesma entidade”, lembra Vanessa Rodrigues.
Trazia ainda os contactos da Escola Preparatória John Winthrop, em Deep River e do site do Educational Passages, um programa educativo sobre ciências do mar destinado às escolas nos Estados Unidos. Esta ideia partiu de Richard Baldwin, um antigo navegador solitário norte-americano de 67 anos que, quando decidiu deixar-se dessas navegações, perguntou-se o que podia fazer continuar a divertir-se: “Não levei muito tempo a perceber que podia instalar unidades GPS em pequenos barcos não tripulados e segui-los pelos oceanos no conforto e na segurança da minha sala-de-estar”, conta-nos.

28 de junho de 2014

Operação de salvamento

Vídeo de uma operação de salvamento no mar da Islandia em condicões bem difíceis.         
marportosanto 

23 de junho de 2014

Pós Tróika nos Portos portugueses. ( nunca é demais ler o que outros portuários escrevem )

Já se foram embora, os rapazes da troika,o triunvirato de sanguessugas já "zarpou" por aí fora.
Na verdade todos sabemos que apesar da debanda eles continuam por cá com os seus fieis discípulos a fazer o que eles mandam,que é o mesmo que dizer,desgraçar os portugueses sugando-nos até à medula.
Devo dizer no entanto,e escrevi aqui um post antes da chegada dos tróikos,que em Leixões se trabalhou por antecipação com a feitura de um Contrato de Trabalho aceite pelas partes e pelo Governo.
Visto á distância podemos concluír que se fez o que se podia e devia atendendo às circunstancias de crise e se olharmos à nossa volta vemos uma panóplia de empresas que terminaram que não se aguentaram devido aos sacrifícios,muitos deles em vão.
Portos houve que viveram períodos difíceis de duras negociações,de lutas terríveis que terminaram com o elo mais fraco a saír prejudicado.
Uns regeneraram os Sindicatos,fundaram sindicatos e trabalham em pleno.Outros foram forçados pela razão a fazer acordos para manter postos de trabalho,admitir despedidos,e tudo em ordem.
 Em Leixões,como venho dizendo,continuamos com juízo a trabalhar na luta diária e à espera que haja um milagre,não que transforme água em vinho,mas que os históricos homens das adapatações/transformações,que somos nós,possamos saír pelo nosso pé do setor de cabeça levantada,respeitados.
 Se assim não for se alguém se lembrar de nos hostilizar,lembro todo um passado de concertação que irá por água abaixo,e depois de velhos não temos nada a perder.Confesso que tenho medo dos governos,desta canalha que corta a direito,muitas vezes sem conhecimento prévio do setor portuário.
 Muitos iriam questionar o facto de no porto de Leixões,um local de consenso,os seus trabalhadores serem hostilizados/desrespeitados.Pode ser que não,vamos a ver!

Mais um ano que termina. ( nunca é demais ler o que outros portuários escrevem )

Estamos no fim de 2013 e o nosso Porto de Leixões continuou a bater recordes de carga movimentada,continuando por isso a ser o Porto de referência no nosso País.
Continuo sem perceber muito bem o que se passa no Porto de Lisboa,sinceramente,se bem que não é obrigatório que eu o entenda porque de forma alguma poderei ou deverei contribuír para algo que possa eventualmente ajudar a resolver os problemas a Sul.
Do pouco que sei é que depois da desagregação em termos de atitudes e posições em Aveiro,depois de despedimentos vergonhosos em que os tribunais já fizeram justiça aos trabalhadores,um grande grupo de portuários resolveu dialogar sem rodeios escudando-se em quem de facto os pode e DEVE apoiar,e,de forma corajosa e competente avançou com uma nova representação de trabalhadores.
Resultado,o Porto de Aveiro trabalha em pleno com os despedidos/readmitidos e muitos outros,de forma inequívoca,trocando esta malta o seu valoroso trabalho pelo salário pago a horas.Todos cumprem!
Há já uns anos que me custava a perceber o que se lá passava e informado por quem tem a obrigação de saber,fiquei a entender mais até do que queria ou devia e entendi tudo.
Gostava que nos Portos nacionais houvesse entendimento,houvesse diálogo por forma a não se trazer para a praça pública as nossos lutas ou problemas,porque os portugueses,a esmagadora maioria deles se marimba para os estivadores,apelidando-nos como todos sabemos,de tudo e mais alguma coisa.Temos cada vez mais o dever de ser discretos,de falar nos locais certos para tal e dessa forma poderemos resolver muito,mas muito mesmo,porque está visto que com este tipo de governação no País não podemos esperar nada,e temos por isso a obrigação de ser convincentes no nossos atos e resoluções,provando a essa gente que é possível pôr um Porto de Mar a laborar em pleno sem atropelos e a contento de todos os envolvidos.Rompidos os diálogos tudo se rompe.
Continuamos a nossa caminhada sem barulhos,sofrendo muitas vezes em silencio com o passar dos anos,mas continuamos a ganhar 10-0 a toda a gente(governo incluído).
Aproveito para desejar um Feliz Natal e Próspero Ano de 2014 para todos os camaradas portuários,ou na melhor das hipóteses para aqueles que se identificam com a VERDADE!
northdocker 

16 de junho de 2014

Estivador com habilidade...

Bicicleta em madeira construida pelo nosso colega Carlos Sousa. Mais fotos no nosso facebook .




14 de junho de 2014

Filme sobre a construção do estádio em Manaus

Filme que mostra a construção deste estádio na Amazónia , estádio de Manaus. A escolha do navio com caracteristicas próprias foi também necessária. Pois este navio que levou desde Portugal, no Porto de Aveiro , a estrutura para a cobertura do estádio, teve de fazer a viagem completa. Depois de atravessar o atlântico, entrou no rio Amazonas e continuou a viagem pelo rio até Manaus . Viagem com aproximadamente 7 mil klm. Porto de Aveiro em destaque.

        

9 de junho de 2014

Comboio

Fotos que registam a falta de sacos de cimento, num dos muitos pacotões que vinham no comboio desta manhã...


29 de maio de 2014

Segurança nem sempre é o que parece...


O único cargueiro à vela do mundo esteve nos Açores



 

 

 

 

 

 

Entre as dezenas de embarcações ancoradas na marina da Horta, na ilha do Faial, o bergantim 3 Hombres , com os seus 32 metros de comprimento e altos mastros, chama a atenção de quem passa. À primeira vista, parece um navio deslocado no tempo, que remete para a época das epopeias marítimas, mas o seu objetivo é bem atual.
Concebido pelo austríaco Andreas Lackner e pelos holandeses Jorne Langelaan e Arjen Van der Veen, o projeto 3 Hombres pretende alertar para as "brutais emissões de gases tóxicos provocadas pela marinha mercante contemporânea". É, atualmente, o único navio cargueiro sem motor a realizar transporte internacional de mercadorias, numa lógica não só de comércio justo mas também de transporte justo, um conceito que pretendem disseminar por todo o mundo.
"Quando chegamos a um novo destino, a primeira impressão dos habitantes é que somos um bando de hippies com ar de piratas mas, depois de explicarmos o nosso projeto, tudo muda", afirma o capitão Lammert Osinga, 35 anos. E já se começou a espalhar a palavra, como constataram ao aportar pela primeira vez em Manaus, no Brasil. "Havia muita gente à nossa espera, para nos mostrar produtos que poderíamos trazer para a Europa", recorda.
A embarcação, com capacidade para 35 toneladas de carga, foi construída de raiz e à mão, segundo os métodos tradicionais, por mais de 100 voluntários de 25 países.

20 de maio de 2014

Será o íman a amarração para o futuro?

Amarração ainda acontece em grande parte da mesma forma como tem sido feito ao longo dos séculos: com cabos e correntes. Mas tudo isto pode mudar com o sistema de ancoragem magnética DockLock que MAMPAEY Offshore Industries que está a trabalhar no porto de Roterdão. É amarração com íman, o futuro?